Libertadores e Copa Sul-Americana com jogos de janeiro a dezembro de 2018

Taça Libertadores e Copa Sul-Americana; Crédito: Conmebol/site oficial

A Conmebol divulgou os calendários, fase por fase, da Libertadores e da Sul-Americana de 2018, com jogos já em 22 de janeiro, pela Pré-Libertadores, seguindo até 12 de dezembro, na decisão da Sula. A agenda precisou acomodar os dois torneios e ainda liberar datas para as confederações nacionais, fora as quatro paradas para os amistosos das seleções, sempre com dois jogos, e, sobretudo, o período para a Copa do Mundo na Rússia.

De forma simultânea, as copas internacionais vão ocorrer de fevereiro a novembro, repetindo o formato adotado em 2017. Entretanto, apesar do cronograma oficial, há uma data “pendente”. A entidade ainda estuda a mudança da final da Liberta para “jogo único”, que seria realizado em 1º de dezembro, num sábado, em vez de 7 e 28 de novembro, duas quartas-feiras.

Imitação da Champions League? Na América do Sul o cenário não parece propício, primeiro pela quebra da tradição histórica do torneio, e também devido às distâncias maiores e à pior infraestrutura de transporte.

Vale lembrar que o Brasil tem 7 vagas na Libertadores (Série A, do 1º ao 6º, e Copa do Brasil, com o campeão Cruzeiro) e 6 na Sul-Americana (Série A, do 7º ao 12º), fora as vagas extras em caso de títulos continentais na temporada vigente. Na Liberta, os brasileiros estreiam na 2ª fase, em 31 de janeiro. Na Sula, jogos a partir de 14 de fevereiro, com a 1ª fase até 9 de maio!

Com a divulgação deste calendário, a direção de competições da CBF deve se apressar em formular o cronograma do país para 2018. Depois, será a vez da FPF, com um novo formato do Campeonato Pernambucano

Participações pernambucanas na Conmebol
Liberta: Sport (1988 e 2009) e Náutico (1968)
Sula: Sport (2013, 2014, 2015, 2016 e 2017), Náutico (2013) e Santa (2016)

O calendário oficial da Conmebol para 2018. Crédito: Conmebol/site oficial

2 thoughts on “Libertadores e Copa Sul-Americana com jogos de janeiro a dezembro de 2018

  1. Já que a vaca está indo mesmo pro brejo se sou o presidente do Náutico e a sua Diretoria apelava para uma cartada final. Só um lance imprevisível, uma cartada fora do normal, uma decisão ousadíssima poderia quem sabe reverter a atual situação. Qual seria essa solução quiça salvadora?
    1-Demitiria imediatamente Roberto Fernandes.
    2- Criaria uma comissão técnica formada por 3 ou 4 jogadores escolhidos pelo plantel.
    3- Nomearia um Jogador-Técnico nessa comissão escolhido pelo grupo.
    Isso já foi feito no passado se não me engano na década de 60 quando o jogador Ênio Andrade era o técnico e jogador do time.
    Quem sabe o time assim não se une e os resultados começam a aparecer?

  2. Quando treinador começa recomendar a contratação de psicólogo é sinal que está pedindo para cair fora, reconhecendo disfarçadamente sua incompetência. Pedir psicólogo é uma desculpa esfarrapada que joga sobre os ombros dos jogadores que se matam em campo a culpa pelas derrotas. Roberto Fernandes foi a cereja que faltava ao bolo do Náutico para levá-lo ao rebaixamento. Daqui pra frente se não for demitido fará tudo para sair, pois sabe que não tem a confiança do time e que a vaca foi pro brejo e ele não quer ir junto.

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