Enquanto Renan e outros aliados se distanciam e complicam a vida do governo, Humberto trata de reafirmar apoio do PT a ajuste de Dilma

 

Foto: Waldemir Barreto/Senado

Foto: Waldemir Barreto/Senado

Líder do PT no Senado Federal, Humberto Costa (PE) foi à tribuna nesta terça-feira (3) tentar por panos mornos no gelo que petistas teriam dado à presidente Dilma Rousseff.

Principalmente no que diz respeito às medidas do governo federal que acarretarão perdas para o trabalhador.

Aliás, aliados de outros partidos também têm se mostrado resistentes. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB) por exemplo tem dado sinais de irritação com o governo.

Na segunda-feira não participou do jantar oferecido pela presidente Dilma Rousseff à cúpula do PMDB.

Na semana passada, chamou a coalização do governo Dilma de “capenga” e depois afirmou que houve um “escorregadão” na política econômica e fiscal.

Nesta terça-feira, ele devolveu ao governo a Medida Provisória (669/2015) que reduz a política de desonerações da follha de pagamento das empresas.

Humberto, que falou antes da decisão de Renan, referiu-se especificamente ao PT e tratou de assegurar que a bancada de 14 senadores do partido está perfilada com o ajuste fiscal proposto pela presidenta Dilma Rousseff.

O discurso duro do petista, segundo sua asessoria, teve como alvo as insinuações de que o PT estaria dividido em relação à aprovação das Medidas Provisórias (MPs) 664 e 665 propostas pelo Governo Federal para ajustar as contas públicas do país.

Confira o que divulgou a assessoria do senador petista:

O parlamentar avalia que há uma visão torta de alguns setores que disseminaram, nos últimos dias, a ideia de que o PT está na oposição ao governo.

“Isso é falso. Esse argumento falacioso de que somos oposição ao ajuste fiscal tem o viés de querer nos emparedar e nos constranger e, com isso, enfraquecer tanto o partido, quanto os seus parlamentares e o próprio governo”, declarou.

“Os que pensam que vão colocar o PT contra o governo ou o governo contra o PT podem tirar os respectivos cavalos da chuva. Nossa unidade é o que garante o nosso sucesso e força”, afirmou.

Humberto disse que, em que pese a presidenta Dilma ser do PT, é absolutamente claro e republicano que o partido é uma coisa e o governo é outra. “Mas o partido nunca faltou à presidenta Dilma, do mesmo jeito que jamais faltou ao presidente Lula”, observou.

Renan e Eduardo Cunha já foram avisados de que estão na lista de políticos da Lava Jato

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Os dois primeiros nomes que aparecem como possíveis integrantes da lista que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, vai enviar ao Supremo Tribunal Federal (STF) são exatamente dos homens que comandam o Legislativo brasileiro.

Os presidentes da Câmara, deputado Eduardo Cunha, e do Senado, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), ambos do PMDB, já teriam inclusive sido informados de que estarão na relação. A informação foi confirmada por assessores do Planalto, segundo duvulga o jornal O Globo.

Renan não quis confirmar se foi avisado que será citado pelo Ministério Público. Em entrevista, ao ser perguntado, Renan respondeu: “Não tenho nenhuma informação”.

www2.camara.leg.br

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Procurado, o presidente da Câmara informou por mensagem que não recebeu aviso. “Não fui avisado por ninguém. Isso é mentira”, escreveu Cunha.

Rodrigo Janot deve enviar nesta terça-feira (03) ao STF os pedidos de abertura de inquérito relacionados às autoridades supostamente beneficiárias dos desvios de dinheiro da Petrobras.

Ele também deve pedir para o relator dos casos, ministro Teori Zavascki, derrubar o sigilo das investigações, tornando público todo o conteúdo dos inquéritos.

Desde a semana passada o presidente do Senado começou a dar sinais de irritação com o governo.

Na segunda-feira, por exemplo, Renan não participou do jantar oferecido pela presidente Dilma Rousseff à cúpula do PMDB.

Na semana passada, o senador chamou a coalização do governo Dilma de “capenga” e depois afirmou que houve um “escorregadão” na política econômica e fiscal.

Infortúnio: justamente quando o PT busca reaver a paternidade de obras federais em Pernambuco, projetos emperram de vez

maurício ricardo-reprodução

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O PT pernambucano passou os oito anos do governo Eduardo Campos e quase a totalidade da primeira gestão de Dilma Rousseff sem conseguir imprimir a marca do governo federal – e do partido – em obras e projetos executados no estado com recursos verde-amarelos.

Eduardo capitalizou, como poucos, as iniciativas. Conseguiu colocar o selo do PSB e do seu governo em tudo o que foi feito por aqui, mesmo no caso de programas sabidamente federais.

