Grito de gol somente após a confirmação do árbitro de vídeo. O futuro do futebol?

Gol anulado no jogo Camarões 0 x 2 Chile, na Copa das Confederações de 2017. Crédito: Sportv/reprodução

Após um teste mal executado no Mundial de Clubes, em dezembro de 2016, a Fifa voltou ao tira-teima tecnológico com um novo formato na Copa das Confederações de 2017. No jogo entre Chile e Camarões, com vitória da Roja por 2 x 0 na largada do torneio-teste, o árbitro de vídeo (sigla VAR, para video assistant referee) foi acionado duas vezes em lances bem ajustados.

Impedimento ou não? Em ambos, o chileno Vargas balançou as redes…

Uma característica interessante vista na tevê foi a medição do campo com linhas em 3D, ou “grid”, equalizando os ângulos duvidosos das câmeras. Na cabine instalada na arena do Spartak, três árbitros analisaram os lances.

1) No último lance do primeiro tempo (acima), Vargas recebeu um belo passe de Vidal, entre os zagueiros africanos, e finalizou com categoria. Porém, o VAR apontou o atacante adiantado. Gol anulado.

2) No fim da partida (abaixo), Alexis Sánchez foi lançado ainda no círculo central e desperdiçou a chance na sequência, com Vargas marcando no rebote. O VAR paralisou para conferir o passe para Sánchez. Gol validado.

Sobre o tempo gasto em cada lance, considerei aceitável, sem quebrar o ritmo da partida. No entanto, a partir de agora, em jogos de futebol com a função, o gol passa a ser comemorado à vera somente após a a confirmação da cabine. Nada muito diferente do que já vemos na NFL, NBA, tênis etc.

Melhor do que anular um lance legal ou validar um lance irregular…

Gol validado no jogo Camarões 0 x 2 Chile, na Copa das Confederações de 2017. Crédito: TyC Sports/reprodução

Brasil lidera Ranking da Fifa após 7 anos

Ranking da Fifa em abril de 2017. Crédito: Fifa/twitter

A incrível sequência de Tite, com nove vitórias em nove jogos, já é a maior arrancada de um técnico na Seleção Brasileira. E olhe que foram oito jogos pelas Eliminatórias da Copa 2018, fazendo com que o time saísse de uma situação complicada para o status de primeiro classificado, à parte do país-sede. Com isso, o Brasil voltou ao topo do Ranking da Fifa, após sete anos.

A última vez que a Canarinha havia liderado a lista mensal foi em maio de 2010, antes do Mundial na África. Ali, iniciou-se o reinado da Espanha, depois revezado com Alemanha e Argentina. Neste hiato, até países sem títulos mundiais alcançaram o topo no futebol, como as vizinhas Holanda e Bélgica.

A goleada sobre o Paraguai por 3 x 0, na Arena Corinthians, foi fundamental para ultrapassar os hermanos. Só em caso de vitória seria possível através do complexo (e questionável) sistema, com pesos diferentes aos jogos de todos os filiados – somente no último mês foram 129 partidas contabilizadas. Em abril o Brasil chegou a 151 meses de liderança, de um total de 285 desde a criação do ranking, em agosto de 1993. Ou seja, mesmo em jejum – e chegou a ser 18º em 2012 -, o time verde e amarelo já liderou em 52,9% do tempo.

Meses na liderança (entre parênteses, o primeiro mês em 1º):
Brasil – 151 (09/1993)
Espanha – 64 (07/2008)
Argentina – 26 (03/2007)
Alemanha – 18 (08/1993)
França – 14 (05/2001)
Itália – 6 (11/1993)
Bélgica – 5 (11/2015)
Holanda – 1 (08/2011)

Desempenho da Seleção Brasileira no Ranking da Fifa:

O desempenho da Seleção Brasileira no Ranking da Fifa

Com hat-trick de Paulinho e golaço de Neymar, Brasil goleia no Centenário

Eliminatórias da Copa 2018, em 22/03/2017: Uruguai 1x4 Brasil. Foto: CBF/twitter (@CBF_Futebol)

Que atuação da Seleção Brasileira! Diante do Uruguai, até então 100% nos seis jogos disputados no Centenário, o time verde e amarelo goleou por 4 x 1 e colocou um pé e meio na Copa do Mundo da Rússia. Com 30 pontos, já está dois pontos à frente da média histórica das eliminatórias sul-americanas. E este cenário não deve mudar nos cinco jogos restantes.

