A roupa que você usa pode impactar na sua promoção

Mulher roupa. Crédito: Alexandre Coelho/EM/D.A Press.Você acha que se veste bem para ir ao trabalho? Sim? Será mesmo? Estou perguntando  isso porque um levantamento feito pela consultoria de recrutamento Robert Half mostra que os executivos das empresas consideram que as roupas influenciam em uma promoção.  E normalmente são eles que podem lhe promover.

A pesquisa foi feita com 1.775 diretores de recursos humanos de 19 países (do Brasil também). Segundo 22% dos brasileiros pesquisados, não adequar o guarda-roupa corporativo influencia muito no crescimento da carreira. Já 45% disseram que as roupas têm uma impoartância significante para a promoção.

Também foi perguntado aos executivos se eles achavam que os funcionários se vestiam bem ou mal para o trabalho. E 54% dos diretores disseram que percebem “repetidas vezes” que os empregados não trabalhar com roupas inadequadas. Já 22% disseram que viram os colegas malvestidos com muita frequência.

Melhor procurar se informar qual é a “cultura” da empresa antes de abrir o guarda-roupa. As empresas são diferentes. O que se usa tranquilamente em uma pode não ser legal em outra. Não custa se informar, não é mesmo?

Otimistas sempre

FelicidadeO instituto norte-americano de pesquisas Pew Research Center colocou equipes em campo e perguntou, em 39 países, o que as pessoas achavam que iria acontecer com a sua situação econômica pessoal nos próximos 12 meses. Adivinha só onde está o povo mais otimista? No Brasil, claro.

Entre os entrevistados brasileiros, 88% disseram que a situação vai melhorar. Para 11%, a situação ficará na mesma. Só 1% disse que vai piorar. Será que o povo do governo Dilma leu esta pesquisa? A Nigéria registrou o segundo maior otimismo, com 77%. Curiosamente (ou não), a maior parte dos otimistas está nos países em desenvolvimentos ou pobres.

“As pessoas nas nações mais pobres tendem a ser mais otimistas em relação à própria situação econômica no futuro”, afirma o instituto. Entre os 14 países pobres, a média de otimismo ficou em 53%. Nos países emergentes, a melhoria econômica foi apontada por 52% dos entrevistados.

Entre as nações ricas, apenas 24% acham que a situação vai melhorar nos próximos 12 meses. Para 53% vai ficar na mesma. Já 20% acreditam que o negócio ficará ainda pior. Os reis do pessimismo são os gregos: 54% acreditam que a própria situação econômica vai piorar nos próximos 12 meses. Pudera…

Confira a ranking abaixo:

Quadro economia

Mercado de trabalho

Tempos Modernos ChaplimTenho duas perguntas para quem está em busca de um emprego para chamar de seu, mas quem já está empregado também pode responder. A primeira: qual é a sua prioridade na busca? A segunda: quais são os maiores problemas encontrados? Enquanto você pensa, vou mostrar uns dados da pesquisa da Page Personnel, empresa global de recrutamento.

Entre dezembro de 2012 e janeiro deste ano, a equipe entrevistou gente de todo o país. Errou quem pensa que o salário é tudo (ao menos para os profissionais entrevistados). Aqui no Nordeste, o ambiente de trabalho aparece no topo da lista de prioridades dos candidatos: 73,9%. Depois vêm o salário (56,5%) e as chances de crescimento profissional (52,2%).

O pódio por aqui é um pouco diferente daquele que foi encontrado nas regiões Sul e Sudeste. No Sul, a possibilidade de crescimento profissional vem em primeiro lugar (80,4%), acompanhado pelo salário (73,9%) e o ambiente de trabalho (56,5%). A ordem é a mesma no Sudeste: chance de crescimento (74,7%), salário (73,9%) e ambiente de trabalho (65,5%).

