BR-104 separa a Zona Oeste do centro Caruaru

 

BR-104 Caruaru - Foto- Bernardo Dantas DP/D.A.Press

Por

Tânia Passos

O sistema viário na BR-104, rodovia urbana que corta Caruaru de Norte a Sul, divide o lado Oeste do Centro. Passar de um lado para outro exige atenção à pouca sinalização existente. A rodovia é acesso para o Terminal Rodoviário, polo de confecções e o Alto do Moura, um dos cartões postais da cidade e um dos polos juninos. Fazer a escolha errada na hora de decidir que direção tomar pode significar uma verdadeira volta ao “mundo”. As duas extremidades distam cerca de quatro quilômetros e uma vez na rodovia não há como seguir para as vias locais.
A barreira física na pista duplicada não vem trazendo transtornos apenas para os motoristas. Os pedestres também têm dificuldades na travessia. Um dos pontos críticos fica em frente ao Terminal Rodoviário. O Departamento Nacional de Infraestrutura e Trânsito (Dnit) instalou lombadas eletrônicas em seis contornos urbanos, reduzindo a velocidade dos veículos para 50km/h. Uma faixa de pedestre quase apagada e uma placa indicam a preferência do pedestre, mas nem sempre os motoristas atendem. “Não é fácil passar por aqui. Os motoristas não respeitam”, revelou a estudante Manuela Monteiro, 21 anos. O aposentado Miguel José do Nascimento dá a receita. “Se não olhar, morre logo. É muito movimento aqui”, afirmou.

Pedestre na BR-104 Foto Bernardo Dantas DP/D.A.Press
Pela BR-104, no trecho urbano de Caruaru, passam por dia mais de 50 mil veículos. A pista é usada como ponto de passagem. A interação com a cidade deixou de existir. A única forma de interligar os lados é por baixo dos quatro viadutos existentes no trecho urbano. Para chegar às vias marginais é preciso, no entanto, fazer a opção logo que entrar na rodovia. No sentido Caruaru/Toritama, o acesso local é antes do primeiro viaduto. Já no sentido Toritama/Caruaru, o acesso à pista local é imediatamente após o polo de confecções. Quem seguir em frente achando que terá outra opção de migrar para a marginal não terá. A não ser o retorno no viaduto da BR-232, quase indo para o Recife.

Vizinho ao Terminal Rodoviário estão o Batalhão da Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros. De acordo com o capitão Cledjones Gomes, 36 anos, do Corpo de Bombeiros de Caruaru, o atendimento aos chamados ficou mais difícil. “Nós temos um tempo de resposta maior porque precisamo fazer um retorno pelo viaduto da BR-232. Era melhor se houvesse uma alternativa para os veículos de emergência”, ressaltou.

BR-104 - Caruaru - Foto - Bernardo Dantas DP/D.A.Press

Rodovia sofrerá modificações

O projeto de duplicação da BR-104 é do Dnit, mas teve a execução do Departamento de Estrada e Rodagem de Pernambuco (DER). Segundo o superintendente do Dnit, Euclides Bandeira, os problemas de acesso no trecho urbano de Caruaru já foram detectados e algumas alterações estão previstas.

“Nós vamos acrescentar no projeto algumas agulhas (acessos viários) entre a rodovia principal e as marginais para evitar os retornos muito longos e também a instalação de passarelas nos trechos de maior fluxo de pedestre”, afirmou. A localização das passarelas, segundo ele, ainda estão sendo definidos em um estudo de contagem de fluxo. O único ponto que já definido é na frente do Terminal Rodoviário. “Há um fluxo muito intenso de pedestres naquele ponto e mesmo com o redutor de velocidade, entendemos que há necessidade de instalar uma passarela”, avaliou Bandeira.
As obras de duplicação da BR-104 foram iniciadas em 2010 e devem se estender até 2014. Segundo o presidente do DER, Carlos Júnior, as alterações previstas no projeto serão feitas até dezembro deste ano, mas o restante da duplicação no trecho entre o distrito de Lajes, em Toritama até Santa Cruz do Capibaribe será iniciado no início do próximo ano. “Nós temos condições de fazer a finalização das obras das marginais no trecho urbano de Caruaru, incluindo as agulhas, a instalação das passarelas e a sianlização”, revelou Carlos Júnior.
Das seis lombadas eletrônicas instaladas pelo Dnit, cinco estão no contorno urbano de Caruaru e uma no distrito de Lajes, em Toritama. A velocidade permitida dos equipamentos varia de 50 e 60km/h dependendo do trecho. A velocidade na rodovia, no entanto, pode chegar a 80km/h.
saibamais

Perfil da BR-104
– 672,3 km é a extensão de toda a
104 (incluindo trechos não
construídos)

