Muda a cor dessa medalha, Brasil

Será que agora vai, Brasil?

Diego lutando contra a Bélgica. Será que agora vai, Brasil? Crédito: CBFNews

Hernanes, o segundo pernambucano a estrear nas Olimpíadas de 2008, decidiu a sorte do Brasil na abertura do torneio masculino de futebol. O meia do São Paulo marcou o único gol da partida contra a Bélgica, nesta manhã, em Shenyang. Com o empate por 1 x 1 entre Nova Zelândia e China, a Seleção já lidera o Grupo C, e enfrentará os neozelandeses no domingo.

E assim começou mais uma empreitada olímpica da Canarinha, que tentou o ouro pela primeira vez em 1952, na Finlândia. A derrota para a então Alemanha Ocidental por 4 x 2, nas quartas-de-final, foi a primeira das muitas decepções nos Jogos Olímpicos. Até hoje, os melhores resultados foram duas medalhas de prata. Confira abaixo as fichas das finais de 1984 e 1988.

1984 – França 2 x 0 Brasil

Data: 11 de agosto. Local: Los Angeles (EUA). Árbitro Keizer (Holanda). Gols: Brisson aos 10 e Xuereb aos 17 do 2° tempo. Público: 101.000

França:  Rust; Ayache, Bibard, Jeannol e Zanon; Lemoult, Rohr e Lacombe; Bijotat, Xuereb (Cubaynes) e Brisson (Garande)
Brasil: Gilmar; Ronaldo, Pinga, Mauro Galvão e André Luís; Ademir, Dunga e Gilmar; Tonho (Milton Cruz), Kita (Chicõ) e Silvinho

1988 – União Soviética 2 x 1 Brasil

Data: 1° de outubro. Local: Seul (Coréia do Sul). Árbitro: Gerard Bignet (França). Gols: Romário, aos 30 do 1°; Dobrovolski, aos 16 do 2° e Savichev aos 13 do 1° tempo da prorrogação. Público: 75.000

União Soviética: Kharin; Ketashvili, Yarovenko, Gorlukovich e Losev; Kuznetsov, Dobrovolski, Mikhailichenko e Tatarchuk; Liuti (Skliyarov) e Narbekovas (Savichev)
Brasil: Taffarel; Luis Carlos, Aloisio, Andre Cruz e Jorginho; Andrade, Milton e Neto (Edmar); Careca, Bebeto (Joao Paulo) d Romario

Fair Play rubro-negro

Jogo limpo, um dos lemas da Fifa

Jogo limpo, um dos lemas da Fifa

O futebol moderno prioriza bastante a marcação. Com isso, é muito raro uma equipe terminar uma partida sem receber um cartãozinho amarelo. Para se ter uma idéia, o Vitória é o time que menos cometeu faltas na Série A até o momento (273). Como jogou 17 vezes, a média é de 16 “lapadas” por jogo. Se dos 20 times do campeonato o que bate menos comete 16 infrações a cada 90 minutos, então sair sem cartão é quase impossível.

Pois bem… O Sport conseguiu ir além dessa marca. O Rubro-negro chegou a 180 minutos sem punição alguma. O time saiu zerado de campo na derrota por 2 x 1 contra o Atlético-MG, no domindo, e na vitória (importante) por 2 x 0 sobre a Portuguesa, na quarta. Jogo limpo. Perdeu sem bater e ganhou sem bater. Esse Fair Play, porém, não houve muito nas rodadas anteriores, já que o time segue como o 5° time com mais cartões amarelos até agora.

Cartões amarelos
1°) Santos – 63
5°) Sport – 54
16° ) Náutico – 44
20°) Atlético-MG – 40

Cartões vermelhos
1°)  Inter e Palmeiras - 6
17°) Sport – 2
17°) Náutico – 2
20°) Grêmio – 1

Dados: globo.com

Lá vem o Timbu descendo a ladeira…

Estamos entrando na época olímpica, recheada de quebra de recordes. O Náutico parece estar querendo seguir o espírito, mas na contramão. O Alvirrubro perdeu do Atlético-PR por 2 x 0 e chegou à sua 5ª derrota seguida. Já são 8 partidas de jejum. Nas duas situações o Timbu está a apenas um jogo de igualar os seus recordes, ambos negativos. Espero que o Náutico não alcance marca alguma contra o Santos, no próximo domingo, nos Aflitos.

