A participação dos municípios pernambucanos tem sido acanhada nas iniciativas para proteger os biomas Caatinga e Mata Atlântica.
As unidades de conservação municipais relacionadas à Caatinga representam apenas 0,004% dos 450.925,44 hectares protegidos legalmente no estado.
Enquanto as prefeituras administram 19,24 hectares, o governo federal criou e gerencia unidades que somam 42.296,77 hectares.
A área estadual é de cerca de 2% da soma federal. São 8.609,43 hectares divididos em duas reservas. Uma em Floresta e outra em Serra Talhada.
A performance municipal melhora um pouco quando se trata da Mata Atlântica, mas não ultrapassa 1% do total. Para ser exato: 0,86%.
Pernambuco possui hoje 652.710,13 hectares de Mata Atlântica protegidos.
A União administra 79,12% das unidades de conservação criadas até o momento. Em números absolutos são 516.442,15 hectares.
O estado, por sua vez, responde por 20,02% das áreas . Isso representa 130.682,69 hectares.
Na lanterna, os municípios zelam por apenas 5.585,29 hectares.
As unidades de conservação, tanto na Caatinga quanto na Mata Atlântica, são de proteção integral ou de uso sustentável.
