Será assinado nesta segunda-feira o contrato para o início das obras de contenção do avanço em Jaboatão dos Guararapes.
O contrato será firmado entre a prefeitura e a OAS, empresa vencedora da licitação.
Com a assinatura, o começo das obras dependerá apenas da liberação da licença prévia pela Agência Pernambuca de Meio Ambiente (CPRH).
O problema é que a questão vem se arrastando há meses.
No dia 10 de abril deste ano, a CPRH realizou a audiência pública, como exige a lei, sobre as obras em Jaboatão, Recife, Olinda e Paulista.
A CPRH teria, após a audiência, 10 dias para analisar as contribuições sugeridas no encontro, incorporando-as ou não ao documento relativo aos impactos ambientais.
A assinatura do contrato hoje pela manhã aumenta a pressão sobre CPRH e por tabela sobre o estado, que já deveria ter concedido a licença.
E a pressão é justa, pois parte dos recursos já estão assegurados e centenas de famílias, a cada dia, veem seus imóveis se desvalorizar.
O projeto de recuperação das praias de Piedade, Candeias e Barra de Jangado está orçado, em R$ 40 milhões. Desses, 13 milhões já estão
conveniados com o governo federal, via o Ministério da Integração Nacional.

