Um ano poupançudo

porco-sorrindoMesmo com a queda nos rendimentos da poupança, a velha caderneta fechou 2012 com uma captação recorde. Foram R$ 49,2 bilhões a mais em depósitos na comparação com as retiradas, segundo divulgou nesta segunda-feira o Banco Central.

Foram mais de R$ 10 bilhões a mais que o antigo recorde, de 2010 (R$ 38,6 bilhões). A poupança terminou o ano passado com um volume total de recursos de R$ 496 bilhões.

A explicação dada pelos economistas para o “fenômeno” foi o aumento do emprego e da renda no país. E geralmente quem começa a ter um dinheirinho extra começa a investir na poupança. Por isso ela é chamada de aplicação de “entrada”.

Para esse pessoal, as mudanças na rentabilidade pouco influenciaram no investimento. O dinheiro depositado a partir de 4 de maio rende o equivalente a 70% da Selic mais Taxa Referencial (hoje zerada). Essa regra vale sempre que a taxa básica de juros, definida pelo Banco Central, atingir 8,5% ao ano. Hoje, ela está em 7,25%.

Vale reforçar que a poupança é isenta do Imposto de Renda. Os recursos podem ser retirados a qualquer momento, sem bronca.

Seminário Lições de bolso na íntegra

bolsoOlá, pessoas. Não postei nada ontem no blog porque estava cobrindo o seminário Lições de Bolso: aprenda a cuidar do seu dinheiro, que o Diario de Pernambuco realizou em parceria com a Caixa Econômica.

Foi massa! Além do povo que veio ao auditório dos Diarios Associados, houve também a transmissão ao vivo pela internet, além de chats com os palestrantes.

Muitas pessoas que estavam vendo em casa reclamaram, com razão, que o som estava ruim. Foi uma luta até o pessoal conseguir resolver a interferência (acho que era um alien).

Para que ninguém fique triste, estamos disponibilizando – como foi prometido – todas as palestras na íntegra (e com o áudio perfeito) no hotsite do evento. Lá também dá para baixar os slides das palestras.

Vou colocar também as palestras aqui no final deste post. Antes disso, gostaria de agradecer mais uma vez a Marcelo Barros e Luiz Maia (do blog Educação de Bolso), Diogo Velho Barreto e Rodrigo Leone (do blog Vou Investir) e Rômulo Saraiva (do blog Espaço da Previdência). As palestras foram show de bola!

Com certeza o Diario vai fazer novas versões do seminários, com outros temas. Espero que vocês participem. E assistam aos vídeos das palestras de ontem. Lá vão:

Marcelo Barros

Luiz Maia

Diogo Velho Barreto

Rodrigo Leone

Rômulo Saraiva

8 erros que derrubam qualquer orçamento

Vivien Leigh como Scarlett O'HaraScarlett O’Hara – personagem de Vivien Leigh em E o vento levou… – levou (trocadilho inevitável) um dos foras mais famosos do cinema. Só que, autoconfiante que só ela, não se deixou abater pela decisão de Rhett Butler (Clark Gable) de abandoná-la, juntou os caquinhos e soltou um “amanhã é um novo dia” antes do the end. Ela pode não ter ido atrás de Rhett naquela hora. Mas a gente teve certeza de que iria depois. Na vida real, no entanto, o “deixar para amanhã” é o primeiro de oito erros clássicos capazes de derrubar a vida financeira de qualquer família.

O economista Luiz Maia, professor da Universidade Federal Rural de Pernambuco e coautor do blog Educação de Bolso, afirma que quem está com as finanças desorganizadas deve marcar logo uma data no calendário para o dia da virada. E cumprir de uma vez por todas o que prometeu para tantos amanhãs. “Organização é a palavra-chave de um orçamento controlado. É preciso sentar e fazer um controle dos gastos para estabelecer os limites”, lembra o especialista em educação financeira Álvaro Modernell.

