Marília informa que mais lideranças do PSB anunciarão apoio a Armando Monteiro

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Marília Arraes abriu o caminho.

Pelo menos outras cinco lideranças do PSB, do interior e Região Metropolitana devem aderir ao palanque de Armando Monteiro nos próximos dias.

A informação é da própria vereadora, que, ressalta, sido procurada por muitos insatisfeitos.

Filiada ao PSB, sigla presidida nacionalmente pelo primo e candidato ao Planalto, Marília desembarcou dos projetos eleitorais do partido após o comando da legenda lhe tirar as condições de concorrer a Câmara dos Deputados.

Prima de Eduardo, ela anunciou na semana passada que votará em Armando e em Dilma Roussef para a Presidência da República.

“Edualdo”: Eduardo e Geraldo Alckmin casam campanha em São Paulo. Como fica Aécio? E Marina, que abomina tucanos?

http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/

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Lembram-se do Lulécio, em 2006 em Minas? E do Dilmasia em em 2010 no mesmo estado?

Tratava-se de alianças impossíveis, segundo as regras eleitorais, mas que foram firmadas nas ruas – Lula mais Aécio (PSDB) e Dilma (PT) mais Anastasia (PSDB).

Pois uma chapa informal acaba de tomar a campanha de São Paulo. Embora o PSDB tenha Aécio Neves como candidato próprio ao Planato, o PSB está na vice do governador Gerado Alckmin, que concorre à reeleição.

Por isso mesmo, socialistas estão colando o seu presidenciável, Eduardo Campos, a Geraldo, fazendo surgir o movimento “Edualdo”

Tanto que as campanhas dos dois lançam a partir desta terça (22) três comitês conjuntos de PSB e PSDB. Ao todo, serão 37 em São Paulo.

O material de campanha terá sempre Campos, Alckmin e Márcio França (o vice de Geraldo).

Folhetos com Marina Silva só se forem feitos por deputados estaduais ou federais. As campanhas majoritárias de Campos e Alckmin não querem criar constrangimento com Marina.

Como se sabe, a ex-senadora, vice de Eduardo. abomina tucanos e sempre discordou do apoio do PSB a Alckmin.

Queria candidatura própria do PSB (ou algum nome da Rede, com respaldo socialista). Nesta terça, para fugir “Edualdo” ela cumpre agenda em Minas.

Tentando tirar votos de Aécio e acabar com a polarizaçção entre PSDB e PT, Eduardo afirma que o tucano representa mudança conservadora. Em São Paulo, porém, sobe no palanque do PSDB.

Seguindo a ideia do “Edualdo” será que vem por aí um movimento “Eduberg”, no Rio de Janeiro? Lá, o PSB está no palanque do petista Lindberg Farias, candidato a governador.

As informações são do Radar On-line (Lauro Jardim), da Veja.

Paulo Câmara não é visto como nome de “continuidade” e Eduardo prioriza disputa em Pernambuco

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O acirramento da campanha para governador em Pernambuco, medido principalmente no volume de denúncias e ataques de Paulo Câmara (PSB) a Armando Monteiro (PTB), vem merecendo uma interpretação curiosa nos bastidores da disputa.

Pesquisas feitas por ambos os blocos teriam constatado que o eleitor quer a continuidade do ambiente positivo que há hoje em Pernambuco, mas não identifica, pelo menos até agora, o candidato socialista como o nome para tal missão.

Já Armando, eleito senador na chapa que reelegeu Eduardo Campos para o governo do estado em 2010, seria associado ao prolongamento do governo em curso. Mesmo estando na oposição, sua candidatura não é vista como ruptura, o que significa que o PSB não tem o monopólio da continuidade.

PSB-divulgação

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A intensidade e a variedade de investidas estariam sendo encaradas como uma estratégia da Frente Popular para tentar reverter esse quadro. Há quem veja excesso de ansiedade ou mesmo desespero.

Na aliança governista, já se comenta que caso a tática não dê resultado, Eduardo Campos, mentor da candidatura de Câmara, desacelerará sua agenda da corrida ao Planalto e priorizará a disputa de Pernambuco.

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Não estaria disposto a correr o risco de não eleger o sucessor. Um revés aqui, após oito anos no poder. pode ter um simbolismo forte demais para quem tem plano de chegar ao Planaltol. As vindas do ex-governador ao estado estão bem mais frequentes do que na pré-campanha. Neste sábado (19) ele pediu voto ao lado de Câmara em Palmares e Escada.

Uma explicação – A situação do PSB é inédita: ter um candidato majoritário à Presidência e ao governo do estado em um mesmo ano eleitoral. Historicamente, padrinho que lança afilhado desconhecido costuma não concorrer a nada, mas cola no candidato para transferir prestígio e votos. Foi assim com Maluf e Pitta em São Paulo (1996), Lula e Dilma (2010) e com o próprio Eduardo e Geraldo Julio, no Recife (2012).

