Bunda rica

bumbunsEsta aqui eu pesquei da coluna de João Alberto de hoje:

A Silimed, maior empresa brasileira de produtos de silicone, contabiliza um aumento expressivo nas encomendas de próteses de bumbum, especialmente as dos tipos maçã e pera. O preço da cirurgia para esses implantes varia de R$ 10 mil a R$ 16 mil e o Brasil é recordista mundial nesse tipo de implante.

Pertinho de Marilyn

Ainda falando dos mortos, vocês souberam que alguém pagou US$ 4,6 milhões (R$ 8,5 milhões) para passar a eternidade ao lado de Marilyn Monroe? Ao lado, não. Acima.

Esse dinheirão todo foi pago no leilão de uma cripta que fica logo acima da última morada da estrela de Quanto Mais Quente, Melhor (com Tony Curtis e Jack Lammon), morta em 5 de agosto de 1962.

O cemitério é o Westwood Village Memorial Park, em Los Angeles, onde também estão enterrados Dean Martin, Natalie Wood, Truman Capote e a pantera Farrah Fawcett (que morreu no mesmo dia de Michael Jackson, 25 de junho, lembram?).

O leilão foi iniciado em 14 de agosto, com um lance inicial de US$ 500 mil.

Quem decidiu colocar o lugar à venda foi Elsie Poncher, viúva do até então morador, Richard Poncher. Ela precisava pagar dívidas de US$ 1,6 milhão.

Agora Elsie vai pagar o que deve e ainda sairá lucrando. Já pode se considerar uma viúva alegre.

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Na China é assim…

penadinhoEstá achando o preço dos apartamentos no Recife pela hora da morte? Isso porque você não está na lista de espera (ainda bem) por uma vaguinha no Babaoshan.

É um cemitério em Pequim. Na China. O metro quadrado custa a partir de R$ 23 mil.

Se o “morador” quiser ficar por lá eternamente, a família deve pagar tudo de novo depois de 20 anos, que é o tempo do contrato. Se não pagar, o morto é sumariamente despejado.

Disneylândia dos mortos

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Era para ser hoje. No dia do aniversário de 51 anos, o corpo de Michael Jackson deveria finalmente descansar em paz. Mas a família decidiu que precisava de mais tempo para organizar o enterro. Como se dois meses não fossem suficientes. Os pais e irmãos de Michael concordaram em pagar todo o custo do “evento”, incluindo a hora extra dos policiais da cidade de Glendale, onde fica o cemitério Forest Lawn Memorial-Park, e a segurança adicional. Deve ficar tudo em US$ 150 mil (cerca de R$ 277 mil).

O valor pode até ser considerado pouco diante da figura do Rei do Pop. Mas, conhecendo a fama da família, é bem capaz de “papa” Joe estar quebrando os cofrinhos de Prince Michael, Paris, e Blanket para levantar a grana. Apesar de deixar a coluna meio mórbida, resolvi pesquisar mais sobre a futura casa de Michael, onde já residem muitos famosos. O cemitério é de 1906. Abriga, entre outros, os atores Humphrey Bogart, Clark Gable, Spencer Tracy, Carole Lombard e Jean Harlow.

Ao lado da calçada da fama, é um dos lugares mais visitados hoje da região. Fazendo uma comparação com algo mais perto, ir até Los Angeles e não visitar Forest Lawn é como ir a Buenos Aires e não dar uma espiadinha no túmulo de Evita na Recoleta. Tem até site que ensina como chegar aos túmulos. O Find a Grave é um deles. O Seeing Stars também mostra.

O Forest Lawn de Glendale é apenas um dos vários cemitérios do grupo. São dez ao todo. O site detalha cada um deles. Entre as informações sobre a futura morada de Michael, vemos que uma das igrejas já recebeu mais de 70 mil casamentos e batismos desde 1923. O grande mausoléu, que é para onde o corpo do cantor será levado, é descrito como a “Abadia de Westminster do Novo Mundo” (a abadia original, em Londres, é palco das coroações da nobreza desde 1066). Chiquérrimo. Um vitral com a reprodução da Última Ceia de Da Vinci – importado da Itália – e de peças de Michelangelo também estão por lá.

