Libertad ensina ao Sport o óbvio em uma Copa Sul-americana

Copa Sul-americana 2013, oitavas de final: Libertad 2 x 0 Sport. Foto: AFP PHOTO/NORBERTO DUARTE

Assunção – A preparação do Sport para o jogo no Paraguai não deveu a qualquer equipe do continente. Não condiz em nada com o status atual, na Série B. Ficou hospedado no melhor hotel da capital, treinou onde quis e jogou onde quis, pois apresentou uma queixa formal para modificar o estádio da partida. Parecia mesmo uma realidade paralela. Porém, a chance de transformar isso tudo em um contexto positivo para a segundona, vejam só, acabou quase dizimada ao relembrar os mesmos erros que assombram a equipe há bastante tempo, sob o comando de inúmeros técnicos.

A promessa era de um frio de 10 graus durante o confronto no estádio Feliciano Cáceres, abrindo as oitavas de final contra o Libertad. Até o termômetro foi camarada, com o clima um pouco melhor. Não dentro do campo. O time rubro-negro, com quatro zagueiros – entre eles, o intocável Tobi, mais avançado – entrou travado, nervoso, dando espaços nas laterais. Parecia sentir um clima que não era o presente. Não mesmo, pois nem havia a pressão das arquibancadas, pois apenas 3.181 pessoas foram ao jogo, com direito a cerca de 300 pernambucanos. E a “hinchada” paraguaia, numa ironia daquelas, ainda cantou a música Anunciação, de Alceu Valença.

Tudo convergia? Durou dez minutos. Marcelo Cordeiro, de forma primária, cedeu um escanteio, com o Leão já desatento no posicionamento. Na cobrança, após um rebote de Magrão, Gomez abriu o placar. Só aí veio o estalo, com o time passando a buscar mais um jogo.

Copa Sul-americana 2013, oitavas de final: Libertad 2 x 0 Sport. Foto: Jorge Adorno/Reuters

Coisas do futebol, e que jamais se aplicam numa disputa continental, na qual os árbitros não marcam qualquer falta, a maior queixa do visitante na noite. Até isso pode ser interpretado como falha, uma vez que não faltaram na preparação (lembra-se do início do texto?) vídeos e palestras explicando esse cenário.

Depois de perder duas chances, mais uma bobeira, agora iniciada do lado inverso, por Patric, em noite digna de bilhete azul. Apesar da boa estatura do jovem zagueiro Oswaldo – o mais dedicado em campo, ao lado de Lucas Lima -, Benitez subiu mais e cabeceou para as redes. Com o 2 x 0 no placar, a missão era trazer um golzinho para o Brasil. Mas veio a tarimba de um time com 14 participações na Libertadores e 9 na própria Sul-americana. Dosando o tempo, conversando bastante com o árbitro, provocando. Tudo dentro do script, sem surpresa alguma.

Imóvel na área técnica, Geninho parecia demorar a enxergar tudo isso, mesmo com os torcedores, do lado oposto, gritando até fazer eco no estádio. Não houve reação. A derrota complicou bastante o Sport na Copa Sul-americana e o passo seguinte do grupo foi desviar o foco para o Brasileiro, no discurso comum. Pelo visto, continuam sem entender o peso de uma participação assim. Isso, o Libertad está cansado de saber…

Copa Sul-americana 2013, oitavas de final: Libertad 2 x 0 Sport. Foto: Conmebol/site oficial

O ponto de corte alvirrubro em Santos

Série A 2013: Santos 1 x 1 Náutico. Foto: Léo Cittadini/Santos Futebol Clube

O segundo empate seguido do Náutico não pode sequer entrar numa conta de “evolução”, pois os resultados foram alcançados com times diferentes e técnicos diferentes. Ao torcedor timbu, neste momento, isso é o que menos importa. A situação na Série A já está definida, faltando 0,01% de ajuste matemático. Jogar pela dignidade, portanto, parece ser a meta possível até dezembro neste confuso Náutico, em polvorosa nos bastidores.