Datafolha indica: a Copa se foi e os “riscos” de interferência na corrida presidencial também

pragmatismopolitico.com.br

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A Copa do Mundo não alterou de modo significativo o sentimento do brasileiro em relação à corrida presidencial.

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira, quatro dias após o encerramento do Mundial, revela praticamente o mesmo quadro de duas semanas atrás.

Dilma Rousseff oscilou de 38% para 36%, Aécio Neves permaneceu com 20% e Eduardo Campos variou de 9% para 8%.

Brancos e nulos continuaram em 13% e os indecisos subiram de 11% para 14%. Tudo dentro da margem de erro de 2% para mais ou 2% para menos.

Aliás, essa margem é o que impede que se tenha certeza da existência do 2º turno.

A soma direta dos percentuais de todos os concorrentes da presidente chega aos mesmos 36% de Dilma.

Mas, como a petista pode estar com 38% e os demais podem ter, cada um, menos 2%, o total alcançado por estes corre o risco de não chegar a 30%.

Roberto Stuckert Filho/PR

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De todo modo, a simulação do 2º turno deve animar Aécio, que estaria tecnicamente empatado com Dilma. Teria 40% contra 44% dela. No início do mês, os percentuais eram, respectivamente, 39% e 46%.

Eduardo, por sua vez, saiu de 35% para com 38%, enquanto a petista desceu de 48% para 45%.

Em suma, nem o êxito na organização da Copa ajudou a elevar o desejo de votar na presidente nem o fracasso retumbante da seleção contribuiu para a intenção de não se votar nela.

A desaprovação do governo, 29%, a maior desde 2011, segue a linha ascendente que já vinha sendo descrita desde os protestos de junho de 2013.

Quer dizer, possíveis ganhos ou prejuízos eleitorais não se confirmaram. A Copa se foi e os “riscos” de interferência na eleição também.

A pesquisa ouviu 5,3 mil eleitores na última terça (15).

Sem atacar Lula e aliado do PT, no Rio, e do PSDB, em São Paulo, Eduardo segue explicando sua oposição

renatojogoaberto.blogspot.com

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Forjar-se como terceira via com o intuito de quebrar a polarização entre PT e PSDB tem sido desafio dos mais árduos para o ex-governador Eduardo Campos.

Além de forte estrutura partidária e do peso eleitoral das duas legendas, apresentar-se como oposição cultivando afinidades com petistas e tucanos sempre suscita pedidos de explicação.

E fazer campanha se justificando não é lá muito promissor. Ontem, na sabatina a que foi submetido na Folha de S. Paulo, ele foi instado a esclarecer as alianças com o PSDB, em São Paulo, e com o PT, no Rio de Janeiro.

DP

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No primeiro, o PSB ocupa a vice na chapa de reeleição do governador Geraldo Alckmin. No segundo, está no palanque do petista Lindbergh Faria.

Sem cerimônia, o socialista tenta desvincular essas alianças do seu projeto presidencial. Afirma que a candidatura de Aécio Neves é conservadora e que Dilma Rousseff vai entregar o país pior do que recebeu.

Isso tudo após ter posado para fotos e reafirmado a proximidade histórica com o tucano ao mesmo tempo em que mantém o ex-presidente Lula, padrinho e principal cabo eleitoral de Dilma, numa redoma de excelência.

Roberto Stuckert Filho/PR

Roberto Stuckert Filho/PR

Em suma, o conservadorismo de Aécio deverá se ajustar ao progressismo do PSB em terras paulistas, enquanto a incompetência de Dilma há de ser nada quando socialistas estiverem no palanque do PT no Rio.

Já o fato de Lula pedir votos para a afilhada, a quem considera mais preparada para tocar o país, deverá ser simplesmente absorvido.

Afinal, questionar ou rebater o ex-presidente a esta altura do campeonato seria encarado como mais uma incoerência. E, nesse caso, inexplicável.

PTB e PSB exercitam o que há de mais improdutivo no fim de uma relação : priorizar a desforra

O comentário da coluna Diario Político desta terça-feira (15) refere-se às sequelas do fim da relação entre PSB e PTB, hoje em campos opostos em Pernambuco.

Se hoje os socialistas acusam Armando Monteiro de ser “patrão”, receberam festivamente com o apoio dele em 2006 e 2010 para eleger Eduardo Campos.

E se Armando classifica Paulo Câmara de “apadrinhado”, é bom lembrar que em 2012, o seu PTB reforçou o palanque de Geraldo Julio na campanha pela Prefeitura do Recife.

Assim como Câmara, Geraldo é “invenção” e afilhado de Campos. Então…  É difícil  apagar o passado, quando todo mundo sabe o que eles fizeram no verão passado.

