A vez dos empregos verdes

Longe de serem modismos, os empregos verdes são grandes apostas.

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima que 60 milhões de empregos verdes serão criados nos próximos 20 anos no mundo.

No Brasil, estima-se a existência formal de 3 milhões desses empregos.

E onde estão eles?

Vagas têm aparecido em diversas áreas: direito, administração, contabilidade e engenharia, por exemplo.

Instituições de ensino superior, no Recife, criaram cursos específicos ou enriqueceram o currículo de outros para atender as exigências da sustentabilidade.

Há, nessa linha, engenharia ambiental e tecnologia em gestão ambiental.

Por outro lado, alguns profissionais correm por conta própria em favor da especialização. Como é o caso dos advogados voltados ao direito ambiental.

Essa área do direito é considerada uma das mais promissoras do mercado.

Abaixo, algumas carreiras consideradas verdes:

Gestor de sustentabilidade: estabelece políticas na área de sustentabilidade.

Técnico em meio ambiente: integra equipes de planejamento e de prática de projetos ambientais.

Advogado ambiental: analisa riscos e prepara contratos com cláusulas ambientais.

Contabilista: prepara e analisa balanços e números das empresas.

Urbanista: estuda e desenvolve formas de construção e ocupação do espaço urbano menos agressivas ao meio ambiente.

Com informações de Rosa Falcão, repórter do Diario de Pernambuco.

À espera da regulamentação

Quase dois anos após a sanção da Lei 14.139/10 pelo governador Eduardo Campos, as entidades protetoras dos animais aguardam que seja regulamentada.

A norma, também chamada de Lei de Defesa da Vida, foi criada para estabelecer o controle populacional e de sacrifício de gatos e cães de ruas. 

As entidades defendem, como prevê a lei sancionada em agosto de 2010, políticas sanitárias para identificar e esterilizar os bichos abandonados. 

Entre as propostas dos protetores de animais estão a construção de um hospital veterinário público e a montagem de um sistema itinerante de castração. 

A explicação para isso, segundo eles, vem dos números. Estima-se em 43 mil a quantidade de cães e gatos soltos nas ruas do Recife. 

Os protetores alegam que o problema dos animais em Pernambuco deve tratado do ponto de vista ambiental e não apenas pela ótica da saúde pública.