Em Montevidéu, com 50 mil torcedores e o velho clima de clássico, a Celeste abriu logo o placar numa penalidade convertida por Cavani. Consequência do péssimo recuo de Marcelo, que ainda cometeria outras faltas perigosas na entrada da área. Apesar da pressão e do placar desfavorável, o Brasil manteve a calma vista nesta Era Tite. Por sinal, foi a 7ª apresentação oficial sob o comando do técnico, com a 7ª vitória, um início recorde na história da Seleção. Com Neymar muito bem, avançando, driblando e distribuindo o jogo, a marcação charrúa acabou deixando espaço, como o rombo na intermediária, com a grata finalização de Paulinho, acertando o ângulo. Chute a 94 km/h.

Eliminatórias da Copa 2018, em 22/03/2017: Uruguai 1x4 Brasil. Foto: CBF/twitter (@CBF_Futebol)

Com 18 minutos, o jogo já voltava aos eixos. Controlado de tal forma pelos visitantes que Tite que sequer cogitou mudanças. Voltou do intervalo com a mesma formação, com o mesmo Paulinho aparecendo como elemento-surpresa, virando a partida após rebote de Firmino. Em vantagem, obrigando o Uruguai a se expor, a velocidade brasileira foi fatal. Sendo mais direto: a velocidade do camisa 10. Ganhando do marcador após um bico da defesa brasileira, Neymar ficou cara a cara com Martín Silva. Num curto espaço, mostrou plena frieza e categoria para encobrir o goleiro. Outro golaço na noite.

Aos 43 minutos, Diego Souza foi acionado no lugar de Firmino, O meia do Sport, utilizado na Canarinha como centroavante, atuou em apenas cinco minutos, mas se apresentou, com duas jogadas como pivô. Em campo, ainda viu Paulinho escorar um cruzamento nos descontos e encerrar a goleada. Com o hat-trick, chegou a 9 gols pelo Brasil e tornou-se o volante com mais gols pela Seleção. Deixou para trás Alemão, César Sampaio, Dunga, Emerson e Falcão, todos com 6 tentos. Fez história num estádio histórico.

Eliminatórias da Copa 2018, em 22/03/2017: Uruguai 1x4 Brasil. Foto: Lucas Figueiredo/CBF

O histórico dos 23 convocados para as Eliminatórias, com Diego Souza na lista

O primeiro treino do Brasil visando o jogo contra o Uruguai, no CT do Corinthians. Foto: Lucas Figueiredo/CBF

A CBF divulgou o perfil de todos os jogadores lembrados por Tite para os jogos contra Uruguai e Paraguai, pelas Eliminatórias da Copa 2018. O relatório (abaixo) traz o número de convocações, partidas disputadas, minutos em campo e gols marcados. Considerando os 23 nomes para as rodadas 13 e 14, segundo a diretoria de seleções da entidade, o lateral-direito Daniel Alves é o mais experiente na Canarinha, com 100 apresentações. Já Neymar é o principal artilheiro. Com 25 anos, o atacante do Barcelona já soma 50 gols pelo Brasil – Pelé, o maior goleador da Seleção, tem 77 gols em jogos oficiais.

A lista conta com Diego Souza. Aos 31 anos, o meia do Sport, chamado como atacante, tem apenas três jogos com a camisa verde e amarela, totalizando 128 minutos, metade no último amistoso, o Jogo da Amizade no Engenhão.

23/03/2017 (20h00) – Brasil  x Uruguai (Montevidéu)
28/03/2017 (21h45) – Brasil x Paraguai (Arena Corinthians)

Confira o quadro em uma resolução maior clicando aqui.

Perfil dos 23 convocados do Brasil para as rodadas 13 e 14 das Eliminatórias da Copa 2018. Crédito: CBF/reprodução

O Sport nas Eliminatórias da Copa, com a convocação dupla de Diego Souza e Mena

Diego Souza (Brasil) e Mena (Chile), do Sport. Ambos convocados para as Eliminatórias da Copa 2018. Crédito: Sport/instagram (@sportrecife)

Pela primeira vez, o Sport cedeu dois jogadores simultaneamente para as Eliminatórias da Copa do Mundo. Trilando a rota para a Rússia, Diego Souza e Mena foram chamados por Tite e Pizzi. Vão defender as seleções do Brasil e do Chile nas rodadas 13 e 14 do qualificatório da Conmebol, no qual os dois países aparecem na zona de classificação direta ao Mundial. O ineditismo da convocação foi destacado pelo próprio Leão da Ilha, com “o Sport é Seleção”.

