O futebol-arte estava aqui

Juninho, iniciando a carreira no SportSport e São Paulo irão se enfrentar no domingo em um jogo que deverá marcar o maior público do Leão neste Brasileiro. São esperados cerca de 30 mil torcedores. Essa será a 39ª vez que os dois times irão se enfrentar (contabilizando todas as competições e amistosos). Já ocorreram grandes jogos, como a vitória rubro-negra por 4 x 3 em 2000, com um gol de Nildo nos instantes finais.

Mesma situação em 1998, quando o atacante Robson marcou aos 48 minutos do segundo tempo, incendiando os 48 mil presentes na Ilha. Mas de todas essas partidas, a fantástica goleada por 5 x 2, em 1994, é mesmo um marco na história do clube. O São Paulo tinha um timaço e havia vencido os dois últimos Mundiais Interclubes. Já o Sport realizava um bom Brasileirão, com uma safra ainda melhor de jovens jogadores, como Leonardo e Juninho Pernambucano.

E eles brilharam naquele 1º de novembro de 1994, quando 30 mil pessoas pagaram ingresso para ver uma das maiores exibições do Sport Club do Recife na última década. Os gols do Leão foram marcados por Fábio (2 vezes), Dedé (um golaço), Leonardo e Juninho (apontado pela imprensa na época como o melhor em campo). Descontaram para o adversário Axel e Caio.

Juninho, com 17 anos, já suando na IlhaCom apenas 19 anos, Juninho – hoje no Lyon, da França – já mostrava personalidade de gente grande. “Enfrentamos a melhor equipe do mundo, que é o São Paulo, e que tem jogadores do nível de Seleção Brasileira. Mas é sempre bom fazer os gols e aproveitar as oportunidades”, afirmou o eterno reizinho da Ilha, no final da partida.

Abaixo, veja os gols da partida, em uma matéria de Stênio José, hoje colunista do Diario de Pernambuco, mas que naquele ano trabalhava na Rede Globo.

Sport 5 x 2 São Paulo - 01/11/1994

Local: Ilha do Retiro. Árbitro: Dacildo Mourão. Gols: Dedé aos 8, Leonardo aos 28, Axel aos 44 e Fábio aos 45 do primeiro tempo; Fábio aos 11, Juninho aos 28 e Caio aos 38 do segundo tempo. Público: 30.249 pagantes
Sport: Jefferson; Givaldo, Adriano, Gilton e Dedé; Dário (Borçato), Chiquinho, Juninho e Zinho; Fábio (Wender) e Leonardo. Técnico: Givanildo Oliveira
São Paulo: Zetti; Cafu, Junior Baiano, Murilo (Ailton) e André Luiz, Doriva, Alemão, Axel e Palhinha (Toninho), Euller e Caio. Técnico: Telê Santana

Retrospecto geral - 38 jogos
8 vitórias do Sport
9 empates
21 vitórias do São Paulo

Últimos jogos na Ilha do Retiro:
1992 – Sport 0 x 0 São Paulo
1994 – Sport 5 x 2 São Paulo
1996 – Sport 2 x 1 São Paulo
1998 – Sport 1 x 0 São Paulo
2000 – Sport 4 x 3 São Paulo
2001 – Sport 1 x 0 São Paulo
2007 – Sport 1 x 2 São Paulo

Fotos: arquivo pessoal de Juninho

Se Conselho fosse bom…

Cobra-coralSobeR$ 1 milhão, o mínimo que o clube deverá receber somando a campanha Todos com a Nota do Pernambucano/2009 e a cota de televisionamento da competição
R$ 400 mil, o valor do ônibus Expresso Coral
R$ 35 mil, o possível valor da receita mensal do novo Conselho Deliberativo (que atualmente é de R$ 7 mil)
R$ 20 mil, a economia mensal com a volta da energia elétrica fornecida pela Celpe (ao invés do atual gerador)

DesceR$ 60 milhões, o total da dívida do Santa Cruz
R$ 2,5 milhões, dinheiro necessário, já nos primeiros meses da futura gestão Fernando Bezerra Coelho, para montagem do time e dívidas de curto prazo (como salários atrasados e dívidas com fornecedores)
R$ 70 mil, o orçamento da reforma do anel superior do Arruda, que segue a passos lentos

Formação do novo Conselho Deliberativo do Santa Cruz:

250 integrantes, sendo 75 beneméritos

Indicações para o Conselho

125 nomes – Fernando Bezerra Coelho
20 – Romerito Jatobá
10 – Fernando Veloso
10 – Fred Arruda
5 – Rui Monteiro
5 – Paulo Pereira

R$ 100, o valor da contribuição mensal no último biênio. O valor deverá subir para R$ 150 ou R$ 200.