A partida na Vila Belmiro, adiada há tempos, aconteceu na noite desta quarta e o 1 x 1 por pouco não terminou em surpresa. Abrir o placar aos 37 minutos do segundo tempo e sofrer o empate dois minutos depois deixa o gosto amargo no alvirrubro, ainda mais porque a série de tropeços na elite chegou a 14 partidas seguidas, um recorde histórico do clube.

Contudo, trata-se de uma marca particular. O que não é o caso dos míseros 17 pontos obtidos pelo América de Natal nas 38 rodadas de 2007. Pois isso, o pontinho foi pra lá de importante. Ao Náutico, que hoje soma onze pontos, faltam mais sete para planejar de vez 2014.

Série A 2013: Santos 1 x 1 Náutico. Foto: Léo Cittadini/Santos Futebol Clube

Libertad x Sport, um duelo oficial até no Pro Evolution Soccer 2014

Game "Pro Evolution Soccer 2014", da Konami. Foto: Cassio Zirpoli/DP/D.A Press

Assunção – Mesmo na segunda divisão, o Sport foi mantido no popular game Pro Evolution Soccer 2014. O jogo recém-lançado no Brasil, no Playstation 3, traz o Rubro-negro e outros três clubes presentes na atual Série B, mas todos com contratos em vigência com a produtora Konami.

Tradicionalmente, a empresa lista apenas os times na elite nacional na temporada anterior ao ano do jogo. No novo PES já estava confirmado o Náutico. O Timbu, aliás, está estampado também na capa do jogo para o comércio brasileiro.

Game "Pro Evolution Soccer 2014", da Konami. Foto: Cassio Zirpoli/DP/D.A Press

Entre os demais latino-americanos, contudo, o game chegou uma semana antes. No Paraguai, já é exposto nas televisões de lojas especializadas do Shopping del Sol, na área nobre da capital.

Entre as várias ligas cadastradas, com mais de 600 equipes licenciadas, é possível realizar partidas que muitas vezes só são aconteceeriam na ficção dos videogames. Nesta quarta, o duelo Libertad x Sport deixa de ser uma dessas partidas…

Game "Pro Evolution Soccer 2014", da Konami. Foto: Cassio Zirpoli/DP/D.A Press

Revista oficial do Sport é lançada no hotel oficial do futebol sul-americano

Lançamento da revista oficial do Sport em 2013, na cidade de Luque, no Paraguai. Foto: Joaquim Costa/divulgação

Assunção – A passagem no Paraguai, no coração da direção da Conmebol, motivou o Sport ao lançamento da primeira edição de sua revista oficial. O produto de 60 páginas chega ao mercado com reportagens em português e espanhol. Serão dez mil exemplares ao custo de R$ 10, ou metade do preço para os sócios do clube, hoje com vinte mil no quadro. É possível conferir a revista produzida pelo Grupo Torcida na versão flip aqui.

O lançamento, com o goleiro Magrão no estande, não poderia ser mais oportuno, na véspera de um confronto pela Copa Sul-americana. O fato de o adversário ser o Libertad ajudou nesta empreitada, pois a hospedagem em Luque coincidiu com o evento, realizado no Hotel Bourbon Conmebol. Sim, a relação do nome é direta. O hotel cinco estrelas inaugurado em 1º maio de 2011 faz parte do complexo da entidade. A sede da confederação, aliás, fica bem em frente.

Hotel Bourbon Conmebol, no Paraguai. Foto: Cassio Zirpoli/DP/D.A Press

Uma das particulares do hotel é a nomeação de salões com torneios, como Copa América e Libertadores. Entre os hóspedes, é comum a presença de dirigentes de clubes e federações de todo o continente, além de atletas em trânsito no Paraguai, sede de competições de base. No momento do lançamento, por exemplo, o saguão contava com meninas do Sub 17, participantes do Sul-americano da categoria.