Na história rubro-negra, já são oito jogadores convocados às Eliminatórias. Na Canarinha, por exemplo, são três nomes, sendo o único clube da região a ceder atletas. Considerando outras bandeiras, a edição para 2018 tornou-se a mais prolífica, com três jogadores, já que o costa-riquenho Rodney Wallace já havia sido lembrado também, durante a sua passagem em 2016. Das últimas cinco seletivas, o clube cedeu jogadores em quatro. Disputas na Conmebol, Concacaf e na CAF, a confederação africana. No geral, 13 partidas.

Confira o histórico dos clubes pernambucanos nas Eliminatórias aqui.

Copa do Mundo 2002, Coreia do Sul e Japão (2 atletas, 3 jogos)
Bosco (goleiro, Brasil)

08/10/2000 – Brasil 6 x 0 Venezuela (Maracaibo)
15/11/2000 – Brasil 1 x 0 Colômbia (Morumbi)

Leomar (volante, Brasil)
25/04/2001 – Brasil 1 x 1 Peru (Morumbi) 

Copa do Mundo 2010, África do Sul (2 atletas, 3 jogos)
Juan Arce (atacante, Bolívia)
05/09/2009 – Bolívia 0 x 1 Paraguai
09/09/2009 – Bolívia 1 x 3 Equador

Hamilton* (volante, Togo)
06/09/2009 – Togo 1 x 1 Marrocos
Teve problemas na documentação e não atuou 

Copa do Mundo 2014, Brasil (1 atleta, 1 jogo)
Chumacero (volante, Bolívia)
10/09/2013 – Bolívia 1 x 1 Equador

Copa do Mundo 2018, Rússia (3 atletas, 6 jogos)
Rodney Wallace (lateral-esquerdo, Costa Rica)
02/09/2016 – Costa Rica 1 x 0 Haiti
06/09/2016 – Costa Rica 3 x 1 Panamá

Diego Souza (meia-atacante, Brasil)
23/03/2017 – Brasil  x Uruguai (Montevidéu)
28/03/2017 – Brasil x Paraguai (Arena Corinthians)

Mena (lateral-esquerdo, Chile)
23/03/2017 – Argentina x Chile (Buenos Aires)
28/03/2017 – Chile x Venezuela (Santiago)

Diego Souza, o 3º jogador do Sport a defender a Seleção nas Eliminatórias

Bosco, Leomar e Diego Souza, convocados para as Eliminatórias da Copa diretamente do Sport

Diego Souza voltou a ser convocado para a Seleção Brasileira, desta vez numa lista sem restrição de nomes – o meia havia atuado 64 minutos num amistoso ‘caseiro’ contra a Colômbia. O jogador do Sport foi chamado pelo técnico Tite para duas partidas pelas Eliminatórias da Copa do Mundo, o que não acontecia no futebol do Nordeste há 16 anos! Desde o ciclo para 2002, também com o rubro-negro envolvido. Agora, já estamos indo para 2018. Mas o hiato acabou.

É mais uma barreira quebrada pelo camisa 87, lembrado como “atacante”, ao lado de Firmino, para disputar a vaga deixada pelo contundido Gabriel Jesus – além do papel tático como pivô, justifica a artilharia da Série A, com 14 gols. DS é o terceiro jogador da história rubro-negra a defender o Brasil nas Eliminatórias. Antes, dois atletas no qualificatório para a Ásia. Primeiro, Bosco. Chamado duas vezes, por treinadores diferentes, Candinho e Emerson Leão. Nas duas oportunidades, foi o reserva de Rogério Ceni. Em 2001 foi a vez de Leomar, titular contra a seleção peruana, lembrado por Leão como “jogador nota 7″.

A região nunca teve um jogador numa Copa. O alvirrubro Nado (1966) e o tricolor Nunes (1978) foram convocados, mas foram cortados antes do torneio.

Voltando às Eliminatórias, já são sete jogadores do Sport lembrados, somando com os gringos em ação na Ilha do Retiro. Nas últimas cinco edições, o clube só não foi representado no ciclo de 2006. Entre os gringos há até outro “brazuca”, Hamilton. Ele se naturalizou togolês apenas para ser chamado. E até foi, mas não entrou em campo porque teve problemas na documentação junto à Fifa.