Claro que a conduta do ex-governador tinha o aval do ex-presidente Lula. Tudo era colocado na conta da relação de proximidade que os dois mantinham.

Ao PT restava engolir a perda de DNA das obras – aspecto que foi aguçado com o rompimento de Eduardo com o governo Dilma, em setembro de 2013.

Agora, quando os petistas se mobilizam para reaver a paternidade perdida e fazer sobressair o carimbo do governo federal, a escassez de recursos paralisa, desacelera ou mantém obras no papel.

Quer dizer, o partido não só deve ter dificuldade de imprimir a marca de Dilma como tende a se tornar alvo de (mais) críticas por causa da lentidão de ações e projetos federais por aqui. Ao invés de vantagens devem ter dor de cabeça.

Na lista das emperradas estão a intermináveis Transposição do São Franciscos (e suas adutoras), Hemobras, Transnordestina, Navegabilidade do Capibaribe, Corredores Norte-Sul e Leste Oeste do BRT, Arco Metropolitano e por aí vai.

PSB defende memória de Eduardo e diz que tomará medidas necessárias, se confirmada a denúncia de propina

reproducão tv

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Em nota emitida nesta terça-feira (03), PSB informa que defenderá a memória do ex-governador Eduardo Campos e adotará todas as medidas necessárias, se confirmada a denúncia publicada na Folha de S. Paulo (confira abaixo).

Eduardo Campos, Sérgio Guerra e Eduardo da Fonte voltam a ser citados como recebedores de propina, na Lava Jato

Confira a nota oficial:

O Partido Socialista Brasileiro (PSB), surpreendido com a notícia publicada na edição desta terça-feira (3) no jornal Folha de S. Paulo, que acusa o seu ex-presidente, governador Eduardo Campos, de envolvimento no esquema de corrupção da Petrobrás, vem, de público, defender a memória do seu líder que, por não estar entre nós, não terá a possibilidade de defender-se.

O Partido, entretanto, adotará todas as medidas necessárias, se confirmada a denúncia do delator, para promover a defesa da memória do seu líder, cuja conduta na sua vida pessoal e política sempre foi considerada por todos, irrepreensível.

Lembramos, por oportuno, que o Partido, ainda sob a presidência do governador Eduardo Campos, orientou a sua bancada do Senado Federal a assinar a CPI da Petrobrás.

O PSB reitera a sua disposição de apurar, com rigor, obedecido o devido processo legal, as denuncias contra a principal empresa do nosso País, patrimônio do povo brasileiro.

Brasília, 3 de março de 2015

Carlos Siqueira
Presidente Nacional do Partido Socialista Brasileiro

Eduardo Campos, Sérgio Guerra e Eduardo da Fonte voltam a ser citados como recebedores de propina, na Lava Jato

Paulo Paiva/DP/D.A Press

Paulo Paiva/DP/D.A Press

O doleiro Alberto Youssef disse em depoimento à Operação Lava Jato que as obras da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, geraram propina para políticos do PP, do PSB e do PSDB. As informações são do jornal Folha de S. Paulo. A Operação Lava Jato investiga esquema de corrupção e desvio de dinheiro da Petrobras.

Segundo a publicação, Youssef teria citado quatro políticos. Do PP, teriam faicado com dinheiro o senador Ciro Nogueira (PP-PI), presidente da sigla, e o deputado federal Eduardo da Fonte (PP-PE).

Andre Marins/Esp. para o DP/D.A Press

Andre Marins/Esp. para o DP/D.A Press

No PSB, a propina teria ido para o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, morto em agosto do ano passado num acidente de avião. No PSDB, o alvo da propina teria sido o ex-presidente da sigla Sérgio Guerra, morto em março do ano passado. De acordo com a publicação, o dinheiro foi desviado entre 2010 e 2011, e parte da propina foi paga em doações oficiais a candidatos.

O doleiro teria ainda detalhado que a propina paga a Sérgio Guerra, do PSDB, tinha o objetivo de impedir a realização e uma CPI da Petrobras. Segundo a Folha, foram destinados R$ 10 milhões para barrar a CPI, e parte desse dinheiro foi para presidente do PSDB.

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Já Eduardo Campos, do PSB, teria recebido R$ 10 milhões para não criar entraves para as obras da refinaria em Pernambuco. O valor recebido pelos políticos do PP não foi detalhado pela reportagem.

O dinheiro a esses políticos teria sido pago pela empreiteiras Queiroz Galvão, Odebrecht e OAS.

Eduardo Campos, Sérgio Guerra e Ciro Nogueira já haviam aparecido nos depoimentos do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, que também assinou acordo de delação premiada com a Operação Lava Jato.

A Folha de S.Paulo entrou em contato com as empresas e os partidos citados. Todos negaram participação nos crimes relatados por Youssef. As informações são da Exame.