Tem mais (é claro que tem…). O Furacão era o time que estava há mais tempo sem vencer o Náutico em jogos válidos pelo Campeonato Brasileiro da Série A. Eram três partidas de tabu. Antes da vitória na Arena da Baixada, na noite desta quarta, o último triunfo paranaense havia sido em 3 de abril de 1991, por 3 x 0.

“Recordes” alvirrubros na Série A

Maiores jejuns
9 partidas
1992, com os técnicos Zé Mario (5 partidas) e Charles Muniz (4)
1994, com os técnicos Osires Paiva (3) e Mário Juliato (6)

Maior série de derrotas
6 partidas
1975, com o técnico Orlando Fantoni

Wellington, a maior venda da história do Náutico

O homem de R$ 15 milhões

O homem de R$ 15 milhões

A ida do atacante Wellington para o TSG 1899 Hoffenheim – concretizada nesta quarta - foi simplesmente a maior venda da história do Náutico, desde a implantação do Plano Real, em 1994. O Alvirrubro embolsou R$ 1milhão na negociação, que foi mediada pelo Internacional, que por sua vez tinha 32% dos direitos federativos do Tanque, de apenas 20 anos.

O valor total foi de inacreditáveis R$ 15.625.000, e olhe que o TSG estava na Segunda Divisão na temporada 2007/2008 do Campeonato Alemão (quando terminou campeão). O valor do Alvirrubro corresponde a 20% da parte que cabe ao Inter. Boa sorte na Europa, Wellington. E com certeza os alvirrubros estão felizes. Podem ter perdido um bom centroavante, mas o clube ganhou fôlego financeiro.

Maiores vendas do futebol pernambucano
(Valores em Reais, em vigor desde 1994)

3.500.000 – Jackson (meia), do Sport para o Palmeiras, em 1998
2.200.000 – Bosco (goleiro), do Sport para o Cruzeiro, em 1999
1.800.000 – Fumagalli (meia), do Sport para o Al-Rayyan (Catar), em 2007
1.750.000 – Leonardo (atacante), do Sport para o Cruzeiro, em 2001
1.500.000 – Juninho Pernambucano (meia), do Sport para o Vasco, em 1995
1.500.000 – Juninho Petrolina (meia), do Sport para o Atlético-MG, em 1998
1.500.000 – Cleber Santana (meia), do Sport para o Vitória/BA, em 2004
1.300.000 – Pantera (atacante), do Santa Cruz para o Compostela (Espanha), em 1996
1.300.000 – Chiquinho (meia), do Sport para o Vitória/BA, em 1997
1.200.000 – Carlinhos Bala (atacante), do Santa Cruz para o Cruzeiro, em 2006
1.000.000 – Russo (lateral-direito), do Sport para o Vitória/BA, em 1997
1.000.000 – Edson (lateral-esquerdo), do Sport para o Corinthians, em 2000
1.000.000 – Grafite (atacante), do Santa Cruz para o Grêmio, em 2001
1.000.000  – Wellington (atacante), do Náutico para o TSG Hoffenheim, em 2008
800.000 – Ailton (meia), do Náutico para o São Paulo, em 2002

Obs. Nos valores acima estão contabilizadas as partes quitadas em empréstimos de outros jogadores. Juninho Petrolina, por exemplo, chegou a ser reemprestado ao Sport como parte do pagamento de sua própria venda.

Romerito longe da Libertadores 2009

Saiu faz tempo, mas ainda é o artilheiro

Saiu faz tempo, mas ainda é o artilheiro do Sport em 2008. Foto: Ricardo Fernandes/DP

A provável transferência do meia Romerito para o futebol árabe irá encerrar de forma triste para a torcida rubro-negra o sonho de ver um meio-campo formado pelo hoje jogador do Goiás e por Fumagalli, na disputa da Taça Libertadores do ano que vem. O ainda ídolo leonino recebeu uma proposta milionária de um clube do Catar (curiosamente, o mesmo destino de Fumagalli em 2007). O clube estaria disposto a pagar ao Goiás a multa rescisória do jogador, que é de R$ 1,5 milhão.

É impossível não lembrar que o Sport teve a chance de pagar R$ 400 mil, ainda durante a Copa do Brasil, para ficar com o atleta até o final do ano, já com um acerto previsto para 2009. Muito se falou, porém, de um pré-contrato assinado entre o Rubro-negro e o meia, mas nem isso existe, como o próprio Romerito revelou em entrevista ao repórter Marcel Tito, do Diario de Pernambuco.

