Escolha de Armando esgota cota de PE no governo federal? Na lista estão Ferro, Pedro Eugênio, Joao Paulo, Paulo Rubem…

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O convite para o Ministério do Desenvolvimento e Indústria e Comércio indica prestígio do senador Armando Monteiro (PTB) junto à presidente Dilma e assegura a ele uma vitrine e tanto para novos voos majoritários em Pernambuco.

A informação do convite foi veiculada na imprensa, mas o governo federal desistiu de confirmá-la nesta sexta-feira, o que deve ocorrer na próxima semana.

Derrotado, o petebista, derrotado em outubro na corrida pelo governo do estado, foi o candidato do PT e da presidente Dilma em Pernambuco.

Tocando uma campanha marcada por dificuldades financeiras e, na reta final, engolida pela comoção que envolveu a morte do ex-governador Eduardo Campos (PSB), Armando não chegou ao segundo turno.

O socialista Paulo Câmara sagrou-se vencedor, com 68,08% ou 3.009.087 votos. O senador obteve 31,07% ou 1.373.237 votos.

A presença do senador no ministério pode ser entendida também como apreço da presidente pelo estado.

No entanto, cria uma expectativa sobre o “aproveitamento” de nomes do PT estadual para cargos federais: com a entrada de Armando no primeiro escalão a cota de Pernambuco estaria esgotada?

Na lista estão os deputados federais João Paulo, que tentou, mas não foi eleiro senador, e Fernando Ferro e Pedro Eugênio, que não conseguiram de reeleger para a Câmara.

O deputado, Paulo Rubem Santiago (PDT), que foi candidato a vice na chapa de Armando, é outro nome a integrar a relação dos possíveis ocupantes de cargos.

OUTROS NOMES – Além de Armando estão anunciado extraoficialmente os nomes de Joaquim Levy para o Ministério da Fazenda e Nelson Barbosa para o Planejamento.

Pernambuco no 1º escalão de Dilma: Armando Monteiro será o novo ministro de Desenvolvimento e Indústria

    Roberto Stuckert Filho/PR

Roberto Stuckert Filho/PR

Derrotado no primeiro turno na disputa pelo governo do estado em outro, o  senador Armando Monteiro (PTB) será o ministro Desenvolvimento e Indústria e Comércio, segundo informou a Folha de S. Paulo.

O Blog de Kennedy Alencar também traz a informação. Segundo Alencar, a presidente Dilma Rousseff acertou o nome de Monteiro nesta sexta, em reunião com ele e o atual titular, Mauro Borges.

A assessoria do senador não confirma, mas também não nega. Armando Monteiro já está no Recife, onde nesta sexta casa a filha mais nova.

Voltado ao que informa Kennedy, Monteiro Neto sempre foi o nome preferido pela CNI (Confederação Nacional da Indústria).

A primeira opção de Dilma era Josué Gomes (PMDB-MG), filho de José Alencar, ex-vice-presidente da República. Josué foi candidato ao Senado.

Paulo Paiva/DP/D.A Press.

Paulo Paiva/DP/D.A Press.

Presidente da Coteminas, recusou o convite para chefiar o ministério devido a compromissos empresariais.

De acordo com a Folha, após o fechamento da Bovespa, nesta sexta, Dilma deve anunciar ainda a nova equipe econômica.

Nesta sexta, Dilma chamou Nelson Barbosa para uma conversa em Brasília. O ex-secretário executivo da Fazenda está cotado para integrar a nova equipe econômica da presidente.

Barbosa voltou ao páreo após o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, recusar convite de Dilma para assumir a Fazenda.

Diante da recusa de Trabuco, Dilma passou a avaliar três nomes para formar sua equipe econômica: Joaquim Levy (ex-secretário do Tesouro no governo Lula), Nelson Barbosa (ex-secretário-executivo da Fazenda) e Alexandre Tombini, atual presidente do Banco Central.

Barbosa, então, seria o plano B da presidente para a Fazenda. Ele também está cotado para assumir o Planejamento.

