Já falei mais de uma vez aqui no blog sobre a malha aérea tronxa que temos no país. Coisa de doido mesmo. Ontem, domingo, fui vítima mais uma vez do vai e vem aéreo.
Como vocês sabem (três posts abaixo), conheci a fábrica da Chocolates Garoto. Ela fica em Vila Velha, cidade vizinha à capital do Espírito Santo, Vitória.
Ontem, na volta, descubro no check-in da Gol que meu retorno para o Recife seria assim: VITÓRIA-SÃO PAULO-BRASÍLIA-RECIFE.
Faz algum sentido pra você? Pra mim não faz. O que poderia ser feito em 2h, se existisse algum voo direto, foi feito em quase 8h.
Sair do Recife, atravessar o Oceano Atlântico e chegar a Lisboa é mais rápido.
Fui pesquisar nos sites das outras companhias e nenhuma oferece ligação direta entre o Recife e Vitória.
O menor tempo de viagem prometido (pela Azul) é de 5h20. O passageiro tem que ir até Campinas fazer a conexão. Logo ela, que prometia voos diretos entre as capitais.
Tem coisa pior, claro. Para ir do Recife até Maceió, logo ali, é preciso fazer um pit stop em Salvador.
Imagina quem morre de medo de viajar de avião tendo que fazer tanta conexão assim.

A ABR Telecom divulgou hoje o levantamento dos seis primeiros meses da portabilidade númerica em Pernambuco, iniciada em 16 de fevereiro. Já foram registrados 