Depois de Jaboatão, Paulista começa a engorda da praia

Paulista é a segunda cidade da Região Metropolitana do Recife (RMR) a iniciar o processo de engorda de suas praias. Para começar, Pau Amarelo.

Os primeiros passos foram dados ontem pela prefeitura a poucos metros do Forte de Pau Amarelo. E deve se estender por dois quilômetros.

Nessa primeira etapa do projeto, os serviços contemplam os 700 metros entre as ruas Nossa Senhora Aparecida e Malta.

A engorda terminará em seis meses se o cronograma for seguido à risca.

Para conter o avanço do mar, Paulista está utilizando uma técnica conhecida como bagwall, que é uma barreira de concreto.

Segundo o município, o bagwall possibilitará um aumento contínuo da faixa de areia da praia, mas ainda não é possível quantificar o ganho em metros.

O investimento na engorda será de R$ 14,3 milhões. Grande parte desse valor virá da União, através do Ministério da Integração Nacional.

Jaboatão dos Guararapes foi o primeiro município a iniciar a engorda de suas praias, no primeiro semestre deste ano.

A tecnologia escolhida para requalificar 5,3 quilômetros de Barra de Jangada, Candeias e Piedade difere da que se adota em Paulista.

Em Jaboatão vem sendo empregada uma draga para colocar areia nas praias. A areia vem de uma reserva marinha no Cabo de Santo Agostinho.

4 thoughts on “Depois de Jaboatão, Paulista começa a engorda da praia

  1. Bom dia fico muito feliz em saber que a praia de pau amarelo vai ter sua engorda, pois tenho uma casa lá, hoje moro em piedade e venho dia a dia vendo os trabalhos de engorda , é rápido e om resultado é excelente.
    Gostaria de saber se vai ser feito em paulista com a mesma tecnologia que está sendo feito aqui, e se é com a mesma concessionaria.

    Grato

    Fernando Galhardo

    • Fernando, a tecnologia é diferente, pois em Paulista a parede de concreto é que permitirá, com o tempo, o acúmulo de areia na praia; Em Piedade, além das estruturas (quebra-mares) no mar, a engorda já está sendo feita por dragas. Nesse momento, não sei dizer se é a mesma empresa que cuida dos dois projetos. Posso checar.

  2. É lamentável que, em se tratando da Zona Norte, tudo é diferente. Ora, se a técnica utilizada em Jaboatão vem despertando interesse de varias prefeituras do Brasil, porque em Pau Amarelo não se utilizar a mesma tecnologia. Toda àquela orla de Paulista até Maria Farinha tem que ser feito um trabalho URGENTE de contenção do avanço do mar. Tanto o prefeito como o governador Eduardo Campos, precisam ver de perto o estado em que a praia de Pau Amarelo se encontra. É uma vergonha para Pernambuco, ter uma praia tão perto da Capital, totalmente abandonado pelo poder público. Nossa esperança era que depois de Jaboatão fosse feito os mesmos trabalhos em Paulista, mas pelo visto isso não vai ocorrer.

  3. Acho que o melhor trabalho de fato é a da paulista, pois este mesmo modelo foi desenvolvido no ceará com resultados excelentes, o de Jaboatão pode ser temporario enquanto que o de Paulista pode de fato mostrar um resultado mais duradouro, pois não precisa engondar a praia, processo que o mar pode retomar já com a tecnologia empregada em paulista o resultado é permanente e natural o surgimento da areia. Além disso, o custo da obra é de fato muito mais barato, espero que ele se estenda por toda a orla do paulista.

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