Além da equipe econômica, Dilma deve anunciar a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) para o Ministério da Agricultura.

Afirmação de que não há obra pública sem “acerto” no Brasil pode até ser busca de álibi, mas expõe ralo por onde o nosso dinheiro escorre

blogdonavarro.com

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As declarações do advogado do lobista Fernando Baiano, Mario Oliveira Filho, de que não se faz obra pública no Brasil sem “acerto” e que quem nega isso “desconhece a história do país”, são generalizantes e podem ser uma tentativa da defesa em amenizar os crimes do cliente.

Contudo, as observações são carregadas de verdade. A prática é essa mesmo. Quem não recorre aos “acertos” – em esquemas que envolvem público e privado, corruptos e corruptores – integra um seleto grupo que confirma a exceção que toda regra carrega consigo. Alias, espera-se que esse grupo exista.

A opinião do advogado de Oliveira Filho foi divulgada nessa quarta-feira (19) e chamou a atenção de políticos, que trataram de se posicionar.

O deputado federal Chico Alencar (PSOL-RJ), por exemplo, destacou que o advogado “pode ter razão na constatação da corrupção larvar, cultural, no varejo e no atacado, que é histórica no Brasil, mas não em ‘naturalizá-la’ como ‘traço característico’ e imutável do comportamento nacional. Aliás, quem faz isso já está procurando um álibi: “eu roubo, mas quem não rouba”.

Chico tem razão. Oliveira Filho também. Nem se pode generalizar, concluindo que é assim mesmo, mas também não se deve deixar de reconhecer que a distribuição de vantagens financeiras entre empresas e gestores é uma mazela nacional.

O que é importante nisso tudo é salientar que a perpetuação de esquemas similares aos da Petrobras em governos estaduais e prefeituras não pode servir de atenuante e aliviar a gravidade do crime que é saquear cofres públicos.

www.saberinvertir.es

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Por sua vez, o deputado federal e senador eleito pelo DEM-GO Ronaldo Caiado escreveu no seu Facebook:

“O que mais me assusta nessa declaração do advogado é ele afirmar que a corrupção está institucionalizada. E nada é feito para mudar isso. Existem leis que são falhas? Sim. Mas nem essas são levadas em consideração na hora de combater a corrupção”, afirmou.

“Corrupção tem que ser tratada como crime hediondo! O Senado já aprovou essa proposta e agora cabe a Câmara aprová-la. Eu apoio que a corrupção seja crime hediondo e vou lutar para que isso seja aprovado”, observou.

O cliente de Mario Oliveira Filho é um dos  24 presos na Operação Lava Jato. Baiano estava foragido desde sexta-feira (14) e entrou ontem na sede da Polícia Federal em Curitiba. Seu depoimento, estava marcado para quarta-feira (19), foi adiado para sexta-feira (21).

Voltando às declarações do advogado:

“O empresário, se porventura faz alguma composição ilícita com político para pagar alguma coisa, se ele não fizer isso não tem obra. Pode pegar qualquer empreiterinha e prefeitura do interior do país. Se não fizer acerto [com políticos], não coloca um paralelepípedo no chão”, disse Mario Oliveira Filho.

O advogado disse ainda que os empresários detidos na Operação Lava Jato são “vítimas da cultura política do país”. A operação da Polícia Federal investiga um esquema de fraude em licitações na Petrobras.

Câmara branca e dominada por clãs é retrato do quanto a sociedade inibe a formação de líderes negros e/ou independentes de DNA

http://jorge-clan.blogspot.com.br/

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Nós, povo brasileiro, somos formados, de acordo com o Censo de 2010 do IBGE, por 50,7% de pretos e pardos. Em números, o percentual corresponde a mais de 101, 9 milhões de pessoas.

Todavia, na campanha deste ano a Justiça Eleitoral atestou um descompasso incômodo entre a realidade e a formação das chapas.

