Arquivo de maio, 2011

Certidões Negativas de Débito: veja a importância para a sua empresa

segunda-feira, 30 de maio, 2011

Janete Lopes

*Cleto Mendes da Paixão

Estou empenhado, junto com minha equipe, em analisar documentos de empresas que estão participando de uma premiação para micros e pequenas empresas, e uma das regras é ter todas as certidões em dia. O que me chamou a atenção foi o fato de alguns empresários terem relatado que iriam solicitar ao contador essas informações.

Lembro a todos que esses dados estão disponíveis nos sites dos respectivos órgãos e que não há necessidade de solicitar a contador, despachante ou outro, nem é preciso se dirigir até o órgão para solicitar esse documento. Salvo se estiver apresentando pendências.

Segundo o Código Tributário Nacional Brasileiro, a prova de que uma empresa não tem débitos tributários e o que chamamos Certidão Negativa (CND) ou, em alguns casos, Certidão Positiva com Efeito Negativo (CPEN). Para o FGTS, é o Certificado de Regularidade do FGTS – CRF. O contribuinte, pessoa física ou jurídica, pode obter por força constitucional essa Certidão de tributos federais, de forma gratuita.

Outra curiosidade foi que alguns desses empresários só souberam de débito junto à Receita Federal, INSS ou FGTS quando buscaram essa informação, mostrando que não é prática desses empresários manterem-se atualizado sobre a situação fiscal de sua empresa.

Prezados empresários, tendo em vista que é meta do Governo Federal comprar, cada vez mais, de micro e pequenas empresas e o processo de compra é Licitação, não percam a oportunidade por não está regular com as suas certidões. Visite periodicamente esses sites e seja proativo buscando resolver possíveis problemas.

Oportunidade não espera, esteja preparado para tudo e vender para o Governo, maior comprador que há, é uma receita que não pode ser desprezada.

Mantenha-se atualizado com sua situação fiscal.

Veja alguns sites onde obter certidões:

Alguns estados e municípios também disponibilizam em seus sites Certidões de Regularidade. O Governo de Pernambuco e a Prefeitura do Recife, por exemplo, dispõem do serviço.

 

*Cleto Mendes da Paixão é contador, especialista em Tecnologia da Informação e gerente da Unidade de Auditoria do Sebrae em Pernambuco.

Pequenas empresas e o Comércio Eletrônico

quarta-feira, 25 de maio, 2011

Fausto Muniz

 

Se você já tem ou pretender ter o seu próprio negócio, aproveite para saber sobre comércio eletrônico para as pequenas empresas.

Uma boa oportunidade para os empreendedores interessados em entender como comercializar os seus produtos na web.

O Sebrae Nacional dá apoio ao ciclo de Seminários – Comércio Eletrônico para as Micro e Pequenas Empresas 2011. E, no dia 02 de junho, será a vez do Recife.

Vários temas como comércio eletrônico e marketing digital, vendas pela internet com mais segurança, montando e operando uma loja virtual de sucesso serão abordados com a interação do público participante, das 8h às 17h, no Hotel Manibu, em Boa Viagem.

 O evento é gratuito. Veja a programação completa e mais informações no site http://www.ciclo-mpe.net/cadastro.aspx?evento=48

Aprendizado Constante

segunda-feira, 23 de maio, 2011

Janete Lopes

 

*Isabel Noblat

Toda empresa quando começa está procurando encontrar a fórmula do sucesso, querendo crescer, conquistar espaço e se firmar no mercado. Aí se depara com o grande desafio que crescer nos impõe: lidar com as mudanças e com o tamanho do crescimento que, na maioria das vezes, é maior do que o imaginado.

O que fazer diante disso? Como melhorar o desempenho, impulsionar o crescimento da empresa e, principalmente, obter resultados diferenciados? Diferenciados, sim.  De mesmice , o mercado e o seu cliente andam cheios. Para alavancar a competitividade de uma pequena empresa, o principal e decisivo diferencial é o modelo de gestão empresarial adotado.

Uma empresa que se encontra no patamar de evolução constante e que deseja expandir seus negócios e conquistar novos mercados precisa ter líderes capacitados, para utilizar e dominar ferramentas de gestão avançadas.

Estabelecer e acompanhar sistematicamente os indicadores e metas definidos em um plano empresarial elaborado e monitorado constantemente, para que sejam criados ciclos de geração e avaliação dos resultados.

E, nisso, o Sebrae oferece soluções para empresas que querem continuar crescendo cada vez mais. O programa Sebrae Mais, entre outras soluções, contempla o curso Ferramentas de Gestão Avançada.