Neste cenário puramente futebolístico, o lançamento da nova revista rubro-negra, bimensal, foi uma boa jogada de marketing…

Hotel Bourbon Conmebol, no Paraguai. Foto: Cassio Zirpoli/DP/D.A Press

Arquibancadas batizadas no Feliciano Cáceres, um estádio para três torcidas

Estádio Feliciano Cáceres, em Luque, no Paraguai. Foto: Cassio Zirpoli/DP/D.A Press

Assunção – A 20 quilômetros do centro de Assunção, a casa do Sportivo Luqueño é relativamente nova. No lugar de um palco velho e acanhado, o estádio foi erguido em 1999, com o objetivo de receber seis partidas da Copa América daquele ano, a primeira em solo paraguaio na história. Foi lá que o argentino Martín Palermo perdeu três pênaltis contra a Colômbia, na derrota dos hermanos por 3 x 0. Com capacidade para 26 mil torcedores, o Estádio Feliciano Cáceres fica na região central de Luque, na região metropolitana de Assunção.

A estrutura é bem semelhante ao dos grandes “alçapões” nos países vizinhos, com torcida bem próxima ao campo, alambrados enormes e estrutura mediana. Sim, apesar dos 14 anos, ainda há corredores inacabados no Feliciano. O estado do gramado pode até enganar na transmissão pela tevê. O piso é duro e irregular, onde o Sportivo Luqueño costuma ser um dos principais adversários do trio Olimpia, Cerro Porteño e Libertad fora da capital.

Estádio Feliciano Cáceres, em Luque, no Paraguai. Foto: Cassio Zirpoli/DP/D.A Press

Não por acaso, tem três títulos nacionais. As conquistas são devidamente lembradas nas arquibancadas. Nas “graderias”,  como são chamados os setores, há a geral Campeones año 1951-1953″, uma outra pintada com a frase “Campeones Apertura 2007”. Há até uma lembrança em uma graderia para Nicolás Leoz, o paraguaio que presidiu a Conmebol de 1986 a 2013.

A torcida  local, que leva casas próximas a terem as fachadas nas cores amarelo e azul, se faz presente em qualquer situação no estádio. Inclusive quando o time não está presente. Nesta quarta, no jogo entre Libertad e Sport, uma parte da arquibancada será destinada somente para os “hinchas” do Sportivo Luqueño, por 5 guaranis, ou R$ 2,60. A torcida, segundo a imprensa local, será neutra. A intenção é continuar presente nas graderias do Feliciano Cáceres…

Estádio Feliciano Cáceres, em Luque, no Paraguai. Foto: Cassio Zirpoli/DP/D.A Press

A camisa do Libertad vale ingresso, mas não é tão fácil achá-la

Venda de camisas da seleção paraguaia, Olimpia e Cerro Porteño, no centro de Assunção, no Paraguai. Foto: Cassio Zirpoli/DP/D.A Press

Assunção – Sem surpresa, o Sport ainda é um desconhecido no Paraguai. Nunca atuou no país e a sua única ligação com o futebol local são dois amistosos contra o Cerro Porteño, em 1996 e 1997, ambos no Brasil e com vitória rubro-negra por 2 x 0. Contudo, a impressão é de que o Libertad, adversário nas oitavas de final da Copa Sul-americana, tem mais prestígio com os brasileiros do que com os próprios paraguaios.

Talvez por estar quase sempre presente na Libertadores e na própria Sul-americana. No cenário local, apesar da maioria dos títulos nacionais na última década, o apelo popular é pequeno. Em uma caminhada pelo centro político e econômico da cidade não é fácil encontrar algo que remeta ao Guma, como é conhecido do “time do presidente”.

Na Plaza de la Libertad, apesar do nome, não havia nenhuma camisa ou bandeira do time à venda. Já os tradicionais rivais, Olimpia e Cerro Porteño, dominam o cenário . Os uniformes dos clubes e da seleção paraguaia dividiam o espaço nos varais em frente ao Banco Nacional. A camisa grande sai por 40 guaranis (Gr$), ou 21 reais.