Bom, vamos ao comentário:

Desforra x propostas

DP

DP

Sabe aquele casal que depois de anos de comunhão se separa e expõe suas diferenças publicamente?

É mais ou menos esse contexto que se desenha na campanha pelo governo de Pernambuco entre as candidaturas de Paulo Câmara (PSB), da Frente Popular, e de Armando Monteiro (PTB), da coligação Pernambuco Vai Mais Longe.

Oponentes após sete anos de aliança, eles (e seus respectivos correligionários) estabelecem um embate em que críticas de ordem pessoal são priorizadas.

Tudo o que eventualmente poderia incomodar, mas era assimilado por conta dos interesses do “casamento”, vira defeito e é exposto na vitrine da corrida eleitoral.

Dentro desse padrão de conduta, já vimos o confronto “patrão versus apadrinhado” e agora nos deparamos com a “brincadeira de filho de rico” rebatida com argumentos que mesclam “subordinação” e “obediência cega”.

...

Ao mesmo tempo, as acusações de uso de máquina destinadas a Câmara são respondidas com a lembrança do envolvimento do PTB no escândalo dos shows fantasmas em 2009, quando o partido ocupava a secretaria estadual de Turismo.

Quer dizer, temas que se mantiveram submersos nas águas da conveniência começam a vir à tona banhados em mágoa.

Os dois grupos, como se vê, agem como indivíduos que, aproveitando o fato de ter gozado da confiança do ex-consorte, selecionam “podres” para jogar no ventilador da disputa.

Com esse ressentimento todo alimentando o jogo do poder, discursos fundamentados em propostas acabam apenas coadjuvando nesse script escrito com a pena da desforra.

Afinidade ideológica é só teoria. Na prática, alianças são movidas por motivos outros. Cocada e água gelada por exemplo

receitas-especiais.blogspot.com

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Dirigida a aliados como forma de cobrar empenho para a campanha de Paulo Câmara ao governo do estado, a metáfora usada por Eduardo Campos na última segunda-feira ainda ecoa. E não exatamente entre os apoiadores da Frente Popular.

Partidários do oposicionista Armando Monteiro (PTB), além de veem “desespero” para suspender defecções, observam a existência de um tom que em nada combina com a razão de ser de um apoio ou de uma aliança.

Entendem que a frase “quem lambeu barra de sal, depois vai comer cocada com água gelada”, carrega embutida uma ameaça maniqueísta: quem não rezar na cartilha do comando socialista será penalizado; quem rezar, será premiado.

Em suma, é como se o envolvimento na campanha pudesse ser medido com uma “escala punitiva” de participação. Armandistas analisam, por fim, que além de tudo, a declaração confronta com a pregação da nova política feita por Eduardo na sua campanha ao Planalto.

Diante do que vem sendo dito, se conclui que a afinidade ideológica que costuma justificar alianças existe somente nos discursos. Na prática, em muitos casos, são movidas por motivos outros. Cocada e água gelada são apenas alguns deles.

Agenda duplicada: Eduardo é socorro necessário na hora do tudo ou nada de Paulo Câmara

Ricardo Fernandes/DP/D.A Press

Ricardo Fernandes/DP/D.A Press

É certo que o discurso de continuidade de um governo bem aprovado abre portas. Mas ganhar a confiança do eleitor exige bem mais que declarações.

A subjetiva decisão que leva o candidato a merecer o voto do cidadão é resultado de afinidade, diálogo, cumprimento de promessas. Enfim, consome tempo, carece de convivência.

A Frente Popular, que conseguiu eleger Geraldo Julio prefeito do Recife em 2012, subvertendo teses e análises, tem know-how nessa história.

No entanto, diante de um universo bem mais amplo que a capital, não está tendo vida fácil para consolidar a candidatura de Paulo Câmara ao governo estadual. E essa realidade pôs o PSB em alerta.

Um fracasso na disputa aqui significará bem mais do uma simples derrota.

Afinal, o modelo de governo que o partido apresenta como proposta para o país é exatamente a gestão que foi tocada pelo seu presidenciável, Eduardo Campos, em Pernambuco.

Ricardo Fernandes/DP/D.A Press

Ricardo Fernandes/DP/D.A Press

Diante desse contexto, nada mais natural que o ex-governador decida se desdobrar para prestigiar atividades de campanha de Câmara ao mesmo tempo em que cumpre agenda nacional.

Manter a hegemonia por aqui é questão de honra e de sobrevivência política. E a presença de Campos passou a ser estratégica para reforçar a campanha do afilhado.

Se até um mês atrás socialistas afirmavam que ele pouco viria, agora a realidade parece outra.

Nesta segunda-feira (07), segundo dos 90 dias oficiais de campanha, o presidenciável veio ao “Encontro com os amigos” do candidato ao governo.

