Mudança de status na relação do comando do PSB com Fernando Bezerra explica insatisfação do senador eleito com setores do partido

Allan Torres Esp DP/D.A press.

Allan Torres Esp DP/D.A press.

O fato de ter estado ao lado dos ex-governadores Miguel Arraes e Eduardo Campos, de ter se mantido fiel ao PSB em momentos vacas magras, pode explicar a indignação do senador eleito Fernando Bezerra Coelho com o distanciamento e a pouca atenção com que vem sendo tratado pelo atual comando socialista em Pernambuco.

A nota que FBC divulgou no momento em que o governador eleito Paulo Câmara anunciava o secretariado, há uma semana, expôs a rusga e gerou uma crise que se pensava superada, mas pelo que se observa nos bastidores, segue firme rumo à posse.

Na nota, o senador não sublinhou sua relação com e Arraes e Campos. Mas não precisava.

Ter sido ouvido apenas na reta final da construção do secretariado e ficar sabendo, por mensagem eletrônica, que a indicação que o governador lhe pedira para a secretaria de Desenvolvimento fora descartada, foi algo indigesto.

Principalmente para quem tem uma história longa com a Frente Popular. Desde a candidatura de Arraes ao governo em 1986 até a eleição deste ano, quando Eduardo concorreria à Presidência da República.

Em 1990, o pai de FBC, Paulo Coelho, foi o vice na disputa do governo. Na época Arraes ainda era aliado de Jarbas Vasconcelos, que ocupava a cabeça da chapa.

Em 1994, quando Arraes foi eleito para o terceiro mandato de governador, Eduardo foi o segundo deputado federal mais votado, com apoio de Fernando (rompido com o tio Osvaldo Coelho, que ficou em sexto) em Petrolina.

Em 1998, no pleito em que Arraes foi derrotado por Jarbas ao tentar ser reeleito, FBC estava lá. Foi o candidato a vice.

Já no período 2007-2014, nos governos de Eduardo Campos, teve destaque no PSB, sendo secretário de Estado e ministro do governo Dilma. Agora, tem um mandato de oito anos pela frente.

Quer dizer, na era Eduardo o senador pode não ter tido o protagonismo que sonhava (foi preterido em disputas majoritárias), mas jamais foi considerado mero figurante.

É esta diferença no status de tratamento que fundamenta o incômodo de FBC.

Essa situação, aliás, evidencia que falta ao PSB “pós Eduardo” habilidade para administrar diferenças e desconfianças.

Insatisfação de Fernando Bezerra com tratamento de Paulo Câmara é ponta de iceberg da desconfiança de grupos do PSB com senador

Annaclarice Almeida/DP/D.A Press

Annaclarice Almeida/DP/D.A Press

Quando se pensava que a crise da montagem do secretariado seria a insatisfação do PSDB com o latifúndio que lhe restou, o ex-ministro e senador eleito pelo PSB Fernando Bezerra Coelho se insurge.

Descontente com o tratamento que lhe deu Paulo Câmara, FBC adotou um tom de rompimento com o governo que se inicia em janeiro.

Em nota, revelou ter sido procurado tardiamente para debater o primeiro-escalão e, ainda assim, a indicação que lhe foi pedida, acabou descartada pelo novo governador.

O mais grave, segundo ele relata na nota, é que o comunicado sobre a rejeição se deu por “mensagem”.

Blenda Souto Maior/DP/D.A Press

Blenda Souto Maior/DP/D.A Press

Desde o início dos trabalhos da equipe de transição que irá governar Pernambuco mantive a expectativa de ser chamado, no momento oportuno, para opinar sobre a formação da nova gestão.

Acreditando que, com a experiência acumulada de quem já foi prefeito, secretário estadual em três gestões, deputado estadual, federal e ministro, teria colaborações a oferecer neste momento tão importante.

Uma conversa chegou a ser marcada para a última quinta-feira, depois remarcada para o sábado.

