Com o pão escasso, o circo sai de cena. A crise que afeta os municípios tem obrigado gestores a suspender a celebração de momo, a maior festa popular do país.
Em Pernambuco, o somatório de sequelas da seca, queda no repasse do Fundo de Participação dos Municípios e a herança maldita (deixada por antecessores) é a justificativa dos prefeitos para reduzir ou mesmo não realizar o carnaval.
Em outros estados também há casos semelhantes. Em Petrópolis (RJ), a prefeitura destinou à saúde municipal os recursos que financiariam os desfiles de escolas de samba.
O assunto motivou matéria publicada nesta quarta-feira pelo Diario. O texto é da repórter Julia Schiaffarino e revela o quão séria é a situação das prefeituras. Afinal, promover um evento como o carnaval é sinônimo de votos para qualquer político.
A suspensão, por outro lado, mostra bom senso dos gestores. Sem recursos para serviços elementares, carnaval deve ir mesmo para um lugar bem distante na fila de prioridades. Confira o que diz o texto clicando aqui.

