66.000.000

Caos aereo charge

Número grande este aí de cima, não é?

Pois saiba que este é o número de desembarques em voos nacionais estimado para 2010. A projeção é do diretor de Estudos e Pesquisas do Ministério do Turismo (MTur), José Francisco de Sales Lopes.

Pense no monte de gente descendo dos aviões.

A previsão leva em conta os últimos recordes batidos pelo setor. Só em outubro, 6.118.590 passageiros desembarcaram em voos nacionais, segundo dados da Infraero.

Novembro deve ser cheio também.

Dezembro, então… Será um Deus nos acuda.

Não custa lembrar que, para o final deste ano, o pessoal do setor aéreo se comprometeu a tomar algumas medidas para evitar problemas aos passageiros. Vamos torcer para dar certo.

Vamos torcer mesmo. Ontem, para quem não soube, a Anac suspendeu a venda de bilhetes da TAM para todas as rotas domésticas com decolagem prevista até esta sexta-feira (3). O objetivo, segundo a agência, foi evitar a ampliação dos atrasos e cancelamentos de voos para os passageiros.

Muito medo.

De templo da fé para templo do consumo

Igreja vira loja de conveniênciaAconteceu em Bournemouth, Dorset (Reino Unido). Onde antes funcionava a Igreja Metodista Westbourne agora funciona uma loja de conveniência. Tudo sob o olhar dos personagens bíblicos preservados nos vitrais.

“Você pode dizer que é inapropriado ter uma loja de conveniências em uma igreja, mas a partir do momento em que foi vendida não está mais sob nosso controle”, disse ao jornal Metro UK Bob McKinley, ex-ministro na igreja, que esteve vazia por três anos.

Um morador da região deu a seguinte declaração: “Eu suponho que isso representa as prioridades das pessoas nos dias de hoje – a conveniência de poder comprar o seu pão alguns quilômetros mais perto é mais importante que a oração e da religião”.

E você, o que acha disso?

Era uma casa muito engraçada (e cara)…

O colega Rodrigo Craveiro, do jornal Correio Braziliense, traz neste domingo uma matéria sobre a nova casa do magnata indiano Mukesh Ambani, avaliada em US$ 1 bilhão! Este mega lar doce lar tem 27 andares, um centro de saúde e jardins suspensos. No prédio, vivem ele, a mulher, três filhos e 600 empregados.

Vou colocar aqui o início e depois o link para a matéria completa, que também foi publicada no Diario de Pernambuco (para quem não sabe, os dois jornais são do mesmo grupo – os Diarios Associados).

A casinha de Mukesh AmbaniBrasília – Altamount Road, distrito de Peddar Road, sul de Mumbai. Uma das áreas mais luxuosas da capital comercial da Índia abriga a residência de Deepak Parekh, presidente da maior companhia de financiamento imobiliário do país, e o Hospital Jaslok, um dos maiores da cidade. Em meio às casas de alto padrão e às árvores que margeiam a costa do Mar da Arábia, uma construção de 27 andares se sobressai pela estética futurista e pela opulência, a apenas 6km do Taj Mahal Palace & Tower, o hotel famoso pelo estilo e por ter sido alvo de um atentado terrorista dois anos atrás. Ela pertence a Mukesh Ambani, magnata indiano de 53 anos, formado em engenharia química pela Universidade de Stanford, presidente da Reliance Industries – um conglomerado de empresas têxteis, petroquímicas e de prospecção de petróleo – e dono de uma fortuna avaliada em US$ 29 bilhões (cerca de R$ 49 bilhões). Ali, o empresário vive há cerca de um mês com a mulher, Nita, e com os filhos, Akash,Anant e Isha. A casa de Mukesh, chamada de Antilla (uma ilha mitológica no Oceano Índico), está avaliada em cerca de US$ 1 bilhão. Cada um dos 4.532 metros quadrados custa em torno de R$ 353 mil. A título de comparação, o metro quadrado na Avenida Boa Viagem está cotado entre R$ 6 mil e R$ 7 mil.

Leia matéria completa aqui.

Um brasileiro nos States

Philadelphia - Love Square JFK Boulevard

Philadelphia Freedom

Em janeiro do ano passado, contei aqui um pouco da história do jovem Thiago Porto. Em plena crise financeira internacional, ele topou ir trabalhar nos Estados Unidos. Não teve medo de recusar a oferta para atuar na matriz de uma multinacional da área eletrônica. Foi morar na Filadélfia com a esposa. Passados quase dois anos, quis saber como está a vida de Thiago nos States. Mandei um e-mail com algumas perguntas e ele respondeu. Falou não só sobre a própria vida, mas também sobre como estão as coisas por lá no governo Obama. Confiram trechos da entrevista:

Quais as principais diferenças entre os norte-americanos e os brasileiros?