Nesta reunião, em que não me foi solicitada opinião sobre a nova estrutura de governo e a formação da sua equipe, o governador eleito Paulo Câmara me pediu que indicasse um nome de perfil técnico para liderar a secretaria de Desenvolvimento Econômico, no que foi prontamente atendido.

Na madrugada da segunda feira, porém, recebi mensagem do governador comunicando a sua escolha por um novo nome. Manifestei, também por mensagem, o meu desconforto.

Tomei a iniciativa de registrar as minhas opiniões ao prefeito Geraldo Júlio sobre este processo que hoje se encerra.

Guilherme Verissimo/Esp DP/DA Press

Guilherme Verissimo/Esp DP/DA Press

Como senador eleito de Pernambuco estou determinado a trabalhar pelos interesses do nosso Estado e me coloco à disposição, dentro da minha área de atuação parlamentar, para colaborar com o governo que se inicia, desejando todo o sucesso para a nova equipe.  .

Comentário meu:

A assessoria do senador eleito garante que a conduta de FBC não resulta de um somatório de mágoas acumuladas.

Seria mesmo consequência da desatenção – ou desinteresse – de Câmara com o aliado nesse momento de preparação para o novo governo.

No entanto, não faltam episódios a apontar desconfianças e estremecimentos entre parte do PSB e o senador eleito.

Ainda no final do ano passado, quando se especulava sobre a montagem da majoritária governista para 2014, setores socialistas faziam questão de afirmar que o partido não tinha razão para considerar a presença de FBC na chapa.

Na época, Fernando Bezerra acabara de deixar o ministério da Integração Nacional e era visto como alguém muito próximo da presidente Dilma Rousseff (PT).

Nando Chiappetta/DP/D.A Press

Nando Chiappetta/DP/D.A Press

A petista, então pré-candidata à reeleição, era a principal concorrente do ex-governador Eduardo Campos, que já havia rompido com governo federal para concorrer ao Planalto.

Já na campanha, logo a após a morte de Eduardo, surgiu a especulação de que FBC teria se movimentado junto à cúpula do PSB para que a chapa estadual, com Paulo Câmara na cabeça, fosse desfeita.

A articulação foi negada, mas, nos bastidores, somou para que o grau de desconforto na relação do senador e alguns socialistas fosse elevado. Aliás, em reserva, alguns não conseguem conviver com FBC.

O ex-ministro tem uma carreira sólida e uma desenvoltura que só os anos de estrada garante.

Além disso, assume posturas independentes que, às vezes, não coincidem com o que pensa – ou defende – o PSB pernambucano.

Por exemplo, na semana passada, ele afirmou que Pernambuco viverá seu melhor ano em 2015 e fez previsões positivas para a economia brasileira.

As “teses” não coincidem com o que vem sendo dito pelo PSB estadual, que prevê tempos obscuros.

Quer dizer, os pensamentos são bem divergentes e a relação que já era estremecida foi elevada à categoria de desentedimento.

Animado como poucos políticos, Fernando Bezerra Coelho diz que Pernambuco viverá seu melhor ano em 2015

...

Se existe um político que não vê tempo ruim para o Brasil e muito menos para Pernambuco é o ex-ministro e senador eleito Fernando Bezerra Coelho (PSB).

Para ele, o país vai voltar a ter um melhor ritmo de crescimento em 2015 e Pernambuco, especialmente, vai viver dias de êxito.

De acordo com o socialista, ajustes nos gastos públicos exigirão arrocho, mas a equipe econômica – razoável, conforme sua avaliação – dará conta do recado.

No que diz respeito a Pernambuco ele avalia que 2015 tem tudo para deixar na poeira o crescimento de 3% registrado em 2014 (contra pouco mais de 0,3% do país).

A consolidação da refinaria Abreu e Lima e do pólo petroquímico, associado à produção da fábrica da Fiat – e da cadeia de empresas instalada no seu entorno – garantem perspectivas de avanços consideráveis nos números da economia.

