Desaguadouro de críticas a oponentes, Facebook do PT ignora “açaí com tapioca” e ataca “angu de caroço” baiano pró Aécio

Desaguadouro de respostas e ataques aos pré-candidatos que fazem oposição à presidente Dilma Rousseff, a página do PT no Facebook  ignorou  o pré-lançamento das candidaturas de Eduardo Campos e Marina Silva ao Palácio do Planalto, nesta segunda-feira.

A munição virtual foi direcionada para a Bahia, onde DEM, PSDB e PMDB se juntaram numa aliança estadual e garantiram palanque ao presidenciável tucano, senado Aécio Neves. Confira o post intitulado:

ANGU DE CAROÇO À BAIANA

Facebook/PT

Facebook/PT

Jorge Amado costumava dizer que a Bahia é terra de contrastes e sincretismos. Agora, o oportunismo político pretende transformá-la, também, na terra de alianças estapafúrdias.

É o que ocorre com a chapa que a oposição, com pompa e circunstância, acaba de lançar para disputar as próximas eleições estaduais.

Uniram-se no mesmo balaio de gatos o carlista Paulo Souto (DEM) e o anticarlista visceral Joaci Góes (PSDB), candidatos a governador e vice, respectivamente.

Tudo sob as bênçãos do camaleão Geddel Vieira Lima (PMDB), que assume à cor de ocasião que lhe convém, candidato ao Senado Federal na chapa de Souto e Joaci.

É o que se pode chamar de casamento de jacaré com cobra d’água, com tudo para dar errado.

Mensagem sobre rodas: eleitor usa carro para pedir que Arraes perdoe Eduardo por ele não saber o que faz

Foto: Juliana Colares/Diario - tratamento: Bosco/DP

Foto: Juliana Colares/Diario – tratamento: Bosco/DP

Uns se expressam nas redes sociais, outros picham muros, alguns protestam nas ruas e tem quem faça da lataria do carro um “outdoor” para mandar sua mensagem aos políticos.

É o caso do proprietário do veículo acima, que, na tarde desta segunda-feira (14.04) foi visto circulando pela Avenida Mascarenhas de Morais, na Imbiribeira.

Miguel Arraes, ex-governador de Pernambuco, é avô do também ex-governador e presidenciável Eduardo Campos (PSB), e faleceu em 2005.

Encontro do PSB começa com gritos de “Brasil não desanima! A solução é Eduardo e Marina!”

imagem: twitter PSB40 - reprodução

imagem: twitter PSB40 – reprodução

Eduardo Campos e Marina Silva selam a chapa do PSB para a Presidência da República. Ele na cabeça e ela como vice.

Na tarde desta segunda-feira (14.04) em Brasília eles lançam suas pré-candidaturas.

O formato do evento lembra uma convenção partidária, mas esta só ocorrerá em junho.

imagem: Twitter PSB40 - reprodução

imagem: Twitter PSB40 – reprodução

Quer dizer, a reunião desta segunda é uma prévia – destinada a atrair holofotes, microfones e flashes – da oficialização das candidaturas.

A deputada federal Luiza Erundina disse, emocionada, em discurso que  “Eduardo e Marina são a mudança que o Brasil precisa”,

O encontro, definido como político-cultural, foi iniciado com gritos de: “Brasil não desanima! A solução é Eduardo e Marina!”.

Assim como veteranos, nomes com potencial para se converter em novas lideranças em PE estão subordinados a Eduardo

André de Paula - DP

André de Paula – DP

Há dez dias, publiquei aqui matéria sobre o fato de a “era Eduardo Campos” ter representado o fim de linha para uma geração de caciques que até oito anos atrás dava as cartas em Pernambuco.

Curiosamente, a totalidade dos veteranos saiu de cena à sombra do governo do socialista.

Gabriela Korossy/Camara dos Deputados

Gabriela Korossy/Camara dos Deputados

Olhando para frente, vê-se uma leva de líderes com anos de atuação ainda por vir, também sob o guarda-chuva do eduardismo.

