Álbum do Pesadelo

imagine se vir repetida?

Imagine se esta capa da edição da última terça-feira do Superesportes, de fato, fosse um álbum de figurinhas? Difícil seria alguém interessado em colecionar estas pestes. Êita, galerinha mais ou menos. Geílson, Rodrigo Pontes, Erick Flores, Igor, Germano, Eliandro…

Imagine ainda se o cara comprasse o pacotinho e visse alguma repetida? Tenso. 8-O

Melhor não dar a ideia…

Enquete: O que Restou para o Sport?

e o Leão, coitado...

Quem diria, hein? Timbu sorridente, Leão cabisbaixo. Uma tremenda reviravolta. A uma rodada do fim do campeonato e sem chances de classificação, o que restou para o Sport nesta Série B? Geninho já deu sinais de mandar a equipe reserva para o duelo de sábado, contra a Portuguesa, em uma provável Ilha do Retiro entregue às moscas. Vote aqui do lado direito da página, rapidinho, em uma das cinco opções listadas:

  • Despedir-se com honra.
  • Começar a planejar a busca do hexa.
  • Torcer para a Portuguesa.
  • Pagar as apostas perdidas.
  • Todas as opções.

Charge: Jarbas (DP/D.A.Press)

Bonequinhos Escrotinhos

se você tiver menos de 18 anos, desça a barra de "rolagem"bacanal de barro

Já estou esperando o alerta para tirar a postagem do ar. Mas, enquanto a ordem não chega, aproveite para ler, comentar, imitar, rir, ficar boquiaberto…

Ao sair do Barradão, após o empate em 1 x 1 entre Vitória e Corinthians, último domingo, deparei-me com um curioso produto de vendedor ambulante. Tabuleiro com um verdadeiro bacanal. Sacaninhas bonequinhos de barro, onde os com camisa do Vitória esculachavam os pintados com as cores do Bahia.

Polêmico? Obsceno? Engraçado? Chulo? Provocação válida? Desnecessária? Enfim. Imagine se a moda pega por aqui em Pernambuco…

molequinho danado

Fotos: Pai Aqui/DP/D.A.Press 

Bichinho Azarado, Oxente!

"aqui tem um bando de loucô..."sem Ronaldo... 1 x 1

Já me convenci: sou muito azarado quando decido assistir a jogo fora de Pernambuco. Eu me programo para ver o espetáculo, aguardo para acompanhar a atuação de certos jogadores, preparo-me para a festa, mas só vejo bola fora. Sobram exemplos. Eis dois recentes.

sem Ganso, sem Neymar... 0 x 0Rio de Janeiro, 5 de setembro de 2010.

Primeiro, preciso voltar o tempo. Uns três meses antes, quando comprei a passagem para a terrinha carioca, planejei: “Putz, legal! Vou ver Ganso e Neymar”.

Poucos dias depois, Ganso é submetido a cirurgia. Uma rodada antes do duelo contra os rubro-negros, Neymar faz molecagem, dá um chapéu no adversário quando o jogo estava parado e recebe o terceiro cartão amarelo – suspenso. Penso:  ao menos, vou ver a festa do último jogo do velho Maraca. Quanto foi o placar do confronto? Pois é: 0 x 0.

Salvador, 21 de novembro de 2010.

Enfrentei um longo engarrafamento até o Barradão. Levei quase uma hora para conseguir entrar no estádio, tomando sol e se esfregando em uma macharia suada e fedida. Demoro para achar lugar na arquibancada. Ansioso para ver Ronaldo em campo. O Fenômeno começa bem. Dois belos passes – um, inclusive, virou assistência para gol. Mas, com 20 minutos de partida, “Ronalducho” sente lesão, desaba (“terremoto”) e é substituído. Placar do confronto? Um tal de 1 x 1 ruim para ambas as equipes.

É como diz aquele velho ditado: “Se macumba ganhasse jogo, Campeonato Baiano terminaria empatado”.