– 7 cidades são cortadas pela
BR-104 em Pernambuco:
Taquaritinga do Norte, Toritama,
Agrestina, Caruaru, Cupira,
Panelas e Quipapá

– 51 km é o trecho de duplicação
da BR-104

– 12 km ainda faltam ser
concluídos da duplicação

– Os pontos das lombadas
eletrônicas

– 4 estados do Nordeste são
cortados: Rio Grande do Norte,
Paraíba, Pernambuco e Alagoas

Contorno urbano de Caruaru:
– Km 62,5 (Boi e Brasa)

– Km 64,3 (Detran)

– Km 66 (Escola Profª Elizete
Lopes)

– Km 67 (Rodoviária)

– Km 72 (Saída de Caruaru)

– Km 39,1 (Lajes, distrito de
Toritama)

Discussão de pedágio urbano também no centro do Rio

A Comissão de Viação e Transportes realizará, na terça-feira (15), audiência pública para debater o valor dos pedágios cobrados nas rodovias federais que cortam o estado do Rio de Janeiro. Os deputados vão discutir o acórdão nº 2927/2011, do Tribunal de Contas da União (TCU), que trata do desequilíbrio econômico dos contratos de concessão decorrentes da 1ª Etapa do Programa de Concessões das Rodovias Federais.

O relatório aprovado pelo TCU aponta aumento indevido das tarifas ao logo do tempo. De acordo com o tribunal, a tarifa cobrada do motorista deve ser apenas suficiente para arcar com a prestação do serviço e garantir a continuidade dele.

No acórdão, aprovado no fim do ano passado, o TCU determinou à ANTT que adote metodologia adequada na recomposição do equilíbrio econômico-financeiro nos contratos da primeira etapa do programa de concessões de rodovias federais.

O encontro é uma iniciativa do deputado Hugo Leal (PSC-RJ). O parlamentar disse que a expectativa é de que a redução da tarifa seja de 15% a 20% nos valores cobrados dos motoristas que viajam do Rio para Petrópolis, do Rio para Teresópolis, na Ponte Rio-Niterói e na Baixada.

Foram convidados:
– representante da Auditoria do Controle Externo do TCU;
– a superintendente de Exploração de Infraestrutura Rodoviária da Agência Nacional de Transporte Terrestres (ANTT), Mário Mondolfo.

A audiência será realizada às 14 horas, no Plenário 11.

 

Fonte: Agência Câmara

Veja como vai ficar o centro do Rio com bonde moderno

Uma das estrelas do Porto Maravilha – programa de revitalização da zona portuária da capital carioca – o projeto de implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), orçado em R$ 1,1 bilhão, está mais próximo de sair do papel e chegar às ruas do centro da cidade. Na última semana, foi aprovada pelo governo federal a liberação de R$ 500 milhões em recursos do Orçamento Geral da União (OGT).

Para garantir os R$ 600 milhões restantes, serão abertas no início do próximo mês audiência e consulta públicas a fim de preparar a licitação para escolha da concessionária responsável pelo projeto. O edital deverá ser lançado até agosto.

“Já temos os estudos de viabilidade, o cronograma e todas as autorizações exigidas para começar as intervenções necessárias na região. O início da contratação das obras está previsto para janeiro de 2013”, afirma o presidente da Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro (Cdurp), Jorge Arraes.

O veículo leve contempla não só a região do Porto, como também parte considerável do centro da cidade. Pontos de grande ciculação, como a Avenida Rio Branco, a Cinelândia e o aeroporto Santos Dumont, também receberão estações do novo bonde.

O sistema do VLT, ou bonde moderno, como foi apelidado na Cdurp, terá seis linhas distribuídas em 42 estações ao longo de 30 quilômetros de vias, sendo 26 quilômetros de vias de ida e volta e quatro quilômetros de via singelas. A distância média entre as estações será de 400 metros e a expectativa é de que o tempo de espera entre um trem e outro varie entre 5 e 15 minutos, dependendo da linha. Cada vagão comporta até 450 passageiros.

O sistema de pagamento será similar ao de países da Europa que já adotaram o VLT. Ao entrar no trem, o próprio passageiro deverá validar seu bilhete. A estimativa da CDURP é que a passagem custe em torno de R$ 3 e o novo modal deverá integrar o sistema do Bilhete Único.

 

Fonte: Portal IG – http://economia.ig.com.br/2012-05-14/veja-como-vai-ficar-o-centro-do-rio-com-bonde-moderno.html

Recife paga caro para estacionar



 

Diario de Pernambuco

Por Tânia Passos

O Centro do Recife ainda mantém o inacreditável número de 2,8 mil vagas de Zona Azul a R$ 1, com intervalos de duas e cinco horas. E ainda há quem reclame. Pois esse paraíso dos motoristas deve dar lugar aos estacionamentos privados e, antes mesmo do projeto dos edifícios-garagem emplacar, já é possível perceber que ir de carro ao Centro está e ficará cada vez mais caro. O Diario visitou seis estacionamentos no Centro e constatou que o preço por uma hora varia de R$ 7 a R$ 10. Para quem trabalha no Centro, a opção é ser mensalista e o custo fica na faixa dos R$ 200 por mês. Para se ter uma ideia, na Avenida Paulista, um dos endereços mais caros do Centro de São Paulo, a hora de estacionamento varia entre R$ 13 e R$17 e a mensalidade na faixa dos R$ 350.

