
“Ai, meu Deus” seria a frase completa da cabeça de Bismarck. Ou então, algo como “ô, mininu lindu, meu Deus”! Ficou assim, só ”Deus”, por falta de espaço e bom senso do meia do Santa Cruz. Blasfêmia! Quanto sacrilégio! Citar o nome de Deus em vão e de forma tão horrenda. Um pecado sujeito a castigo, como disputar Série D e ser reserva até de Flávio Caça-Rato.

Ao contrário do pensamento de muitos, quem fez o moicano de Bismarck não foi o Sr. Pombo (aquele que caga na cabeça dos outros), mas sim, Fifo Batista. O cabeleireiro da rapaziada coral até tentou desconvencer o jogador da ideia. Mas não teve jeito. Capricho na execução, desastre na escolha.