Metas estabelecidas e cumpridas

A delegação brasileira que disputou as Paraolimpíadas de Beijing conseguiu cumprir todas as metas estabelecidas antes dos Jogos. Em relação à edição de 2004, em Atenas, o Brasil aumentou o número de medalhas de ouro, de prata e de bronze, e, conseqüentemente, o total de pódios (que cresceu espantosos 42,42%).

O último objetivo era terminar o quadro geral de medalhas entre os 10 primeiros. Faltando um dia para o encerramento das competições, o país estava em 11º. Mas os brasileiros ganharam mais 1 ouro, no futebol de 5 (para deficientes visuais), e pularam para 9º. O Brasil venceu a China na final por 2 x 1 (foto). Parabéns a todos os 188 brasileiros que representantam o país em 17 modalides nos Jogos.

Futebol de 5 do Brasil leva o ouro

Brasil nas Paraolimpíadas

2008 – 9º lugar (47 medalhas)

16 ouros
14 pratas
17 bronzes

2004 – 14º lugar (33 medalhas)

14 ouros
12 pratas
7 bronzes

Obs. A China, sede dos Jogos, ficou em 1º lugar, assim como nas Olimpíadas. Ao todo, os chineses ganharam 211 medalhas nas Paraolimpíadas (crescimento de 49% em relação a 2004), sendo 89 de ouro (41% a mais) , 70 de prata e 52 de bronze. Em 2004, quando eles também termineiro em primeiro, foram 141 medalhas, com 63 ouros, 46 pratas e 32 bronzes.

33 experiências

O sistema de pontos corridos – bastante popular na Europa – foi instituído no Campeonato Brasileiro em 2003. Desde então, 33 clubes já participaram de pelo menos uma edição da Série A. Vencedor dos últimos dois campeonatos, o São Paulo lidera com 415 pontos, com uma boa folga de 25 pontos sobre o Santos, o 2º lugar, e, curiosamente, atual vice-campeão brasileiro também.

Vale ressaltar que a lista abaixo já soma os pontos das 25 rodadas do Brasileirão deste ano. O América/RN, como não poderia deixar de ser, é o último lugar. Além de ter jogado apenas 38 vezes (em 2003 e 2004, por exemplo, o campeonato teve 46 rodadas), o Mecão também cooperou, ao vencer apenas 4 partidas. Já Ipatinga e Portuguesa têm 24 e 23 pontos, respectivamente, e estão na cola do Santa Cruz, ainda em 30º lugar.

Ranking dos pontos corridos
São Paulo vence a Série A de 2007 e torna-se o primeiro pentacampeão brasileiro da história 1º São Paulo – 415 pontos
2º Santos – 390
3º Internacional – 376
4º Cruzeiro – 372
5º Goiás – 347
6º Atlético-PR – 335
7º Flamengo – 328
8º Figueirense – 319
9º Fluminense – 318
10º Corinthians – 311
11º Vasco – 303
12º Palmeiras – 297
13º Paraná – 281
14º Juventude – 266
15º Grêmio – 263
16º Botafogo – 258
17º Atlético-MG – 257
18º Coritiba – 221
19º São Caetano – 215
20º Ponte Preta – 204
21º Paysandu – 148
22º Vitória – 144
23º Fortaleza – 142
24º Criciúma – 110
25º Guarani – 110
26º Sport – 89
27º Náutico – 78

28º Bahia – 46
29º Brasiliense – 41
30º Santa Cruz – 28
31º Ipatinga – 24
32º Portuguesa – 23
33º América/RN -17

Descendo a ladeira

Ladeira da Misericórdia, em OlindaO rebaixamento foi implantado no Brasileirão em 1988. Entre em 1971 e 1987, o campeonato passou por diversas transformações, mas quase sempre os critérios de participação foram convite ou classificação através dos Estaduais. Apesar de ter fica na 8º posição no Brasileiro de 1983, o Sport não participou da competição no ano seguinte por ter ficado em 3º lugar no Pernambucano do mesmo ano.

