Você procura viver de acordo com o que ganha. Não gosta de fazer dívidas. Consegue separar uma parte do salário todo mês para colocar na poupança ou em outro tipo de aplicação. Ensina seus filhos a importância de guardar para futuro. Está tudo indo bem até que, um belo dia, vem a bomba. Aquele seu parente ou amigo mais chegado que perdeu as rédeas do cartão de crédito (ou caiu nas garras do cheque especial) pergunta se você pode emprestar “um dinheiro”.
E agora? O que fazer? São pelo menos três alternativas. Dizer “não” logo de cara. Dizer “vou pensar, passe amanhã”. Ou dizer “sim, pode levar embora o dinheiro. Vou virar franciscano”. Os economistas e especialistas em finanças pessoais reconhecem que a situação é difícil. …Continue lendo…