Jogadores do Sport convocados à Seleção Brasileira para as Eliminatórias…

Copa do Mundo 2002, Coreia do Sul e Japão
Bosco (goleiro)

08/10/2000 – Brasil 6 x 0 Venezuela(Maracaibo)
15/11/2000 – Brasil 1 x 0 Colômbia (Morumbi) 

Leomar (volante)
25/04/2001 – Brasil 1 x 1 Peru (Morumbi) 

Copa do Mundo 2018, Rússia
Diego Souza (meia-atacante)

23/03/2017 – Brasil  x Uruguai (Montevidéu)
28/03/2017 – Brasil x Paraguai (Arena Corinthians)

Jogadores do Sport convocados para as Eliminatórias por outras seleções…

Copa 2010 – Arce (Bolívia, atacante; 2 jogos) e Hamilton (Togo, volante; 1 jogo)
Copa 2014 – Chumacero (Bolívia, volante; 1 jogo)
Copa 2018 – Rodney Wallace (Costa Rica, lateral-esquerdo; 2 jogos)

Diego Souza de volta à Seleção Brasileira, sendo o 13º jogador do Sport convocado

Diego Souza ao receber a notícia da primeira convocação à Seleção Brasileira defendendo o Sport. Foto: Williams Aguiar/Sport Club do Recife

Diego Souza foi convocado por Tite para o amistoso da Seleção contra a Colômbia, em 25 de janeiro, no Rio. O meia do Sport foi chamado na lista (de 23 nomes) como “atacante”. Artilheiro da última Série A com 14 gols (além de 7 assistências), DS87 volta a vestir a camisa canarinho após seis anos. Jogou apenas duas vezes, em 2009 e 2011. Eis a nova chance, direto do Recife

“Desempenho técnico. Diego jogou (quase) todas as partidas pelo Sport. Jogou numa função mais adiantada, mais solta, quase como um atacante. Ele tem essa virtude. E qualidade é o que acaba pesando.”

Palavras de Tite na coletiva ao justificar o nome na lista.

Assim, Diego Souza tornou-se o 13º jogador do Leão convocado para o escrete principal, sendo o 8º na “era aberta”, após o fim das seleções regionais representando o país, como foi o caso de Pernambuco no Sul-Americano de 1959. Um rubro-negro não aparecia na lista da CBF há quinze anos, desde Leomar. Cada vez mais, Diego Souza se consolida na história leonina. 

Sobre o jogo da Seleção Brasileira, restrito a nomes que atuam no futebol nacional, por não ser uma Data Fifa, trata-se de uma apresentação tem caráter solidário,solidário, com a renda do Engenhão voltada para a Chapecoense e sinal de transmissão liberado a qualquer emissora de televisão.

Jogadores do Sport convocados à seleção principal
Édson (zagueiro) – 1959, Copa América no Equador
Elcy (atacante) – 1959, Copa América no Equador
Traçaia (atacante) – 1959, Copa América no Equador
Zé Maria (meia) – 1959, Copa América no Equador
Bria (zagueiro) – 1959, Copa América no Equador
Roberto Coração de Leão (atacante) – 1981, amistoso
Betão (lateral-direito) – 1983, amistoso
Adriano (zagueiro) – 1995, amistoso
Chiquinho (meia) – 1996, amistoso
Jackson (meia) – 1998, amistoso
Bosco (goleiro) – 1999/2000, Eliminatórias da Copa
Leomar (volante) – 2001, Eliminatórias da Copa e Copa das Confederações
Diego Souza (meia) – 2017, amistoso

Jogadores de clubes do Nordeste convocados no século XXI
2001 – Leomar (Sport)
2003 – Nádson (Vitória
2003 – Dudu Cearense (Vitória)

2013 – Douglas Santos (Náutico)
2017 – Diego Souza (Sport)

Confira todas as convocações do futebol pernambucano clicando aqui.

Ingressos de R$ 75 a R$ 400 para ver o Brasil na Arena das Dunas, no jogo das Eliminatórias mais caro no Nordeste

Divisão de assentos na Arena das Dunas. Crédito: CBF

A Seleção Brasileira completa em Natal o ciclo de jogos pelas Eliminatórias da Copa de 2018 em arenas do Nordeste. Contra a Bolívia, em 6 de outubro, o público pagará o ingresso mais caro, em comparando às apresentações em Salvador, Fortaleza e Recife. A capacidade reduzida da Arena das Dunas, com 31 mil lugares, aparece como uma explicação plausível. Porém, o aumento relação ao jogo na Arena Pernambuco foi de 50% no tíquete mais barato –  meia entrada para o anel inferior atrás da barra em Natal e meia no anel superior em São Lourenço. A tendência é de um tíquete médio bem acima de R$ 110, o já elevado dado registrado no clássico entre brasileiros e uruguaios no estado.