O programa consta de uma solução com 211 horas, distribuídas entre capacitação e consultoria personalizada por empresa.

Uma vez inscrito nele, a sua empresa receberá a visita de um consultor que fará um diagnóstico gratuito da sua gestão e a seleção para o programa que consta de 10 pilares:

  • Diagnósticos
  • Plano empresarial
  • Objetivos Estratégicos
  • Indicadores e Metas 
  • Acompanhamentos Sistemáticos
  • Intercâmbios de Experiências
  • Avaliação Periódica
  • Novos Ciclos de Crescimento

Para participar, basta se inscrever  até 31/05/11, no site: www.gestaoavancada.sebrae.com.br

Outras informações pelos emails: inoblat@pe.sebrae.com.br / thyagov@pe.sebrae.com.br

Telefones: 21018553 / 21018573.

* Isabel Noblat é psicóloga, especialista em planejamento e administração de recursos humanos e gestora do Programa Sebrae Mais para Empresas Avançadas

Ser ou ser empreendedor, esta é a questão!

terça-feira, 17 de maio, 2011

 

Ilustração Sebrae

 

 

*Alexandre Alves

Cada vez mais ouvimos falar que é preciso ter uma postura empreendedora na vida e no trabalho e observamos o interesse crescente por temas como empreendedorismo.

E isto pode está ocorrendo, porque no mundo em que vivemos atualmente, cada vez mais nos é exigido que tenhamos consciência de que as coisas mudam com uma velocidade impressionante, a exemplo de setores como informática e telefonia.

Já parou para analisar isso? Quantas pessoas que você conhece possuíam um celular há dez anos?

Hoje, é difícil encontrar alguém que não tenha acesso ou não conheça um desses aparelhos e, em relação ao computador e a internet, nem se fala.

O brasileiro é o povo que mais passa tempo conectado na rede mundial de computadores em todo o mundo, são em média mais de 20 horas por mês que homens, mulheres e crianças do Brasil navegam pelos diversos sites. Essa nova realidade influencia o dia a dia de todos, e nos possibilita acesso à informação nesse ambiente.

Pois é, essas mudanças têm tomado conta do mundo, fazendo com que cada um de nós busque atualização, para não ficarmos pra trás e, ainda, estejamos preparados para aproveitar determinados momentos e possamos identificar possíveis chances (oportunidades) de ganhar dinheiro, ou mesmo, para que estejamos devidamente preparados para o mercado de trabalho.

*Alexandre Alves é engenheiro agrônomo, especialista em Administração Rural, Administração Financeira e Gestão de Projetos. Atua nas áreas de empreendedorismo, franquia, gestão financeira e agronegócios. É gerente da Unidade de Agronegócios do Sebrae em Pernambuco.

O que fazer para reduzir riscos nas empresas?

segunda-feira, 9 de maio, 2011

Flávio Costa

*Cleto Mendes da Paixão

As  micro e pequenas empresas devem manter um controle eficiente sobre suas atividades administrativas e financeiras para reduzir riscos com o empreendimento e diminuir possíveis problemas com as fiscalizações. Para isso, seguem 10 dicas para melhorar a qualidade dos controles internos de sua empresa:

1.       Organização.

O empresário deve buscar, dentro da empresa, um nível organizacional o mais próximo possível das grandes empresas, isso implica em definição clara de cada função e tarefa executada (mesmo que essas atividades sejam exercidas por um parente), controle de estoque e caixa com boletins e relatórios periódicos e prestações de contas por parte dos responsáveis por esses setores, regras;

2.       Segurança na Tecnologia da Informação.

Controle as senhas, todas as senhas devem ser trocadas, no máximo, a cada três meses, além de regras para acesso ao caixa, e estoques;

3.       Segregação de Função.

Quem controla as contas a pagar ou receber  não pode ser responsável por pagamentos e/ou recebimentos, quem vende não pode controlar também o estoque;

4.       Conferência de Saldos.

 Os saldos bancários e de caixa devem ser conferidos e conciliados diariamente;

5.       Motivação.

Checar periodicamente o índice de satisfação de seus funcionários;

 6.       Conferência de estoque.

O estoque não pode ser contado apenas uma vez por ano (Balanço), deve-se efetuar a contagem do estoque periodicamente analisando possíveis divergências;

7.       Análise nas Despesas.

Mensalmente, analise todas as despesas dando ênfase àquelas com maior oscilação no período e busque reduzi-las ou verificar os motivos do aumento;