Num levantamento em que se perguntava aos candidatos sobre a cor da pele, 13.958 (55,03%) dos 25.366 inscritos para a disputa de cargos, se declararam brancos, enquanto 8.868 (34,96%) se disseram pardos e 2.344 (9,24%) informaram ser negros.

A apuração das urnas revelou uma distância ainda maior entre o quadro racial nacional e a representatividade.

Na Câmara, por exemplo, dos 513 deputados federais eleitos, 79,9% se declararam brancos; 15,7%, pardos e 4,29%, pretos, de acordo com o TSE.

Quer dizer, além da participação de não brancos nas chapas ser distante da realidade da sociedade, a taxa de sucesso das candidaturas desse segmento é baixíssima.

camara.gov.br

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Por exemplo, os 80% dos parlamentares eleitos saíram do universo de 42% de brancos que concorriam às vagas de deputado federal.

E mais grave: ao se confrontar esses dados com a informação de que 49% dos componentes da Câmara têm parentesco com algum político (ONG Transparência Brasil) vê-se que a discrepância tem conexão direta com a desigualdade social enraizada no país.

Os clãs que sempre deram as cartas na política seguem usufruindo do status quo do poder e permanecem como entrave para o surgimento de lideranças independentes de DNA e mais próximas do cidadão comum.

Esse desequilíbrio se impõe como pauta para discussões relacionadas à inclusão, oportunidades, participação na vida pública nacional, enfim.

Nesta quarta (19), a ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Luiza Bairros, startou a questão ao apontar a necessidade de se incluir a baixa representação de negros (e mulheres) no Parlamento no debate da reforma política.

É tema para ser evidenciado hoje, Dia Nacional de Consciência Negra, e em todos os outros.

PSDB-PE reúne-se nesta sexta para fazer balanço das eleições e avaliar cenário pós Sérgio Guerra

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A executiva estadual do PSDB se reúne amanhã para fazer balanço das eleições e, principalmente, refletir sobre o desenho que a sigla vem ganhando na fase pós Sérgio Guerra, maior liderança do partido no estado, falecida em março.

E a participação no governo Paulo Câmara entrará em pauta? Os tucanos juram que não há ansiedade alguma sobre a questão.

 

Priscila Krause X Geraldo Julio: afinidades de outubro viraram cobranças em novembro

Paulo Paiva/DP/D.A Press

Paulo Paiva/DP/D.A Press

No 2º turno da campanha presidencial, a vereadora Priscila Krause (DEM) endossou os ataques do prefeito Geraldo Julio (PSB) ao governo federal referentes à suspensão de repasse de recursos de convênios assinados com a Prefeitura do Recife.

Gravou até mesmo um vídeo acusando a presidente Dilma de retaliar a capital, que, segundo ela, ficara sem verbas para o Hospital da Mulher, recuperação do Geraldão e navegabilidade do Capibaribe.

Pois nessa quarta -feira (19), ela afirmou que o prefeito precisa sair do gabinete para explicar os motivos da paralisação e atrasos de obras.

E aí? A afinidade do discurso – os ataques a Dilma – foi apenas ocasional, motivada pela “aliança” em torno da candidatura de Aécio Neves?

A vereadora já não sabe que a presidente cortou repasses para o Recife ou espera que com a cobrança surjam outras justificativas?

E Geraldo Julio suspendeu as queixas à petista por que o PSB ensaia uma reaproximação com o Planalto? Essas conveniências da política são difíceis de entender. Como diria Marcio Greick na velha canção: “aparências, nada mais…”.

Nem Fernando Bezerra Coelho ou outro nome qualquer. Paulo Câmara afirma que será ele o interlocutor de PE com o governo Dilma

Edvaldo Rodrigues/DP/D.A Press

Edvaldo Rodrigues/DP/D.A Press

Nem Fernando Bezerra Coelho nem qualquer outro nome. O papel de interlocutor do governo do estado com o governo federal será mesmo do governador eleito de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB).

