Quase dois anos após a sanção da Lei 14.139/10 pelo governador Eduardo Campos, as entidades protetoras dos animais aguardam que seja regulamentada.
A norma, também chamada de Lei de Defesa da Vida, foi criada para estabelecer o controle populacional e de sacrifício de gatos e cães de ruas.
As entidades defendem, como prevê a lei sancionada em agosto de 2010, políticas sanitárias para identificar e esterilizar os bichos abandonados.
Entre as propostas dos protetores de animais estão a construção de um hospital veterinário público e a montagem de um sistema itinerante de castração.
A explicação para isso, segundo eles, vem dos números. Estima-se em 43 mil a quantidade de cães e gatos soltos nas ruas do Recife.
Os protetores alegam que o problema dos animais em Pernambuco deve tratado do ponto de vista ambiental e não apenas pela ótica da saúde pública.