
Espertinha essa tal de Heineken. Anunciou ontem que está negociando um contrato de licença para recriar a fórmula do que pode ser a cerveja mais antiga do mundo.
As garrafas foram encontradas ano passado, no meio dos destroços de um navio no Mar Báltico, apenas alguns dias depois do começo das operações para a retirada, no mesmo local, de garrafas de champanhe de 200 anos. A origem da cerveja é indeterminada, mas estima-se que data dos anos 1820-1830.
O site Just Drinks informou que cientistas estão examinando o fermento de quatro garrafas de cerveja recolhidas.
Dependendo do resultado, o governo de Åland – arquipélago de língua sueca que pertence à Finlândia, mas possui um governo local autônomo – pretende vender os direitos para recriar a cerveja.
Por enquanto, quem está à frente na disputa é a única cervejaria de Åland, a Stallhagen.
Mas o presidente de Stallhagen, Jan Wennström, deixou bem claro que “se a demanda for além de nossa capacidade de 400.000 litros, poderemos também negociar com a Heineken, que manifestou interesse”.
Cervejólatras, aguardem cenas dos próximos capítulos.