Na semana passada, foi o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho. Nesta terça-feira, foi a vez do prefeito e candidato à reeleição em Belo Horizonte (MG), Márcio Lacerda, atuar como porta-voz.
O PSB segue seu trabalho para tentar anular os efeitos das notícias que tratam do desentendimento entre o ex-presidente Lula e o presidente da sigla socialista, governador de Pernambuco Eduardo Campos.
A informação vem sendo propagada pelo PT e tem esquentado o embate entre os dois partidos em diversas cidades do país, a exemplo do Recife.
Nesta terça, por exemplo, o PT entrou denúncia no TRE pedindo a impugnação da candidatura de Geraldo Julio (PSB) na capital pernambucana.
O PT aponta desvio de finalidade em propaganda institucional do governo do estado. Os comerciais estariam favorecendo o prefeiturável socialista.
Em matéria publicada na Agência Estado, Lacerda foi pelo mesmo caminho de Bezerra Coelho. Afirmou que descarta uma disputa entre Eduardo e a presidenta Dilma Rousseff, em 2014.
Para o prefeito, a não ser que haja “um desastre na economia”, nenhum candidato teria condição de derrotar a petista. Nem mesmo seu principal cabo eleitoral, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) que ele considera “competitivo”, mas que, na avaliação do socialista, poderia participar do pleito para se preparar para a corrida presidencial de 2018.
“Não vejo o PSB disputando a Presidência em 2014. Pelo menos se a eleição fosse daqui a um ano, estaria absolutamente fora de cogitação”, disse o prefeito, que aposta na manutenção da aliança entre seu partido e o PT no cenário nacional.
Em sabatina promovida pelo jornal “Folha de S.Paulo”, Lacerda afirmou que o rompimento da aliança entre socialistas e petistas na capital mineira, assim como em Recife (PE) e Fortaleza (CE), foram questões pontuais e que não há uma “motivação única para isso”.
Mas o prefeito aproveitou para alfinetar o PT, que, em Belo Horizonte, é hoje seu principal adversário com a candidatura do ex-ministro Patrus Ananias.
“Cada fato tem uma história própria. Há uma certa coincidência, mas motivada por um link comum entre elas que é a extrema dificuldade do PT de entrar em acordo dentro dele entre suas diversas correntes”, disse o prefeito, para quem o PSB é “muito alinhado” com o governo federal.
“Inclusive tem uma participação muito pequena no governo, tendo em vista sua lealdade e a qualidade de seus quadros”, afirmou.
Apesar dos recentes atritos, Lacerda descarta um rompimento com lideranças petistas como o ministro Fernando Pimentel (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior), assim como com o governo federal no caso de um segundo mandato.
Em 2008, Pimentel foi, ao lado de Aécio, o principal fiador da candidatura do socialista à prefeitura e defendia a reedição da aliança, mas aderiu à campanha de Patrus após o PSB recusar-se a fazer coligação proporcional em Belo Horizonte.
“Existe um afastamento, eu diria temporário, em função do processo eleitoral, da presidente Dilma e do meu amigo Fernando Pimentel. Acho que isso é momentâneo”, afirmou.
Campanha
Em relação ao adversário na disputa municipal, porém, Lacerda rebateu críticas de que haveria constrangimento contra funcionários da prefeitura aliados do petista e acusou Patrus de ter deixado a prefeitura da capital em 1996 com uma dívida equivalente a dois meses de arrecadação. “Se houvesse lei de responsabilidade fiscal na época, ele teria sido enquadrado de uma forma muito dura”, disse.
Lacerda atacou também o Ministério Público Estadual (MPE), alegando que o órgão agiu de má fé ao apresentar ação na Justiça pelo fato de o prefeito usar jatinho particular, fretado de empresa da qual é sócio, para fazer deslocamentos oficiais.
