Como não se sabe quantos municípios pernambucanos finalizaram os planos de gestão de resíduos sólidos, a Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade decidiu montar o próprio banco de dados.
O levantamento ajudará na elaboração de programas e ações relacionadas ao tratamento do lixo, bem como na estruturação dos consórcios regionais. Existem 11 propostas de consórcios no estado.
Para montar o banco de dados, adiantou Hélvio Polito, a secretaria vai contatar quase todas as 184 prefeituras. Hélvio, secretário executivo de Meio Ambiente, coordenou o Plano Estadual de Resíduos Sólidos.
O contato com as prefeituras será necessário porque, embora tenha estipulado 1 de agosto como prazo para a finalização dos planos, o governo federal não exigiu o envio dos documentos para o Ministério do Meio Ambiente.
Mas os planos terão que ser apresentados por municípios e estados quando forem concorrer a projetos financiados pela União.
O Ministério do Meio Ambiente estima que menos de 10% das cidades brasileiras conseguiram elaborar os seus planos até o dia 1 deste mês, como ordenava a Política Nacional de Resíduos Sólidos.
Esse percentual é contestado. Para entidades municipalistas, muitas prefeituras fizeram os planos de gestão com recursos próprios.
A estimativa do ministério é fundamentada nos acessos feitos de prefeituras, via internet, ao edital da Caixa Econômica Federal. O edital destinava recursos para a elaboração dos planos de gestão.
