As piores companhias aéreas para fazer um voo internacional

turkmenistan airlinesVocê acha que fazer uma viagem internacional numa companhia aérea brasileira é ruim? Saiba que a situação pode ser pior, bem  pior. O site Business Insider listou as 20 piores companhias aéreas do mundo em longa distância. Levou em consideração dados  de referências de passageiros, análises de conforto, limpeza e qualidade de refeições. Melhor manter esse ranking perto de  você para não esquecer.

1ª Turkmenistan Airlines, companhia do Turcomenistão, na Ásia Central. A falta de conforto das poltronas, o serviço de bordo  ineficiente, a falta de entretenimento e de respostas as solicitações dos passageiros colocaram a companhia no primeiríssimo  lugar.

2ª Sudan Airways. É tão boa, para não dizer o contrário, que está proibida de voar para os países da União Europeia. Serve apenas destinos entre o Sudão, na África, e o oriente médio.

3ª Ukraine International Airlines. Segurança (medo!) e limpeza parecem não ser o forte da companhia ucraniana, que opera voos  para mais de 60 destinos na Europa.

4ª Uzbekistan Airways. A baixa pontuação da empresa do Usbequistão, na Ásia Central, foi pela falta de entretenimento em voo, problemas nas acomodações e falta de resposta a pedidos de passageiros.

5ª Air Koryo. É a companhia aérea estatal da Coreia do Norte. As viagens são ao ritmo da “música de marcha revolucionária”.  Outro detalhe (será que é verdade mesmo?) é que os alimentos são descritos nos cardápios dos voos como apenas “comestíveis”.  E os aviões não têm ar-condicionado. Sério????????

6ª Bulgaria Air. Falta de cobertores e travesseiros nos voos, pouca eficiência do serviço e habilidades de linguagem dos  tripulantes (the book is on the table resolve?) foram os principais pontos para deixar a companhia aérea búlgara no sexto  lugar da ruindade.

7ª Rossiya Airlines. A companhia russa parece não ter melhorado a qualidade mesmo com a recente renovação da frota.

8ª Iceland Express. É uma low cost da terra de Bjork, a Islândia. Tem apenas dois aviões, serviço de refeição ruim, quase  nenhum pessoal de cabine. A pesquisa mostrou também que o serviço de embarque deixa a desejar.

9ª Tajik Air, empresa aérea do Tajiquistão, que faz fronteira com o Afeganistão. O conforto parece ser um item tão distante  quanto o país, assim como a interação dos tripulantes com os passageiros. Segurança também não é o forte da empresa.

10ª Syrian Air. Assim como a Sudan Airways, a empresa síria também está na lista de empresas proibidas de voar na União  Europeia. Pertence ao governo. Se a segurança for igual à de Damasco, sei não…

11ª Spirit. A companhia norte-americana é conhecida por cobrar taxas escandalosas por serviços adicionais. Viajar com uma  bagagem de mão pode sair por US$ 100!!! A qualidade dos serviços, segundo a pesquisa, é uma coisa de louco.

12ª Pegasus Airlines. É a segunda maior companhia aérea da Turquia. Mas pelo que a pesquisa mostra, os personagens de Salve Jorge nunca pegaram um avião da companhia, já que saiam dos voos internacionais como quem vai ali na esquina.

13ª TAAG Angola Airlines. Conseguiu voltar a voar para a Europa depois de a direção jurar de pés juntos que vai se  comprometer com os itens de segurança. Segundo os passageiros, deveria melhorar também a qualidade no atendimento.

14ª Royal Air Maroc. A maior companhia aérea de Marrocos voa com aviões da Boeing. A maioria dos turistas europeus viaja nela, por conta de um acordo com a UE. A pequena quantidade de tripulantes nos voos foi o que mais pesou para a baixa pontuação.

15ª Nepal Airlines. Refeições ruins e falta de respostas da equipe para as solicitações dos passageiros deixaram a companhia em maus bocados na pesquisa. O fato de executivos terem sacrificado bodes para agradar o deus hindo do céu (Akash Bhairab) depois de problemas técnicos em uma de suas aeronaves, ao invés de chamar técnicos e egenheiros, não ajuda também.

16ª Cubana Airlines. A companhia da terra de Fidel não voa para os States, por causa do embargo, mas viaja para a Europa, Caribe e Américas Central e do Sul. Falta de limpeza das cabines, pouca presença de tripulantes e demora nas respostas de pedidos de passageiros são os principais problemas apontados na pesquisa.

17ª Bangladesh Airlines. É ruim, mas tende a melhorar, já que a companhia contratou como CEO um ex-executivo da British Airways.