Mas isso mudou em 88, até mesmo por causa da polêmica em relação ao título nacional do ano anterior – entre Sport e Flamengo. Mesmo assim, ainda ocorreram alguns “desvios” de espírito esportivo. Na foto acima, a Ladeira da Misericórdia, em Olinda, onde os carros só podem circular caso o objetivo seja descer… Como no futebol, subir ali é bem complicado.

Clubes rebaixados na Série A (1988/2007)

1988 – Bangu, Santa Cruz, Criciúma e América/RJ
1989 – Atlético-PR, Guarani, Sport e Coritiba
1990 – São José/SP e Inter de Limeira
1991 – Grêmio e Vitória
1992* – Não houve rebaixamento
1993 – América/MG, Atlético-PR, Coritiba, Desportiva/ES, Ceará, Santa Cruz, Goiás e Fortaleza
1994 – Remo e Náutico
1995 – Paysandu e União São João
1996** – Fluminense e Bragantino
1997 – Bahia, Criciúma, Fluminense e União São João
1998 – Goiás, América/MG, Bragantino e América/RN
1999*** – Gama, Paraná Clube, Juventude e Botafogo
2000 – não houve rebaixamento
2001 – Santa Cruz, América/MG, Botafogo e Sport
2002 – Portuguesa, Palmeiras, Gama e Botafogo
2003 – Fortaleza e Bahia
2004 – Vitória, Guarani, Criciúma e Grêmio
2005 – Coritiba, Atlético-MG, Paysandu e Brasiliense
2006 – Ponte Preta, Fortaleza, São Caetano e Santa Cruz
2007 – Corinthians, Juventude, Paraná Clube e América/RN

* O Grêmio foi rebaixado em 1991. Curiosamente, a Série B do ano seguinte promoveu 12 clubes. Entre eles o Grêmio, que ficou em 9º. Até então, apenas dois times conseguiam o acesso à elite.
** Os dois times “viraram a mesa” e permaneceram na elite.
*** Mais uma virada de mesa… E essa foi das grandes. O Gama ganhou na Justiça Comum o direito de permanecer na Série A e acabou punido pela Fifa (que não tolera tal atitude). Para resolver a bronca, foi criada a Copa João Havelange, com a participação de 114 times (sem rebaixamento para os 25 clubes do Módulo Azul). Posteriormente, a competição foi oficializada pela CBF como a Série A daquele ano.

Você pode TENTAR entender sobre a Copa João Havelange (2000) AQUI.

Contas, reza e futebol

Forca e contas...Abaixo, a lista dos candidatos ao rebaixamento neste Brasileirão, com os jogos restantes e as chances de descenso.

12º Atlético-MG (30 pontos). Chance de rebaixamento: 16% (I) e 18,9% (CG). Próximos jogos: Náutico (C), Figueirense (C), Palmeiras (F), Flamengo (F), Cruzeiro (C), Inter (C), Coritiba (F), Botafogo (C), Vitória (F), Vasco (C), Sport (F), Santos (C) e Grêmio (F).

13º Náutico (29 pontos) -  Chance de rebaixamento: 23% (I) e 13,6% (CG). Próximos jogos: Atlético-MG (F), Palmeiras (C), Flamengo (C), São Paulo (F), Sport (F), Portuguesa (C), Inter (F), Vitória (C), Coritiba (F), Cruzeiro (C), Figueirense (F), Atlético-PR (C) e Santos (F).

14º Santos (29 pontos) -  Chance de rebaixamento: 19% (I) e 16,6% (CG). Próximos jogos:  Goiás (F), Portuguesa (C), Atlético-PR (C), Grêmio (F), Botafogo (F), Figueirense (C), Sport (F), Palmeiras (C), Vasco (F), Inter (C), Coritiba (F), Atlético-MG (F) e Náutico (C).