Ninguém se espante se aparições como esta se tornarem semanais. É hora do tudo ou nada para Câmara.

PSB vive crise em Minas e enfrenta rebeldia e desfiliações: socialistas não querem votar em candidato do partido ao governo do estado

Estado de Minas

Estado de Minas

Com seu presidenciável, Eduardo Campos, na faixa dos 9% e10% nas pesquisas e convivendo com rusgas com a Rede, de Marina Silva, no Rio de Janeiro e em São Paulo, o PSB tem mais problema no Sudeste.

Em Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral do país, a situação se complicou. As informações são da Folha de S. Paulo.

A crise no PSB de Minas Gerais vem se agravando desde que a Executiva estadual aprovou na semana passada, por 10 votos a 7, um nome para concorrer ao governo de Minas — dando, assim, um palanque mineiro a Eduardo Campos.

Teresa Maia/DP/D.A.Press

Teresa Maia/DP/D.A.Press

Os filiados do PSB ligados ao PSDB do senador Aécio Neves, adversário de Campos na disputa presidencial, estão se rebelando e anunciando publicamente que não apoiarão o nome escolhido pelo partido. Vão apoiar o ex-ministro tucano Pimenta da Veiga.

Nesta quarta-feira (2), o presidente do Atlético-MG, Alexandre Kalil, anunciou em entrevista que voltou atrás e vai concorrer a uma vaga de deputado federal pelo PSB, mas disse que não apoiará o ex-prefeito Tarcísio Delgado para o governo de Minas.

Questionado se não teme ser punido, Kalil disse que ele é quem foi procurado pelo partido, e não o contrário. “Não estou nem ligando, estou pouco me lixando. Se quiser punir, puna. Se quiser expulsar, expulse, não tem problema nenhum”, disse.

PSDB

PSDB

Também nesta quarta, a secretária de Educação do governo de Minas, Ana Lúcia Gazzola, entregou à direção partidária carta de desfiliação da legenda, alegando “total lealdade aos candidatos apresentados” pelo PSDB.

Kalil, que será o puxador de votos da bancada federal do PSB, ingressou no partido faz apenas nove meses, com a ficha abonada por Campos em um ato em Belo Horizonte. Gazzola entrou no PSB em 2007, pelas mãos de Aécio.

Na segunda-feira (30), o prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda, maior expressão do PSB em Minas, também anunciou seu apoio a Pimenta. Três dias antes, os deputados estaduais do PSB se rebelaram e rejeitaram a candidatura majoritária do partido.

Datafolha: Dilma cresce 4 pontos e chega a 38%. Aécio e Eduardo oscilam e ficam, respectivamente, com 20% e 9%

pragmatismopolitico.com.br

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O blog Radar Político, do portal do Estadão, informa os números da nova pesquisa Datafolha de intenções de votos dos candidatos à presidência da República, divulgada na noite desta quarta-feira, dia 2 de julho.

A presidente Dilma Rousseff (PT) cresceu quatro pontos porcentuais em relação ao último levantamento, feito no início de junho, enquanto seus principais adversários Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB), oscilaram dentro da margem de erro.

A presidente chegou a 38% das intenções de voto enquanto que, no mesmo período, Aécio oscilou de 19% para 20% e Campos de 7% para 9%.

A primeira pesquisa Datafolha após o início da Copa do Mundo tem margem de erro de dois pontos porcentuais para mais e para menos. O instituto entrevistou 2.857 eleitores em 177 municípios nesta terça-feira, 1, e quarta-feira, 2.

O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral com o número: BR-00194/2014

Esta é a primeiras vez, desde fevereiro, que o Datafolha registra crescimento nas intenções de votos da Dilma.

Naquele mês, a candidata à reeleição estava com 44%. No mês seguinte, ela perdeu seis pontos porcentuais e ficou com 38%.

Em maio oscilou um ponto percentual dentro da margem de erro e registrou 37%. E em junho, antes da copa, estava com 34%.

Aécio tem mantido o mesmo patamar de 20% de intenções de votos desde maio, à exceção de junho quando obteve 19%.

Seu crescimento se deu entre abril e maio, quando ganhou quatro pontos porcentuais e pulou dos 16% que já havia registrado em fevereiro para 20%.

Ao obter 9% percentuais no início de julho, Eduardo Campos iguala o porcentual de intenções de votos registrado em fevereiro.

Mas neste período, o ex-governador de Pernambuco oscilou para 10% em abril, 11% em maio, caiu para 7% em junho e finalmente alcançar os 9%.

OS demais candidatos Pastor Everaldo (PSC, José Maria (PSTU), Eduardo Jorge (P), Mauro Iasi (PCB), Luciana Genro (Psol), Eymael (PSDC), Levy Fidelix (PRTB) obtiveram menos de 5% das intenções de votos.

Brancos e nulos somam 15% e os que não souberam responder foram 11%