Na Rio+20 e nos eventos paralelos, há vários formas de se discutir a sustentabilidade do .
Zenildo Barreto encontrou uma forma peculiar.
No Aterro do Flamengo, ele montou uma exposição.
As peças são troncos e galhos queimados de árvores da Mata Atlântica.
No meio das esculturas, o artista desenhou o mapa do Brasil.
As linhas do mapa são feitas de pedras de carvão vegetal resultantes da queima da Mata Atlântica.
“Nasci no meio da mata e vi, em três décadas, quase tudo ser destruído”, contou.
A destruição de que Zenildo fala ocorreu na Bahia, estado onde nasceu e do qual foi exilado pelo regime militar nos anos 1960.
Ele retornou ao Brasil somente no começo dos anos 1980, após a Anistia.
Apesar do desmatamento, Zenildo acredita ser possível recuperar a Mata Atlântica pela diversidade genética do que existe nas áreas remanescentes.
“O recado está aí. E a natureza dá elementos para salvar a Terra”, disse.

Bela exemplo do Zenildo, mas… além das causas conhecidas e hipotéticas de queimadas, existe aquela que surge nas margens das rodovias causadas pela fuligem incandescente que sai dos escapamentos dos ônibus e caminhões que se encontram com o motor desregulado. Vejam no Google “Queimadas no Brasil: Causa real nas rodovias”. Edmar- Itabira – MG