18ª Merpati Nusantara Airlines. Companhia da Indonésia, sediada em Jacarta, também não pode voar para a Europa por não ser considerada lá muito segura. Mas pelo menos teve boa nota no quesito entretenimento. Os passageiros podem ao menos se divertir bastante, mesmo em voos turbulentos.

19ª Ryanair. Já estava estranhando que a companhia irlandesa não estava por aqui. Mas está. É uma das companhias low cost mais famosas do mundo (se não for a mais famosa). Os preços das passagens são baixíssimos, os valores dos adicionais, em compensação… O conforto não existe. As cadeiras não reclinam. A empresa anunciou que vai dimunir o número de banheiros, depois de anunciar que passaria a cobrar pelo xixi a bordo. Uma festa.

20ª Sky Express. A empresa teve uma classificação ruim nos quesitos entretenimento, limpeza e atendimento aos passageiros.

Pelas barbas do profeta! Conheçam um novo modelo de outdoor

Outdoor na barba. Crédito: Cornett-IMS/DivulgaçãoBarbudos do meu Brasil, num futuro não muito distante, talvez vocês consigam algo mais do que encantar as moças e os moços que gostam do atributo. Sejam eles fãs dos Los Hermanos ou não. É que uma agência de publicidade norte-americana já aposta nas barbas como “a próxima grande tendência na publicidade”.

A Cornett-IMS criou a “beardvertising”. Está pagando US$ 5 por dia para colocar um pequeno anúncio na barba de alguns homens. Apesar de ainda estar em fase experimental, a agência já fechou negócio com dois anunciantes nos States: a cadeia de restaurantes A&W e a marca de produtos automotivos Eagle One.

Os “BeardBoards” são cartazes em miniatura para serem presos na barba. A agência até criou uma página para divulgar a nova mídia. “Todo mundo olha para uma barba incomum. Por que não ter essas pessoas também olhar para a sua marca”, garante a empresa.

Será que vai funcionar mesmo? O que vocês acham?

* Com informações dos portais G1 e Exame

Água e sabão ou “Não faz mal, não faz, limpa com jornal”

Papel Higiênico. Crédito: Giftexpress/Divulgação.O novo governo da Venezuela nem amadureceu (trocadilho inevitável com Nicolás) e já está numa saia justíssima. Produtos básicos estão sumindo das prateleiras dos mercados. Um deles é o papel higiênico.

O governo diz que a culpa é da oposição, que incentivou a população a sair comprando enlouquecidamente. A oposição afirma que o controle do câmbio vem afugentando os investimentos e impactando na produção.

Pois bem. O governo vai importar o equivalente a 50 milhões de rolos de papel higiênico. O ministro do Comércio, Alejandro Fleming, declarou à agência estatal de notícias AVN que a importação é “para que o nosso povo fique tranquilo e compreenda que não deve deixar-se manipular pela campanha mediática que afirma que há falta de papel higiénico na Venezuela”.

Oxente. Se não há falta, por que importar? De acordo com o jornal espanhol El País, o ministro afirmou que não há quebra na produção. O que está acontecendo é “uma procura fora do normal”. Ainda segundo ele, os venezuelanos consomem 125 milhões de rolos por mês. Mas agora que procura aumentou, são necessários 40 milhões rolos extras.

O governo não informou de onde vai importar o pepel higiêncio extra. O candidato derrotado nas eleições, o oposicionista Henrique Capriles, aproveitou para, mais uma vez, bater de frente no governo. Ele mandou recado pelo Twitter.

Twitter Capriles

Ela não anda, ela desfila

Richard Branson aeromoçaRichard Branson, o bilionário britânico dono do grupo Virgin, é mesmo uma figura. Depois de ter lançado na Virgin America o Seat-to-seat delivery, um serviço que incentiva a paquera a 37 mil pés (confira o vídeo aqui), ele virou aeromoça. Isso mesmo. Com direito à conjuntinho vermelho meia, cílios postiços e batom (vermelho, naturalmente).

Branson virou aeromoça em um voo de seis horas da AirAsia, que saiu de Perth, na Austrália, para Kuala Lumpur, na Malásia. O dono da empresa é a Tony Fernandes, amigo dele. Em 2010, os fizeram uma aposta. Donos da Virgin e da Lotus, equipes da Fórmula 1, Branson e Fernandes acordaram que quem terminasse o campeonato de construtores com a pontuação mais baixa pagaria o mico.

Richard Branson aeromoça 3Pois é… No final do ano passado, Branson finalmente anunciou que pagaria a aposta. Em dezembro, Tony Fernandes escreveu no Twitter: “Vemos um homem com honra, que acaba de me ligar para pagar uma aposta: será aeromoça da AirAsia em maio. São dois anos de atraso, mas o importante é que não se esqueceu.”