A nossa escalada à pauliceia segue no mesmo ritmo inflacionário, mas não no mesmo padrão. A maior parte dos estacionamentos no Centro do Recife é improvisada em terrenos baldios e sem a mínima estrutura. Tem até posto de combustível servindo de estacionamento. O negócio que prospera vem se multiplicando nas esquinas dos bairros centrais e ainda não é suficiente para atender à demanda. Na Rua Floriano Peixoto, o Diario visitou quatro estacionamentos. Na Casa da Cultura, onde até o ano passado, a hora custava R$ 3,50, o valor dobrou para R$ 7 e mais R$ 1 pela hora excedente. Não por acaso, muita gente prefere estacionar numa rua lateral. Não é permitido estacionar no local. Mas o custo é R$ 2 para o flanelinha, mesmo arriscando multa de R$ 53, por estacionamento irregular. “Vou demorar pouco tempo e lá dentro (Casa da Cultura) está muito caro”, reclamou o assessor parlamentar, Ubiranílson Soares de Jesus, 27 anos.

Foi com muita indignação, que o representante comercial, Magdiel Ferreira do Nascimento, 44, teve que pagar R$ 1 a mais por ter excedido um minuto da primeira hora. “Vim correndo para pagar os R$ 7 e agora vou ter que pagar R$ 8 por causa de um minuto. Está um absurdo o preço de estacionamento aqui no centro do Recife”, criticou. A Casa da Cultura não é um dos mais caros. Um pouco antes, em um estacionamento de um banco privado, a hora custa R$ 8 e mais R$ 3 pela hora excedente. “Para os clientes, o valor é de R$1,50 e se passar de uma hora custa R$ 5”, explicou o funcionário que não quis se identificar.

Também na Floriano Peixoto, encontramos o aposentado Josival Evangelista, 66 anos, que aluga um terreno e faz dele um estacionamento. Ele cobra por expediente. Para quem estaciona manhã e tarde o preço é R$ 10. Meio expediente sai por R$ 5. “Até o ano passado era R$ 6 os dois horários. Mas tive que aumentar para ficar dentro da média que está sendo cobrada aqui na região”, justificou.

Na  Rua da Concórdia, em um estacionamento particular em um terreno com capacidade para 200 carros, o preço é de R$ 8 e R$ 2, a hora excedente. Na mesma rua, em um edifício-garagem, a cobrança é pela hora quebrada. Meia hora custa R$ 5 e a meia hora excendente R$ 3. A Dircon informou que existem 314 estacionamentos legalizados na cidade.

Saiba mais

Quanto custa estacionar no centro do Recife

Zona Azul

2,8 mil vagas
R$ 1
Intervalo de 2h e 5h

Shopping Boa Vista

R$ 4 a primeira hora
R$ 1 por hora excedente


Bairro Santo Antônio – Rua do Sol

R$ 4 a R$ 6 a hora
R$ 1 a R$ 2 a hora excedente

Bairro São José – Rua Floriano Peixoto e Rua da Concórdia

R$ 7 a R$ 10 – a hora
R$ 1 a R$ 3 a hora excedente

Paço Alfândega

R$ 4 a primeira hora
R$ 1,50 por meia hora excedente

314

estacionamentos têm alvará de funcionamento no Recife

 

25 áreas para os edifícios-garagem

Um total de 25 áreas foi identificado pelo Instituto da Cidade Pelópidas Silveira com potencial para construção de edifícios-garagem. O Instituto chegou a fazer um pré-estudo em três áreas onde é grande a demanda por vaga de estacionamento: Cais de Santa Rita, Boa Vista, nas imediações da Rua da Aurora e, em Casa Amarela, onde funciona a Feira da Sulanca. O edital, lançado pela prefeitura no último dia 24 de março, deu prazo de 60 dias para os interessados apresentarem suas propostas.
De acordo com o coordenador do projeto, Romero Pereira, os interessados devem apresentar um estudo de viabilidade econômica. “Eles devem informar o número de vagas e o valor da tarifa pela hora para que possamos analisar se é viável ou não”, explicou. Segundo o coordenador, até agora nenhuma empresa apresentou proposta. “Já houve várias consultas, mas nós acreditamos que os interessados estejam realizando o estudo de viabilidade para fazer a proposta. Eles estão dentro do prazo”, ressaltou.