Fazer comparações entre duas culturas tão plurais é difícil, mas posso dizer que o norte-americano é mais reservado e individualista, possui um ´espaço individual` físico que geralmente não se deve ultrapassar se não houver intimidade. O brasileiro, por outro lado, é mais informal e costuma se inclinar mais ao contato físico, assim como pessoas de outras nacionalidades com quem convivo aqui nos EUA. Israelenses, indianos e até russos se assemelham mais ao brasileiro neste quesito.

A vida (especialmente a econômica) está muito diferente da que você encontrou quando chegou?

Não muito. A atual situação foi acarretada por fatores que se arrastam há anos. Assim, dois ou três anos é pouco para que haja uma reversão no quadro macroeconômico, que dirá na vida das pessoas. Na época da posse do Obama, o país vivia o momento mais crítico da crise. Era um momento de muita incerteza. Houve uma queima abrupta e brutal de riqueza. A ordem do dia era sobreviver. Agora, os EUA precisam mudar o modelo que vigorou por muitos anos, de consumidores mundiais de última instância, para uma economia mais baseada em investimento, principalmente em tecnologia e educação.

O que você está achando do governo de Obama?

Penso que ele concentrou muita energia na reforma do sistema de saúde, retirando um pouco o foco da economia, que deveria ser a prioridade nº 1. Além disso, na minha opinião, ele cometeu outro erro. Deu pouca atenção aos negócios. Com isso, deu a impressão de que se distanciou da realidade. A própria equipe dos dois primeiros anos teve pouquíssimos ou nenhum representante do mundo corporativo.

E o que os norte-americanos estão achando do presidente? Acabou mesmo a lua de mel?

As eleições para o Senado e a Câmara deram o tom do que está acontecendo. Foi uma lua de mel muito rápida. As coisas viraram totalmente em muito pouco tempo. A aprovação a Obama já é baixa há alguns meses. Por outro lado, as pesquisas também apontam que muita gente acha que ele está ao menos tentando fazer algo. Contudo, boas intenções não bastam. Vão ser dois anos muito difíceis para Obama com a maioria republicana. E será difícil uma mudança grande nesse período. Os EUA continuam sendo a maior economia do planeta e possuem a unidade de reserva mundial, o dólar. É a hora de se discutir o longo prazo. Como vão lidar com a ascensão da China? Como vão investir em tecnologias orientadas para o desenvolvimento sustentável? Como vão balancear a matriz energética para outras fontes renováveis?

Quais as suas perspectivas para o futuro? Pretende ficar ainda muito tempo nos Estados Unidos?

No momento, não estamos fazendo planos de voltar ao Brasil. Estamos bem aqui, trabalhando e estudando. Há sempre possibilidade de ir para outros países. O importante é fazer o que se gosta e manter as possibilidades sempre abertas.

Dinheiro no colchão

dinheiro-embaixo-do-colchaoMeu avô guardava dinheiro no colchão. Isso faz um bocado de tempo. Mas muitos uruguaios ainda cultivam esta prática.

Quem confirma é o banco estatal da República (BROU), que encomendou à empresa de opinião pública Radar uma pesquisa sobre os hábitos de poupança da população.

Segundo a pesquisa, 64% dos uruguaios conservam seu dinheiro em espécie em casa. Guardam as economias não apenas no colchão. Mas também no congelador, em vasos, latas, entre os livros.

Pessoas de todas as classes sociais têm o hábito de guardar dinheiro em casa. Os principais guardadores estão na classe média alta (76%).

Duas respostas dadas pelos poupadores para a preferência doméstica:

1. “É pouco para guardar no banco”

2. “Está mais seguro na minha mão”.

Então, tá.

Freio de mão

delirios-de-consumo-de-becky-bloomDo Diario de Pernambuco

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou ontem um conjunto de regras elaboradas pelo Banco Central para tentar conter abusos, evitar alto endividamento e garantir equilíbrio no mercado de cartões de crédito. As medidas, que entram em vigor em junho do ano que vem, incluem a redução do número de tarifas de cerca de 80 para apenas cinco. A cobrança de taxas só poderá ser feita por emissão de segunda via de cartão, anuidade, utilização de saque na função crédito, pagamentos de contas e, quando houver necessidade, avaliação emergencial do limite de crédito. O CMN também alterou o limite de pagamento mínimo das faturas mensais. A partir de junho, o pagamento mínimo da fatura vai passar a ser de 15% do extrato. Em 1º de dezembro de 2011, o percentual sobe para 20% – o dobro do atual, de 10%. …Continue lendo…

Tô com inveja

Clive Palmer

Fiquei com inveja mesmo, não vou mentir.

