Pernambuco fez feio em prêmio de Meio Ambiente

O resultado do prêmio concedido pelo Ministério do Meio Ambiente, nesta semana, às boas práticas de sustentabilidade foi desolador para Pernambuco.

Ou melhor, para o Nordeste.

Nenhum município da região ficou entre os 16 projetos premiados. Os projetos foram distribuídos em seis categorias.

De duas uma, ou as prefeituras nordestinas fazem poucos projetos ou eles, em sua maioria, são de qualidade sofrível.

As regiões campeãs foram o Sudeste e o Sul. Cada uma com sete projetos.

Norte e o Centro-Oeste também tiveram práticas selecionadas, embora cada região contou apenas um projeto escolhido.

O projeto do Centro-Oeste foi apresentado pelo município de Campo Grande (Mato Grosso do Sul) na área de manejo das águas.

A boa experiência da região Norte veio de Manaus (Amazonas), com o programa de arborização urbana da cidade.

No Sudeste, os municípios de São Paulo tiveram cinco dos sete projetos premiados. Foi o maior índice do país. O Rio de Janeiro recebeu dois prêmios.

Santa Catarina se destacou no Sul. Dos sete prêmios, quatro ficaram no estado. O Rio Grande do Sul aparece com dois e o Paraná, um.

A relação completa dos ganhadores pode ser vista em http://migre.me/8uB7X.

Se nada ganhamos que ao menos o resultado sirva de estímulo para os municípios de Pernambuco.

Será que as nossas prefeituras se preocupam com o meio ambiente? Dê a sua opinião em nossa enquete ao lado.

4 thoughts on “Pernambuco fez feio em prêmio de Meio Ambiente

  1. VIVEIRO FLORESTAL QUE JÁ DOOU MAIS DE 10.000 MUDAS PODE FECHAR POR FALTA DE APOIO

    Prezados (as)

    Desde 2006 por iniciativa própria cultivo mudas para doação. É lamentável mais é apura realidade posso fechar o viveiro a qualquer momento por falta de apoio.

    A empresa ÁGUAS MINERAIS SANTA CLARA S/A cedeu o terreno, murou, disponibilizou água e luz. Já fez a parte dela…

    O único veículo que tinha para transporte das mudas foi vendido para tentar continuidade, mas não tive sucesso.

    A esperança está no projeto Banco de Mudas Nativas que apresentei a Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Pernambuco – SEMAS – PE.

    Meu intuito é divulgar a situação para que, de repente, alguém possa me prestar uma possível assistência.

    2011 – ANO INTERNACIONAL DAS FLORESTAS. Em Pernambuco, o quê fizemos???? O QUÊ “PERNAMBUCO” ESTÁ FAZENDO???

    TÁ PASSADO DA HORA DE ACABAR COM A TRANSFERÊNCIA DE RESPONSABILIDADE – A SAÚDE DO NOSSO PLANETA DEPENDE DE CADA UM DE NÓS.

    Pau-brasil, a única espécie que dá nome a um país está ameaçada de extinção tendo seu custo de produção estimado em menos de R$1,00 (um real). ISSO É UMA VERGONHA NACIONAL.

    Acessem o nosso portal (www.respireessaideia.org) e acompanhem as nossas atividades.

    Obrigado pela atenção.

    Gilberto Vasconcelos – Viveirista Florestal – pesquisador e autor do Mapa dos Baobás do Brasil.

    ATENÇÃO (SILVANA – PARQUE DOIS IRMÃOS) caso as mudanças de como administrar o Parque contemple a implantação de um VIVEIRO FLORESTAL conte comigo.

    http://www.respireessaideia.org

    http://www.baoba.moonfruit.com

    81 9778 7742 (TIM)
    81 8523 4451 (OI)

  2. Jailson da Paz: Fiquei muito feliz de encontrar o seu blog do meio ambiente. Não fiquem tristes, porque o estado onde resido, o TOCANTINS, também nem de longe passou por perto desses prêmios. O estado já foi estrela por um ano, ou seja, modéstia a parte, porque falar a verdade não é pecado. Isso ocorreu no ano de 1997, no governo presidencial de FHC. Você deve estar lembrado quando a CEME foi extinta no Ministério da Saúde. E para a minha grande oportunidade profissional, o meu PROJETO de Plantas Medicinais, iniciado no ano de 1977, na FAFIJA, no Paraná, em Rondônia no período de 1983 até novembro de 1991, quando vim para o Tocantins; compor o Corpo Docente da primeira UNITINS. Mas sempre coletando etnobotanicamente os usos populares das plantas medicinais desses estados. Até que esbarrei numa FLORA tão diferente e tão rica como as plantas bioativas de cerrado do Tocantins. Todo esse volume de informações, relatórios, artigos pulicados, livros sem ainda publicações; e por vai longe. Com isso conseguimos um dos maiores Projetos na área ambiental, no ano de 1997, no Programa das Plantas Medicinais do Ministério da Saúde e do Meio Ambiente. Fiquei feliz por um ano somente; pois tudo o que é bom demais dura pouco – alguém errou feio na constitucionalidade institucional legal no convênio deste meu projeto. Pesquisador sabe fazer projeto, mas não manipula convênios e muito menos os recursos financeiros. E por erros institucionais foi necessário o seu corte e, assim, por diante. Como recuperar uma tragédia dessa? Isso aconteceu no ano de 1998. Em 2001 fui para a Prefeitura Municipal de Porto Nacional, organizar o Conselho Municipal de Educação. Isso até 2003. A política muda e você não serve mais se não for do partido certo. Essa é outra variável que se precisa desatar das ações dos projetos públicos (…). Daí eu criar uma ONG totalmente livre de qualquer perigo público. Nem direito no seu estatuto existe para receber qualquer doação provinda dos cofres públicos. E através dessa ong desenvolvo as atividades juntamente com os outros componentes da mesma. Jailson, as coisa aqui não são diferentes do que eu pude observar no presente artigo deste blog. A quem nós vamos recorrer para conseguir patrocinadores? E se não houver uma união entre ONGs com muitos resultados de interesses comuns e que envolva muita criativadade em ações socioambientais de grandes impactos (políticos/ambientais) e de baixo custos; não vamos incomodar ninguém. Como ser premiado se não conseguimos sequer terminar projetos por erros institucionais, mudanças de políticos, em especial, a nível de municípios? Uma observação importante: no pouco tempo que permaneci na Prefeitura de Porto Nacional, consegui publicar dois trabalhos científicos na área da Saúde Coletiva; com Plantas Medicinais x DENGUE/Ambiente (…). É a primeira Prefeitura do Estado a conseguir esta façanha. Tudo com meus recursos próprios (…). Assim não dá! E por aí a coisa parece não ter fim. Só promessas teóricas e na prática nada acontece. Mesmo assim, não podemos desistir (…). Parabéns pelo seu trabalho. Ana Lourenço da Rosa. Consultoria Inter(trans)projetos Socioambientais. Tocantins. BRASIL>

    • Ana, é triste ver que falta agilidade e compromisso de grande parte dos gestores com essa temática. O que consola é saber que há pessoas apaixonadas e comprometidos, em vários recantos desse país, com a busca de resultados para a sociedade. Especialmente para os mais pobres. Parabéns trabalho. Se possível, envie cópia do texto sobre plantas medicinais X dengue. Gostaria de ler. Jailson da Paz.

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