O que quer dizer que o caminho de muitos deles estará associado ao desempenho do ex-governador de Pernambuco na corrida pela Presidência da República.

Ou seja, do mesmo modo que marcou o encerramento de um ciclo na sua passagem pelo Executivo estadual, Eduardo, e sua inconteste capacidade de comandar, criaram uma dependência futura para muitos da sua própria geração.

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Na relação estão, de outros partidos, os deputados federais Raul Henry (PMDB) e André de Paula (ex-DEM, hoje no PSD) e deve entrar ainda o ex-governador e também parlamentar federal Mendonça Filho (DEM).

Os três já disputaram eleições majoritárias e hoje vivem a expectativa de manutenção de espaço na esteira do poderio eleitoral do ex-governador.

facebook/reprodução

facebook/reprodução

No PSB, partido presidido nacionalmente por Eduardo, a lista de nomes com potencial de protagonista é longa: o ex-ministro Fernando Bezerra Coelho, os ex-secretários da Casa Civil Tadeu Alencar; de Governo, Milton Coelho; da Saúde, Antônio Figueira; o presidente estadual do partido, Sileno Guedes, o deputado federal Danilo Cabral, entre outros.

Enfim, a fila da “subordinação” à liderança do ex-governador é extensa e atesta, com números, o adesismo e o personalismo observados nos últimos anos em Pernambuco.

Annaclarice Almeida/DP/D.A Press

Annaclarice Almeida/DP/D.A Press

Revelam também que, mesmo dirigindo um vasto plantel de “políticos” com ambições majoritárias, o líder não é adepto a obviedades quando o assunto é abrir espaço para o exercício desses anseios.

Técnicos, que, em tese, não teriam chance de disputar eleições, têm levado vantagem – nomes de extrema confiança sem carreira política prévia ou perfil de líder.

Mais um aspecto a ser estudado no futuro sobre os governos de Eduardo Campos em Pernambuco. Mais um viés que pode explicar o modo do socialismo de governar.

Petistas, Lula e Dilma vão engolindo iscas de Eduardo e a pré-campanha ganha ares de polarização PT x PSB

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O ex-governador e presidenciável Eduardo Campos vai fazendo, aos poucos, o PT engolir as iscas que ele vem jogando há tempos nas águas da oposição.

A polarização da pré-candidatura da presidente Dilma Rousseff com o projeto presidencial do socialista não está de todo estabelecida, mas já começa a se configurar.

Ainda que Eduardo apareça entre 6% (Ibope/CNI de 20.03.14) e 10% (Datafolha de 05.04.14) nas pesquisas, o PT não resistiu.

Primeiro, foi a fanpage do partido. O perfil iniciou uma série de ataques em reação às críticas feitas pelo socialista à presidenciável petista.

Blenda Souto Maior/DP/D.A Press.

Blenda Souto Maior/DP/D.A Press.

Classificou Eduardo de “tolo” e “playboy mimado”. Num texto intitulado de “A balada de Eduardo Campos”, fez duras críticas ao ex-governador de Pernambuco.

O socialista foi considerado, inclusive, de “beneficiário singular da boa vontade dos governos do PT”, que resolveu lançar candidatura própria “estimulado pelos cães de guarda da mídia”.

Depois disso, a página passou a fazer postagens apresentando matérias jornalísticas contendo críticas ao presidenciável do PSB.

Paulo Paiva/DP/D.A Press.

Paulo Paiva/DP/D.A Press.

Os petistas decidiram aproveitar denúncias ou simplesmente balanços negativos do governo de Pernambuco para reforçar críticas.

No início da semana, foi a vez de o ex-presidente Lula entrar no jogo. Mordeu e assoprou em Eduardo em entrevista a blogueiros.

Disse que tinha “amizade belíssima” com Eduardo, e “uma grande amizade com o avô dele, Miguel Arraes”.