Que é um negócio lucrativo, ninguém tem dúvida. Mas nenhum empresário vai querer concorrer com a rua, que sai por R$ 1, na Zona Azul ou pela tabela do flanelinha. “O empresário pode pedir uma medida mitigatória do município como, por exemplo, reduzir as vagas de Zona Azul na área onde ele vai construir. Isso pode ser negociado na proposta”, revelou Romero Pereira.

Para os especilistas em trânsito, quanto mais difícil for estacionar no Centro, melhor para a circulação. Nos grandes centros urbanos já existe até pedágio para quem vai de carro. Por enquanto, ir de carro ao Centro do Recife tem suas vantagens, principalmente para quem tem a sorte de pegar uma das 2,8 mil vagas da Zona Azul.

Pedágio no centro do Rio será inevitável

Por

Milton Corrêa da Costa

O trânsito do Rio caminha para o que já se previa há anos atrás: a saturação dos espaços viários e o caos total. E a recente adoção do BRS (Bus Rapid Service)- um corredor exclusivo de ônibus- no Centro e na Zona Sul da cidade mostrou claramente isso. Tudo desemboca no grande gargalo do Centro. Por mais racional que a implantação do BRS possa ter sido planejada constata-se que há veículos demais em circulação em horário de pico, muitos em péssimo estado de conservação.

Se o BRS encurtou o tempo de viagem para quem viaja de ônibus criou, como efeito colateral sem solução, mais congestionamentos em avenidas e ruas próximas. Quem reside na Zona Oeste do Rio pode levar, por exemplo, mais de duas horas preso em engarrafamento em horário matutino de pico e outras tantas horas no horário vespertino. Quem reside nas Zonas Norte e Leopoldina já não é muito diferente.

Aquisição facilitada de carros, falta de grandes obras viárias, cultura do uso irracional do carro particular, cruel espera da expansão do transporte de massa, horários idênticos para o início e término das diferentes atividades profissionais, além do comércio, constantes veículos com defeito e parados em via pública, acidentes diários nos corredores de trânsito, excesso de ônibus em vias públicas e carga e descarga em horários de rush, traduzem um conjunto de fatores que faz com que, cada vez mais, caia a velocidade média de circulação na cidade do Rio de Janeiro, que se prepara para grandes eventos nos anos de 2013, 2014 e 2016.

O uso ilimitado e irracional do carro particular está, pois, com os seus dias contados no Centro do Rio. Não há mais dúvida. A lei que trata da mobilidade e priorização do transporte público, já está em vigor no país e autoriza a cobrança do pedágio urbano a carros particulares. Mantida a média de emplacamento de novos veículos no município do Rio (100 mil/ano), até os Jogos Olímpicos de 2016 teremos mais 500 mil veículos se arrastando e engarrafando ainda mais ruas e avenidas. Ou seja, o trânsito do Rio vai parar num grande congestionamento daqui há pouco tempo, numa grande fonte de estresse.

Proprietários de veículos, repudiem ou não, batam o pé ou não, só poderão circular ao volante e no conforto dos seus bens móveis (refrigerados), no Centro o Rio e sua periferia, entre 06:00 e 21:00 horas, em dias de semana, desembolsando um alto valor para o pagamento do pedágio urbano, tal e qual algumas cidades do mundo. Ou se acaba e se desestimula a cultura individualista do uso irracional do automóvel ou o pedágio será privilégio de poucos que se disponham a incorporar no orçamento mais um pesado item. Uma medida inevitável ainda que restritiva de direito de uso do solo urbano. Uma medida em prol da coletividade e do meio ambiente, ainda que de repúdio social. Não haverá para onde correr.

O que é pior: o futuro da indústria automobilística, que depende do permanente aquecimento do mercado de venda de carros para manter a produção e consequentemente os empregos e sua própria sobrevivência, sem falar no futuro das concessionárias e revendas de veículos, está em xeque. Assim como os locais autorizados para uso do cigarro estão cada vez mais restritos aos fumantes o uso do automóvel particular, inevitavelmente, estará também limitado no futuro.

A bicicleta, quer queiramos ou não, surge como meio alternativo de transporte para alguns. Haja, portanto, bicicletários, ciclofaixas, ciclovias, preparo físico e paciência para encarar doravante o trânsito do Rio que no futuro, adotado o regime de pedágio no Centro, fluirá melhor e com menos estresse. Que se preparem, pois, todos aqueles que imaginaram dispor, ad eternum, de ruas e avenidas, a seu bel prazer, para deslocarem-se, com conforto, em seus veículos. Os espaços viários são finitos e a era do uso ilimitado do automóvel está com os seus dias contados. Sinal dos novos tempos. Quem sobreviver ao caos urbano verá.

*Milton Corrêa da Costa é coronel da reserva da PM do Rio de Janeiro

Fonte: Portal do Trânsito