As chapas estão fechadas, as convenções dos dois grupos políticos que se revezam no comando do governo do estado acontecem amanhã e o eleitor…
Bom, o eleitor, esse precioso ser, alvo de cortejos e promessas dos candidatos, segue em ritmo de Copa. Ainda mais depois da convincente vitória da seleção brasileira sobre o Chile, ontem.
A campanha política, cujo início oficial se dá no próximo domingo, pode ser adiada caso o Brasil vença os dois próximos confrontos e chegue à final no dia 11.
Só depois disso é que as máquinas da campanha serão azeitadas para a caça ao voto nas ruas, no corpo a corpo com os donos dos votos.
Ou seja, a depender do desempenho da esquadra de Dunga na África do Sul, o calendário da Copa pode atrasar em uma semana o start da campanha.