O próprio Câmara afirmou nesta quarta-feira (19), em entrevista a Rádio CBN Recife, que será dele a função de atuar junto ao Planalto para viabilizar projetos para o estado. “Essa intermediação será feita por mim”, assegurou.

Com a declaração, o futuro governador antecipou, de certa forma, que não haverá espaço para aliados dividirem com ele a responsabilidade de conduzir as articulações com o governo da presidente Dilma Rousseff (PT).

Ele ponderou, no entanto, que não pretende abrir mão de pessoas que possam contribuir. “É lógico que irei buscar lideranças que tenham informações para me ajudar”, afirmou.

Câmara falou sobre o assunto quando questionado se o senador eleito Fernando Bezerra Coelho (PSB) poderia ser a pessoa a assumir o papel de interlocutor pela experiência acumulada, principalmente, no cargo de ministro da Integração Nacional.

“Fernando foi responsável por projetos importantes, a exemplo da Transnordestina, da Transposição (do Rio São Francisco), de obras de abastecimento de água, e ele vai continuar a desempenhar esse papel. Eleito senador, se comprometeu a me ajudar a destravar projetos que estão parados há muito tempo. Ele vai ser um parceiro importante”, assegurou Câmara.

Foto: governo federal

Foto: governo federal

Ainda na entrevista, Paulo Câmara afirmou que não terá preconceito na montagem do secretariado e ocupação de cargos dos demais escalões. Disse que às vezes a pessoa não tem conhecimento, “mas tem experiência e sabe montar a equipe”.

Esse mesmo argumento ele usou na campanha para defender a sua candidatura quando o seu principal oponente, senador Armando Monteiro (PTB), afirmava que lhe faltava lastro político para ser governador. Ou seja, Câmara segue acreditando que a pouca estrada não é empecilho para bom desempenho em cargo público.

A declaração do governador indica ainda que o novo governador não deve trilhar caminhos tão óbvios no processo de escolha de assessores. Muita gente nova no que diz respeito à atuação ao Executivo, pode ser chamada.

Resta observar se a tal política do toma-lá-dá-cá, tão condenada pelos socialistas desaparecerá da montagem da equipe. A prática consiste em destinar cargos a partidos aliados como recompensa pelo apoio na campanha. Aguardemos pois.

Com informações de Rosália Rangel, do Diario

A nociva arte de engavetar: corrupção na Petrobras existe desde 1999, diz Ministério Público. Mas só agora esquema é investigado

arte DP/Silvino

arte DP/Silvino

Para não se achar que a roda acabou de ser inventada, o Ministério Público Federal aponta que o  esquema de corrupção da Petrobras existe pelo menos desde 1999.

Assim sendo, vale indagar: como um esquema que existe há pelo menos 15 anos não chegou aos tribunais? O MPF não ofereceu denúncia à Justiça? A Justiça engavetou?

Nesta segunda-feira, o jornalista Ricardo Boechat, ao fazer comentário sobre a Operação Lava-Jato na Band FM, observou que já em 1989 venceu o Prêmio Esso de Jornalismo ao denunciar o esquema de corrupção na Petrobras.

Quer dizer,  governos entraram e saíram e os malfeitos continuaram a ocorrer, fazendo com que o dinheiro da maior empresa do país alimentasse essa rede de desvios que envolve empreiteiras, políticos e partidos.

Nesta terça-feira (18), texto publicado no site da Carta Capital informa o seguinte:

“No parecer em que pede à Justiça Federal do Paraná o bloqueio dos bens das empreiteiras-alvo da fase “Juízo Final” da Operação Lava Jato, o Ministério Público Federal afirma que o esquema criminoso investigado atua na estatal ao menos desde 1999.

Subscrito pelo procurador regional Carlos Fernando dos Santos Lima e pelos procuradores Roberson Henrique Pozzobon e Diogo Castor de Mattos, o pedido é um dos tópicos da peça de 98 páginas em que o MPF resume as provas e indícios contra as empreiteiras produzidos pela Polícia Federal.

