O preço do metro cúbico do gás natural veicular (GNV) ultrapassou pela primeira vez a barreira de R$ 1,80 nos postos do Recife. Quem me contou a novidade foi um taxista que pagou R$ 1,819 hoje à tarde, quando foi abastecer o carro. Até ontem, o metro cúbico custava R$ 1,759. O aumento, portanto, foi de R$ 0,06. Há pouco mais de 30 dias, o preço já tinha subido outros R$ 0,06.
Conversei agora com o presidente do Sindicato das Revendas (Sindicombustíveis-PE), José Afonso Nóbrega, e ele disse que o GNV vai subir ainda mais. Deve chegar a R$ 1,85. Em duas semanas, o sindicato e a Copergás devem lançar uma campanha para tentar convencer os motoristas a aderirem ao GNV. Mas com o gás custando o mesmo que o álcool, pode ficar difícil. Em um ano, o preço médio do nos postos do Brasil subiu 20,17%, segundo a Agência Nacional do Petróleo (ANP).
O gás ainda é mais vantajoso que o álcool, a gasolina ou outro combustível. Mas não tanto quanto antes. E os motoristas notam isso. O número de conversões caiu mais de 30%. O próprio taxista que me falou do aumento de hoje disse que, na opinião dele, ”só é vantagem para quem já tem o kit instalado”.
Hoje é dia de Mega-Sena. O prêmio está acumulado, pra variar. Se alguém acertar as seis dezenas deve receber R$ 6 milhões. Uma “mixaria” perto dos R$ 53 milhões que saíram no último dia 26 para dois cartões, um de Minas Gerais e outro de Rondônia. Ainda assim, é dinheiro suficiente para deixar qualquer assalariado bem satisfeito. Eu ficaria.