Na hora de falar sobre os problemas, aí sim o salário apareceu como primeira preocupação. No Nordeste, o baixo salário foi apontado por 65,2% dos entrevistados. No Sul, o problema foi citado por 56,5%. Entre os trabalhadores do Sudeste, 52,6% reclamaram dos pagamentos. Ainda entre os nordestinos, 52,2% apontaram a falta de um plano de carreira e 39,1% citaram a o pagamento de benefícios inadequados.

Mas a Page Personnel também ouviu os representantes das empresas e perguntou quais os principais problemas apresentados pelos profissionais. No Nordeste, os executivos apontaram a falta de conhecimento técnico (70,8%), de proatividade (37,5%) e de comunicação/postura (33,3%) como maiores deficiências técnicas e comportamentais dos trabalhadores. Hum…

Aeroporto do Recife é bem avaliado em pesquisa com passageiros

Aeroporto do RecifeNão é o local perfeito, mas acredite: o Aeroporto Internacional dos Guararapes/Recife – Gilberto Freyre é o segundo melhor entre os 15 aeroportos das 12 cidades-sede da Copa do Mundo de 2014. O de Curitiba ficou em primeiro lugar.

A medalha de prata para o aeroporto da capital pernambucana foi dada em uma pesquisa encomendada pelo governo federal. Os resultados foram divulgados pela Secretaria de Aviação Civil (SAC).

O levantamento foi feito entre janeiro e março. Foram ouvidos 21.216 passageiros nas salas de embarque doméstico e internacional. Eles tiveram de dar notas de 1 a 5 para os locais em dez quesitos, do transporte público à limpeza dos banheiros.

No geral, o aeroporto pernambucano teve nota 4,14. Com 3,9, recebeu a melhor pontuação entre todos para o local da instalação da área de alimentação (merecido, diga-se passagem). Também recebeu a maior pontuação para a restituição de bagagem (4,2 pontos), junto com os aeroportos de Fortaleza, Natal e o Santos Dumont, no Rio de Janeiro.

Já a internet wi-fi do aeroporto da capital pernambucana ficou com a pior nota entre os 15 aeroportos (2 pontos).

Confira abaixo as notas do aeroporto do Recife por quesito:

Transporte público: 3,3

Custo estacionamento: 3,1

Disponibilidade de táxi: 4,4

Fila do guichê para check in: 4,3

Sensação de proteção e segurança: 4,3

Instalação de alimentação: 3,9 (melhor avaliação entre todos)

Valor da alimentação: 2,6

Internet wi-fi: 2,0 (pior avaliação entre todos)

Limpeza dos banheiros: 4,0

Restituição da bagagem: 4,2 (melhor avaliação junto com Fortaleza, Natal e Rio de Janeiro – Santos Dumont)

Curitiba, o aeroporto mais bem avaliado, recebeu nota 4,21. Fortaleza empatou no segundo lugar com Recife, com os mesmos 4,14. Os três piores aeroportos foram Cuiabá (MT), Galeão (RJ) e Manaus (AM).

De acordo com a SAC, os resultados vão servir para melhorar os indicadores mal avaliados, especialmente o valor cobrado pelo estacionamento, o preço da alimentação e a internet wi-fi uó.

O estudo completo você pode conferir aqui.

Luxo, riqueza e ostentação

Barbie LuxoCrise? Que crise? Taí uma palavra que parece não existir para o mercado do luxo. A fundação italiana Altagamma divulgou que o mercado mundial do luxo deve crescer entre 4% e 5%, em média, em 2013.

O interessante é que não existe uma, há duas cerejas no bolo: a América Latina, com alta prevista de 12%, e a Ásia-Pacífico, com crescimento estimado de 20%.

Segundo a fundação, o Brasil vai sustentar o crescimento na América do Sul e, por tabela, na América Latina. Já a Austrália será a grande estrela da Ásia-Pacífico, notadamente por conta da enxurrada de turistas chineses ávidos por consumir.

A Altagamma fez as previsões com base num estudo da empresa Bain and Company. Em 2012, o mercado do luxo, da riqueza e da ostentação movimentou 212 bilhões de euros (mais de R$ 570 bilhões).

