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Você já conhece o projeto para facilitar vendas online?

segunda-feira, 24 de setembro, 2012

 

Parceria entre Sebrae e MercadoLivre amplia oportunidades de negócios pela internet

Da Redação ASN Nacional

Brasília – O Sebrae e o MercadoLivre se uniram para lançar uma nova ferramenta de apoio aos pequenos negócios. Trata-se do projeto Primeiro E-commerce, uma plataforma tecnológica que permite a criação simples e gratuita de uma loja virtual para micro e pequenas empresas. Com a iniciativa, o empresário terá a oportunidade de inserir seus produtos no maior site de compras do país e de ampliar o negócio em âmbito nacional.

“A venda pela internet abre uma enorme gama de oportunidades de negócios, principalmente para micro e pequenas empresas porque não dependem de ter filiais ou lojas para oferecer produtos e serviços em qualquer lugar”, afirma o presidente do Sebrae, Luiz Barretto. “Nosso foco será capacitar esses empreendedores para a melhor gestão no comércio eletrônico”.

Em um mesmo sistema, os empresários poderão montar uma vitrine on line e efetuar transações como pedidos de compras, pagamentos e controle de vendas. Para a criação do site, há várias possibilidades de customização. São oferecidos quatro modelos de loja, com mais de 200 opções de planos de fundo. Além disso, ao aderir ao projeto, o empresário terá direito a três anúncios grátis na página principal do MercadoLivre e bônus de R$ 250 para anunciar o produto por meio de links patrocinados na mesma plataforma. O sistema também permite a integração da loja virtual ao Facebook.

Foto: banco de imagem Sebrae em Pernambuco

A plataforma e a criação da página virtual são gratuitas, no entanto, a cada venda concretizada serão cobrados 4,99% sobre o valor pago pelo cliente, referentes aos custos de transações financeiras, que serão feitas pelo MercadoPago. Este sistema permite ao empresário oferecer pagamento por meio de todas as bandeiras mais usadas de cartão de crédito, com opções de parcelamento ao consumidor e boleto bancário, além de ter certificação de segurança para dar garantias ao pequeno e médio empreendedor.

“O MercadoLivre é uma plataforma de comércio eletrônico com 13 anos de experiência e atuação em 13 países que busca democratizar o acesso do pequeno empreendedor a este universo. Pela internet um vendedor de Brasília pode competir e negociar com compradores em todo o Brasil. O projeto Primeiro E-commerce permite que ele mantenha o foco no seu negócio, já que o sistema facilita a administração das ferramentas tecnológicas que englobam o comércio eletrônico”, afirma Helisson Lemos, diretor-geral do MercadoLivre para o Brasil.

Pelo projeto, o Sebrae oferecerá capacitações online sobre gestão e comércio eletrônico. A ideia é que as empresas atendidas pelos programas Negócio a Negócio e Agentes Locais de Inovação (ALI) sejam as primeiras a aderir ao serviço. Consultores do MercadoLivre também participarão das capacitações. O convênio não contempla repasse de recursos financeiros entre o Sebrae e o MercadoLivre.

Serviço:
www.primeiroecommerce.com.br

Mais informações – Sebrae:
Central de Relacionamento Sebrae: 0800 570 0800
*Agência Sebrae de Notícias: www.agenciasebrae.com.br

Marketing Digital: quais os meios mais importantes para comércio eletrônico?

sexta-feira, 25 de maio, 2012

Ilustração

 

*Thiago Suruagy

 

Mesmo sendo um modalidade do marketing bastante recente, já existem várias ferramentas de marketing digital à disposição. Isso porque o ambiente da internet é muito dinâmico e tudo que a envolve deve estar em constante aprimoramento. Neste post iremos focar nos meios mais importantes para o e-commerce: Ferramentas do Google Adwords, SEO, mídias sociais e e-mail marketing.

Para o comércio eletrônico que está iniciando suas operações, a ordem apresentada é esta:

 

  • Para cada meio desse existe uma estratégia de atuação diferente;
  • Um tempo de retorno inerente a modalidade, contudo os esforços não podem estar concentrados pontualmente em cada um.
  • A diversificação é fundamental para o alcance dos resultados.

Assim, dentre os citados, o que mais se aproxima dos modelos tradicionais de propaganda, é o Google Adwords.