Fernandes também esteve no voo e até levou um banho de suco de laranja “sem querer” dado pela aeromoça desastrada. Nem tudo foi brincadeira. Parte do dinheiro arrecadado com o voo será doada para uma instituição de caridade, que ajuda crianças doentes na Austrália.

Por causa de sua atitude, o bilionário até ganhou certificado.

Richard Branson aeromoça 2

Mamãe, mamãe, mamãe…

Nossas mães deveriam ser ricas, muito ricas. Afinal, são diretoras-executivas da casa, gestoras de infraestrutura, lavadeiras (ou coordenadoras de lavanderia), operadoras de computador, cozinheiras, faxineiras, professoras de creche, motoristas, zeladoras, psicólogas, enfermeiras e sabe-se lá mais o quê. Ufa! Mas não recebem nenhuma compensação financeira por isso.

E se recebessem? O site norte-americano Salary.com, especializado em carreiras, faz essa pergunta e os cálculos todos os anos. As contas para 2013 são estas: as mães que ficam em casa em período integral deveriam receber US$ 113,6 mil por ano (R$ 227,2 mil) pelo trabalho no lar, aquele que “não para, não para, não para”. Já as que trabalham fora e em casa teriam uma remuneração só da parte doméstica de US$ 67,4 mil (R$ 135 mil) por ano.

Achando muito? O trabalho também é. De acordo com o levantamento do site, quem se dedica exclusivamente ao lar trabalha em média 94 horas por semana. Já as mães que trabalham fora passam outras 58 horas por semana cuidando da casa e dos filhos (que ainda ficam fazendo pirraça).

Por isso, filhos ingratos (e os bonzinhos) que estiverem lendo este texto, aproveitem para dar muito carinho para suas mães não apenas neste domingo. Mas sempre que puderem. Elas podem ser umas chatonildas às vezes – deve haver uma programação para isso no software materno – mas acho que não fazem por mal.

Já as mães leitoras do blog deem um jeitinho deixar a página aberta para ver se os filhotes leem e se tocam, né?

Feliz Dia das Mães!

Os melhores e os piores lugares do mundo para ser mãe

Mãe na NoruegaA ONG independente de defesa dos direitos das crianças Save the Children sempre faz um levantamento com os melhores e os piores países para ser mãe.

O ranking se baseia em indicadores da saúde e do bem-estar das mulheres e das crianças, como acesso ao ensino, e às oportunidades econômicas.

Outro ponto importante é a política de licença maternidade praticada no país. Neste ano eles divulgaram o ranking pela 14ª vez.

Uma combinação de políticas de saúde pública eficientes e respeito aos direitos das mulheres, além de uma rede de proteção aos recém-nascidos deu à Finlândia o primeiro lugar. Suécia e Noruega completam o pódio.

O Brasil ocupa a modestíssima 78ª posição entre 176 países. Mas pelo menos reduziu a taxa de mortalidade infantil em 64% desde 1990.

“Sem surpresa, nos últimos 10 lugares do ranking estão países da África subsaariana, que têm altas taxas de morte de bebês no primeiro dia de vida”, diz a ONG.

No pior país de todos, a República Democrática do Congo, o risco de morrer na gravidez ou no parto é de 1 para 30. Na Finlândia, é de 1 para 12.200.

Vamos aos rankings:

10 melhores 
1º Finlândia
2º Suécia
3º Noruega
4º Islândia
5º Holanda
6º Dinamarca
7º Espanha
8º Bélgica
9º Alemanha
10º Austrália

10 piores
167º Costa do Marfim
168º Chade
169º Nigéria
170º Gâmbia
171º República Centro Africana
172º Níger
173º Mali
174º Serra Leoa
175º Somália
176º República Democrática do Congo

Fuleco e Cafusa na loja online oficial da Fifa. E a caxirola?

Site Fifa CopaA loja virtual da Fifa com os produtos oficiais da Copa das Confederações e da Copa do Mundo já está no ar. Quem quiser gastar seu rico e seu suado dinheirinho com bolas, bonés, camisas, o mascote Fuleco e otras cositas já pode clicar e gastar.

Mala BrasilTem até mala de viagem. Bem discreta (mentira. Mas é bonitinha). Custa R$ 460. Já a pelúcia do Fuleco (o nome é mega feio, mas o tatu é uma graça), com 18 centímetros sai por R$ 64.

“Tenho certeza de que a loja virtual dará aos torcedores de todo mundo a oportunidade de ter seu pequeno pedaço da Copa do Mundo”, afirma em nota o diretor de marketing da Fifa, Thierry Weil.

O comércio eletrônico internacional será administrado pela Sports Endeavors, empresa licenciada da Fifa que gerenciou operações parecidas em outros eventos esportivos de alto nível.