“Nunca fretamos avião para viagem de fim de semana, turística”, disse o socialista. Segundo ele, todos os casos foram viagens de “meio horário” e o jato particular seria necessário para ganhar tempo.
“Meu adversário deve ter usado muito jatinho da FAB (Força Aérea Brasileira) para passar o fim de semana em Belo Horizonte. E ninguém critica isso”, desabafou, referindo-se a Patrus, que foi ministro durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Desmerecer Eduardo Campos é um pensamento mesquinho e medroso que aflige a maioria dos Petistas, no fundo eles (PT) sabem o potencial promissor do Presidente do PSB. Lula e Dilma, por outro lado, não são adeptos desta filosofia, porque sabem discernir muito bem o joio do trigo, sabem merecer o grande aliado que possuem, admiram a sua capacidade Política e Gerencial, além de gozarem da amizade dele e de terem o reconhecimento da relação de interdependência entre seus partidos e também de outros da grande aliança que sustenta o Governo Federal. Sabe, humildemente, que o governo federal não é propriedade do PT, apenas o PT participa como coadjuvante em grande estilo e competência, pela figura do ex e da atual Presidente.
O PT ataca todo mundo, já o PSB e os aliados em todo o Brasil promovem uma campanha limpa e saudável e adoram a filosofia de Raul Seixas “É preferível ser uma metamorfose ambulante que ter aquela velha opinião formada sobre tudo”, aqui nos não rotulamos ninguém, pois sabemos que o importante é a dinâmica, as ações e a prática política. Sendo assim, estamos acolhendo com carinho e comemorando o ingresso e/ou retorno das pessoas que neste momento estão afinadas com nossas idéias e valorizando nossa proposta de trabalho e nossa maneira de fazer política. Ao contrário do PT que pratica imposições e política personalista, e vem se isolando / afugentando até pessoas do próprio partido. O PT é só intrigas, saturou! Política não se faz com personalismo.
Lula e Dilma foram eleitos por uma ampla Frente Popular. O Governo Federal não é propriedade do PT, é fruto de muito debate e entendimentos. Caso Lula e Dilma entre na onda da direção do PT, Rui Falcão e Zé Dirceu, em valorizar uma política personalista, estarão expostos ao fracasso, pois, implodiria a frente e acabaria o PT nacionalmente. Isto é ruim para o PT e é bom para o Brasil, pois vamos rediscutir um modelo político para nossa atualidade.
Sabe-se, com muita clareza, que Lula e Dilma foram eleitos por uma ampla frente popular e essa coligação de partidos vem dando certo no Brasil, em Minas, Pernambuco e vai dar certo em Belo Horizonte e no Recife e tudo mais… Estamos nos preparando para construir um Novo Brasil. O PT será convidado a participar, mas, aceita quem quiser. Talvez Lula não saiba, mas, o PT em todo país está desunido, e demonstrou que não teve competência nem mesmo para organizar as simples prévias partidárias.
Eduardo não quer ser candidato a Presidente da república nem em 2014 nem em 2018, pois política não se faz com personalismo! Agora, caso convocado aceitará com muito zelo – A qualquer hora, a qualquer momento – É como diria Lula: “Eduardo tem idade de ser meu filho e inteligência para ser meu Pai”. PT saturou e PT saudações!
O “porta-voz” acima, quer discutir o indiscutivel: — Não há como esconder que
Eduardo TRAIU Lula ao se aliar com Jarbas (O Esquizofrenico) seu eterno detrator”
—–Depois dessa, Eduardo, tornou-se INCONFIÁVEL —- Só apoiará DILMA, se
a vitória for incontestável — Se houver alguma dúvida, Eduardo passará uma
rasteira — é do seu DNA…..
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Obviamente isso é uma estratégia para arrefecer os ânimos . Afinal, quem tem o Poder Federal nas mãos..ainda..é o PT Ainda, mas vai perdê-lo em 2014, e o Governador não quer ver seu governo ser atropelado com possíveis retaliações de Dilma.