 

Mamãe, mamãe, mamãe…

Nossas mães deveriam ser ricas, muito ricas. Afinal, são diretoras-executivas da casa, gestoras de infraestrutura, lavadeiras (ou coordenadoras de lavanderia), operadoras de computador, cozinheiras, faxineiras, professoras de creche, motoristas, zeladoras, psicólogas, enfermeiras e sabe-se lá mais o quê. Ufa! Mas não recebem nenhuma compensação financeira por isso.

E se recebessem? O site norte-americano Salary.com, especializado em carreiras, faz essa pergunta e os cálculos todos os anos. As contas para 2013 são estas: as mães que ficam em casa em período integral deveriam receber US$ 113,6 mil por ano (R$ 227,2 mil) pelo trabalho no lar, aquele que “não para, não para, não para”. Já as que trabalham fora e em casa teriam uma remuneração só da parte doméstica de US$ 67,4 mil (R$ 135 mil) por ano.

Achando muito? O trabalho também é. De acordo com o levantamento do site, quem se dedica exclusivamente ao lar trabalha em média 94 horas por semana. Já as mães que trabalham fora passam outras 58 horas por semana cuidando da casa e dos filhos (que ainda ficam fazendo pirraça).

Por isso, filhos ingratos (e os bonzinhos) que estiverem lendo este texto, aproveitem para dar muito carinho para suas mães não apenas neste domingo. Mas sempre que puderem. Elas podem ser umas chatonildas às vezes – deve haver uma programação para isso no software materno – mas acho que não fazem por mal.

Já as mães leitoras do blog deem um jeitinho deixar a página aberta para ver se os filhotes leem e se tocam, né?

Feliz Dia das Mães!

Imagina na Copa

CafusaA Copa das Confederações está bem aí. Começa em 15 de junho. E 59% dos comerciantes das seis cidades que vão receber os jogos (Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Salvador, Recife e Fortaleza) não vêm se preparando para o evento. A pesquisa foi encomendada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

Entre os motivos citados pelos comerciantes estão a falta de retorno para o negócio (27%), a ausência de capital para investimento (14%) e a carência de apoio governamental (13%).

Já entre os que estão investindo e se preparando para a Copa das Confederações, 42% disseram que os preparativos foram iniciados há menos de três meses. A maioria dos que estão investindo no estabelecimento (77%) teve de usar dinheiro do próprio bolso. Só 20% tomaram empréstimo em bancos.

Ainda de acordo com a pesquisa, as principais ações-foco dos comerciantes que estão se preparando são: treinamento da equipe (51%), ampliação de estoque (42%) e aumento da variedade de produtos e serviços ofertados (37%).

Sobre o dado de que 77% dos comerciantes usaram dinheiro próprio, o presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, afirmou em nota que “é inaceitável que oferta de crédito no Brasil ainda seja direcionada para o grande empresário, sendo que 95% do comércio brasileiro é composto por micro e pequenas empresas. Os empréstimos não alcançam os pequenos, porque as taxas de juros oferecidas são caras e o acesso ao crédito é extremamente burocrático”.

Também foi perguntado aos comerciantes sobre a infraestrutura que o país possui para receber a Copa das Confederações. Vejam no quadro o TOP 5 da ruindade, na visão deles (acho que não só na deles):
Setores mais despreparados

No limite

PontoTrabalho e vida pessoal. Você consegue equilibrar os dois? Ou anda torcendo, pedindo, enviando mensagens telepáticas para que o seu chefe se toque que vai fazer 125 anos que a Lei Áurea foi assinada? Pois é… Mas não é só com você que isso acontece.

Uma pesquisa mundial divulgada nesta semana pela consultoria Hay Group mostra que um em cada quatro profissionais pretende sair da empresa onde trabalha em até dois anos. Por quê? Porque não consegue equilibrar a vida em casa com a escravidão…Ops, vida no trabalho.

