
Fama. Dinheiro. Mulher. Futebol. Farra. Mulher. Rock n’ Roll. Mulher. E das mais gostosas. Vida de jogador não é fácil. Treinos quase diários, correria, jogos, viagens sem tempo para lazer, concentrações, bronca de treinador cabuloso, panelinha. Mas a recompensa, meu amigo, é boa. E muito boa…
Vale tolerar qualquer empecilho. Não, Dentinho? Não, Madson? Não, Ronaldo? Bem. Ronaldo, não. Afinal, o Fenômeno já andou “escorregando em quiabo”. E olha só acima o moleque corintiano dos dentinhos tronchinhos. Namorando a avantajada Mulher Samambaia, existe? Admito ter me incomodado quando soube da notícia. Injustiça social. É muito latifúndio para pouca enxada.
E aqui do lado, hein? Madson com a nova babá? Que nada! É a namorada do cara, mesmo. Uma coisa é certa: é necessário um banquinho para traçar beijando. Fato.
E não são apenas os jogadores dos eixos Sul e Sudeste os congratulados. Por aqui, há muito atleta sortudo, rodeado de belas “marias-chuteira”. Não vou revelar nomes, claro. Pois zelo por minha segurança. Mas, como não está por aqui, vou citar o ex-zagueiro alvirrubro Asprilla.
Segundo as más línguas, a mulher era a única grande conquista do cara. Porque, em campo, a colheita sempre andou escassa. Talvez fosse tão fraquinho devido ao fato de a patroa sugar todas as forças. Nunca se sabe. Enfim…
Jogador de futebol. Ô, vida “difícil”!





Passei cinco dias em Sampa (‘tô’ falando do estado, não do cabaré) e fiz um ‘servicinho’ maroto para a coitada nação coral. Por lá, roguei praga e preparei uma macumbazinha de leve ao São Paulo. Fui até o Morumbi e lancei a minha urucubaca.


Programa imperdível. Principalmente para quem é pernambucano. Fiquei a imaginar como seria um local como esse por aqui. Ao invés de Pelé, a entrada teria a locução de Rosembrick: “Aê, Mago. Valeu por dar uns rolés aqui neste museu.” As narrações interativas seriam da antiga Copa… Pernambuco, com a galera do rádio gritando gol de Sidraílson. A estátua não seria de Carlos Alberto Torres, mas sim de Carlos Alberto Oliveira. E nada de busto de bronze para Garrincha. “Aqui à direita de vocês, Carlinhos Bala petrificado.”