E afirmou ainda que “adoraria a continuidade da aliança PSB/PT”.

Paulo Paiva/DP/D.A Press.

Paulo Paiva/DP/D.A Press.

Lula não deixou, proém, de mandar um recado: “sinceramente, eu não vejo um sinal de a candidatura de Eduardo ir para a esquerda. Ela tendencia para a direita”.

Agora, se observa a própria Dilma se manifestar, marcando uma visita a Pernambuco para a próxima segunda-feira (14).

Trata-se, exatamente, do mesmo dia em que Eduardo anunciará, em Brasília, sua pré-candidatura ao Planalto.

O evento do PSB estava programado há pelo menos duas semanas e a presidenciável petista informou que aparecerá por aqui na última quarta-feira (09).

Ou seja, ainda que não se tenha certeza, a coincidência da agenda de Dilma com a do ex-governador pernambucano soa como provocação.

Por aqui ela vem batizar o terceiro navio do estaleiro Atlântico Sul, em Suape, e inaugurar o trecho Serra Talhada/Afogados na Adutora do Pajeú, em Serra.

O PT e sua militância, sempre a postos, podem até não admitir, mas a preocupação com o socialista é evidente e a máxima “quem desfaz, quer comprar”, dá à pré-campanha ares de polarização entre Dilma e Eduardo.

Tudo o que o socialista sempre quis.

Desempenhos de Eduardo e Dilma no país terão influência direta na campanha em Pernambuco

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Na coluna Diario Político desta sexta-feira (11) Marisa Gibson traz, no comentário a seguinte conclusão:

A gestão de Dilma e a de Eduardo, suas performances na campanha presidencial, com crescimento e quedas nas pesquisas, terão influência decisiva no resultado da eleição em Pernambuco“.

Pois bem. A afirmação faz todo sentido. Prefeitos e lideranças que hoje superlotam o palanque do pré-candidato da Frente Popular, Paulo Câmara (PSB), podem não resistir ao crescimento da presidente Dilma Rousseff nas pesquisas.

Caso isso aconteça, as chances de vitória da petista no primeiro turno aumentarão, o que certamente atrairá muita gente. Possibilidades de êxito nas urnas sempre é chamariz para gestores e vereadores.

Esse quadro tende a beneficiar a candidatura do senador Armando Monteiro (PTB) ao governo estadual.

O mesmo se dará, caso Eduardo deslanche e sua candidatura ganhe corpo. Os que hoje apoiam o projeto petebista podem migrar em direção ao palanque socialista.

Em suma, a corrida presidencial terá conexão direta com a disputa pelo Executivo de Pernambuco.

O que ocorrerá além das fronteiras estaduais poderá ditar ritmo e mesmo promover guinadas na campanha. O fator nacional, enfim, será variável das mais importantes.

Dilma volta ao estaleiro onde surgiu como pré-candidata em 2010 ao lado de Lula. Vem demarcar espaço em “terras de Eduardo”

Blenda Souto Maior/DP/D.A Press Presidente Dilma Rousseff faz a entrega oficial do navio Zumbi dos Palmares, no estaleiro Atlantico Sul, no Porto de Suape. Na foto, a presidente Dilma Rousseff e o governador Eduardo Campos (20.05.13)

Entrega oficial do navio Zumbi dos Palmares, no estaleiro Atlântico Sul, no Porto de Suape. Na foto, a presidente e o governador Eduardo Campos. Foto: Blenda Souto Maior/DP (20.05.13)

A presidente Dilma Rousseff vem fincar trincheira em “terreno inimigo”.

A terra que o ex-governador Eduardo Campos comandou por dois mandatos e da qual fez vitrine para as suas pretensões presidenciais, está na agenda da petista.

07/05/2010. Credito: Alcione Ferreira/DP/D.A Press

07/05/2010.  Foto: Alcione Ferreira/DP/D.A Press

Agora, tendo o socialista como opositor e concorrente na briga pelo Planalto, Dilma retorna com compromisso oficial.