Nesta análise inicial já dá para verificar o tamanho do rombo nas contas provocado pelos gastos invisíveis. São aqueles que estão lá, mas a gente esquece deles. Ou finge que não vê. Como o estacionamento do shopping, a pipoca do cinema, o cafezinho depois do almoço, as balinhas de canela. Luiz Maia tem uma sugestão para ajudar na contabilidade dos gastos invisíveis: deixar um valor em dinheiro na carteira (R$ 50, por exemplo) e usá-lo só para pagar essas despesas durante uma semana. Nada de cartão.

Por falar em cartão, “esquecer” as contas parceladas também é um erro clássico entre os problemáticos do orçamento. Especialmente quando na hora de comprar “são só 12 parcelas de R$ 29,90” ou algo parecido. O valor cabe no bolso. Mas uma montanha de prestações pode não caber. Pior ainda é considerar o limite do cheque especial como parte da renda. “Esse erro geralmente só é percebido quando a pessoa está na iminência de quebrar. O cheque especial serve para não deixar a conta descoberta em um caso de emergência. Não é normal usar todo mês”, afirma Maia.

Os erros na administração do orçamento acabam chegando, claro, à poupança. A falta de uma “reserva de emergência” pode se transformar num problemão. “Você precisa desse dinheiro quando surge alguma eventualidade. Senão vai ter de recorrer a um empréstimo e o dinheiro ficará mais escasso ainda”, afirma Álvaro Modernell. E se é para guardar, que a poupança não seja feita só quando o dinheiro sobrar. “Assim nunca vai sobrar. O ideal é separar uma parte do salário no dia em que recebe. Depende de cada caso. Mas 10% já é algo razoável.”

Quer saber outro erro na hora de investir? Não ter objetivos. Faça como Tim Maia e estabeleça motivos. Não para ir embora, mas para guardar dinheiro. Casa própria? Carro? Viagem? Aniversário de 15 anos da filha? Luiz Maia destaca que é importante também é estabelecer as metas de curto, médio e longo prazo e adequar os investimentos a eles. E durante as definições é imprescindível conversar com toda a família. Fazer tudo sozinho é o último dos oito erros e um dos mais graves. Melhor agir como os três mosqueteiros.

* Texto publicado na edição de 11/11 do Diario de Pernambuco

Dinheiro. Crédito: Fábio Cortez/DN/D.A Press

O 13º vem aí. Sabe o que vai fazer com ele?

Dinheiro do décimo. Crédito: Caio Gomez/CB/D.A PressAgora que 2012 está entrando na reta final, o povo anda sonhando com duas palavrinhas: décimo terceiro. O salário extra faz a festa de quem quer consumir ou investir. A primeira parcela deve ser paga até 30 de novembro (isso para quem não recebeu nas férias). A segunda parcela deve cair na conta do trabalhador até 20 de dezembro.

Hoje, a agência classificadora de risco Austin Rating divulgou que, até o final do ano, o 13º salário deve injetar na economia brasileira R$ 139,9 bilhões. Esse valor corresponde a 3,3% do PIB nacional. A Austin usou como base para o cálculo estudos feitos pelo Dieese.

Desse total de R$ 139,9 bilhões, R$ 31,4 bilhões (22,4%) irão para os beneficiários do INSS (34,3 milhões de pessoas). Os outros R$ 108,5 bilhões (77,5%) serão recebidos por 57,7 milhões de trabalhadores da ativa.

Você já sabe o que vai fazer com o seu 13º? Então responda a nova enquete do blog. Basta clicar ao lado.

Deixa essa conversa pra lá, meu filho

Gato MicoAté o governo já deixou pra lá a ideia cobrar Imposto de Renda sobre a poupança (depois que reduziu os rendimentos dos novos depósitos). Mas o deputado Gabriel Guimarães (PT-MG) não tirou a ideia da cabeça.

Um projeto de lei de autoria dele está sendo analisado pela Câmara dos Deputados. Segundo o texto, haverá incidência de IR sobre o rendimento de poupança que exceder R$ 120 mil, valor que deverá ser reajustado no início de cada ano.