A venda de ingressos, online, começa em 22 de setembro. Acima, o registro do estádio com todos os setores marcados, captado pelo blog no site, antes de a página ser retirada do ar. Vale lembrar que a CBF comercializa em parceria com o Guichê Web, cobrando 15% de taxa de conveniência. Como a carga é vendida basicamente na internet, na prática todos os ingressos devem sair mais caros.

Essa tende a ser a oportunidade mais próxima do Recife neste ciclo mundialista, com 286 km via estrada, pela BR-101, ou 254 km no trajeto aéreo, com voos diretos. A tendência é de pelo menos 16% do público oriundo de estados próximos, repetindo o perfil da torcida no clássico entre Brasil e Uruguai.

Arena das Dunas (06/10/2016): Brasil x Bolívia
Arquibancada inferior (norte e sul): R$ 150 (inteira) e R$ 75 (meia)
Arquibancada superior (leste e oeste): R$ 170 (inteira) e R$ 85 (meia)
Arquibancada inferior (leste e oeste): R$ 220 (inteira) e R$ 110 (meia)
Premium: R$ 300
VIP: R$ 350
Camarote: R$ 400 (por pessoa)
Setor Villa Mix: R$ 350

Público: 31.375 (estimativa máxima)

Arena Pernambuco (25/03/2016): Brasil 2 x 2 Uruguai
Arquibancada superior: R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia)
Arquibancada inferior: R$ 160 (inteira) e R$ 80 (meia)
Lounge (oeste inferior): R$ 200
Deck premium (leste): R$ 200
Camarote: R$ 300 (por pessoa)
Setor Villa Mix: R$ 250

Público: 45.010 espectadores
Renda: R$ 4.961.890
Tíquete médio: R$ 110,23

Fonte Nova (17/11/2015): Brasil 3 x 0 Peru
Arquibancada superior: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)
Arquibancada inferior: R$ 120 (inteira) e R$ 60 (meia)

Lounge: R$ 200 (inteira)
Camarote: R$ 300 (por pessoa)  

Público: 45.558 espectadores
Renda: R$ 4.186.790
Tíquete médio: R$ 91,90

Castelão (13/10/2015): Brasil 3 x 1 Venezuela
Arquibancada superior: R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia)
Arquibancada inferior: R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia)
Premium: R$ 180 (inteira)
Premium VIP: R$ 220 (inteira)
Camarote: R$ 300 (por pessoa)

Público: 38.970 espectadores
Renda: R$ 2.722.220
Tíquete médio: R$ 69,85

Do Recife às Eliminatórias. Brasil, Bolívia, Togo, Guiné, Venezuela e Costa Rica

Leomar, Juan Arce, Peña e Rodney Wallace jogando nas seleções do Brasil, Bolívia, Venezuela e Costa Rica

O futebol pernambucano nunca emplacou um jogador em uma Copa do Mundo, mas já tem um histórico de convocações efetivas para as Eliminatórias, em quatro das últimas cinco edições. Até hoje foram oito nomes, sendo dois brasileiros, dois bolivianos, um togolês, um equato-guineense, um venezuelano e um costarriquenho. Cinco do Sport, um do Náutico e um do Serra Talhada. Após três temporadas de hiato no cenário local, o lateral rubro-negro Rodney Wallace foi lembrado para o qualificatório da Concacaf, mas como meia. Presente desde 2011, atuou 18 vezes em sua seleção, com 3 gols marcados.

Antes dele, Bosco e Leomar, convocados para a Seleção por Candinho e Leão, respectivamente, Arce, Chumacero, Peña e dois brasileiros naturalizados. Hamilton, de Togo, e Danilo, de Guiné, ambos para a disputa na África. Em relação ao Mundial propriamente dito, Náutico e Santa Cruz chegaram bem perto de uma convocação. Em 1966, o alvirrubro Nado entrou numa pré-lista de 44 nomes para a competição na Inglaterra, mas acabou ficando fora. Em 1978, o tricolor Nunes, também atacante, entrou na convocação final de Cláudio Coutinho, mas foi cortado antes da viagem à Argentina por causa de uma lesão.

