Só 37 Dias de Folga?!

fim das férias

Pegue a nova agendinha fuleira de 2011. A do amigo secreto da empresa, quando você escolheu a caixa só por causa da embalagem atraente, imaginando um best-seller ou um DVD rochedo, e se frustrou. Falou ”eh… uma agenda… legal… valeu…”, quando queria dizer “quem foi o pirangueiro?”. Vire as folhas até o dia 7 de janeiro. Pronto. Agora, rabisque aí:

Não acessar o Blog do Pai Aqui para conferir as novidades e voltar a dar boas risadas.”

Para esta data, já tenho anotação:

“Fim das férias. Passou tão rápido…”

Até lá, se os eu tiver forças para levantar da rede, sacodir os farelos de bolacha, dar sete passos até o computador, apertar ON, esperar todas as janelinhas se fecharem, conectar a internet, acessar o blog (afe, já deu preguiça!)… enfim, posso até dar um aperitivo de atualização. Contudo, a partir do dia 7 de janeiro… ah, a partir do dia 7 de janeiro… aí, sim, o bicho vai pegar!

As Razões dos Insucessos de Vitória e Corinthians

Já revelei o fumo por qual passei quando fui ao jogo entre Vitória e Corinthians, dia 21 de novembro, em pleno estádio Barradão. Sol arretado, fila imensa, Ronaldo em campo por meros 15 minutos, um monte de macho suado gritando “nêgo, nêgo!”, ônibus da volta com ares de Rio Doce/CDU e, por aí, vai. Mas, mexeu comigo, o bicho pega. E a minha urucubaca de vingança funcionou.

Irritado com a indigna recepção ao babalorixá mais rochedo do mundo (quiçá do universo) esportivo, rebaixei a baianada do Vitória para a Série B – logo quando o rival Bahia subiu à elite, veja só. O time paulista não teve muito a ver com a história. Contudo, por tabela, acabou se contaminando com a minha quizila.

Gravei, em vídeo, o gol responsável por aniquilar as forças corintianas. O empate com o Vitória, a duas rodadas do fim da competição, praticamente tirou a taça de campeão brasileiro das mãos do Timão e a fez cair sobre o colo do Fluminense. Brinque comigo não, cumpádi. Ô, pé frio! Saravá!

O Pica do Mundo da(s) Bola(s)

olha a cabeça de Pica!

Não se espante! Nem com o nome, tampouco com o tamanho da cabeça. O cabeção é de Pica. Ou melhor, de João Miguel Passos Manuel Pica. Zagueiro, sugestivos 24 anos, ainda mais sugestiva nacionalidade portuguesa. E não é piada.

Mais curioso ainda é ler um trecho da notícia do site A Bola e ver quem Pica irá substituir dentro do time do Moreirense durante a próxima temporada lusa. Dei o print screen, para ninguém me chamar de mentiroso:

logo Ciro?!

Pois é. Pica assume a lacuna deixada pelo “brasileiro Ciro”, diz o texto. Trocadilhos mode on para as dez perguntas que não querem calar:

  • Pica vai preencher a lacuna de Ciro?
  • Você gostaria de Pica na retaguarda?
  • É verdade que a equipe do Brasil de Pelótas está louca (doida varrida, bicha!) para levar Pica?
  • Pica vai crescer no Moreirense?
  • Pica para os “olhos” dos adversários é refresco?
  • Pica joga com uma ou duas bolas?
  • Por quê Pica não vai ao Barcelona para formar dupla de zaga com Piqué?
  • Pica é bom de enfiada?
  • Ou Pica é um jogador meio escroto?
  • Pica conseguiria penetrar por Kuki?

Pagode & Futebol

ô, pinta de pagodeiros...

O tal do Samba Vip, última terça-feira, com shows de Alexandre Pires, Jorge Aragão e Molejo, reuniu um bocado de pagodeiro e jogador de futebol no Chevrolet Hall. Eu arreguei uns convitezinhos e fui dar uma sacada. E constatei a presença de Victor Hugo e Cléber Santana, ex-meias de clubes pernambucanos e hoje vinculado a grandes times paulistas, entre passinhos de dança e golezinhos discretos de manguaça. Calma, relaxe: ambos estão de férias.

