Nova enquete no blog – as novas regras da poupança

porco-voadorFinalmente o blog mudou a enquete.

Já não era sem tempo, não é mesmo?

O assunto agora é a poupança.

Ou melhor, as novas regras de remuneração da caderneta, anunciadas pelo ministro Guido Mantega no dia 3 de maio.

Queremos saber a sua opinião sobre a mudança.

Foi bom? Foi ruim? Você não está nem aí?

Clique ao lado e responda.

É rapidinho.

 

Resultado da enquete velha do blog

Você concorda que os planos de saúde paguem integralmente a substituição das próteses de silicone rompidas, tanto nos implantes por reparação quanto naqueles por estética?

  • Sim. Nos dois casos, é um risco à saúde. (69%)
  • Não. Acho que os planos só deveriam bancar de quem fez cirurgia reparadora. (31%)

Acostume-se ao dólar alto

Dólar nas alturas. Crédito: Arte/DP

Dólar acima de R$ 1,90. E pode isso? Pode. O câmbio no Brasil é flutuante. Mas quem está para viajar para o exterior ou quer comprar algum produto importado não está gostando nada disso. Só que vai ter de se acostumar e dar um jeito de conviver a desvalorização do real. A tendência é a de que a moeda norte-americana siga em alta. Mas há um consolo. O Boletim Focus – que o Banco Central divulga toda segunda-feira com as previsões do mercado financeiro para o fim do ano – trouxe ontem o dólar fechando 2012 cotado a R$ 1,81. Menos mal. Ontem, a moeda norte-americana terminou o dia valendo R$ 1,92. Alta de mais de 20% em um ano.

Quem vai precisar da moeda para daqui a um mês, por exemplo, não tem muito o que fazer. O melhor é comprar agora. Se tiver um amigo ou conhecido que viajou há pouco tempo e comprou dólar em uma época melhor (e sobraram verdinhas), a alternativa pode ser tentar negociar um meio termo. Desta forma, os dois podem sair lucrando. “Se a viagem é no fim do ano, pode ir comprando aos pouquinhos e deixar uma reserva em real para usar quando tiver uma baixa maior”, diz Alexandre Jatobá, professor do departamento de Economia da Faculdade Boa Viagem (FBV). Outra dica do economista é não abusar do cartão de crédito lá fora.

Apesar de os gastos serem cobrados com a cotação do dólar comercial (mais baixa que a do dólar turismo, usado na hora em que o viajante compra a moeda em espécie), a fatura do cartão só chega um mês depois. E o real pode estar mais desvalorizado até lá. “A pessoa acaba virando refém do câmbio e pode ter de pagar um pouco mais”, lembra Jatobá. Outra coisa: o cartão de crédito tem a incidência do IOF (6,38%). Já quem ainda vai fechar o pacote deve lembrar que, quem compra com antecedência, consegue preços mais em conta. E isso não nada a ver com o dólar, mas com oferta e demanda mesmo. …Continue lendo…