15º Figueirense (28 pontos) -  Chance de rebaixamento: 28% (I) e 43,2% (CG). Próximos jogos: Cruzeiro (C), Atlético-MG (F), Vasco (F), Palmeiras (C), Ipatinga (C), Santos (F), Fluminense (C), Grêmio (F), Atlético-PR (C), São Paulo (F), Náutico (C), Botafogo (F) e Inter (C).

16º Atlético-PR (26 pontos) -  Chance de rebaixamento: 51% (I) e 58,9% (CG). Próximos jogos: Grêmio (C), Coritiba (F), Santos (F), Fluminense (C), Inter (F), Cruzeiro (C), Vasco (F), Sport (C), Figueirense (F), Vitória (C), Botafogo (F), Náutico (F) e Flamengo (C).

17º Vasco (26 pontos) -  Chance de rebaixamento: 50% (I) e 33,7% (CG). Próximos jogos:  Palmeiras (F), Ipatinga (F), Figueirense (C), Sport (F), Flamengo (C), Goiás (F), Atlético-PR (C), Fluminense (F), Santos (C), Atlético-MG (F), São Paulo (C), Coritiba (F) e Vitória (C).

18º Fluminense (25 pontos) -  Chance de rebaixamento: 60% (I) e 33,1% (CG). Próximos jogos: Coritiba (C), Botafogo (F), Goiás (C), Atlético-PR (F), Vitória (F), Palmeiras (C), Figueirense (F), Vasco (C), Cruzeiro (F), Portuguesa (C), Inter (F), São Paulo (F) e Ipatinga (C).

19º Ipatinga (24 pontos) -  Chance de rebaixamento: 74% (I) e 92,9% (CG). Próximos jogos: Flamengo (F), Vasco (C), São Paulo (C), Cruzeiro (F), Figueirense (F), Botafogo (C), Portuguesa (F), Coritiba (C), Inter (F), Sport (C), Palmeiras (F), Grêmio (C) e Fluminense (F).

20º Portuguesa (23 pontos) -  Chance de rebaixamento: 79% (I) e 88,9% (CG). Próximos jogos: Botafogo (C), Santos (F), Vitória (F), Coritiba (C), Grêmio (C), Náutico (F), Ipatinga (C), Flamengo (F), São Paulo (C), Fluminense (F), Goiás (C), Sport (C) e Cruzeiro (F).

Legendas: C: casa; F: fora: I: Infobola; CG: Chance de Gol.

Maracanã? Tente de novo

Strahov Stadium. É do lado direito, é claro...

O maior: o estádio Evzen Rosicky, no lado esquerdo da foto acima, pode acomodar até 20 mil pessoas. Já o vizinho Strahov Stadium… Bem, esse já chegou a receber 230 mil pessoas.

Construído especialmente para a Copa do Mundo de 1950, o Maracanã ficou conhecido como o “maior estádio do mundo”. Pelo menos foi o que sempre se falou no Brasil. De fato, a final daquele Mundial – infelizmente vencida pelo Uruguai – atraiu uma multidão estimada em 200 mil espectadores. Milhares de pessoas pularam as catracas durante o empurra-empurra na entrada da decisão. Apesar de hoje poder receber “apenas” 90 mil torcedores (com o conforto de assentos), o recorde de público do estádio Mário Filho o credenciaria para o posto de maior do planeta. Mas não é o caso. Por sinal… Nunca foi!

Desde 1926, a cidade Praga, na República Tcheca, abriga o Strahov Stadium. Uma colossal construção que ocupa uma área de 6 hectares, e que foi ampliada em 1948 para receber até 230 mil pessoas. O estádio original foi inaugurado durante a Primeira República da então Tchecoslováquia, entre as duas Guerras Mundiais. Servia de palco para exibições em massa de ginastas (de forma sincronizada), conhecidas como Sokol. Posteriormente – após a reforma -, o Strahov foi o cenário de grandes atos do governo comunista, que passou a utilizar o Sokol como “ópio” para o povo.