A loja brasileira será operada pela B2W, maior varejista online da América Latina, indicada pela Globo Marcas, agente de licenciamento oficial da Fifa no Brasil.

Engraçado. Não vi a Caxirola… hehehe

Até tu, Charles?

The Veg Shed-1O príncipe Charles fechou a loja de produtos orgânicos The Veg Shed, que mantinha há oito anos perto de seu palácio de campo Highgrove, em Gloucestershire, no sudoeste da Inglaterra.

O motivo? Não foi a proximidade de virar vovô. Foi a crise mesmo. As vendas despencaram.

“Esta foi uma decisão difícil de ser tomada por nós, e gostaríamos de pedir desculpas pelo inconveniente que isso vai causar. Gostaríamos de agradecer a todos os nossos clientes por seu valoroso apoio”, disse um comunicado no site da Veg Shed.

Uma porta-voz do príncipe informou que a loja fechou depois de não conseguir lucrar. Ela já não era mais financeiramente viável.

Principe CharlesOs produtos estavam invariavelmente mais caros do que os comercializados nos supermercados locais.

O príncipe havia transformado o palácio em uma fazenda de agricultura orgânica em 1986. As frutas e vegetais orgânicos têm formatos diferentes, que seriam normalmente rejeitados pelos supermercados.

Mas o cultivo seguirá. As vendas também. Só que apenas pela internet, com menos custos.

Meu país, vou-me embora!

Portugal FuturoNão, eu não estou indo embora. São os europeus que estão arrumando as malas. Cerca de um milhão deles já deixaram seus países de origem desde 2008 por causa da crise. Saem em busca de trabalho, de melhores condições de vida. Situações que a gente costumava ver nos países do terceiro mundo.

Em Portugal, 240 mil foram embora nos últimos dois anos, segundo dados do governo. A taxa de desemprego é de 17%. Parte desse povo está indo, vejam só, para Angola. Foram 30 mil só no ano passado. Nem na época em que Angola era colônia havia tantos portugueses.

A música “Meu país”, do cantor de rap Valete, conta justamente a história de um sujeito que decide deixar Portugal e ir para Luanda. “Levo quase tudo, até o meu kimodo de judô”. “Minha volta é um ponto de interrogação.” “Quanto há trabalho, são sempre temporários.”

No vídeo abaixo você confere a letra forte e triste do rap, que virou um símbolo por lá:

No último dia 1º de maio, os trabalhadores foram às ruas protestar contra os cortes e as políticas de austeridade do governo. Protestaram na capital, Lisboa, nas cidades do Porto, Coimbra, Évora, Faro, na Ilha da Madeira, nos Açores.

Em 2011, Portugal assinou um resgate financeiro de 78 bilhões de euros. O cinto foi apertado. Mas o crescimento não foi retormado. O Produto Interno Bruto caiu perto de 7%. Só no ano passado a queda foi de 3,2%.

Bonita camisa, Fernandinho! Ou seria Cascão?

Supercamisa-1Já imaginou usar uma camisa 100 vezes sem amassar e sem precisar lavar? Eu não (nem sei se queria). Mas a marca Wool & Prince pensou e quis. Pelo menos ela jura que é isso o que a peça que ela desenvolveu ao longo de seis meses faz: não amassa nem fica cheirando a cachorro molhado. Mesmo depois de tantas vezes usada.

Hum…Sei não. A camisa masculina é feita de um tipo especial de lã, mais leve e que não esquenta tanto quanto a lã comum. Os sócios da empresa iniciaram uma campanha num site de crowdfunding para vender as camisas por US$ 89 (R$ 190) e juntar o dinheiro para construir uma fábrica. Já ultrapassaram em muito a meta de US$ 30 mil que tinham.

Para provar que a camisa é uma havaiana de vestir, não solta as tiras e não tem cheiro, os sócios enviaram testadores ao redor do mundo para fazer várias atividades com elas. Teve gente que fez um mochilão nos Andes. Teve gente que foi dançar em casas noturnas.

“Eu amasso até fazer uma bola e coloco no fundo da minha mochila quando corro ao redor da cidade só para ver se ela estraga, mas sai pronta para usar todas as vezes “, disse ao jornal Daily Mail Aaron Flack, um dos testadores.

Mac Bishop, um dos três sócios da Wool & Prince, também fez vídeos mostrando a camisa, como este que você pode conferir aqui. Bem que o Maurício de Sousa poderia entrar em contato com os donos da empresa e sugerir o Cascão como garoto-propaganda da marca.

Se alguém comprar uma delas, algum dia, peço que depois volte aqui e comente, dizendo se a dita cuja tem mesmo esses 100 dias de “garantia” contra amassados e cheiro ruim.

Supercamisa 2