  • Google Adwords- através desse sistema, sua empresa estará presente rapidamente nas plataformas do Google e sites parceiros. Basta definir a forma de divulgação – banner, vídeo ou link patrocinado -, definir o tempo da ação, o horário, região da veiculação, as palavras-chave, o valor total da campanha e o desejado por dia. Isso porque o anúncio é pago por cliques e o valor disponibilizado determinará a quantidade máxima de cliques diários que seu anúncio terá. No site do Google Adwords você consegue todas essas informações de forma bastante simples.
  • O principal objetivo do SEO (Search Engine Optimization), que em português quer dizer “otimização para mecanismos de pesquisa”, é colocar o site entre os quatro primeiros links da busca do Google. Para atingir esse resultado é preciso uma atenção minuciosa das palavras-chave, além da publicação contínua de conteúdo de qualidade e de interesse do seu público. Para isso é necessários que a pessoa responsável seja um bom gestor de
    conteúdo,  tenha noção de programação e esteja atento às mudanças de algoritmo do Google.
  • Ao contrário dos dois meios supracitados, as mídias sociais vão muito além da divulgação e do posicionamento da marca. O foco aqui deve ser o relacionamento com o cliente. Podemos observar várias empresas subutilizando-as para apenas fazer promoções e divulgar seus produtos. Esse ambiente é propício para os cliente colaborarem com a marca, interagirem, sugerirem melhorias, criticarem, e a empresa deve utilizar essas informações para realizar melhorias estratégicas em seus produtos ou serviços.

É o caso do empresário Alberto Osório da grife feminina Maria Filó. Em entrevista concedida para a revista Exame PME, ele fala que desde 2009 utiliza o twitter para definir as novas coleções da marca e agir a tempo de evitar que sua produção encalhe. Para ele, o twitter virou um “termômetro instantâneo”, no qual, em poucas horas ele consegue saber se uma peça agradou ou se corre o risco de ficar escanteada, a partir dos comentários das clientes.

Com estratégias e execução bem feitas nas mídias sociais, sua loja terá muito mais que presença na internet e um banco de dados dos clientes, mas terá um “caldeirão” de informações estratégicas sobre seu público-alvo, sua loja, seus produtos e parceiros.

  • Uma importante ferramenta de marketing digital para o comércio eletrônico é o e-mail marketing, que garante uma taxa de conversão relativamente alta para a loja virtual, porém de todas os meios mencionados acima, esse parece ser o mais complicado de utilizar da forma correta.  Isso porque existem pouquíssimos exemplos de ações bem sucedidas, na grande maioria se passam por SPAM. Qual o homem que nunca recebeu um e-mail anunciando uma promoção de depilação, com a imagem de uma linda mulher com as pernas depiladas?!

Para atingir bons resultado com e-mail marketing você deve ter um cuidado com a segmentação do seu público-alvo e saber o que realmente o seu cliente deseja ser informado. Então, o que se deve fazer? Antes de qualquer coisa é preciso segmentar seu público-alvo. Para isso deve-se fazer uma análise do cadastro do cliente – sexo, idade, estado civil, cidade onde mora entre outros. Uma boa estratégia é enviar uma pesquisa eletrônica de satisfação, após o cliente ter recebido o produto. Fazendo isso você ‘mata vários coelhos com uma cajadada só’. Sabe que o e-mail do cliente está correto, quais tipos de  informações ele deseja da loja e qual o nível de satisfação dele no processo de compra.

*Thiago Suruagy é Administrador, analista da Unidade de Comércio e Serviço do Sebrae em Pernambuco.

Como fazer logística no e-commerce?

