O Procon de São Paulo autuou hoje a TAM e GOL depois de realizar uma fiscalização no Aeroporto de Congonhas. O órgão de defesa do consumidor queria saber se os direitos dos consumidores estavam sendo respeitados, no caso de atraso e cancelamento de voos. As multas variam entre R$ 400 e R$ 6 milhões. As empresas responderão a processos administrativos e têm 15 dias para apresentar defesa.
Durante o dia de hoje houve atrasos provocados pela paralisação de trabalhadores da TAM, já encerrada. Mas a situação pode complicar mais amanhã. Enquanto os aeronautas (trabalhadores dos voos) aceitaram a proposta das empresas e desistiram de fazer greve a partir das 23h de hoje, os aeroviários (que trabalham em solo) não aceitaram a proposta. Agora ninguém sabe se a greve começa logo mais ou não.
Selma Balbino, presidente do Sindicato Nacional dos Aeroviários, disse que a greve deve atingir os aeroportos do Galeão (Rio de Janeiro), Cofins (Belo Horizonte), Brasília e Fortaleza.
Mas o presidente da Federação Nacional dos Trabalhadores em Transporte Aéreo (Fntta), Uébio José da Silva, descartou a greve antes de segunda-feira (26). O motivo? As condições impostas pelo Tribunal Regional do Trabalho. Em caso de paralisação, o sindicato deverá informar o início da greve com 72h de antecedência e manter, ao menos 80%, dos funcionários trabalhando.
Agora é esperar. Ainda assim, atrasos e cancelamentos devem acontecer. Para quem vai viajar ou conhece alguém que vai, seguem as regras para o atendimento nos casos de atraso e cancelamento. Elas começaram a valer no ano passado. Quem se sentir desrespeitado deve procurar a Agência Nacional de Aviação (Civil) ou um órgão de defesa do consumidor. Se a situação não for resolvida, o caminho é a Justiça.
Vamos às regras: …Continue lendo…