Recuo no bolsa-passagem pode ser mais uma de Cunha para desviar a atenção do reajuste das benesses dos deputados

portal.mj.gov.br

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Sou da opinião que a decisão de garantir passagens aéreas a cônjuges de parlamentares foi anunciada como forma de desviar o foco para o acintoso reajuste dos auxílios, verbas de gabinete e indenizatórias que aconteceu simultaneamente na semana passada.

Óbvio que a tal bolsa-esposa beira uma provocação e, naturalmente, iria gerar a reação que gerou, levando ao recuo anunciado nesta segunda-feira (02).

Tudo o que o presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) queria.

Mesmo sendo um imenso descaso com o trabalhador, que já banca todos os privilégios dos parlamentares e agora se vê diante da alta da gasolina, da luz e do transporte, a indignação com a benesse para as esposas e esposos roubou a cena e o aumento dos “acessórios” ficou em segundo plano.

veja (arte do Congresso em Foco):

Como será em 2015

Benefícios Custo mensal (R$) Custo anual (R$)
Salário * 33.763,00 438.919,00
Cotão (Ceap) ** 38.886 466.632
Auxílio-moradia *** 4.272,99 51275,88
Verba de gabinete **** 92.005 1104060
Ajuda de custo ***** 1.406,79 16881,5
Gastos com 1 deputado 170.333,97 2.077.768,38
Gastos com 513 deputados 87.381.326,61 1.065.895.178,94

Como era em 2014

Benefícios Custo mensal (R$) Custo anual (R$)
Salário * 26.700,00 347.100,00
Cotão (Ceap) ** 35773,86 429.286
Auxílio-moradia *** 3.800,00 45.600
Verba de gabinete **** 78.000 936.000
Ajuda de custo ***** 1.112,50 13350
Gastos com 1 deputado 145.386,36 1.771.336,32
Gastos com 513 deputados 74.583.202,68 908.695.532,16

 

Portanto, essa história do recuo – com intenção de submeter cada caso à Mesa Diretora da Câmara – pode ser mais um passo da estratégia de manter o assunto sob holofotes.

www2.camara.leg.br

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Enquanto isso o pacote de bondades que vai rechear ainda mais os bolsos dos parlamentares segue longe das críticas.

Bom, leia o que o Correio Braziliense informa sobre a possível revisão da concessão das pasagens aéreas para as pobres esposas dos deputados:

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), anunciou nesta segunda-feira (02), que vai propor um recuo na concessão de passagens aéreas para cônjuges de parlamentares, anunciada na semana passada.

“Eu vou levar à Mesa para que a Mesa possa deliberar, mas a minha proposta é uma proposta de recuo. O que eu posso afirmar é que haverá um recuo. Agora, qual tipo de recuo será, vamos deixar que a Mesa decida em conjunto, para que não seja uma proposta voluntarista minha”, disse ele a jornalistas, de forma confusa.

A Mesa Diretora da Câmara se reúne nesta terça-feira (03), pela manhã, para tratar do assunto.

Cunha disse que proporá que os parlamentares tenham de justificar a compra de passagens para esposas. A regra seria similar à adotada hoje para a compra de passagens para assessores.

“O que eu defendo é criar uma condição, definir as excepcionalidades que poderiam ser adotadas mediante a decisão de cada caso individual. O parlamentar teria que requerer, como acontece com os assessores”, disse ele.

Depois do PSDB, do PSOL e do PPS se manifestarem contra a medida, a bancada do PT também fechou questão contra a regalia na tarde desta segunda-feira.

O líder do partido, Sibá Machado (AC) divulgou nota segundo a qual os parlamentares do partido foram orientados a não utilizar o benefício.

“De fato, conceder passagens aéreas pagas pelo contribuinte para as esposas de Deputados é um absurdo”, disse Alberto Cantalice, vice-presidente nacional do partido.

PSDB não se sente representado politicamente na Prefeitura do Recife, mas no governo do estado sim. Ambas as gestões são do PSB

PSDB

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Embora seja aliado do PSB no estado, inclusive com direito a cargos no governo de Paulo Câmara, o PSDB tem feito questão de sublinhar que não tem relação alguma com a gestão do prefeito do Recife, Geraldo Julio, também do PSB.

Depois da entrada da vereadora Aline Mariano no primeiro escalão do governo socialista da capital, cuja posse se deu na manhã desta segunda-feira (02), o partido emitiu nota em que afirma não se sentir representado politicamente na Prefeitura do Recife.
Assina embaixo do racha, que é evidente, e da incoerência que, como tantos outros partidos, enfrenta: ser governo numa esfera e oposição em outra. Confira a nota:
Reunida nesta segunda-feira (2), a executiva estadual do PSDB, presidida pelo deputado federal Bruno Araújo, reafirmou a posição do diretório municipal de que o partido não tem representação política na Prefeitura do Recife.
O colegiado decidiu, ainda, que a executiva municipal, presidida pelo vereador André Régis, terá autonomia para deliberar sobre o posicionamento político do partido na Câmara Municipal.Ainda em consonância com a executiva do PSDB no Recife, a executiva estadual entende que o processo sucessório de 2016 só será tratado em momento oportuno. 