Assim, a barganha dos dirigentes do Sport acabou não dando certo. Longe disso. Tão longe quanto o novo destino de Romerito, que – para deixar claro a sua importância no Sport – ainda é o artilheiro do Leão na temporada, com 15 gols em 31 jogos. Fez falta na reta final da Copa do Brasil – apesar do título sensacional dos rubro-negros -, e faz ainda mais agora, na dura Série A.

Link da reportagem sobre a transferência de Romerito: http://www.esmeraldino.com.br/conteudo.php?ver=noticia&idnot=4779

Série C é pequena demais para o Santa

A maior da Série C

A maior da Série C

A Confederação Brasileira de Futebol atualizou as estatísticas de público do Campeonato Brasileiro da Série C, e os dados mostram o quanto é pequena a competição para o Santa Cruz. O time pernambucano é o líder disparado em público pagante (como já se esperava, que fique claro). O Mais Querido tem uma média de 20.769 torcedores em quatro jogos realizados no Arruda. E olhe que o segundo lugar é do já eliminado Central (aliás, que decepção, Patativa…), com 8.942 pessoas, em média, nos três jogos realizados no Lacerdão.

Alguém pode argumentar, porém, que, assim como Sport e Náutico na Série A, o Santa conta com 15 mil bilhetes da promoção Todos com a Nota em casa, o que faz subir a sua média de maneira impressionante. Mas mesmo assim, os 5.769 torcedores restantes já seriam suficientes para deixar o clube na 3ª posição geral (considerando que o Central também perderia os 7 mil ingressos promocionais).

A verdade é que a Série C tem públicos ridículos, e, inchada com 63 times em 2008, tem uma média de apenas 2.421 almas por jogo (em 198 partidas contabilizadas). Ou seja, se não fosse o Santa Cruz, o índice cairia para 2.149 testemunhas. Essa redução para 20 clubes na Terceirona em 2009 foi uma idéia mais do que providencial.

Que sirva como aprendizado para o Santa essa participação (uma mancha, na verdade) na Terceirona, porque a torcida tricolor não merece ver um clube com tanta tradição perdido num mar de jogos ruins.

PS. O Santa tem direito a 30 mil ingressos do TCN por jogo, mas só está disponibilizando a metade porque o Arruda está interditado.

Top 10 em público na Série C

1°) 20.769 – Santa Cruz (4 jogos)
2°) 8.942 – Central (3)
3°) 8.903 – Remo/PA (4)
4°) 8.207 – Campinense/PB (3)
5°) 6.575 – Paysandu/PA (4)
6°) 5.573 – Guarani/SP (4)
7°) 4.193 – Confiança/SE (4)
8°) 3.858 – Sampaio Correa/MA
9°) 3.589 – Sergipe/SE (3)
10°) 3.542 – Vitória da Conquista (3)

Dinastia Marta

Logotipo dos Jogos Olímpicos de 2008

Logotipo dos Jogos Olímpicos de 2008

Ainda faltam dois dias para a cerimônia de abertura, mas o Brasil já irá estrear nas Olimpíadas de Beijing às 6h desta quarta-feira. O time da super-craque Marta (que joga demais, mesmo) terá de cara a Alemanha, atual campeã mundial. Será um repeteco da decisão do Mundial de 2007, também realizado na China. Naquela final, em 30 de setembro, as germânicas venceram por 2 x 0 em Xangai. Prinz, a ‘Marta’ européia (sem os dribles), e Laudehr fizeram os gols do título.

Hoje, o jogo será disputado em Shenyang, na abertura do Grupo F das Olimpíadas, que conta ainda com Nigéria e Coréia do Norte. O Brasil, que é também o atual vice-campeão olímpico, tem uma chance enorme de ”medalhar” novamente. É uma seleção para torcer com gosto. E que tem na alagoana Marta – que com apenas 22 anos já foi eleita duas vezes pela Fifa como a melhor do mundo – o seu maior expoente. A Seleção tem tudo para ter pelo menos mais 10 anos da Dinastia Marta.

No banco de reservas estará Bárbara, primeira representante de Pernambuco a começar o ciclo olímpico de 2008. Há bastante tempo que a goleira do Sport busca uma chance no time titular. Ao todo, serão oito pernambucanos em Beijing, digo, Pequim… Mas o jogo de hoje é Shenyang… Enfim, é na China!