Curiosamente, volta ao mesmo local em que, em maio de 2010, já desincompatibilizada do cargo de ministra, aparecia como pré-candidata à sucessão do presidente Lula.

07/05/2010. foto: Alcione Ferreira/DP

07/05/2010. foto: Alcione Ferreira/DP

E, coincidentemente, terá programa similar ao daquela época, quando foi lançado ao mar o primeiro navio do Estaleiro Atlântico Sul, no Porto de Suape.

Na ocasião, Eduardo, então governador preparando-se para disputar a reeleição, dividia a ribalta com Lula e com a então pré-candidata. Tudo na mais perfeita sintonia.

07/05/2010. foto: Alcione Ferreira/DP/D.A Press

07/05/2010. foto: Alcione Ferreira/DP/D.A Press

Agora, o socialista estará longe dos seus domínios. Mais precisamente em Brasília, onde lançará sua pré-candidatura.

Quatro anos depois, Dilma e Eduardo navegam em águas distantes ancoram em portos diferentes.

07/05/2010. Foto: Alcione Ferreira/DP/D.A Press

07/05/2010. Foto: Alcione Ferreira/DP/D.A Press

Ele, sem mandato e minimizando a atuação do governo federal em Pernambuco.

Ela, em busca de mais quatro anos no cargo, vem demarcar terreno no estado com o qual a União foi generosa.

PT valoriza gratidão de João Lyra como forma de evidenciar o que considera ser ingratidão de Eduardo Campos

facebook/reprodução

facebook/reprodução

O Partido dos Trabalhadores (PT) tem provocado o ex-governador Eduardo Campos (PSB) no que diz respeito ao que a legenda considera ingratidão.

Ex-aliado dos petistas e ex-integrante da base do governo Dilma, o socialista, criticam os partidários de Lula, inaugurou obras feitas em parcerias com o governo federal sem dar o devido crédito à União.

Ingratidão e desrespeito são palavras recorrentes nos ataques a Eduardo. Pois nesta terça-feira, o site do PT destacou a gratidão do atual governador, João Lyra (PSB), como forma de evidenciar a ingratidão de Eduardo.

RECONHECIMENTO A LULA E DILMA

Ao contrário de Eduardo Campos (PSB), o novo governador de Pernambuco, o correligionário João Lyra Neto, reconheceu de público o apoio recebido pelo Estado das gestões do # PT no governo federal.

Durante a cerimônia de posse dos novos secretários, realizada ontem, Lyra destacou as iniciativas do ex-presidente @Lula e da presidenta @Dilma Rousseff para a realização de obras de infraestrutura em Pernambuco.

Ele enfatizou que ambos contribuíram muito para o desenvolvimento regional ao longo dos dois mandatos de Campos.

“O PIB pernambucano subiu nos últimos dez anos mais de 100%”, exemplificou.

“Isso mostra claramente o desenvolvimento econômico que nós vivenciamos, principalmente a partir de 2007, com o governador Eduardo Campos, com a participação do governo federal em obras estruturadoras, através do [ex-] presidente Lula e da presidente Dilma”, concluiu.

Ainda durante o encontro, o novo governador deixou claro o seu interesse em manter relações próximas ao governo federal.

Lyra disse esperar ser convocado pela presidenta Dilma para uma audiência, no intuito de discutir relações institucionais e ações para além das eleições deste ano.

Como se vê, #gratidão é para poucos.

Lula segue com discurso de marido traído em relação a Eduardo. Mas não deixa de alfinetar: “candidatura se movimenta para direita”

Foto: Instituto Lula

Foto: Instituto Lula

O que explicaria a indigestão que até agora o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva demonstra ter em relação à pré-candidatura do ex-governador Eduardo Campos ao Planalto?

Difícil compreender os lamentos que até hoje Lula faz a respeito da questão. E olha que o socialista rompeu com o PT e o governo federal em setembro do ano passado e, de lá para cá, tem atacado com constância a gestão de Dilma Rousseff.

