Os movimentos de defesa dos animais estão certos em exigir a construção de um hospital veterinário na Região Metropolitana do Recife.
A greve dos professores da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) veio reforçar tal proposta.
Afinal, com o fechamento temporário da unidade da UFRPE, os animais, especialmente os criados pelos mais pobres, é o que mais sofrem.
E como ficam e o que dizem municípios e o estado diante disso?
Primeiro: seria bom, a curto prazo, que a unidade veterinária da universidade funcionasse ao menos parcialmente.
Do contrário, cães e gatos morrerão sem qualquer socorro.
O hospital universitário, quando funciona normalmente, realiza cerca de 70 atendimentos por dia. Os atendimentos acontecem pela manhã e tarde.
Nele, consultas são gratuitas, mas algumas cirurgias e exames são cobrados.
Segundo: está na hora de municípios e estado apresentarem suas propostas para a área e tirá-las do papel.
Certo que cães e gatos não votam, mas os donos, cada vez mais conscientes do problema e organizados, votam.
Mais: denunciam a “insensibilidade” do poder público em relação ao assunto nas redes sociais e começaram a ir para as ruas.

