Certos empecilhos são capazes de destroçar a cobertura jornalística. Algo como a falta de autorização para ter acesso a determinado lugar ou o drible do entrevistado para evitar câmeras e microfones. Mas nada como um cantor de pagode, bom baiano, boa-praça e de bigodinho emblemático para salvar a pauta, não?
Se a moda pegar, vai ter bandido se queixando de trote por ralar sobre a boquinha da garrafa, subir no palco pra fazer strip-tease ou fazer a dança do maxixe. Mas, como diriam os “poetas” da banda, comigo, no problem…