No anos 60, até mesmo uma corrida de automóveis pôde ser realizada. Ainda houve mais uma reforma, em 1975. Grandes shows de rock também tiveram vez no Strahov Stadium, como Rolling Stones, Guns N’Roses, Pink Floyd, U2 e Genesis. No show dos Rolling Stones, em 18 de agosto de 1990, o estádio recebeu um público de 150 mil pagantes.

Com a ruína do comunismo em 1989, e com tanto espaço sobrando também, o estádio acabou virando um mamute branco (elefante seria pequeno nesse caso). O local deverá se transformar em um grande (!) centro comercial, incluindo um hotel e um shopping center. Já o vizinho Evzen Rosicky será demolido para que seja construído o novo estádio nacional (de futebol), com capacidade para 52 mil pessoas.

Mas por enquanto, a verdade é que o centro do campo de Strahov (que antes era de terra batida) deu lugar a 8 campos oficiais, e se tornou o Centro de Treinamento (CT) do Sparta Praga.

Foto: reprodução do Google Maps.

Você pode ver mais sobre o Strahov Stadium (em inglês) AQUI.

Vestibular da Copa

A Fifa divulgou ontem as datas da Copa das Confederações de 2009, que será realizada na África do Sul. A competição – que é disputada na sede da Copa um ano antes, como uma espécie de “vestibular” – irá de 14 a 28 de junho. Já o sorteio dos dois grupos irá acontecer em 22 de novembro. Oito países estão classificados para a próxima edição: Itália (Copa do Mundo-06), Brasil (Copa América-07), Espanha (Eurocopa-08), Egito (Copa da África-08), Estados Unidos (Copa Ouro-07), Iraque (Copa da Ásia-07), Nova Zelândia (Copa da Oceania-08) e África do Sul (país-sede).

Brasileiros comemoram com samba após goleada na final de 2005A Seleção Brasileira é a atual campeã (foto). Na final de 2005, a Canarinha venceu a Argentina por 4 x 1, em Frankfurt, na Alemanha. Considerando todas as sete edições, o Brasil foi o time que mais jogou (23 vezes) e venceu (13).

Campeões
1992 – Argentina
1995 – Dinamarca
1997 – Brasil
1999 – México
2001 – França
2003 – França
2005 – Brasil

Campanha do Iraque na Copa da Ásia de 2007

Iraque festa título asiático de 2007Eliminatórias
Cingapura 2 x 0 Iraque
Iraque 2 x 1 China
Palestina 0 x 3 Iraque
Iraque 2 x 2 Palestina
Iraque 4 x 2 Cingapura
China 1 x 1 Iraque

1ª fase
Tailândia 1 x 1 Iraque
Iraque 3 x 1 Austrália
Omã 0 x 0 Iraque

Quartas-de-final
Iraque 2 x 0 Vietnã

Semifinal
Iraque 0 x 0 Coréia do Sul (vitória nos pênaltis por 4 x 3)

Final - 29 de julho (Jacarta, na Indonésia)
Iraque 1 x 0 Arábia Saudita

Obs. O time iraquiano foi dirigido pelo técnico brasileiro Jorvan Vieira. Até então, a melhor colocação do país havia sido um 4º lugar na edição de 1976, no Irã. “É difícil treinar a equipe de um país em guerra”, disse o técnico antes da competição. Mas ele conseguiu, e voltou dar um pouco de alagria ao povo iraquiano (foto) com o maior título na história do futebol da nação.

Você pode ver mais dados sobre a Copa das Confederações AQUI.

A um gol da história

Sport 6 x 0 Fluminense, em 14 de setembro de 1996O Sport não igualou ontem por um golzinho, mais uma vez, a sua goleada recorde na Série A, estabelecida há exatos 12 anos, também na Ilha do Retiro. Na tarde daquele sábado, o volante Leomar comandou a festa diante de 9.622 torcedores (foto ao lado), que viram um categórico 6 x 0 sobre o Fluminense. O jogador – que anos depois seria convocado para a Seleção, ainda no Rubro-negro – marcou três gols diante do Tricolor Carioca, que seria rebaixado naquele campeonato. O goleiro rubro-negro Albérico ainda defendeu uma penalidade.