De acordo com a Agência Câmara, o nobre deputado diz que as mudanças propostas têm como objetivo preservar a poupança das ameaças do “grande capital especulativo”, que estaria “invadindo” essa forma de investimento e “colocando em risco a continuidade da trajetória de queda da taxa de juros no país”.

Senhor deputado, o governo já deu o jeito dele ao determinar que toda vez que a Selic ficar em 8,5% ou abaixo, o rendimento da poupança será equivalente à 70% da taxa básica de juros.

Que tal apresentar um projeto cortando parte da montanha de extras que os parlamentares recebem?

* A dica do post foi de Bruna Siqueira

Onde aplicar com a Selic em baixa

SetaParece um verão sem fim (apesar de estarmos saindo no inverno). A Selic, a taxa básica de juros, continua derretendo e hoje está em 7,5% ao ano. Um anseio antigo para a nossa economia. E uma dor de cabeça para o investidor, que agora tem de ralar muito em busca da melhor rentabilidade. Poupança velha, poupança nova, Tesouro Direto, Bolsa de Valores, fundos imobiliários. O que escolher e como escolher? Ter paciência e pesquisar já é um bom começo. E optar pela(s) aplicação(ões) que case(m) com o próprio perfil e os objetivos financeiros.

A poupança velha de guerra – a  de, antes da mudança nas regras – segue como uma opção vantajosa. Quem não for precisar do dinheiro pode deixá-lo descansando por lá. A rentabilidade é de 6,17% ao ano. Mais alta, por exemplo, que o retorno do CDB, fundo DI e títulos públicos pós-fixados, lembram os especialistas. Não que os títulos públicos (o Tesouro Direto) não sejam uma má ideia. Não é preciso pagar taxa de administração. Há várias opções, mas os especialistas recomendam aqueles atrelados à inflação.

“Hoje, investimentos atrelados a índices de preços têm maior rentabilidade. A inflação está subindo. Quem vai ao supermercado sabe que está tudo mais caro”, lembra o economista Marcelo Barros, professor da Faculdade Boa Viagem (FBV) e coautor blog Educação de Bolso (blogs.diariodepernambuco.com.br/educacaodebolso). Ontem mesmo o Boletim Focus, divulgado pelo pelo Banco Central, mostrou que o mercado elevou pela nona semana consecutiva a estimativa de inflação oficial (medida pelo IPCA) para 2012. Agora está em 5,24%.

João Henrique Albuquerque, da Magnum Investimentos, chama atenção para as debêntures, que são títulos de dívidas de empresas. Segundo ele, a procura por esse tipo de investimento aumentou porque muitas debêntures são atreladas a algum índice inflacionário (IPCA, IGP-M) mais algum prêmio anual. “Ao adquirir esse tipo de produto o investidor sai da exposição a queda na taxa Selic e atrela seu investimento à inflação.” Mas nenhum investimento tem chamado tanta atenção desde as  reduções da Selic foi iniciado quanto os fundos imobiliários.

Albuquerque lembra que os fundos têm perfil de uma aplicação de renda fixa (retorno constante), mas com características de renda variável (cotas negociadas na Bovespa. Segundo ele, um estudo feito pela Rio Bravo Investimentos, uma das pioneiras nesse tipo de aplicação no Brasil, mostra que, nos últimos sete anos, o retorno anual dos fundos imobiliários tem superado o Certificado de Depósitos Interbancários (CDI) e o Ibovespa. Enquanto os fundos renderam em média 28,2%, o CDI rendeu 12,6% e o índice da Bovespa teve uma rentabilidade de10,9%.

“Dá para aplicar num fundo com cerca de R$ 100, valor mínimo de uma cota. Outra vantagem é a isenção do Imposto de Renda sobre o rendimento”, explica João Henrique Albuquerque. Marcelo Barros destaca ainda que as pessoas também estão começando a enxergar a renda variável como alternativa. “Quem quiser ter mais rentabilidade pode ir para o mercado de ações.” Mas lembra que, antes de entrar de cabeça na Bolsa é preciso lembrar que o investimento é para longo prazo. Que tal “esquecer” o dinheiro por uns cinco anos?

