
E, depois de Dênis Marques, a zica de Adauto “Chupetinha” fez outra vítima.
Sugestão enviada por Marcus Fernandes (@marcusacf)

E, depois de Dênis Marques, a zica de Adauto “Chupetinha” fez outra vítima.
Sugestão enviada por Marcus Fernandes (@marcusacf)

… três, não, Durva! Por enquanto, “só” dois gols contra em Libertadores
Noves campeonatos estaduais consecutivos, duas Copas do Brasil, uma Libertadores. O paraibano Durval não para de bater recorde e superar marcas. Ontem, antes de levantar a taça, o ex-zagueiro do Sport e atual xerife do Santos voltou a fazer história. Tornou-se o primeiro jogador a marcar dois gols contra em final do maior torneio sulamericano. Ou você não lembra do golzinho contra a própria meta dos tempos de Atlético-PR? Os vacilos não apagam o brilho de Durva. Agora, está perto da maior missão…

Lionel Andrés Messi x Severino Ramos Durval. O embate da provável final do Mundial de Clubes, em arte criada por Geninha Nunes. Até lá, ansiedade. E muita gozação contra os rivais…


O tal do Samba Vip, última terça-feira, com shows de Alexandre Pires, Jorge Aragão e Molejo, reuniu um bocado de pagodeiro e jogador de futebol no Chevrolet Hall. Eu arreguei uns convitezinhos e fui dar uma sacada. E constatei a presença de Victor Hugo e Cléber Santana, ex-meias de clubes pernambucanos e hoje vinculado a grandes times paulistas, entre passinhos de dança e golezinhos discretos de manguaça. Calma, relaxe: ambos estão de férias.
Victor Hugo, ex-Santa Cruz, disse ter caído nas graças do elenco dos Santos. E a algazarra dos Meninos da Vila já rendeu apelido ao atleta. Dado, justamente, por Neymar: barbicha. Tudo por causa dos fiapos remosos abaixo do queixo do moleque de 19 anos. Por ter vindo do Santinha, eu o apelidaria de outra forma. “Flagelado”, talvez.
Já Cléber Santana, ex-Sport e com contrato junto ao São Paulo, está curtindo as férias em Maria Farinha. Apesar de a Terra da Garoa não dispor de opção do tipo, restou a dúvida se não tinha uma praiazinha melhor para o cidadão aproveitar os dias de folga…
Fotos: Fernanda Guerra/DP/D.A Press


Já me convenci: sou muito azarado quando decido assistir a jogo fora de Pernambuco. Eu me programo para ver o espetáculo, aguardo para acompanhar a atuação de certos jogadores, preparo-me para a festa, mas só vejo bola fora. Sobram exemplos. Eis dois recentes.
Rio de Janeiro, 5 de setembro de 2010.
Primeiro, preciso voltar o tempo. Uns três meses antes, quando comprei a passagem para a terrinha carioca, planejei: “Putz, legal! Vou ver Ganso e Neymar”.
Poucos dias depois, Ganso é submetido a cirurgia. Uma rodada antes do duelo contra os rubro-negros, Neymar faz molecagem, dá um chapéu no adversário quando o jogo estava parado e recebe o terceiro cartão amarelo – suspenso. Penso: ao menos, vou ver a festa do último jogo do velho Maraca. Quanto foi o placar do confronto? Pois é: 0 x 0.
Salvador, 21 de novembro de 2010.
Enfrentei um longo engarrafamento até o Barradão. Levei quase uma hora para conseguir entrar no estádio, tomando sol e se esfregando em uma macharia suada e fedida. Demoro para achar lugar na arquibancada. Ansioso para ver Ronaldo em campo. O Fenômeno começa bem. Dois belos passes – um, inclusive, virou assistência para gol. Mas, com 20 minutos de partida, “Ronalducho” sente lesão, desaba (“terremoto”) e é substituído. Placar do confronto? Um tal de 1 x 1 ruim para ambas as equipes.
É como diz aquele velho ditado: “Se macumba ganhasse jogo, Campeonato Baiano terminaria empatado”.