Nesta terça-feira (8) ao falar com blogueiros em coletiva Instituto Lula, ele deu suas razões para justificar porque ainda não entende a saída de Eduardo Campos (PSB) da base aliada do governo.

Lula afirmou, que ao contrário de Marina Silva, que divergia das ideias da presidente Dilma Rousseff, Eduardo não indicava um rompimento.

“Marina eu até entendo porque convivi com ela e Dilma e sei o quanto as duas pensam diferentes. Agora, Eduardo Campos eu não entendo, eu não compreendo”.

Tudo bem que ele não entenda. Mas ficar tornando público sua incapacidade de absorver é, observando-se superficialmente, desnecessário.

Ines Campelo/DP/D.A Press. - em 2008

Ines Campelo/DP/D.A Press. – em 2008

Parece lamento de viúva ou de noivo abandonado no altar. Eduardo rompeu porque sabe que com o PT não teria, nem tão cedo, chance de figurar numa cabeça de chapa presidencial.

Eduardo também sabe da falta de novas lideranças nacionais e sentiu que era hora de começar a se apresentar como tal.

E o fez sem tutela de quem quer seja. Personalista, assim como o próprio Lula, o socialista optou por entrar no jogo sem apadrinhamentos.

No máximo, fez uma aliança (conveniente para ambas as partes) com a ex-ministra Marina Silva. E junto com ela se diz “herdeiros” de Lula ou “filhos da esperança”

E, ainda que não consiga vencer em 2014, colocará muito pavimento no caminho para 2018.

Em resumo: Eduardo rompeu com a aliança federal porque precisava se mostrar “diferente” do PT – corroído por escândalos e pelas limitações da gestão de Dilma -, e apostar as fichas no seu discurso de “novo” ou de “novidade”.

Ele não chegou nem aos 50 anos e Lula e Dilma já enxergam os 70 logo ali. Quer dizer, tem anos de estrada que ele pretende trilhar distante dos desgastes do PT.

Dito isso é importante observar que, depois de esboçar lamúrias com a pré-candidatura de Eduardo, Lula fez uma declaração que alfineta a e deve incomodar o socialista.

Afirmou que a candidatura do ex-governador está se movimentando em direção à direita.

“Eu tenho uma amizade belíssima com Eduardo Campos. Tive uma grande amizade com o avô dele Miguel Arraes. Adoraria a continuidade da aliança PSB/PT. Sinceramente, eu não vejo um sinal de a candidatura de Eduardo ir para a esquerda. Ela tendencia para a direita”, destacou.

Jarbas e Eduardo, já ex-governador, dividem a mesa e passam a limpo 16 anos de poder em Pernambuco

Nando Chiappetta/DP/D.A Press

Nando Chiappetta/DP/D.A Press

Jarbas Vasconcelos e Eduardo Campos, já ex-governador, foram convidados ilustres do casamento da jornalista Cecília Ramos com o secretário de Imprensa da Prefeitura do Recife, realizado no sábado, 05.04.

Após a cerimônia, não fizeram cerimônia e dividiram a mesma mesa por um longo tempo na recepção.

DP

DP

Falaram muito ao pé do ouvido ao lado dos deputados federais Mendonça Filho e Raul Henry.

Mendonça, presidente estadual do DEM, e também ex-governador (sucedeu Jarbas quand este deixou o governo para disputar o Seando em 2006).

Henry é o pré-candidato a vice-governador na chapa da situação.

Na mesa, estavam 16 anos de governo em Pernambuco – de 1999 a 2014.

A cena, impensada até o fim de 2011, uma vez que Jarbas e Eduardo eram adversários virulentos, chamou a atenção pela intimidade demonstrada entre eles.

A política e suas reviravoltas e guinadas que comprovam que o inimigo de ontem pode tornar-se o amigo confidente de amanhã.