* Matéria publicada na edição de 11/09 do Diario de Pernambuco

Investimentos em tempos de juros baixos

Bolsa de valores. Crédito: AFPO nunca antes da Selic também serve para os investimentos. Agora temos que nos acostumar com uma remuneração menor, especialmente nas aplicações de renda fixa. Fundos, CDBs e títulos do tesouro direto ficam com os rendimentos reduzidos à medida em que as taxas de juros começam a baixar. Na hora em que são contabilizadas a taxa de administração e a mordida do leão do Imposto de Renda, então… Em muitos casos, o rendimento fica menor do que o da poupança.

A poupança, aliás, acaba virando uma boa opção para quem busca liquidez, já que não tem incidência de IR. Nem mesmo a mudança das regras na remuneração – menor sempre que a Selic estiver em 8,5% ou abaixo disso, como agora – fez os brasileiros fugirem da aplicação mais querida no país. Muito pelo contrário. De acordo com dados do Banco Central, entre janeiro e junho, os depósitos superaram em R$ 14,85 bilhões as retiradas.

“Estamos vivendo uma experiência inédita para o Brasil, mas muito comum no exterior, que é a de uma remuneração baixa para as aplicações”, destaca o economista Marcelo Barros. Uma alternativa indicada aos que buscam uma maior rentabilidade é a renda variável (bolsa de valores). Mas é preciso colocar na cabeça que o mercado de ações é um investimento para o longo prazo. E para quem não tem medo de correr riscos. Afinal, os R$ 1 mil de hoje podem virar R$ 500 amanhã.

“Existe um complicador, no caso das ações, que é a crise internacional. Mas numa perspectiva de longo prazo é um bom momento para entrar no mercado acionário”, destaca Barros. Outra opção que pode apresentar boa rentabilidade são os fundos imobiliários, onde os recursos captados são direcionados a empreendimentos específicos, como, por exemplo, flats, hotéis e shoppings. Também é indicado para quem pensa no longo prazo.

Matéria publicada na edição de 05/08 do Diario de Pernambuco

Leia mais sobre o impacto da Selic aqui

Resultado da enquete

O que você achou das novas regras de remuneração da poupança?

  • Achei um tantinho complicado, mas gostei. Melhor do que cobrar Imposto de Renda. (26%)
  • Não dizem que é a saída para reduzir os juros? Então concordo. (24%)
  • Curti não. Ficou uma confusão danada. E o rendimento vai ficar menor. (18%)
  • Achei horrível. Pode até não ser igual, mas só me lembrei do Plano Collor. (18%)
  • Sei não. Não entendi nada. (14%)

Juros descendo a ladeira. A gente espera que continue assim

Descendo a ladeira

Selic pegando o skate...

Se fosse um filme de suspense, todo mundo teria adivinhado quem era o assassino antes do fim. O Comitê de Política Monetária (Copom) baixou, enfim, a taxa básica de juros da economia (Selic) para 8,5% ao ano.

Nunca antes na história do nosso país (adoro esse bordão do Lula, não vou mentir), tivemos uma taxa de juros tão baixa. A menor desde que o Banco Central começou a fazer o registro, em 1986.

Claro que não estamos no melhor dos mundos ainda. A mudança feita pelo Copom deixa a gente em terceiro lugar no ranking das maiores taxas de juros. Só perdemos para a Venezuela (15,65% ao ano) e para a Argentina (9% ao ano). Mas isso mostra que dá para continuar baixando.

Estava dando uma olhada no site do Banco Central. Sabe quanto era a Selic em maio de 2003: 26,50%.

Em 2004, a taxa básica de juros chegou a cair para 16% ao ano (entre abril e agosto). Só para voltar a subir depois. Foi para 19,75% (entre maio e agosto de 2005).

Em 2007, a Selic começou a cair de novo. Entre julho de 2009 e março de 2010, a taxa rompeu pela primeira vez a barreira dos 9%. Mas ficou estacionada nos 8,75%. E depois subiu a ladeira de novo, para iniciar uma nova rodada de reduções em novembro do ano passado.