Victor Hugo, ex-Santa Cruz, disse ter caído nas graças do elenco dos Santos. E a algazarra dos Meninos da Vila já rendeu apelido ao atleta. Dado, justamente, por Neymar: barbicha. Tudo por causa dos fiapos remosos abaixo do queixo do moleque de 19 anos. Por ter vindo do Santinha, eu o apelidaria de outra forma. “Flagelado”, talvez.

Já Cléber Santana, ex-Sport e com contrato junto ao São Paulo, está curtindo as férias em Maria Farinha. Apesar de a Terra da Garoa não dispor de opção do tipo, restou a dúvida se não tinha uma praiazinha melhor para o cidadão aproveitar os dias de folga…

Fotos: Fernanda Guerra/DP/D.A Press

Nem a Mulé, Nem a Mãe

E não é que o safadinho do Reginho plagiou o hit mais tocado do momento. E detalhe: de uma música infantil!

Confira o vídeo abaixo, gravado pela turma do Zé Alegria e postado no Youtube em 2007, e compare com o videoclipe do post anterior. O autor da versão para crianças, intitulada “Minha Mãe Não Deixa Não”, Marcos Hele, estuda a possibilidade de processar quem fez a atual “Minha Mulher Não Deixa Não”.

Fica a pergunta: quem disse que o brega não é educativo, hein?

“Minha Mulher Não Deixa, Não”

Ao ler o novo e arrojado Blog de João Alberto, fiquei curioso para conhecer o novo ícone da música popular brasileira. Após apresentar o DJ Cremoso, mostro aqui o novo responsável por azucrinar o ouvido do povo com melodia pegajosa: Reginho.

“Minha Mulher Não Deixa, Não”, hit gravado por Reginho (o coitado já deve ter apanhado tanto, em casa…), junto com o grupo Surpresa, está bombando. Contudo, em meio ao oba-oba, chamo a atenção dos leitores machos do Blog do Pai Aqui: tem nada de “minha mulher não deixa, não”. É preciso bater na mesa, arrotar e colocar moral… antes de pedir desculpa, borrifar perfume no ar e limpar a louça. 

Acima, o videoclipe mais tosco desde os tempos de Menudos e New Kids on the Block. Abaixo, canção de Reginho regravada pela banda Aviões do Forró. Dá o play, Riquelme!

Porra!

o boca-suja do Tomate

Uma confusão da porra. Ou melhor… uma confusão sobre “porra” esquentou o clima da já quente Bahia durante esta semana. Logo quando eu cheguei aqui em Salvador, fiquei intrigado ao ver este anúncio acima estampando os outdoors da cidade. “Polêmico”, pensei. Dois dias depois, a Prefeitura censurou a peça publicitária.

p...Antes de jogar tomates em mim por ter escrito palavrão, lavem a boca suja do próprio Tomate. O cantor de axé está vermelho de raiva por causa da censura. Após a ameça da administração pública, a agência contratada pelo artista optou por se livrar da polêmica e substituir o palavrão por reticência.

Via Twitter, Tomate azedou: “O melhor remédio pra censura é a voz do povo”, escreveu. E os amigos mostraram solidariedade através do microblog. ”Abraço liga não velho, acontece!”, anotou Léo Santana, vocalista do Parangolé. Manno Góes, do Jammil, também manifestou indignação e tuitou: “Hipocrisia moral me irrita. Bora, @_tomate , minha porra!!”.

E agora, os torcedores do Bahia estão indecisos se poderão manter o bordão “Bora Bahêa, Minha Porra!”. O blog do lúdico incentivo ao clube pode correr sérios riscos de sair do ar. E, por ter escrito cinco vezes a palavra porra (seis!) nesta postagem, estou ameaçado de levar ‘carão’ da tia.

grito de guerra do Bahêa

Coroa Enxuta

olha o lance da coroa!

Última semana, a ex-jogadora de basquete Hortência participou de um seminário no Recife sobre marketing esportivo. Não sei se para elevar o MKT pessoal, mas a “Rainha” abusou do decote e dos lances durante a palestra. Flagrantes clicados. Ao ver a imagem, cheguei a duas conclusões:

  1. A coroa está bastante enxuta.
  2. Se solteiro eu fosse… bandeira do Bola de Fogo da Muribeca envolta do rosto e “vâmo que vâmo”!