Na página 97, afirmam os procuradores: “Muito embora não seja possível dimensionar o valor total do dano é possível afirmar que o esquema criminoso atuava há pelo menos 15 anos na Petrobras, pelo que a medida proposta (sequestro patrimonial das empresas) ora intentada não se mostra excessiva”.

De acordo com o MPF, as empreiteiras a terem no mínimo 10% de seus ativos bloqueados firmaram juntas ao menos 59,5 bilhões de reais em contratos com a Petrobras.

O juiz Sergio Moro negou o pedido de bloqueio dos ativos das empresas, temendo a quebra das companhias.

Terezinha diz que o tempo do PCdoB em Olinda já passou. PSB e PSDB usaram igual discurso contra o PT na corrida presidencial. Perderam

Heitor Cunha/DP/D.A Press

Heitor Cunha/DP/D.A Press

Nem vou tratar da possibilidade de Terezinha Nunes se candidatar a prefeita de Olinda em 2016. Isso o tempo e o PSDB vão dizer.

Vou me deter à declaração da deputada estadual tucana à Rádio Globo Recife 720 AM, nesta terça-feira (18) sobre o domínio comunista na Marim dos Caetés.

www.destinodeviagem.com.br

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Disse ela acreditar que o tempo do PCdoB em Olinda “já passou”. Os comunistas, vale lembrar, comandam o município há quase 14 anos e terão ainda mais dois pela frente, com Renildo Calheiros.

O discurso da deputada é o mesmíssimo utilizado por Eduardo Campos, depois por Marina Silva (PSB), e Aécio Neves (PSDB) em relação ao PT na corrida presidencial deste ano.

Os três repetiram inúmeras vezes que o tempo do PT tinha passado. Quando as urnas foram apuradas, viu-se que o PT conquistou mais quatro anos no Planalto. E totalizará 16 anos de poder em 2018.

Geraldo Julio nega possibilidade de ter João Campos na vice. Mas o nome do rapaz segue escalado para o jogo de 2016

Blenda Souto Maior/DP/D.A Press

Blenda Souto Maior/DP/D.A Press

Uma nota publicada na coluna do Blog nesta segunda-feira (17) sobre a possibilidade de João Campos, segundo filho do ex-governador Eduardo Campos, ser candidato a vice-prefeito do Recife na chapa de reeleição do prefeito Geraldo Julio causou rebuliço.

O PCdoB, do atual vice, Luciano Siqueira, rechaçou a especulação. O comunista, como se sabe, esteve no palanque de Dilma Rousseff (PT) na disputa presidencial, ao mesmo tempo em que os socialistas tentaram eleger Marina Silva (PSB) e apoiaram Aécio Neves (PSDB) no segundo turno. E esse distanciamento eleitoral, entre outros fatores, teria contribuído para que o PSB decidisse cogitar o nome de João para a chapa.

O tema mereceu, nesta terça-feira, declarações de Geraldo. O prefeito, obviamente, negou a informação.

No entanto, gente do PSB não esconde que o filho de Eduardo é nome cotado para concorrer, dentre outros cargos, a vice-prefeito. Ou seja, o nome do rapaz está colocado sim.

Geraldo afirmou desconhecer o assunto e tratou de defender a permanência de Siqueira, que ocupou o mesmo cargo na gestão do ex-prefeito João Paulo (PT), entre os anos de 2001 a 2008.

A postura do prefeito é, digamos assim, um tanto quanto óbvia. Afinal, não é hora de alimentar indisposições com os comunistas nesse momento em que o PCdoB, próximo de Dilma, pode ser canal entre o Recife e a presidente.

João Campos, 20 anos, ganhou visibilidade após a morte do pai, em agosto deste ano. Após os funerais, se integrou à campanha de Paulo Câmara para o governo e tornou-se onipresente em eventos pró-Marina Silva.

Participou de comícios e caminhadas do PSB, no interior do estado e no Recife. No segundo turno se integrou à campanha de Aécio. Hoje, ocupa cargo na Executiva do PSB pernambucano.