Copos de clubes paraguaios. Foto: Cassio Zirpoli/DP/D.A Press

A vendedora foi suscinta sobre a falta de camisas do Libertad. “Tem pouca gente interessada, então não tem para quer tomar o espaço”. Segundo ela, para encontrar, teria que “andar muito”. De fato, no caminho até o hotel, o único produto sobre o clube foi um copo de vidro, bem escondido.

Esse cenário explica de certa forma as promoções do Libertad para o confronto contra o Leão, no estádio Feliciano Cáceres. Com a partida a 20 quilômetros do centro de Assunção, a torcida do mandante deve ser ainda menor. Ou pelo menos seria, pois sócio não pagará e nem mesmo quem for com a camisa oficial. Os demais pagarão Gr$ 5, ou R$ 2,60. Enquanto isso, a torcida do Sport terá que desembolsar 100 guaranis para ficar na arquibancada (R$ 52)..

Vale ressaltar que camisa do Sport não terá direito a qualquer desconto…

Bandeiras de Olimpia e Cerro Porteño, em Assunção. Foto: Cassio Zirpoli/DP/D.A Press

Enfim, a compreensão na Ilha sobre a participação internacional

Geninho dá entrevista a canal de TV do Paraguai. Foto: Álvaro Claudino/Sport

Assunção – Desde que a vaga na Copa Sul-americana de 2013 caiu no colo do Sport, após uma incrível combinação de resultados durante sete meses, o discurso sobre a participação leonina sempre foi um tanto dúbio. A presença no torneio internacional atrapalharia o foco na Série B?

A pergunta foi a base de todos os discursos ensaiados para a possível escalação de um time misto. Na opinião do blog, um erro. A participação em competições continentais é rara no futebol pernambucano. O Leão está apenas em sua terceira, com duas Libertadores e uma Sul-americana. O Náutico esteve em uma Libertadores e numa Sul-americana. Já o Santa Cruz ainda nem teve o gostinho.

Portanto, qualquer tentativa de desvalorizar o torneio não soa tão inteligente. Até porque o quase ineditismo desperta interesse de torcedores, imprensa e dos próprios atletas.

Recém-chegado à Ilha do Retiro, Geninho – já assediado pela imprensa paraguaia – parece ter compreendido a dimensão da Sula. Em uma rápida entrevista ao blog, na noite desta segunda, no hotel Bourbon Conmebol, em Luque, o técnico foi categórico sobre o assunto.

Foco internacional
“Agora que nós chegamos aqui (no Paraguai), não tem outro pensamento. Nós vamos entrar com tudo. Poderíamos estar descansado, como o Bragantino (próximo adversário na Série B, sábado), mas temos que assimilar as duas competições, importantes, para ganhar o torcedor. E na Sul-americana, temos que fazer um resultado aqui para poder matar lá na Ilha. Vamos jogar para fazer gols”.

Formação
“No treino no estádio (Feliciano Cáceres, palco da partida), teremos já teremos uma definição. O Vinícius Simon está se recupando de dores na perna. Se melhorar, vai para o jogo. Se não tivermos problemas com lesão, o grupo já saberá a formação na terça”.

Libertad
“Mais do que qualquer preocupação com a pressão da torcida deles, a minha preocupação é com o time deles. Eles atuam com força, com duas linhas de quatro jogadores (4-4-2), usando bem a lateral-direita e a bola parada. Precisamos ter mais atenção nesses pontos, para que o nosso time, que fez a sua melhor partida no sábado (apesar da derrota para o Palmeiras), siga evoluindo”.

Independentemente do resultado nas oitavas, a participação dará mais cancha ao Sport. Como deu ao Náutico na primeira fase. E assim os times vão entrando em um novo patamar, até então inalcançável…

Primeiro treino leonino em frente à sede da Conmebol

Sport em Assunção, treinando para as oitavas de final da Copa Sul-americana 2013. Foto: Álvaro Claudino/Sport

Assunção – Em 25 de novembro de 2008, uma delegação rubro-negra formada por dirigentes desembarcou de forma oficial no Paraguai pela primeira vez. O objetivo na ocasião foi o sorteio para a Taça Libertadores do ano seguinte.