“Pernambuco vai viver seu melhor ano”, vaticinou em confraternização com a imprensa na tarde desta quinta-feira (11).

O ex-ministro lembra que a entrada da terceira geração da indústria petroquímica, a de produção de fios sintéticos, vai impulsionar enormemente o setor de confecções do estado.

Também citou que o “arranque” da produção da Fiat será de 280 mil veículos/ano, patamar atingido pela Ford da Bahia apenas no décimo ano.

Bezerra observou ainda que a Fiat e as 17 indústrias fornecedoras garantirão dez mil empregos já instalados, o que terá reflexos no consumo.

PSB também costura bloco no Senado. PDT e PSD são alvo. “PSB não quer ser apêndice de ninguém”, diz Bezerra Coelho

DP

DP

Além de ter liderado a criação de um bloco partidário na Câmara dos Deputados, reunindo PV, PPS e Solidariedade, o PSB age para formar uma “frente” no Senado.

Estão no alvo dos socialistas as bancadas do PDT e do PSD.

Caso o governo consiga levar os pedetistas para o seu grupo de apoio, o partido liderado pelo ex-prefeiro de São Paulo Gilberto Kassab será meta prioritária do PSB.

Com o PDT, o bloco somará 12 integrantes. Se o “aliado” for o PSD, o total chegará a dez.

Recém-eleito para o Senado, o ex-ministro Fernando Bezerra Coelho informou na tarde desta quinta-feira que as duas iniciativas não necessariamente devem ser interpretadas como um foco de resistência oposicionista.

Trata-se, segundo ele, de uma conduta adotada pelas legendas para se ter voz e espaço nas casas legislativas.

É uma estratégia que permite a construção de uma independência e de um caminho próprio, com repercussão positiva, inclusive, na mídia que passa a ter o bloco como referência.

Se, por exemplo, decidisse se vincular ao PSDB, o PSB ficaria na sombra, a reboque das decisões do tucanos. Enfim, se anularia e não apareceria nas discussões legislativas.

“O PSB não quer ser apêndide de ninguém. Deixou de ser apêndice do PT com a candidatura de Eduardo (Campos) e não vai voltar a ser”, disse.

Ele avalia que os resultados das eleições presidenciais de 2010 e de 2014 indicam que há espaço concreto para a consolidação da terceira via e que o PSB encarna essa opção.

dp

dp

O ex-ministro valoriza o bom desempenho da candidatura de Marina Silva nas eleições deste ano e vislumbra o surgimento de um novo protagonista no partido – a ex-ministra se desligará do PSB para criar a Rede Sustentabilidade.

Entre os nomes que podem aparecer e se firmar, ele apontou os governadores de Pernambuco, Paulo Câmara, e do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg.

Bezerra Coelho informou ainda que o PSB vem tentando atrair lideranças insatisfeitas com o PT, como é o caso da ex-ministra Marta Suplicy (SP). As conversas já foram iniciadas.

PSB, que anunciou que não se alinharia a ninguém, forma bloco de oposiçao na Câmara, mas se mantém distante do PSDB

Nem Fernando Bezerra Coelho ou outro nome qualquer. Paulo Câmara afirma que será ele o interlocutor de PE com o governo Dilma

Edvaldo Rodrigues/DP/D.A Press

Edvaldo Rodrigues/DP/D.A Press

Nem Fernando Bezerra Coelho nem qualquer outro nome. O papel de interlocutor do governo do estado com o governo federal será mesmo do governador eleito de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB).

O próprio Câmara afirmou nesta quarta-feira (19), em entrevista a Rádio CBN Recife, que será dele a função de atuar junto ao Planalto para viabilizar projetos para o estado. “Essa intermediação será feita por mim”, assegurou.

Com a declaração, o futuro governador antecipou, de certa forma, que não haverá espaço para aliados dividirem com ele a responsabilidade de conduzir as articulações com o governo da presidente Dilma Rousseff (PT).

