Pacto com poucas assinaturas

A meta de O Pacto pela Vida Animal era obter 64.634 assinaturas até o final deste mês, mas somente um terço foi conseguido.

Diante do número, as entidades à frente da campanha pretendem reforçar o trabalho junto aos professores da rede pública e de igrejas.

“Vamos trabalhar para atingir a meta em setembro”, adiantou a delegada do Meio Ambiente Nely Queiroz.

A coordenação do pacto pretende conversar com os sindicatos de professores de escolas municipais e estaduais e com a Arquidiocese de Olinda e Recife.

Além dos novos contatos, planeja-se ações para o recolhimento de assinaturas em pontos de grande movimento, a exemplo da Estação Central do metrô.

A campanha, lançada em maio deste ano, reivindica a implementação de políticas públicas voltadas à proteção e ao bem-estar dos animais.

Quando se recolher as 64.634 assinaturas, o documento será entregue ao governo do estado.

Garças são capturadas e mortas, com ajuda de gaviões, em Fernando de Noronha

As garças estão desaparecendo de Fernando de Noronha.

Mas ao contrário do que possa parecer, isso é uma boa notícia.

Afinal, as garças são de uma espécie invasora no arquipélago.

Trezentas aves foram capturadas e mortas desde janeiro, quando a administração iniciou a campanha para eliminá-las.

A captura das garças – todas do tipo vaqueira - vem sendo feita com três gaviões, trazidos de Porto Alegre (Rio Grande do Sul).

Os animais participaram até  quinta-feira da terceira etapa da campanha.

Nos últimos anos, as garças  tornaram-se um problema ambiental, de saúde pública e para a aviação em Fernando de Noronha.

Duas aves, em janeiro deste ano, quase provocaram um acidente aéreo ao se chocarem com uma aeronave no aeroporto local.

Do ponto de vista ambiental, explicou o veterinário Carlos Diógenes Ferreira de Lima Filho, as garças oferecem dois riscos.

Elas se alimentam em grande escala da mabuia, um pequeno réptil da ilha, o que põem em risco essa espécie nas ilhas.

Ao mesmo tempo, as invasoras disputam espaços com aves milenares de Fernando de Noronha, a exemplo dos atobás.

“As garças-vaqueiras também são um perigo à saúde pública”, alerta Carlos Diógenes, da coordenação de Meio Ambiente do arquipélago.

Essas aves invasoras portam a salmonela, bactéria que causa problemas gastrointestinais graves nos seres humanos.

Pelo planeta, cidades brasileiras apagaram as luzes

E você aderiu hoje à campanha “A hora do planeta”?

 O ideal seria uma resposta positiva.

Cinco mil cidades de 147 países e centenas de empresas de todo o mundo apagaram as luzes em defesa da sustentabilidade.

A campanha aconteceu em 24 estados brasileiros, sendo a proposta desligar as luzes entre 20h30 e 21h30;

Um dos gestos significativos do país, onde 500 monumento e pontos turísticos ficaram às esculturas, foi o apagar das luzes do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro.

 No Recife, a prefeitura apagou as luzes do prédio-sede e do Parque da Jaqueira.

 “A hora do planeta”, iniciativa da organização ambiental WWF, tem o objetivo de despertar a população para o problema do aquecimento global.

A produção de energia elétrica aparece entre os grandes produtores de gases de efeito estufa, principalmente a energia produzida pelas termelétricas.

Vale lembrar a proposta, anunciada pelo governo do estado, de se implantar a maior termelétrica do mundo no Complexo de Suape.

Apesar de experiências como essa, o Brasil é um dos líderes na produção de energias renováveis, a exemplo do biocombustível e de hidrelétrica.

As renováveis representam 45% da energia produzido no Brasil, enquanto a média dos países ricos é de somente 8%.

Você trocaria o elevador pelas escadas?

A proposta está sendo feita em Nova Iorque e vem dando bons resultados: trocar o uso diário do elevador pelas escadas.

Antes da campanha, lançada 2008, 9,2% dos moradores de três prédios, por exemplo, faziam a troca. Agora, o índice é de 34,7%.

O projeto da prefeitura tem duplo objetivo.

De um lado, estimular a prática de exercícios físicos, com um argumento ao gosto dos dias atuais: “queima de calorias”.

A prefeitura ressalta a pesquisa de que homens habituados a subir 20 andares por semana têm 20% de risco de morte menor do que os sedentários.

Por outro, economizar energia elétrica. É o apelo para cuidar bem do planeta.

Além da sensibilização, o governo disponibiliza o material da campanha gratuitamente.

Conseguir os cartazes é fácil. Basta acessar o site da cidade e baixá-los. Ou solicitando o envio do material por telefone.

E você trocaria o elevador pelas escadas?