O evento aconteceu na sede da Conmebol, a três quilômetros do aeroporto da capital paraguaia. Naquela competição, a presença leonina no país ficou nisso. Quase cinco anos depois, no segundo torneio mais importante da entidade, o Rubro-negro volta à cidade, num clima frio, mas desta vez disposto a jogar em solo guarani.

Neste 23 de setembro, o Sport treinou pela primeira vez no país visando o primeiro jogo das oitavas de final da Copa Sul-americana. O cenário do treino deixa clara íntima ligação do Libertad, o futuro adversário, com a confederação.

Além de ter como torcedor símbolo Nicolás Leoz, que presidiu a Conmebol de 1986 a 2013, o centro de treinamento da equipe fica em frente ao imponente prédio da confederação, ladeado pelo museu do futebol sul-americano. Completando o complexo, o hotel oficial, o Bourbon Conmebol.

Para se acostumar aos campeonatos continentais, nada melhor que uma boa impressão logo em frente à confederação…

Agora sim, o Botafogo certo na manchete paraibana

Capas do Correio da Paraíba, de João Pessoa

A influência dos clubes de futebol do Rio de Janeiro é enorme na Paraíba. A ponto de atrapalhar o desenvolvimento dos times locais, limitando o tamanho das torcidas.

O Flamengo, clube de maior torcida no estado vizinho, volta e meia ocupa as manchetes paraibanas. Internet, impresso, televisão.

Vasco, Fluminense e Botafogo também têm espaço. A disputa para Botafogo, em João Pessoa, Treze e Campinense, ambos em Campina Grande, torna-se acirrada.

Em 19 de agosto, por exemplo, o Correio da Paraíba trouxe a manchete de duplo sentido, “Botafogo na ponta”. Na verdade, o peso era mesmo para o alvinegro paraibano, líder na Série D, e o carioca na A.

Agora, em 23 de setembro, uma manchete exclusiva ao “Belo”, que conquistou o acesso à terceirona. E que esse destaque na imprensa se torne corriqueiro por lá, até porque o futebol paraibano está querendo reagir, com um 2013 já histórico.

Campinense, o campeão da Copa do Nordeste.
Botafogo, garantido na Série C de 2014.
Treze, líder da terceira divisão nacional.

Anvisa, a principal pista sobre uma nova invasão rubro-negra no exterior

Escritório da Anvisa no Aeroporto Internacional dos Guararapes. Foto: Cassio Zirpoli/DP/D.A Press

Em 2009, quando voltou a jogar oficialmente no exterior após 21 anos, o Sport levou uma numerosa torcida ao Chile. Na estreia do clube na Libertadores daquele ano, 1.800 rubro-negros foram ao estádio David Arellano, do Colo Colo.

Quatro ano depois, uma nova participação em solo estrangeiro, agora pela Copa Sul-americana. Pelo momento do time, a expectativa de público é bem menor. Contudo, a procura para o Paraguai surpreendeu…

Ainda não há qualquer contagem oficial do Leão sobre o número de torcedores que irão a Assunção. A principal pista vem do escritório da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, no Aeroporto Internacional dos Guararapes.

É lá onde é oficializada a carteira com a vacina contra febre amarela, uma exigência para viagens ao Paraguai. Ao blog, atendentes da Anvisa disseram que pelo menos três excursões, com 50 pessoas, já fizeram o cadastro. Um dos grupos irá viajar de ônibus, com 3.788 quilômetros de estrada (veja aqui).

Entre 200 e 300 torcedores? Saberemos nesta quarta. Já não há mais vagas nos voos São Paulo/Assunção nos dois dias que antecedem a Libertad x Sport.