Em 2000, o Sport encerrou a sua participação na primeira fase da Copa João Havelange (o Brasileirão daquela temporada) em 2º lugar. Na última rodada, o Leão destruiu o Atlético-MG em pleno Mineirão. Uma histórica goleada por 6 x 0 - a maior sofrida pelo time mineiro no maior estádio de Belo Horizonte. O dono do jogo foi o atacante Leonardo, que balançou as redes em cinco oportunidades. Foi o recorde de gols de um jogador do clube em uma só partida em todas as edições do Nacional, desde 1971.

Sport 5 x 0 Grêmio, em 20 de setembro de 1998O Sport por pouco também não fez 6 x 0 em 1998, diante de 48 mil pessoas na Ilha. Com uma atuação inesquecível, o Leão massacrou o Grêmio por 5 x 0. Assim como em 1996, nesse jogo também não teve espaço para “gol de honra”. O goleiro Bosco defendeu, com muita elasticidade, uma cobrança de pênalti do atacante Clóvis. Na foto ao lado, o zagueiro Alexandre Lopes marca o seu gol. O companheiro de zaga dele, Ronaldo, fez outros dois.

Maiores goleadas do Sport na Série A

Sport 5 x 0 Figueirense, em 14 de setembro de 200814/09/1996 – Sport 6 x 0 Fluminense – Leomar (3), Luís Muller (2) e Ildo
19/11/2000 – Atlético-MG 0 x 6 Sport – Leonardo (5) e Taílson
20/09/1998 – Sport 5 x 0 Grêmio – Ronaldo (2), Leonardo, Alexandre Lopes e Irani
14/09/2008 – Sport 5 x 0 Figueirense – Roger (foto) (2), Júnior Maranhão, Wilson e Sandro Goiano

Obs. O Flu acabou permanecendo na elite em 1996, por causa de uma virada de mesa. Mas em 1997, foi mal novamente e caiu de vez.

Fotos: Arquivo/DP

O Poderoso Timbu – Parte II

O Poderoso Chefão 2Ato 1: O Náutico capengava no Campeonato Brasileiro de 2007. Ao todo, foram 20 rodadas na zona de rebaixamento. Toda a crônica esportiva nacional já havia “rebaixado” o Timbu. Até mesmo em Pernambuco as esperanças estavam diminuindo rodada a rodada. Mas o Alvirrubro teve uma arrancada espetacular. Que começou com uma seqüencia de 5 vitórias consecutivas, sob a batuta de Roberto Fernandes, o chefão boa praça dos Aflitos.

Ato 2: O Náutico capengava no Campeonato Brasileiro de 2008. O time já começava a ficar com lugar cativo na zona de rebaixamento. Toda a crônica esportiva nacional já estava apontando o Timbu como um dos quatro possíveis rebaixados. Aqui em Pernambuco, a imprensa também já indicava que o caminho do Náutico estava na contramão do ano passado.

Mas o Alvirrubro iniciou, de leve, uma recuperação no dia 24 de agosto. A vitória não veio, pois o Grêmio empatou no último lance do jogo. Mas o empate contra o líder, jogando bem, mostrou que era possível. De lá para cá, já são quarto partidas sem perder, sob a batuta de Roberto Fernandes. Chefão que chegou a abandonar a famiglia, mas que voltou a ser o cappo vermelho e branco. Que não exista uma máfia para combater essa nova arrancada.

Eu já vi esse filme…

Alvirrubro turbinado, versão 2007
Paraná 2 x 4 Náutico
Náutico 4 x 1 Botafogo
Goiás 0 x 3 Náutico
Náutico 2 x 0 Sport
Náutico 5 x 0 Atlético-PR

Alvirrubro turbinaNdo, versão 2008
Náutico 1 x 1 Grêmio
Botafogo 1 x 1 Náutico
Náutico 2 x 0 Ipatinga
Vasco 1 x 3 Náutico

Curiosidade: Você pode ler mais sobre o filme O Poderoso Chefão – Parte 2 AQUI. Até hoje, esse clássico (de 1974) segue como a única seqüência de um filme vencedor do Oscar de melhor filme a também conseguir o principal prêmio do cinema mundial.