
Gol, como diz o nome do programa, é o grande momento do futebol. Pode ser durante o duelo entre Itaquaquecetuba e Pindamonhagaba, a pelada do colégio ou jogo de Copa do Mundo. Sempre há alguém se esgoelando quando a bola balança as redes. Ou quando não balança, dependendo da circustância.
Para o narrador, locutor esportivo e demais comunicadores, tarefa difícil. Emoções afloradas. Por vezes, contidas. Ou não (como diria o pensador Cléber Machado). Quem não se recorda do “é teeetra, é teeetra!” e do “saaai, saaai, saaai, saaai que é tua, Taffarel!” do Galvão Bueno? E da amarga desclassificação do saudoso Pato Branco, hein? “Hã?! Pato Branco?!”. Sim, o time do Zezinho.
Todo jornalista possui time. Mas disfarça. Finge, quando câmera ou microfone está desligado. Quem é de rádio chega a ir ao estúdio com a camisa do time de coração – admito já ter vestido o manto do Bola de Fogo da Muribeca em plena Rádio Clube. O repórter Aldecí Lima, inclusive, entrega os “bichinhos de estimação” de alguns. Muitos sabem dividir o lado profissional do pessoal. Mas quando o assunto é seleção…
Enfim. Embora o assunto seja vibração dos locutores, depois das mancadas de Zezinho e Asamoah Gyan, cito uma verdadeira aula de como bater pênalti.
Ops! Engano meu. Agora, sim. O holandês (%$#@&*¨!) Johann Cruyff.