Desprezado dentro do Arruda, Victor Hugo acertou em recusar a proposta meia-boca de ganhar uns trocadinhos a mais e continuar vestindo a camisa tricolor. Agora, o habilidoso e jovem meia é do Santos. Trocou Brasão por Neymar.
É igual ao cidadão acabar o romance com a Bruxa do 71 e namorar a Fernandinha Paes Leme. Imagina só…
Ou cancelar o sandubão com maionese, catchup, suor e cabelo para pedir camarão com catupiry. Desistir da ida para Rio Doce e viajar ao Rio de Janeiro. Deixar de encontrar a gatinha em uma balada para jogar Counter Strike com os amigos nerds. Não acessar a playboy de Fê Pá Lê (intimidade, entende?) para ler o Blog do Pai Aqui.
Enfim. Boa, Victor Hugo!

- o Don Corleone da Vila Belmiro -
Entre os tantos sem graça (incluindo o meu “após detonar Dorival, só falta Neymar afogar Ganso para roubar toda a popularidade”), encontrei alguns Neymar Facts médio engraçadinhos, internet adentro. Eis algumas frases megalomaníacas do moleque atrevido, rebolador e bom de bola:
Charge: Diego (via Bola nas Costas)

O Spiderman e a tia solteirona ao lado estão cheios de teia de aranha…
Maracanã praticamente “vazio” para receber Flamengo e Santos. Último duelo do “velho Maraca”. Em 2013, após as obras pré-Copa, o estádio vai reabrir. Domingo de arquibancadas inferiores interditadas. As de cima receberam “somente” 35 mil pessoas – apesar do número elevado, realmente deu a sensação de “pouca gente”. E o Pai Aqui, perplexo como pinto sobre o lixo com a imensidão do reduto, não deixou de captar alguns flagrantes.
O Homem-Aranha “Cristão” foi fácil de achar. Afinal, o cidadão é daqueles típicos “doidos para aparecer”, à lá os rubro-negros Zé do Rádio e Cabuloso, o tricolor Bacalhau e o alvirrubro Mister N. Difícil foi achar ‘neguinho’ com a camisa do goleiro Bruno, ex-goleiro do Flamengo e atual arqueiro do Bangu I.
Depois de muita procura, encontrei o cidadão. E em uma cena curiosa. “Bruno” se deparando com uma briga de casal, sob o olhar omisso do policial. Como pode?
Meio azarado como sou, não rolou um golzinho sequer, para ver o rebuliço do Mário Filho. Um 0 x 0 xoxo. Ao sair, ainda me deparei com um tricolor, todo feliz. Perguntei o placar do jogo contra o Guarany. Ele: “O Santinha ganhou de 4 x 2 (na verdade, foi 4 x 3), depois de começar perdendo por 2 x 0, com dois gols contra do mesmo jogador.” Dei um “obrigado” e pensei: “Cara louco.”
Depois, foi só ir para o metrô lotadaço como um Rio Doce/CDU e correr para o abraço.


Vitória por 2 x 1 virou sinônimo de derrota durante a semana.
São Paulo e Vitória são provas. O tricolor paulista derrotou o Internacional por 2 x 1 e deu o lavra da Libertadores. O rubro-negro baiano venceu o Santos por 2 x 1 e pegou o beco da Copa do Brasil.
Ambos os times saíram com aquele ar de “eh.. venci… e daí!”. O gosto amargo da vitória. O fone de ouvido com o som dos Los Hermanos e a música “eu que já não quero mais… ser o vencedor”. A cara de quem esperava o autorama e recebeu, da tia, uma camiseta listrada.
E o Vitória se danou ainda mais. Somou mais medalhas de prata para a galeria. O clube já foi vice da Série A (1993), da Série B (1992), da Série C (2006) e, agora, da Copa do Brasil (2010). É o vice de tudo! Chacotas de sobra para os torcedores do rival Bahia, apesar da Segunda Divisão.
E por falar em insucesso, o São Paulo voltou a ser eliminado da Libertadores por causa do Internacional. Em 2006, sagrou-se vice e viu o Colorado desfilar em campo com a taça. Em 2010, lavrou durante a semifinal, em pleno Morumbi, diante do mesmo carrasco.
Ser vice depois de vencer, é como chegar em casa, atrasado, e fazer amor com a esposa. Com o Ricardão dentro do armário, só de tocaia.