terça-feira, 22 de maio, 2012

*Thiago Suruagy
Quem está atento as notícias sobre o mercado de comércio eletrônico no Brasil já percebeu que gerenciar essa área é um grande desafio, já que ela é diretamente ligada com a reputação da loja. Já vimos um grande player nacional ser proibido de vender por conta de problemas na entrega e outro se destacar no mercado pela excelente gestão dessa área.
Como meros observadores, pensamos que a logística de um e-commerce é apenas a terceirização do processo de entrega dos produtos vendidos, contudo existem pequenas diferenças se compararmos com o varejo tradicional.
Tudo se inicia na recepção dos produtos entregues pelo fornecedor. Nesse momento, deve ser feita uma verificação geral dos produtos e conferir se ali está o
produto solicitado, se a embalagem não está aberta, danificada ou molhada.
Com todos os produtos entregues corretamente, é preciso dar entrada no estoque:
  • A partir do sistema de gestão, acondicioná-los de forma adequada.
  • Cuidado com os produtos que têm algum tipo de restrição a umidade, luz solar, empilhamento, temperatura, entre outros.
Com a plataforma de e-commerce integrada com o sistema de backoffice (sistema de gestão de finanças, estoque, marketing etc):
  • No momento em que o cliente finaliza a compra e o sistema de pagamento autoriza a venda, é dada baixa no produto no estoque.
  • A equipe de logística deve prepará-lo rapidamente para entregar à transportadora.
Vale ressaltar que o transportador, terceirizado ou não, é a primeira pessoa que terá contato com o seu cliente. Então, vale tomar todos os cuidados para que um bom atendimento seja dado e que o produto chegue intacto nas mãos do cliente.
Existem várias empresas de transporte de cargas, porém, poucas especializadas para atender a demanda de um e-commerce. Assim:
  • É imprescindível fazer um bom estudo de mercado;
  • E analisar bem o contrato, para que a loja não seja prejudicada com essas operações.
Além dos caminhos normais para a entrega do produto ao cliente. No mercado de comércio eletrônico, o empresário deve estar atento à logística reversa. Também conhecida com a Lei do Arrependimento, o Art. 49 do Código de Defesa do Consumidor, reza que o cliente pode desistir do contrato, no prazo de 7 (sete) dias, sempre que a contratação de fornecimento de produto e serviço ocorrer fora do estabelecimento comercial.
É importante deixar claro para o cliente:
  • As possibilidades de troca dele;
  • Os prazos e, inclusive, que tipos de garantias ele tem com o e-commerce, e com os
    fabricantes de cada marca.
*Thiago Suruagy é Administrador, analista da Unidade de Comércio e
Serviço do Sebrae em Pernambuco.

Como se relacionar com o cliente no comércio eletrônico?

quinta-feira, 17 de maio, 2012

Arquivo Sebra

*Thiago Suruagy
Assim, como todas as outras áreas do comércio eletrônico, o atendimento está muito ligado a tecnologia, sistema e inteligência humana.
Primeiramente, o site deve ter um bom sistema de busca. Isso vai depender não só da tecnologia adotada, também da descrição das palavras-chave dos produtos. Isso não é tarefa muito simples, se pensarmos no nosso país com sua diversidade cultural, produtos são nomeados de formas diferentes dependendo da região, existindo assim várias denominações para o mesmo produto.
  • Leve em consideração: possíveis erros ortográficos e de digitação que podem ser cometidos pelo cliente na hora da busca.
  • Um bom atendimento no comércio eletrônico passa pela qualidade do conteúdo gerado no site sobre os produtos.
  • Não só a informação técnica e funcional do produto, mas também as avaliações e comentários dos próprios consumidores.
O perfil do e-consumidor brasileiro vem mudando nos últimos anos. De acordo com especialistas, o ano de 2012 será do social commerce, ou seja, o cliente deixará de ser um agente passivo no processo e passará a ser protagonista nas decisões de compra dos seus amigos e outros interessados.
Segundo pesquisa realizada pela Nielsen, publicada em abril deste ano, 92% dos compradores entrevistados afirmam que confiam mais em recomendações de amigos e familiares do que em anúncios publicitários.
Dessa forma, é importante que nas páginas dos produtos tenham:
  • Espaços para eles avaliarem e publicarem suas opiniões. Para melhor qualificar o comentário é interessante criar alguns critérios de avaliação que o cliente possa pontuar cada item pré-definido;
  • Vale a pena fazer um benchmarking nos principais players mundiais, pois eles já adotaram essa estratégia e estão obtendo excelentes resultados. Isso contribui para que o cliente sinta mais confiança em finalizar a compra e, ainda, evita que ele se perca em outros sites buscando mais informações sobre o que deseja comprar.
Compra convertida! Agora, é hora do pós-venda.
Esse é um momento que o cliente está ansioso pela chegada de sua compra, assim:
  • Toda informação é válida para tranquilizá-lo, principalmente, se a compra foi a primeira dele no site. Ele está ainda com desconfiança, sem muita credibilidade na empresa, até que o produto esteja na sua casa. Então, nessa hora, vale tudo para deixá-lo encantado. Esse é o momento de fazer a diferença e surpreendê-lo.
Com o que ele se surpreende? Com a inovação no atendimento.
Bom-estudo!
*Thiago Suruagy é Administrador, analista da Unidade de Comércio e Serviço do Sebrae em Pernambuco.

Como escolher plataforma de comércio eletrônico para meu negócio?

domingo, 13 de maio, 2012

Ilustração

 

*Thiago Suruagy

Começamos esse post com uma afirmativa não muito positiva. Não existe a plataforma de e-commerce perfeita, principalmente para micro e pequena empresas que não têm como investir em plataformas mais completas e personalizadas. Enfim, todas têm prós e contras.

