F-B-C-D-E-N-O-V-O!
Por mais dois anos. Agora, como presidente do Conselho Deliberativo. Ou seja, certamente, mais ausente do Arruda, impossível – uma reuniãozinha aqui, um filezinho com fritas acolá.
Junto ao ex-mandatário, a chapa vencedora da eleição presidencial do Santa Cruz conta com políticos (como o vereador Antônio Luiz Neto, novo presidente do clube), o vovô Sandro (não como jogador, mas sim, como diretor de futebol, aleluia) e o apoio de personas non gratas como Romerito Jatobá, Edinho e Zé Neves.
A chapa da oposição? Tudo “farinha do mesmo saco”. Ou seja, a decisão do vencedor foi tipo “tira um mamãe mandou, um par ou ímpar… sei lá, meirmão, tanto faz”.
O que teve de gente convocando sócio de última hora para votar, hein? Valeu até dar uma ajudinha para a galera pagar a mensalidade. E o povão comemorando o resultado me lembrou as festas para Edinho e FBC. Hoje, confetes. Amanhã, tomates.
Quer saber? Olha a minha cara de preocupação com a política tricolor:



Ao ver a foto, muita gente deu sugestão de legenda. Um sugeriu: “FBC mostrando o tamanho da tromba daqui para frente.” Outro palpitou: “FBC se preparando para soltar um hadouken (à lá Ryu).” Um terceiro engraçadinho se arriscou: “FBC delirando com uma utópica taça nas mãos.”
O Santa Cruz poderia perder do “poderoso” Confiança, e o torcedor poderia perder a confiança. O time poderia deixar a vice-colocação do Grupo 4 da Série D. O Potiguar poderia ter vencido o CSA e estar dentro da briga por vaga. Poderia existir Série E, imaginem…
Ah, sim, ok, mas poderia ser pior. Breno poderia ter marcado o gol de empate do time sergipano, depois de cruzamento de Vovô, e feito o papai Zé do Carmo, ídolo coral, escancarar o sorrisão, em pleno Dia dos Pais. E não é que tudo aconteceu!