Pódios do torneio feminino de futebol

1996 (Atlanta, EUA)
Ouro – Estados Unidos
Prata – China
Bronze – Noruega

2000 (Sydney, Austrália)
Ouro – Noruega
Prata – Estados Unidos
Bronze – Alemanha

2004 (Atenas, Grécia)
Ouro – Estados Unidos
Prata – Brasil
Bronze – Alemanha

 

Sobre a dúvida asiática, vai aqui um bom texto sobre a diferença entre Pequim e Beijing: http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos/voz250420013.htm

Caso você tenha preguiça de clicar no link, adianto aqui: as duas formas são, obviamente, corretas.

Mas dizem que os chineses preferem Beijing. Eu só conheço um chinês (matemática esquisita, pois 20% da população mundial é chinesa), e nunca tirei essa dúvida com ele (Yuan).

Tricolores não podem parar

Estádio Amigão, em Campina Grande, dia 6 de julho. O calvário do Santa Cruz na Terceirona começou quando o relógio do árbitro baiano Carlos Nogueira marcou 16h00. Uma verdadeira multidão de tricolores havia invadido a cidade paraibana. O público oficial da partida foi de 10.737 pagantes, apesar de a crônica esportiva da Paraiba ter dito que a quantidade foi bem maior. Apesar do apoio maciço na arquibancada (cerca de 4,5 mil tricolores viajará até Campina Grande), o Santa acabou sendo derrotado pelo Campinense por 2 x 1.

O Santa Cruz voltará nesta quarta-feira, às 20h30, ao ponto de partida da árdua caminhada na Série C. e contra o mesmo Campinense. Outra mega-caravana coral vem sendo articulada, e essa nova presença da torcida será essencial para o Tricolor se recuperar do mau resultado da estréia na segunda fase (empate por 2 x 2 com o Salgueiro, no Arruda). Só fica o registro para que não se repitam os incidentes ocorridos na primeira rodada, quando torcedores do Santa Cruz e do Campinense brigaram fora do estádio e até no centro da cidade. Uma ação mais eficaz das Polícias Rodoviária e Militar será necessária.

Faça a sua parte no Amigão, torcida coral. Repita a mesma festa que coloriu de vermelho, preto e branco o Amigão.

Será que o setor destinado aos tricolores ficará novamente como no vídeo abaixo?

Escudos acompanham a moda

Evolução dos escudos dos três grandes do Recife

  Apesar de os escudos serem considerados um dos mais tradicionais símbolos dos clubes de futebol, Sport e Náutico fizeram mudanças em seus distintivos neste ano. A mais recente foi feita pelo Náutico, que adotou o seu 5° escudo desde a fundação do clube em 1901, e colocou uma estrela alusiva ao título de campeão pernambucano no ano do seu centenário, em 2001. A modernização do emblema – que ficou ainda mais vermelho – foi uma ação do departamento de marketing do clube. Por mais que modificações assim deixem alguns torcedores indignados, por “ferir a tradição”, a verdade é que essas mudanças são até comuns mundo da bola, ao adequar o uniforme ao avanço da moda.

O novo emblema alvirrubro foi, na verdade, uma introdução ao escudo definitivo, que será estampado na camisa timbu apenas em 2010. Nesse caso, o nome “Náutico” não ficará mais grafado. No Brasil, poucos clubes também colocam as suas estrelas dentro do escudo, assim como o Timbu, cujo escudo anterior estava em vigor desde 1995. O Palmeiras, por exemplo, possui oito. Mas ao contrário da grande maioria dos times, elas não representam títulos, mas sim o mês de agosto, data de fundação do Verdão.

Há pouco mais de um mês, que fez o mesmo Sport. Após o título da Copa do Brasil, a diretoria do Leão realizou uma série de discussões apenas para analisar a inclusão de mais uma estrela. E olhe que esse ‘detalhe’ rendeu muita polêmica. Azul, Verde, embaixo do escudo, em cima. O que não faltou foi especulação para uma mudança tão pequena. Assim como na moda, também há espaço para mau gosto.

Mas no final, a escolha foi pela colocação de mais uma estrela dourada, assim como a que representa o título brasileiro de 1987 (do lado esquerdo), deixando o escudo sóbrio (ainda bem). Com isso, a prateada (Série B de 1990) foi centralizada e reduzida. O modelo passou pelo crivo do Conselho Deliberativo do clube na última semana, e foi aprovado, como revelou o presidente do órgão, Adalberto Guerra.