Por isso, teremos que pesquisar e identificar a que melhor atende às suas necessidades. Seguem abaixo alguns critérios que devem ser considerados para escolha da melhor fornecedora:

  1. Credibilidade da empresa fornecedora
  2. Suporte técnico 24h
  3. Navegabilidade do Cliente
  4. Velocidade
  5. Layout – organização dos produtos
  6. Sistema de pagamento
  7. Sistema de segurança
  8. ERP – Sistema integrado de gestão empresarial

Basicamente, temos dois caminhos a seguir:

  • Escolher uma plataforma Open Source, que nos dá maior liberdade para personalização e não tem custo com licença de uso. Porém, necessita de um excelente programador especialista, o que não é barato.
  • Já a segunda opção são as plataformas pré-definidas pelas empresas desenvolvedoras. Essas são mais “burocráticas” de uma forma sistêmica, por exemplo: muitas já têm parcerias com determinado sistema de pagamento e você não pode optar por outra. Mas, analisando na “ponta do lápis” pode ser mais barato e viável para micro e pequenas empresas, porque existem planos que vão ampliando de acordo com a necessidade do cliente.
  • Outro ponto intrínseco à plataforma são os sistemas de segurança e os servidores de hospedagem. Por muitos anos, os sistemas de segurança foram tidos como diferenciais mercadológicos de algumas empresas. Entretanto, no ambiente competitivo atual é fundamental para qualquer site de comércio eletrônico operar.
  • Enfim, realizar aprofundada pesquisa, análise e comparação das várias possibilidades de plataformas existentes no mercado, com objetivo de fundamentar a escolha de uma delas é o melhor caminho para evitar pesadas “dores de cabeça” a longo prazo.

*Thiago Suruagy é Administrador, analista da Unidade de Comércio e Serviço do Sebrae em Pernambuco.

 

Como fazer plano de negócio para comércio eletrônico?

terça-feira, 8 de maio, 2012

 

Arquivo Sebrae

 

 

*Thiago Suruagy

A estruturação de um plano de negócio bem feito, antes de se iniciar as operações da empresa, é vital para um site de e-commerce (ou comércio eletrônico), assim como qualquer outro negócio. Porém, como esse mercado ainda está se consolidando no Brasil, ficar atento a algumas peculiaridades são importantes.

  • Antes de mais nada, você deve definir quais produtos serão comercializados no site. É importante se ter um mix de produto variado, porém bem definido.
  • Para micro e pequenas empresas o segredo é ser especialista em determinado segmento, de preferência, nicho de mercado, porque o site consegue se tornar referência naquela área e não sofre concorrência direta dos grandes players. Por falar neles, é importante visitá-los para benchmarking. São eles: Americanas, Submarino, Netshoes, Ponto Frio…
  • Após determinar o segmento de atuação da loja virtual, você deve fazer uma busca para conhecer seus possíveis concorrentes, diretos e indiretos, inclusive, comprar algo para analisar toda a operação de compra.
  • Entre nas redes sociais da empresa e descubra quem são seus seguidores e analise o perfil deles. Provavelmente, o seu público-alvo será parecido.

Segundo pesquisa realizada pelo Ibope Mídia, a maioria dos e-consumidores (61%) são das classes AB, grande parte deles estão na faixa etária de 25 a 44 anos, são homens (54%) e costumam comprar livros, telefones e acessórios para celular, eletrodomésticos e tecnologia pessoal.

Para avaliar a viabilidade do negócio, é fundamental:

  • analisar ainda os fornecedores – preço dos produtos, prazo de entrega, condições de pagamento;
  • a forma jurídica da empresa,
  • o enquadramento tributário,
  • a equipe de trabalho
  • e a estimativa de investimento.

Por fim, chegou a hora de definir o nome da loja:

  • verificar se existe domínio disponível,
  • fazer o planejamento estratégico da empresa
  • estabelecer suas metas e objetivos.

A revisão do plano de negócio deve ser feita periodicamente, pelo menos, a cada seis meses.

*Thiago Suruagy é Administrador, analista da Unidade de Comércio e Serviço do Sebrae em Pernambuco.

Serviço:

Sebrae em Pernambuco

Central de relacionamento: 0800 570 0800

Saiba de 5 dicas para se ter um e-commerce de sucesso!

quinta-feira, 3 de maio, 2012

Foto: Fausto Muniz/Arquivo Sebrae

*Thiago Suruagy

Nos próximos 5 posts iremos orientar o empresário que deseja iniciar seu comércio eletrônico, mas ainda não sabe por onde começar e o que precisa analisar para se ter sucesso nesse segmento.