Com a mudança da Selic para 8,5%, muda também a regra de remuneração da poupança para os depósitos feitos a partir de 4 de maio. Como o rendimento fica atrelado aos juros, vai render 70% da Selic + TR (Taxa Referencial). Os depósitos antigos seguem sendo corrigidos em 6% ao ano + TR.

No fim das contas, não muda muita coisa.

A bolsa pelo Sr. Dinheiro

Senhor Dinheiro

O economista Luis Carlos Ewald participou no início da tarde da abertura da 5ª edição da Expo Money. Falou um pouco sobre juros, orçamento, empréstimos. Mas falou principalmente sobre investimentos. Disse que a poupança ainda continua sendo o melhor para quem tem pouco dinheiro guardado. Mas falou bastante também sobre o investimento em ações.

Para ele, o momento é bom para quem tem vontade de ingressar no mercado de capitais. Aquela velha história de comprar na baixa.

“As ações da Vale do Rio Doce estavam a R$ 49 e agora estão a R$ 36. A Petrobras fez uma capitalização a R$ 26,30. Hoje está a R$ 19″, exemplificou.

Há um espaço enorme para voltar onde já esteve. Claro que pode baixar mais. Mas a história mostra que sempre volta a subir. É preciso ter paciência.

Ewald afirma que as ações das empresas de petróleo são as melhores, mesmo com a Petrobras meio cambaleante.

“Qual o melhor negócio do mundo depois da cocaína (não, ele não mandou ninguém sair por aí comprando cocaína)? Empresa de petróleo bem administrada. O segundo melhor negócio do mundo: empresa de petróleo mais ou menos administrada. E o terceiro? Empresa de petróleo mal administrada. Então comprem ações da Petrobras. Vai ficar sócio de uma empresa de petróleo mal administrada. Vai ficar sócio de uma empresa cujo dono faz o que quer. E nós, sócios minoritários…créu. A Petrobras vende a gasolina mais barata do mundo porque o dono da empresa tem outro negócio que pra ele é mais importante: o controle da inflação no Brasil. O que é isso? Uma esculhambação”.

Ainda assim, Ewald acredita nas ações da estatal brasileira.

A presidenta da petrobras (Maria das Graças Foster) já avisou: não queiram lucro no curto prazo. Mas a empresa é um grande negócio no longo prazo”.

De fato, investir em ações é para o longo prazo.

“Ninguém se meta a besta de querer comprar ações com dinheiro emprestado ou que vá precisar no curto prazo. É uma aplicação de longo prazo.”

A Expo Money segue amanhã. Vai ter palestra de Gustavo Cerbasi na abertura.

Confira a programação da quarta:

Sala 1

13h20 – 14h20
Os Segredos dos Casais inteligentes
Gustavo Cerbasi (escritor e consultor)

14h40 – 15h30
Os 10 principais erros de um investidor iniciante
Leandro Martins (analista CNPI)

15h40 – 16h30
Comprar ou vender? Análise gráfica: pontos e leitura
Wagner Caetano (analista gráfico)

16h50 – 17h40
Aprenda a investir no Tesouro Direto
Representante do Tesouro Nacional

19h – 19h50
Carreira / Trajetória Pessoal: os primeiros passos de um brasileiro no mercado de ações
Samuel Emery

20h – 20h50
Aposentadoria…Fazendo o que você quer…Quando você quiser…E aonde você quiser !
Augusto Sabóia (consultor)

Sala 2

14h40 – 15h30
Cenário Macroeconômico
Ellen Regina Steter (Bradesco)

15h40 – 16h30
Empreendedorismo: o caminho para o próprio negócio
Valdir Cavalcanti (Sebrae-PE)

16h50 – 17h40
Devedor ou investidor? A escolha é sua!
Leandro Loiola (Itaú Unibanco)

18h – 18h50
Vale, um líder global
Representante da Vale

19h10 – 20h
Investimentos para cada fase da vida
Leandro Loiola (Itaú Unibanco)

20h – 20h50
Saiba Onde e Como Aplicar seu Dinheiro
Leandro Martins (Analista CNPI)