Considera adequada a decisão de preceder esse debate com um calendário de discussões e estudos sobre temas de interesse do cidadão recifense.Participaram do encontro, o presidente estadual Bruno Araújo, os deputados federais Betinho Gomes e Daniel Coelho, o deputado estadual Antônio Moraes, a ex-deputada e presidente da Jucepe, Terezinha Nunes, o secretário estadual de Trabalho e Qualificação Profissional, Evandro Avelar, os prefeitos Elias Gomes (Jaboatão), Cláudio Volia (Itapissuma) e Danilo Cavalcanti (Bom Conselho), a presidente do PSDB-Mulher no Estado, Judite Botafogo, e o presidente da Juventude do partido, Raffiê Dellon.

Inflamável: lista de políticos suspeitos de envolvimento no esquema de corrupção da Petrobras vem aí

diariodocongresso.com.br

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Entre estas segunda-feira (02) e terça (03), o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, vai apresentar à Justiça pedidos de abertura de investigação e possíveis denúncias contra políticos que podem estar envolvidos no esquema de corrupção da Petrobras investigado na Operação Lava Jato.

Finalmente, poderá se saber quem integra a lista e confirmar se os que já tiveram os nomes citados nas delações estão, de fato, entre os suspeitos.

A divulgação da relação iniciará uma nova etapa nas investigações e colocará muitos pingos nos is.

Teremos a chance de ver punidos políticos que, eleitos para exercer mandatos públicos –muitíssimos bem pagos, diga-se de passagem – optam por se envolver em redes que beneficiam empresas privadas a custa de propinas e desvios de recursos que, muitas vezes, garantem financiamentos de campanha.

De Pernambuco, tiveram os nomes citados nas delações – sem que nada ainda tenha sido comprovado – o ex-presidente nacional do PSDB e ex-deputado federal Sérgio Guerra, o ex-governador Eduardo Campos, ambos falecidos em 2014, o senador Humberto Costa (PT), o senador Fernando Bezerra Coelho (PSB) e o deputado federal Eduardo da Fonte (PP).

Agora, o negócio é com o Supremo Tribunal Federal, onde, em tese, o jogo de interesse político-partidário não deve existir.

O país terá mais uma chance de se olhar no espelho, retirar a impunidade de debaixo do tapete e condenar corruptos e corruptores. Que assim seja. Oxalá.

Expulsões por indisciplina: PT conta agora com oito dos 13 prefeitos que elegeu em Pernambuco em 2013

pt

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O PT pernambucano conta agora com apenas oito dos 13 prefeitos que conseguiu eleger em 2012 no estado.

Neste fim de semana, o partido expulsou quatro gestores e advertiu mais um.

O motivo: descumprimento de decisões tomadas pelo comando da sigla nas eleições de 2014.

Além dos expulsos, o prefeito de Abreu e Lima, Marco José da Silva, já havia pedido desfiliação em 2014.

Foram expulsos os prefeitos de Machados, Agemiro Pimental; Ibirajuba, Sandro Arantes; Orocó, Reginaldo Crateú e de Jatobá, Robson Leandro.

A advertência destinou-se aos prefeito Marivaldo Andrade, de Jaqueira.

O partido informa que outros processos de indisciplina partidária que envolvem dirigentes, lideranças e vereadores estão em análise na Comissão de Ética do partido.

 

Aliado do PSB no plano estadual, mas oposição no Recife, o PSDB entregará cargos a Paulo quando campanha pela PCR começar?

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A tensão entre PSDB e PSB no Recife contrasta com a aliança sólida que os tucanos mantêm com socialistas no estado.

Como se sabe, nomes do PSDB estão muito bem acomodados na base e nos cargos do governo Paulo Câmara.

Aliás, uma pergunta é necessária nesta história toda. Estes ocupantes de secretarias e órgãos permanecerão no governo quando a campanha de 2016 colocar os dois partidos em pé de guerra pela Prefeituira do Recife?

Aline Mariano, que, contrariando o comando tucano, entrou na base do governo de Geraldo Julio, está para o PSDB assim como Marília Arraes está para o PSB.

Esta foi eleita governista, mas passou para oposição sem se desfiliar. O mesmo fez Aline, mas em movimento contrário.

Deixou a oposição e aderiu ao governo sem dar indício de que sairá do partido.

Aliás, Aline, que, assim como Marília, é vereadora do Recife, argumenta estar sendo coerente, uma vez que o seu partido inrtegra o governo socialista de Pernambuco.