O mercado de e-commerce brasileiro cresceu em 2011 26% em relação ao ano anterior, fechando o balanço com faturamento anual de R$ 18,7 bilhões e 32 milhões de e-consumidores segundo pesquisa apresentada pela e-bit. Também foi observada maior inserção da classe C nesse mercado, representando 61% das pessoas que compraram pela primeira em 2010.

  • O primeiro passo muito importante é o Plano de Negócio. Antes de qualquer coisa, você precisa ter ideia do que se deseja vender através da internet e fazer uma pesquisa para analisar a viabilidade do investimento nesse segmento, unindo o mercado que deseja atuar com o comércio eletrônico.
  • Em seguida, no segundo post, será estudado sobre qual tipo de plataforma irá se adequar melhor ao seu modelo de negócio. Esse estudo aprofundado e a escolha certa irá evitar “dores de cabeça” a longo prazo.
  • O atendimento será focado no terceiro post, ponto interessante de se analisar. O fato da compra não ser realizada através de um vendedor “cara a cara” não quer dizer que a empresa não precise ter um relacionamento com o cliente, pelo contrário, para evitar que o cliente sinta essa impessoalidade na compra, é preciso investir nisso.
  • Para conquistar novos clientes e fidelizá-los é preciso ter uma estratégia de marketing digital bem estruturada. Como fazer isso? Esse será nosso tema no quarto post.
  • Por fim, iremos abordar o processo logístico, um dos principais gargalos do comércio eletrônico nacional. O espaço está aberto para que possamos discutir e trocar opiniões.

*Thiago Suruagy é Administrador, analista da Unidade de Comércio e Serviço do Sebrae em Pernambuco.

Quais os tipos de negócios na web?

quarta-feira, 24 de agosto, 2011

 

negócios na web

Janete Lopes

*Conceição Moraes

Há várias ‘arquiteturas’ de modelos de negócios na internet. O pesquisador Timmers , desde 1998,  já citava os seguintes negócios: leilão eletrônico, plataformas colaborativas, correio eletrônico, comunidades virtuais, loja virtual, hospedagem de sites, intermediação financeira, certificação de notoriedade para serviços na internet, plataforma para agregar empresas ou canais promocionais, dentre outros negócios.

Com o passar do tempo, tem surgido com ênfase os modelos de negócios, como os citados pelo blogueiro Diego Remus, que proporciona a inovação de Startups (empresas recém-criadas), tais como: 

  • Modelo Afiliados e/ou de publicidade
  • Modelo Fremium e de assinatura
  • Modelo de bens virtuais

Modelo Afiliados e/ou de publicidade são negócios de baixo risco, que atuam na construção de estratégias e redirecionamento de tráfego (quantidade de pessoas visitantes) de acesso para sites de comércio eletrônico. O ganho advém da comissão da venda, de cliques de acesso e/ou da simples cessão de espaço para divulgação.

Modelo Fremium e de assinatura são negócios que ofertam serviços básicos gratuitos e serviços avançados pagos. O objetivo é massificar a utilização dos serviços gratuitos, que podem desencadear a contratação de serviços mais avançados, tornando-se clientes pagantes com assinatura mensal ou anual. Como exemplo de sucesso, pode-ser observar a Skype, Linkedlm, Dropbox e outros.

Modelo de bens virtuais – têm surgido pela digitalização do consumo. O foco de atuação está na comercialização de bens para uso exclusivo na web, tendo como principal exemplo os jogos online. Essas empresas proporcionam o jogo gratuitamente e a possibilidade de gerar a experiência dos “cinco minutos perfeitos”, experiência que é conduzida para o espaço específico chamado landing Page. Nele, os jogadores registram e ativam seu usuário para comprar itens que vão alavancar suas metas no game.

A receita, nesse caso, advém das vendas de itens na langing Page. Outra opção, que é de baixa complexidade, é a comercialização de imagens diferenciadas, pequenos aplicativos para serem utilizados nos equipamentos mobile.

Há, é claro, o surgimento de negócios que contemplam ou tendem à integração de mais de um modelo desses citados. O mundo virtual é um ambiente que está em constante ebulição. Não existe receita pronta para ganhar dinheiro ou desenvolver negócios inusitados. Deve-se sempre observar as necessidades das pessoas na sociedade em que vivemos, para captar lacunas que poderão ser sanadas por soluções virtuais.

www.pe.sebrae.com.br

0800 570 0800

Twitter: @sebraepe

Facebook: Sebrae em Pernambuco

*Conceição Moraes é administradora de empresa, mestre em Gestão de Negócio. Analista de Orientação Empresarial do Sebrae  em Pernambuco.