
TURISMO DIFERENTE
Em suas andanças européias, Juliana percebeu situações bem diferentes das vistas outras vezes em que esteve por lá. Foi fácil, por exemplo, reservar hotéis e conseguir vôos de última hora, os trens estavam vazios. Sempre havia vagas disponíveis e os preços estavam “convidativos”. Ela também não viu muitos mochileiros, figuras que já fazem parte da paisagem das grandes cidades européias. Na Turquia, ela conversou com alguns guias de viagem. “Dois deles, apesar de formados em outras áreas (administração) optaram por se preparar e prestar o exame obrigatório (difícil e concorrido) que os habilita a serem guias”, contou Juliana. A opção é por cauas da dificuldade de se conseguir emprego em outros setores.
ACONTECE LOGO ALI, NA ESQUINA
Com os bancos “da esquina” anunciando falência, como bem lembrou minha colega e informante, a crise estava sempre estampada nas manchetes. “Os dados eram fatalmente alarmistas”, descreveu Juliana. No geral, as pessoas por lá estão muito mais preocupadas com os rumos da economia do que no Brasil. Ela até ouviu comentários nas ruas sobre a dificuldade de se obter novos cartões de crédito.
BRASIL COM Z JAMAIS
“As pessoas com quem conversei tinham a impressão geral de que o Brasil está mostrando a força da estabilidade econômica e conseguindo passar incólume pela crise”. (Juliana Aragão)

Como será amanhã?
Tenho acompanhado um pouco mais de perto o esforço das pousadas. “As cidades litoraneas estão preparadas para receber os turistas na temporada de verão que se inicia”, garante Margaret, filha dos do
No próximo domingo, o parque inaugura sua nova montanha-russa, uma das maiores da América Latina. Batizado de Fire Whip (chicote de fogo) o brinquedinho tem 40 metros de altura e cinco loopings. Os carrinhos que andam a quase 100 quilômetros por hora. Haja estômago (estômago vazio, que fique claro). Fabricada na Holanda e importada do Japão, a montanha-russa chegou em julho ao Brasil. Foram quatro meses até que ela estivesse pronta para testes.