O levantamento foi feito no ano passado com cinco milhões de profissionais de mais de 400 empresas. Vamos aos resultados:

39% disseram que não conseguem contrabalançar o trabalho e a vida particular. Em 2011, eram 32%

36% dos brasileiros estavam insatisfeitos. Em 2011, eram 30%

O problema, segundo a pesquisa da Hay Group, é a falta de incentivo ao equilíbrio por parte das empresas. E isso reflete na satisfação com o salário e com os colegas. Quer dizer, na insatisfação. Nas empresas malvadas, só 36% dos trabalhadores dizem receber um salário justo. Nas mais legais, 58% estão tranquilos com a remuneração.

A pesquisa também aborda a questão das horas extras intermináveis para garantir que todo o trabalho seja feito. Elas acontecem porque as empresas querem o máximo com menos. Menos trabalhadores. Segundo o levantamento, 52% dos entrevistados disseram que não há a quantidade de gente necessária para fazer todo o trabalho. No Brasil, foram 51%.

Daqui a pouco vamos começar a ver gente mostrando cartazes ou usando camisetas com a seguinte frase: “A Princesa Isabel não me representa”.

Brasileiro gastando os tubos com remédios: R$ 70 bilhões

RemédiosOs remédios vão ficar 6,31% mais caros. Isso você já viu nos portais. A autorização foi dada na manhã desta quinta-feira pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), órgão formado por representantes de vários ministérios. O aumento foi maior que os 5,85% autorizados no ano passado.

Curiosamente, o Ibope Inteligência divulgou hoje também um levantamento mostrando quanto os brasileiros vão gastar neste ano com medicamentos. E não é pouca grana. A projeção da Pyxis Consumo, ferramenta de dimensionamento de mercado da empresa, é de R$ 70 bilhões.

O montante será 12% maior que o gasto em 2012. O gasto por brasileiro será de R$ 430,92. Como não poderia deixar de ser, a classe C responde pela maior fatia desse consumo. Os gastos serão de R$ 32 bilhões, 45% do total. A classe B deve gastar R$ 24 bilhões. Já a projeção para as classes D/E é de R$ 8,6 bilhões. E para a classe A é de R$ 6,6 bilhões.

Quer saber a projeção dos gastos por região? Não? Por quê? Vou dizer mesmo assim. Nem adianta chorar ou tomar um remédio de tarja preta.

Sudeste…………………………….R$ 36,7 bilhões………51,89%

Nordeste…………………R$ 12,8 bilhões………….18,13%

Sul…………………….R$ 11,6 bilhões………..16,47%

Centro-Oeste……R$ 5,7 bilhões……8,06%

Norte………..R$ 3,8 bilhões…….5,45%

Você e o seu banco

Vamos combinar que nem sempre é uma relação amigável. Às vezes, a trilha sonora bem que poderia ser Leandro e Leonardo: “Entre tapas e beijos”. Você e seu banco. Seu banco e você. Mas como foi mesmo que o relacionamento começou?

A consultoria Fractal fez uma pesquisa com correntistas das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Brasília, Campinas e Salvador, com renda acima de R$ 4 mil.

Ao contrário do que se possa imaginar, não ganha mais cliente o banco com menores tarifas. Ainda não. Ganha aquele que é mais sólido. Ou parece ser. O segundo motivo apontado pelos entrevistados foi a localização das agências.

Só então veio o custo das tarifas. Rapidez no atendimento, simpatia pela marca, atendimento personalizado, qualidade no atendimento, presença nacional das agências, taxas de juros e burocracia nas operações também contam.

A Fractal também quis saber quais são as maiores desconfianças dos brasileiros em relação aos bancos. O medo das fraudes aparece em primeiro lugar, seguido pelo temor pelas falências e roubos. Depois vem a falta de segurança nas transações.

Não custa lembrar que o setor bancário ficou em segundo lugar no ranking de reclamações nos Procons do país em 2012, segundo o levantamento da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon). Perdeu apenas para a telefonia. Ai, ai, ai.