O prefeito do Recife, João da Costa (PT), já avisara que o ônus da falta unidade da Frente Popular não poderia ser assumido por ele apenas.
Nesta quarta-feira, em entrevista à repórter Claudia Eloi, também não aceitou a cobrança antecipada de altivez e altruísmo, feita pelo senador Humberto Costa no caso de a tal unidade não ser encontrada.
Veja a entrevista intitulada Nadando contra a maré publicada na edição desta quinta-feira no Diario:
Apesar de todos os sinais emitidos pelos aliados de que sua candidatura à reeleição não está garantida pela Frente Popular, o prefeito do Recife, João da Costa (PT), parece ignorar qualquer tipo de pressão
Nesta quarta-feira, ele respondeu na “mesma moeda” as colocações do senador Humberto Costa (PT) sobre o processo sucessório no Recife.
Humberto afirmou que, se João da Costa não conseguir unir a Frente Popular, deveria ter o altruísmo para escolher outro nome.
Em resposta às ponderações do correligionário, o prefeito disse que o altruísmo e a altivez para sair da disputa tinham que ser de todos e não só dele.
Argumentou, ainda, que não era um impedimento a um processo político. “Agora também não posso ser impedido (de disputar a reeleição)”, criticou.
O prefeito disse, ainda, que não poderia ser colocado com o único responsável em unificar a Frente Popular e enfatizou que as tensões provocadas pelo processo de filiação dos partidos e a troca de domicílio eleitoral não foram provocadas por ele. João da Costa também ignorou o prazo dado pela tendência majoritária no PT, a Construindo um Novo Brasil (CNB), de que ele teria até fevereiro para conseguir a tão sonhada unidade.
De acordo com o prefeito, não é um prazo fatal, mas sim uma sugestão. “A CNB é uma corrente do partido. O diretório municipal tirou uma decisão de que minha eleição é uma prioridade. Não tem um ultimato ou prazo”, destacou.
…Continue lendo…→