
Veja a cara de desespero da menina da arquibancada. Quando viu Rafael Nitsche subir para cabecear, ficou boquiaberta e previu o pior. Não falhou. Sabe onde esta bola parou? Acertou: gol contra do jovem zagueiro, estreante com a camisa alvirrubra. E logo quando o Náutico vencia o América por 2 a 1. Daí, vieram o empate, a virada e a humilhação. Derrota para o saco de pancadas do PE2011 (tsc, tsc…).
Só porque o coitado fez gol contra e levou drible adoiado, o treinador Roberto Fernandes o substituiu. Injusto! Nitsche é mito entre os sarrafeiros. Tem fama de lapadeiro da pesada – vide o moicano. Inclusive, resumiu o próprio estilo de jogo como “bruto e bem ao estilo gaúcho de muita pegada” (êpa!). Nestas horas, se o duelo fosse contra o Brasil de Pelotas, os adversário entrariam tipo assim… \o/ … em campo.
Em meio à chuva, o Periquito saiu todo molhadinho do Cunhão (para desengano das mentes perversas, estou falando dos respectivos mascote e estádio do América). Ficou feliz com a vitória, mas ainda não conseguiu (e dificilmente vai) sair da zona de rebaixamento. Alegria comedida…

… como dá para ver nesta foto. O goleiro Gleibson se animou todo por pegar pênalti, mas o chato do Alexandre Oliveira o morgou. “Bicho, te empolga não. O Ypiranga e o Vitória (perronhas concorrentes) também venceram”, deve ter dito. Após 15 anos de Série A2, o Mequinha sentiu o gostinho da elite, mas já sentiu saudade do calabouço.
E nem os alviverdes, tampouco os alvirrubros podem fazer cara feia, viu, Élton?

Élton nunca dá ouvidos…
Fotos: Helder Tavares/DP/D.A Press