Os turistas são convidados a “conhecer esse trabalho espetacular nos 365 dias do ano”. Existe também um museuno cemitério e, claro, uma loja com uma penca de lembrancinhas para ninguém esquecer “das belas coisas que viu durante a visita a Forest Lawn”. Nada parece estranho em um local que também é chamado de Disneylândia dos mortos. Pensando bem, não poderia haver melhor lugar para Michael, aquele que nunca quis deixar de ser criança.

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Clientes do Real, “hablen” comigo: SANTANDER

real_santanderO vice-presidente executivo sênior do Santander, José Paiva Ferreira Santander, disse nesta sexta a jornalistas que a instituição deve acabar com a marca Banco Real no Brasil até 2010. Ou seja, tudo vai ficar unificado sob a marca do grupo espanhol, que papou o Real em outubro de 2007. Juntas, as duas redes têm cerca de 4 mil agências no país e aproximadamente 9 milhões de clientes.

Aqui em Pernambuco, quem é Real hoje já foi Bandepe um dia. Lembram? Vou transcrever aqui o trecho de uma matéria que fiz para o caderno de Economia de 12 de outubro de 2008. A matéria falava sobre concentração bancária.

Parece poema de Carlos Drummond de Andrade. Mas é a história do Bandepe. O banco estatal de Pernambuco, fundado em 1938 com o nome de Caixa de Crédito Mobiliário de Pernambuco, passou a se chamar Bandepe em 1969. Foi privatizado em 1998, durante o terceiro governo de Miguel Arraes. Acabou vendido em apenas três minutos por R$ 182 milhões para o Banco Real, que havia sido comprado pelo holandês ABN Amro Bank naquele mesmo ano. Em maio de 2006, a marca Bandepe foi finalmente incorporada pela do Real (para tristeza dos tradicionalistas).

A história poderia ter parado por aí. Mas não parou. Ano passado, o ABN Amro foi vendido para o consórcio formado pelos bancos Santander, Royal Bank of Scotland e Fortis. Os 71,1 bilhões de euros transformaram a venda no maior negócio bancário de todos os tempos. O espanhol Santander ficou com a parte brasileira. O Banco Central homologou a operação em julho passado.

Se você quiser ler a matéria completa pode clicar aqui, aqui, aqui e aqui.

Beatlemania

abbey_road

A notícia abaixo é para quem é muito fã, pouco fã, apenas fã ou só gosta um pouquinho dos Beatles. O meu disco preferido é Abbey Road. E o de vocês?

Da Época Negócios

Nova onda de Beatlemania deve render mais de US$ 200 milhões

Uma nova onda de Beatlemania deve tomar conta do mundo agora no dia 9 de setembro, com o lançamento da coleção completa da banda remasterizada e reembalada, do videogame Rock Band com canções do grupo, de um documentário e de mais uma série de especiais para TV preparados pela BBC, ABC e outras grandes emissoras.

Essa investida deve render, por baixo, mais de US$ 200 milhões (o equivalente a R$ 366 milhões), colocando os Beatles novamente na lista dos mais vendidos da Amazon, HMV e outros sites de música.

Leia a matéria completa aqui.

O sujo falando do mal lavado

cascaoSe eu já não colocava a minha mão no fogo por nada ou por ninguém, agora é que não coloco mesmo. Para não me queimar depois. Vejam esta matéria publicada na Folha de São Paulo desta semana. A dica foi de Emídia Felipe, editora de Economia do jornal Diário de Natal. Era para eu ter colacado antes, mas o blog continuou naqueles dias (só funcionava na hora que queria). E minha paciência não é lá essas coisas mesmo. :-)

Pro Teste é condenada por liberar dados de assinantes

ESTELITA HASS CARAZZAI

A Justiça de Santa Catarina, em decisão liminar, condenou a Pro Teste (Associação Brasileira de Direitos do Consumidor) por desrespeitar o Código de Defesa do Consumidor e tornar públicos a instituições os dados de consumidores que assinam a sua revista. A Pro Teste tem 200 mil associados.

A decisão do juiz da Unidade da Fazenda Pública de Florianópolis, Luiz Antonio Fornerolli, determina 15 dias para a associação refazer sua ficha cadastral e impõe multa diária de R$ 20 mil em caso de descumprimento.

A ação foi proposta pelo Ministério Público Estadual de Santa Catarina, que recebeu denúncia de um associado da Pro Teste.