Copa do Mundo 2002, no Japão/Coreia do Sul
Bosco*, goleiro do Sport (Brasil)
Jogo: Venezuela (6 x 0, 08/10/2000)
* Não entrou em campo

Leomar, volante do Sport (Brasil)
Jogo: Peru (1 x 1, 25/04/2001)

Copa do Mundo 2010, na África do Sul
Juan Arce, atacante do Sport (Bolívia)
Jogos: Paraguai (0 x 1, 05/09/2009) e Equador (1 x 3, 09/09/2009)

Hamilton**, volante do Sport (Togo)
Jogo: Marrocos (1 x 1, 06/09/2009)
** Teve problemas na documentação e não atuou 

Copa do Mundo 2014, no Brasil
Danilo Clementino, goleiro do Serra Talhada (Guiné Equatorial)
Jogo: Cabo Verde (4 x 3, 24/03/2013)

Chumacero, volante do Sport (Bolívia)
Jogos: Equador (1 x 1), 10/09/2013)

Peña, meia do Náutico (Venezuela)
Jogo: Paraguai (1 x 1, 11/10/2013)

Copa do Mundo 2018, na Rússia
Rodney Wallace, lateral-esquerdo do Sport (Costa Rica)
Jogos: Haiti (06/09/2016) e Panamá (09/09/2016)

Arena das Dunas recebe a Seleção pelas Eliminatórias da Copa, a 286 km do Recife

Arena das Dunas, em Natal. Foto: arenadunas.com.br

O jogo entre Brasil e Bolívia, em 3 de outubro, completa a passagem da Seleção nas arenas do Nordeste pelas Eliminatórias da Copa de 2018. Após Fortaleza, Salvador e Recife, chegou a vez de Natal, com a Arena das Dunas recebendo o time verde e amarelo pela primeira vez. Até hoje, a capital potiguar só tinha um jogo oficial da Canarinha, uma vitória sobre a Alemanha Oriente por 3 x 1, em 1982, num amistoso no antigo Castelão. O giro na região, em detrimento de outras arenas do Sul/Sudeste, soa como um claríssimo indício de uma busca por apoio, devido ao mau momento da equipe, agora comandada por Tite.

O jogo deve ser a oportunidade mais próxima do Recife neste ciclo mundialista, com 286 km via estrada, pela BR-101, ou 254 km no trajeto aéreo, com voos diretos. A tendência é de pelo menos 16% do público oriundo de estados próximos, repetindo o perfil da torcida no clássico entre Brasil e Uruguai.

O palco natalense é o menor dos quatro nordestinos erguidos para a Copa do Mundo de 2014, com 33 mil cadeiras – no torneio chegou a 43 mil, através de arquibancadas provisórias. Pela capacidade, o valor dos ingressos (com setores semelhantes, incluindo arquibancada superior e inferior, além do setor premium) deve ser próximo ao aplicado em março em São Lourenço. Não por acaso, o Castelão, o maior estádio neste contexto, foi o de menor tíquete médio.

Arena das Dunas (03/10/2016)
Setores à disposição: arquibancada superior, arquibancada inferior e premium

Arena Pernambuco (25/03/2016): Brasil 2 x 2 Uruguai
Arquibancada superior: R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia)
Arquibancada inferior: R$ 160 (inteira) e R$ 80 (meia)
Lounge (oeste inferior): R$ 200
Deck premium (leste): R$ 200
Camarote: R$ 300 (por pessoa)
Setor Villa Mix: R$ 250

Público: 45.010
Renda: R$ 4.961.890
Tíquete médio: R$ 110,23

Fonte Nova (17/11/2015): Brasil 3 x 0 Peru
Arquibancada superior: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)
Arquibancada inferior: R$ 120 (inteira) e R$ 60 (meia)

Lounge: R$ 200 (inteira)
Camarote: R$ 300 (por pessoa)  

Público: 45.558
Renda: R$ 4.186.790
Tíquete médio: R$ 91,90

Castelão (13/10/2015): Brasil 3 x 1 Venezuela
Arquibancada superior: R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia)
Arquibancada inferior: R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia)
Premium: R$ 180 (inteira)
Premium VIP: R$ 220 (inteira)
Camarote: R$ 300 (por pessoa)

Público: 38.970
Renda: R$ 2.722.220
Tíquete médio: R$ 69,85