Ele ponderou, no entanto, que não pretende abrir mão de pessoas que possam contribuir. “É lógico que irei buscar lideranças que tenham informações para me ajudar”, afirmou.

Câmara falou sobre o assunto quando questionado se o senador eleito Fernando Bezerra Coelho (PSB) poderia ser a pessoa a assumir o papel de interlocutor pela experiência acumulada, principalmente, no cargo de ministro da Integração Nacional.

“Fernando foi responsável por projetos importantes, a exemplo da Transnordestina, da Transposição (do Rio São Francisco), de obras de abastecimento de água, e ele vai continuar a desempenhar esse papel. Eleito senador, se comprometeu a me ajudar a destravar projetos que estão parados há muito tempo. Ele vai ser um parceiro importante”, assegurou Câmara.

Foto: governo federal

Foto: governo federal

Ainda na entrevista, Paulo Câmara afirmou que não terá preconceito na montagem do secretariado e ocupação de cargos dos demais escalões. Disse que às vezes a pessoa não tem conhecimento, “mas tem experiência e sabe montar a equipe”.

Esse mesmo argumento ele usou na campanha para defender a sua candidatura quando o seu principal oponente, senador Armando Monteiro (PTB), afirmava que lhe faltava lastro político para ser governador. Ou seja, Câmara segue acreditando que a pouca estrada não é empecilho para bom desempenho em cargo público.

A declaração do governador indica ainda que o novo governador não deve trilhar caminhos tão óbvios no processo de escolha de assessores. Muita gente nova no que diz respeito à atuação ao Executivo, pode ser chamada.

Resta observar se a tal política do toma-lá-dá-cá, tão condenada pelos socialistas desaparecerá da montagem da equipe. A prática consiste em destinar cargos a partidos aliados como recompensa pelo apoio na campanha. Aguardemos pois.

Com informações de Rosália Rangel, do Diario

Filhotismo “duplo”: Fernando Bezerra Coelho ganha vaga para Senado e consegue eleger dois “herdeiros” para o Legislativo

Blenda Souto Maior/DP/D.A Press

Blenda Souto Maior/DP/D.A Press

Além de eleger-se com diferença histórica para o Senado, o ex-ministro Fernando Bezerra Coelho (PSB) viu os filhos Fernando Filho e Miguel Coelho conquistarem votos para o Legislativo.

O primeiro vai para o terceiro mandato de deputado federal e Miguel estreia na Assembleia Legislativa.

facebook

facebook

O senador dá mostras de que exerce o filhotismo como poucos. O longevo domínio de parentes na política brasileira é um dos traços mais nocivos à democracia.

Só reafirma que o poderio familiar (geralmente ligado à elite econômica) suplanta qualquer outro caminho para se construir uma carrreira política.

Mas além dos de FBC, na Assembleia estão eleitos e reeleitos muitos outros filhos – e também esposas – de políticos de carreira, prefeitos especialmente.

Simone Santana é mulher do prefeito de Ipojuca, Carlos Santana (PSDB). Lucas Ramos é filho do ex-deputado Ranilson Ramos, hoje conselheiro do TCE.

Vinícius Labanca, reeleito, é filho do prefeito de São Lourenço, Ettore Labanca (PSB).

Socorro Pimentel (PSB), é esposa do deputado Raimundo Pimentel, que desistiu de concorrer.

Raquel Lyra (PSB) é filha do governador João Lyra (PSB) e por aí vai.

Para o Senado, João Paulo tem 36% e Fernando, com 30%, perde para brancos, nulos e indecisos (32%). Mas disputa segue em aberto

Ricardo Fernandes/DP

Ricardo Fernandes/DP

Na corrida pelo Senado em Pernambuco, a pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (1º) aponta que o candidato João Paulo (PT) tem 36% das intenções de voto.