Segundo a petição inicial, a ficha de cadastro de associados informa que o banco de dados da Pro Teste pode ser fornecido a “instituições qualificadas” e pede que o consumidor informe caso não queira receber informações dessas instituições.

A Pro Teste ainda não foi notificada da decisão, mas, quando procurada pelo Ministério Público, após a denúncia, disse que não está obrigada a cumprir a legislação do consumidor, já que a relação existente entre ela e seus associados não configuraria relação de consumo.

O gerente de informação e serviço da Pro Teste, Leonardo Diz, disse que a associação irá recorrer da decisão.

Pelados pelo emprego

chaffoteaux_maury_boilers_logoMáscaras e capacetes foram os únicos adereços usados por 13 trabalhadores da fábrica Chaffoteaux et Maury, na França, ao posarem para um calendário. Isso mesmo. Do pescoço para baixo, eles estavam peladões. 

O calendário dos trabalhadores sem roupa é uma tentativa deles salvarem 204 empregos em meio à crise, publicou hoje a Reuters. A direção da empresa anunciou que pretende fechar as operações no norte da França. A fábrica produz caldeiras.

Os trabalhadores pretendem usar o dinheiro ganho com a venda do calendário, que ainda será lançado, para pagar uma viagem à Itália e protestar contra a matriz da empresa, a ATG (Ariston Thermo Group).

“Nosso objetivo é mostrar que há trabalhadores aqui que fazem qualquer coisa para salvar seus empregos, mesmo tirar a roupa”, declarou à Reuters Brigitte Coadic, representante sindical e responsável pelo calendário.

as-garotas-do-calendarioTirar a roupa por uma causa e estampar a “peladez” num calendário é meio comum na Europa.

Em 1999, a inglesa Angela Baker, que perdeu o marido naquele ano após uma longa batalha contra o câncer, e outras amigas da organização Womens’s Institute (Instituto das Mulheres) fizeram um calendário.

Elas acreditavam que a venda de alguns exemplares seria o suficiente para comprar um novo sofá para o hospital onde o marido de Angela havia passado os últimos dias. Venderam 800 mil cópias, ficaram famosas e a história foi parar no cinema. O filme As Garotas do Calendário tem Helen Mirren (Oscar por A Rainha) no elenco. Poucos meses atrás, as “garotas” anunciaram que farão um novo calendário.

Outro exemplar cinematográfico, e que traz desempregados pelados, é o hilário Ou Tudo ou Nada, de 1997.

ou-tudo-ou-nada

PP, P, M, G ou GG

poltronas-apertadasA Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) pretende lançar um selo para classificar as empresas de acordo com o espaço entre as poltronas. Serão cinco categorias, partindo de distâncias mínimas (66 centímetros a 68,4 centímetros) até a máxima (distâncias acima de 76 centímetros). Ou seja, PP, P, M, G e GG.

A ideia está em consulta pública desde quinta-feira passada. Quem quiser pode fazer sugestão até 18 de setembro. Basta clicar no site da Anac.

As companhias não serão obrigadas a exibir a certificação ou mesmo aderir à iniciativa. Azar o de quem não aderir. As que toparem vão servir de parâmetro para nós, os passageiros entalados.

A Azul e a Oceanair vivem dizendo que têm os maiores espaços entre as poltronas e certamente farão questão de participar. Ao exibirem o selo, talvez elas forcem mudanças nas gigantes.

Vacas monitoradas

pum-da-vacaSobrou para as vacas. Números da Organização da Agricultura e Alimentos dos EUA destacam que a produção de metano na agricultura pode aumentar em 60% por volta de 2030. Esse metano aí sai da boca (arroto) e do traseiro (pum) das mimosas. É poluição igual a dos carros e contribui bastante para causar o efeito estufa.

Pois o jornal inglês The Sun publicou que um rebanho de vacas local recebeu um colar especial com microfones para gravar os sons dos seus estômagos. As informações serão usadas para entender como as vaquinhas digerem a comida e produzem o terrível metano.

As bichinhas estão recebendo alimentos diferentes para ver como eles afetam a digestão e a conseqüente emissão de gases.

A preocupação com os arrotos e os puns bovinos não é novidade. Em 2007, o cientista Winfried Dochner, da Universidade de Hohenheim, na Alemanha, apresentou a pílula antiarrotos para vacas.