Segundo o dirigente, uma nova ‘mudança’ poderá acontecer em 2009. “Essa mudança vai ser temporária, porque no ano que vem colocaremos quatro estrelas no escudo!”, disse Adalberto, que descartou o Brasileirão 2008 sem perceber. Na década passada, a mudança mais significativa havia sido no contorno do escudo, quando a diretoria do Rubro-negro eliminou a cor amarela, que vigorou desde os anos 50.

Já a última mudança do Santa Cruz foi início desta década, quando os tricolores passaram a ostentar os seus principais títulos. Nada menos que oito estrelas, recorde em Pernambuco, com destaque para o ainda insuperável tri-supercampeonato pernambucano, conquistado em 1957, 1976 e 1983. Também foi adicionado, assim como o Náutico, o ano de fundação do clube (1914). Já nos anos 80, o escudo tinha o modelo idêntico, mas com traços mais rebuscados.

Nos anos 60/70, o escudo coral era o que mais sofria diferença ao ser bordado. O modelo acabava ficando muito diferente do distintivo oficial. Havia até mesmo confusão sobre a disposição das cores vermelha e preta. Como pode ser visto no gráfico, era comum o vermelho ficar do lado esquerdo, do lado errado pelo que preza o estatuto atual. O contorno amarelo também chegou a ser utilizado.

Significado das estrelas

Sport (3 estrelas acima do escudo)
2 douradas – Campeonato Brasileiro de 1987 e Copa do Brasil de 2008
1 prateada – Campeonato Brasileiro da Série B de 1990

Náutico (7 estrelas dentro do escudo)
6 vermelhas – Hexacampeonato pernambucano, de 1963 até 1968
1 branca – Campeão do centenário em 2001

Santa Cruz (3 estrelas em cima do escudo e 5 abaixo)
Estrelas branca, preta e vermelha – Tri-supercampeonato estadual (1957, 1976 e 1983)
5 douradas – Pentacampeonato pernambucano, de 1969 até 1973

Ilha precisa voltar a ferver

Após perder 3 posições na classificação do Brasileiro (agora é o 10° lugar), o Sport tentará voltar vencer na Ilha do Retiro nesta quarta-feira, diante da Portuguesa. Para este jogo, os torcedores já preparam a volta do “espírito da Copa do Brasil”, com sinalizadores nas arquibancadas. Um colorido especial, que deixa o estádio com uma cara de ‘caldeirão’ mesmo, e a pressão acaba aumentando. Mas essa aura precisa ser assimilada pelo time rubro-negro também. Se na Copa do Brasil foram 6 vitórias avassaladoras em 6 jogos, o desempenho no Brasileiro vem deixando a desejar.

O Leão é apenas o 11° melhor mandante, com 17 pontos conquistados no estádio Adelmar da Costa Carvalho. Posição abaixo da média histórica do time, que sempre conquistou a grande maioria dos seus pontos em casa. Com 70,8% de aproveitamento (até razoável), o Sport está bem atrás do líder Palmeiras, que tem 91,7%. Mas para manter o time no pelotão da cima, a torcida rubro-negra deverá se apresentar mais um vez, com muito barulho e energia positiva. Já a situação do Náutico preocupa ainda mais, pois o Timbu está em 15° neste quesito, com 51,9% (um índice que seria aceitável na competição apenas somando os jogos como mandante e visitante). O Alvirrubro, aliás, perdeu os dois últimos jogos nos Aflitos, ambos por 2 x 1, para Coritiba e Figueirense.

Classificação dos mandantes na Série A

1° Palmeiras – 22 pontos / 8 jogos - (91,7%)
2° Cruzeiro – 22 / 9 (81,5%)
3° Vitória – 21 / 9 (77,8%)
4° Grêmio – 21 / 9 (77,8%)
5° São Paulo – 20 / 9 (74,1%)
6° Botafogo – 19 (79.2%)
7° Internacional – 19 / 8 (79,2%)
8° Atlético-MG – 18 / 8 (75%)
9° Vasco – 17 / 8 (70,8%)
10° Coritiba – 17 / 8 (70,8%)
11° Sport – 17 / 8 (70,8%)
12° Flamengo – 16 / 9 (59,3%)
13° Portuguesa – 16 / 9 (59,3%)
14° Figueirense – 15 / 8 (62,5%)
15° Náutico – 14 / 9 (51,9%)
16° Atlético-PR – 14 / 9 (51,9%)
17° Santos – 12 / 8 (50%)
18° Goiás – 12 / 8 (50%)
19° Ipatinga – 11 / 9 (40,7%)
20° Fluminense – 11 / 9 (40,7%)