O bilionário australiano Clive Palmer, empresário do setor de  mineração, está distribuindo US$ 10 milhões (ou R$ 17 milhões) em presentes para seus funcionários neste fim de ano.

Uma festa orçada em US$ 2 milhões encabeça a lista de mimos, que inclui também 700 viagens a Fiji e 55 Mercedes-Benz B130, como este da foto.

A recompensa é pelos trabalhadores terem tirado a empresa de níquel Queensland Nickel da quase-falência, um ano e meio atrás (quando Palmer comprou a companhia), para um lucro de US$ 100 milhões.

Eles merecem, claro. Mas continuo com inveja. :-)

Adão e Eva

Folha de Adão

Todo carnaval é a mesma coisa. A gente vive ouvindo a expressão “genitália desnuda”. A escola que tiver integrantes com “as partes” à mostra pode perder pontos na apuração.

No dia a dia, quem não quer mostrar nada pode acabar se constrangendo. Quando vai passar por um scanner de segurança, por exemplo. Como os que existem em alguns aeroportos.

Mas os problemas dos pudicos acabaram!!!!! Pelo menos é o que promete o designer Jeff Buske e a empresa norte-americana Rocky Flats Gear, que lançaram cueca e calcinha com estampa metálica em forma de folha.

O designer garante que as folhas são leves, maleáveis e se adaptam ao formato do corpo. Elas são feitas de tungstênio e outros metais. E não atrapalham o trabalho do scanner.

Achou feio? Eu também. Mas já dá para sair no carnaval fantasiado de Adão e Eva.

* A dica do post foi de Leianne Correia

Folha de Eva

Quem aposta mais?

LoteriasPense e responda: quem são os principais apostadores nas loterias do Brasil? Você pode escolher mais de uma alternativa.

A) Os mais endinheirados da classe A

B) O pessoal da classe B

C) A nova classe média da classe C

D) O povão das classes D e E

Acertou quem marcou as respostas B e C. De acordo com a Caixa Econômica Federal, as duas faixas de renda concentram 86,5% dos jogos efetuados no país.

A Caixa também divulgou que a maior parte dos apostadores da classe B mora na região Sul (45,4%). Já a grande fatia de jogadores da classe C está, claro, no Nordeste (57,3%).

Ainda segundo a Caixa, os homens são maioria entre os apostadores: 61,5%. As mulheres respondem por 38,5%.

Para domar o caos

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A presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Solange Vieira, teve reunião hoje com os representantes das seis maiores companhias aéreas brasileiras – TAM/Pantanal, Gol/Varig, Azul, Webjet, Avianca e Trip. A pauta: como evitar que os passageiros passem por um inferno aéreo no fim do ano.

Agora à tarde, a agência divulgou que as empresas “se comprometeram a tomar medidas visando o bom funcionamento do setor e o atendimento aos passageiros durante o período de fim de ano de 2010.”

Entre as medidas apresentadas está a proibição do infame overbooking. Ele acontece quando as empresas vendem mais passagens do que os assentos disponíveis.

Também está previsto o endosso entre companhias. Se um voo de uma companhia atrasar mais de três horas, o passageiro terá direito de embarcar em outra que vá fazer o mesmo trajeto, sem pagar qualquer coisa a mais.

A Infraero, que administra os principais aeroportos do país, a Polícia Federal, a Receita Federal e o Decea (Departamento de Controle do Espaço Aéreo), da Aeronáutica, também participaram da reunião com a Anac e terão coisas a fazer durante a operação fim de ano, que já começa em 1º de dezembro.

Entre 17 de dezembro e 3 de janeiro, 120 pessoas da Anac, entre inspetores, diretores e pessoal de apoio, estarão espalhadas por 11 aeroportos do país: Galeão (RJ), Guarulhos e Congonhas (SP), Brasília (DF), Confins (MG), Porto Alegre (RS), Fortaleza (CE), Recife (PE), Salvador (BA), Vitória (ES) e Manaus (AM).

As equipes fiscalizarão o atendimento e as providências tomadas pelas companhias aéreas. Portanto, se você for viajar no período e tiver algum problema, já sabe a quem recorrer.

Clique aqui para ler todo o comunicado da Anac e ver os principais direitos do passageiros aéreos.

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