Dogão carão

Hot Dog mais caro do mundo

O restaurante Serendipity 3, em Nova York, é dado a excentricidades gastronômicas. A mais recente foi feita em comemoração ao Dia Nacional do Hot Dog (23 de julho).

O restaurante criou um cachorro quente que leva azeite de trufas, pão salgado de pretzel, manteiga trufada, carne de pato, mostarda dijon, cebola e ketchup. Precinho: US$ 69 (R$ 122). Resultado: ganhou o título de hot dog mais caro do mundo (reconhecido pelo Guinness).

golden-opulenceSteve Bruce, dono do Serendipity 3, deve ter ficado orgulhoso. Mas ele já está acostumado ao termo “o mais caro”. É no restaurante dele que é servido o Golden Opulence Sundae. O sorvete está no Guinness como o sundae mais caro do mundo. A taça custa US$ 1 mil. Ou R$ 1.760.

A sobremesa tem ingredientes do mundo inteiro, incluindo o Amedei Porcelena, conhecido como o chocolate mais caro do mundo. Tem ouro também e precisa ser pedido com 48 horas de antecedência. É servido em uma taça de cristal Baccarat.

E olhe que o sorvete nem é a sobremesa mais cara. O restaurante já serviu o “Frozen Haute Chocolate”, que tinha 28 tipos de cacau e ouro comestível de 23 quilates. Tudo lindamente servido em uma taça incrustada com pedras preciosas. Preço: US$ 25 mil. Como “brinde” para o cliente, a sobremesa vinha com uma pulseira de ouro 18 quilates e um quilate de diamantes brancos na base na taça.

Além do chifre, o prejuízo financeiro

Chifre

Mulheres traídas, vocês podem xingar seus maridos/namorados. Mas vejam lá o que vão fazer com as amantes deles. Se forem tomar satisfação com as “outras”, que façam em um ambiente privado. Ou, além do chifre, podem ter prejuízo financeiro.

A 9ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul confirmou a condenação contra uma mulher traída. Ela terá que pagar R$ 12,5 mil de indenização por danos morais e materiais à amante do marido.

A história é assim:

A “outra” – autora da ação – disse que foi ludibriada pelo homem. Segundo ela, rompeu o relacionamento quando descobriu que o sujeito era casado.

Mas não foi só isso, claro. Ela também disse que a mulher do ex-amante invadiu seu local de trabalho para agredi-la “física e moralmente”. Segundo a “outra”, a “traída” disse a quem quisesse ouvir que ela era culpada pelo relacionamento extraconjugal do marido. A “outra” acabou sendo demitida.

A “outra”/demitida entrou na Justiça. Ganhou em primeiro grau. A traída (juntamente com o marido, vejam só) entrou com o recurso para tentar reverter a decisão. Não adiantou. TouradaA relatora do recurso, desembargadora Marilene Bernardi, considerou o seguinte:

“A ré deve ser responsabilizada pelos atos resultantes de seu descontrole ao descobrir a traição do marido. Por mais que estivesse se sentido ofendida pelas atitudes da demandante, jamais poderia tê-la procurado em seu ambiente laboral, expondo de forma desarrazoada a vida privada da apelada”.

Talvez ela tivesse mais sucesso com um boneco vudu da “outra”. Ou com um despacho básico na esquina. Gastaria bem menos, na certa.

* Com informações da Agência Estado