
Não foi o do atacante Gilberto, autor de dois gols. Não foi o do volante Memo, único tricampeão do elenco. Não foi o de Osmar, Goiano, Juninho, tampouco o de Sidraílson, os atletas mais experientes entre os jovens. Não foi o do técnico Henry Lauar, cujo destino reservou o mesmo cedido a Dado: a demissão pós-título.
Não foi o do presidente Antônio Luiz Neto, da estreia pé-quente sobre o comando do clube. Não foi (por motivos óbvios) o do torcedor displicente, que precisou deixar o Arruda de maca. Não foi o do torcedor eufórico (camisa preta, terceira foto acima). Não foi o da Inferno Coral e do protesto clichê.
Não foi o de quem acompanhou o jogo do terceiro título consecutivo da Copa Pernambuco conquistado pelo Santa Cruz.

O domingo mais animado foi o deste tricolor aqui do canto direito. Que, acertadamente, optou por não ir ao clássico mais fuleiro e várzea do ano para ir ao Bentão. Se é para ver cavalo correr, melhor ser cavalo de verdade.
Fotos: Paulo Paiva (Esp. DP/D.A.Press)