 8.       Análise das Compras.

Realize comparações entre os valores dos produtos adquiridos, pelo setor de compras,  com o valor de mercado, verificando a coerência e corrigindo discrepâncias;

9.       Conferir Certidões

Confira periodicamente as Certidões Negativas perante os principais órgãos fiscalizadores. Esse procedimento evita surpresa;

10.   Pagamento de Guias.

Os pagamentos das Guias de recolhimento de impostos, taxas e contribuições devem ser feitas pela própria empresa, nunca deixe para serem pagos pelos responsáveis pela contabilidade ou despachantes. Essa é uma atribuição da empresa;

 Tendo esses cuidados, os empresários podem evitar surpresas desagradáveis.

*Cleto Mendes da Paixão é contador, especialista em Tecnologia da Informação e gerente da Unidade de Auditoria do Sebrae em Pernambuco.

Gestão de Negócio: um desafio para microempresas

segunda-feira, 9 de maio, 2011

Flávio Costa

*Flávio Valdez

“Gestão” é um termo genérico e amplo nos dias atuais. Entretanto, no seu sentido restrito, origina-se do latim Gerere, que significa conduzir, dirigir ou governar.

No contexto empresarial, a Gestão está ligada à capacidade de desenvolvimento de estratégias competitivas que agreguem valor ao negócio e que os tornem sustentáveis.

No universo das microempresas, a gestão está intimamente relacionada a processos empíricos, que são constituídos a partir das práticas vivenciadas no dia a dia dos empreendedores, sob pressão permanente da dinâmica das mudanças do ambiente dos pequenos negócios. 

Todos nós sabemos da importância das micro e pequenas empresas no Brasil, pois representam 98% dos estabelecimentos existentes e 50% da geração de empregos, considerando-se, ainda, a sua relevância no contexto da produção, consumo e a sua importância social.

Em recente sondagem realizada pelo Sebrae sobre a situação da Gestão nas microempresas em Pernambuco, através do Projeto Negócio a Negócio, foram realizadas visitas  em mais de 50 mil microempresas formais e informais. Nessa pesquisa foi constatado que em torno de 52% das microempresas visitadas não dispunham de instrumentos básicos de Gestão que possibilitasse, minimamente, um processo gerencial eficaz no campo das finanças, do conhecimento do mercado em que atuam e do seu relacionamento com os clientes.

Dessa forma, entendo que a Gestão para as microempresas se configura como um desafio constante e permanente, frente à velocidade e à intensidade com que ocorrem as mudanças no ambiente empresarial, bem como, pelas características estruturais dessas organizações.

Assim, acredito na necessidade de apoio por meio de Programas que possam promover a sustentabilidade das microempresas, sejam no âmbito das políticas públicas, sejam no das ações de Orientação, Capacitação e Consultorias das Redes Institucionais de apoio a Microempresas.

Flávio Valdez é economista, mestre em Desenvolvimento Sustentável, e analista do Sebrae em Pernambuco.

Depois que o cliente entra na empresa, o que eu faço?

segunda-feira, 2 de maio, 2011

 

Flávio Costa

 *Conceição Moraes

Não basta ter uma estratégia eficaz de atrair clientes para sua empresa. Isso ainda não significa vendas!

Na empresa, o ambiente interno, a equipe de vendas e o mix de projeto e serviço vão ter que fazer seu papel para garantir as vendas. Cada variável tem seu papel de forma individualizada e integrada!

O ambiente interno da empresa é composto dos seguintes aspectos: arrumação e posicionamento dos produtos, pontos de exposição e possibilidades de promover experiências aos clientes, comunicação visual, cores e decoração.

A equipe de vendas precisa ser vista a partir da equipe de vendas, compatibilidade de perfil entre funcionários e clientes, apresentação pessoal dos funcionários, abordagem de relacionamento entre funcionários e clientes, clima organizacional.

O mix (variedade) de produtos e serviços precisa contemplar os itens principais e secundários da proposta que se deseje trabalhar. É claro, correspondendo com o conceito de consumo contemplado na estratégia da empresa. E oferecer serviços que possam gerar atendimentos customizados e conveniência para os clientes.

Ao pensar individualmente cada variável, deve-se depois validar cada proposta de atuação com um olhar integrado para que possa ter sinergia e as vendas fluírem!

Conceição Moraes é Administradora de Empresa, mestre em Gestão de Negócios, e gestora de Orientação Empresarial do Sebrae em Pernambuco.