Em segundo está Fernando Bezerra Coelho (PSB), com 30%. Simone Fontana (PSTU) e Albanise Pires (PSOL) aparecem com 1%, cada. Já Oxis (PCB) não alcançou 1%.

Os que não souberam responder somam 20% e aqueles que declaram voto branco ou nulo são 12%.

Isso significa dizer que 32% dos eleitores não se empolgam com nenhum dos candidatos.

A disputa segue em aberto e, caso os 20% que “não sabem” decidam votar, podem transformar a disputa numa das mais acirradas dos últimos tempos.

Na rodada anterior, de 23 de setembro, João Paulo aparecia com 34% e Fernando Bezerra Coelho, com 28%.

Encomendada pela TV Globo, a pesquisa é a quinta pesquisa do Ibope após o registro das candidaturas.

Realizada entre os dias 28 e 30 de setembro, a pesquisa contou com 2.002 entrevistas em 81 municípios.

A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levada em conta a margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

Informações são do G1

Candidatos “linkados” com Eduardo e Lula seguem à frente em PE, aponta Datafolha. Eleitor pode estar reconhecendo papel dos dois

facebook

facebook

Pela última pesquisa Datafolha, divulgada na sexta-feira (26), pode-se concluir que o eleitor pernambucano está votando em “homenagem” a Eduardo e a Lula? Vejamos:

O candidato do PSB ao governo, Paulo Câmara, está com 43% das intenções de voto, contra 34% de Armando Monteiro (PTB).

O candidato ao Senado pelo PT, João Paulo, aparece com 37%, contra 29% obtidos pelo ex-ministro Fernando Bezerra Coelho (PSB).

Como se sabe, Câmara foi escolhido pelo ex-governador Eduardo Campos para a disputa. E é apresentado como tal, desde o início da campanha.

Ao mesmo tempo, João Paulo é o único petista na chapa que tem Armando como candidato a governador.

dp

dp

Além disso, depois de Marina liderar as pesquisas para presidente no estado, se vê a presidente Dilma Rousseff assumir a dianteira. Está com 42% e a petista, com 40%.

Lula e Eduardo mantiveram uma aliança exitosa em Pernambuco. Dividiram palanques, asseguraram a atração de investimentos para o estado e derrotaram grupos que davam as cartas na política estadual.

A análise, obviamente, é empírica, mas é curioso que nomes ligados aos dois líderes estejam à frente na disputa eleitoral.

E lembrar que Lula e Eduardo seguem firmes como os dois principais cabos eleitorais de Pernambuco.

Com colaboração de Jailson da Paz, do Diario

Ibope: Paulo Câmara chega a 38%, contra 32% de Armando. Para senador: João Paulo tem 32% e Fernando, 27%

DP

DP

Paulo Câmara virou na corrida eleitoral pelo governo do estado. Levantamento do Ibope, divulgado na noite desta terça-feira (16), mostra que o candidato do PSB não só passou como se distanciou do concorrente, Armando Monteiro (PTB) para trás.

O socialista aparece com 38% das intenções de voto, contra 32% do petebista. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.

Na disputa pelo Senado, o candidato da coligação Pernambuco Vai Mais Longe, João Paulo (PT), registrou vantagem de cinco pontos percentuais em relação ao socialista Fernando Bezerra Coelho (PSB). O petista tem 32% das intenções de voto, enquanto seu adversário possui 27%.

Na última pesquisa, divulgada no dia 26 de agosto, Armando liderava a disputa ao governo de Pernambuco, com 38% das intenções, nove pontos percentuais à frente de Paulo Câmara, que tinha 29%.

Ricardo Fernandes/DP

Ricardo Fernandes/DP

O petista João Paulo também liderava as intenções de voto no último levantamento (o ex-prefeito do Recife tinha 35%), com uma vantagem de treze pontos percentuais à frente de Fernando Bezerra Coelho (22%).

Metodologia
O Ibope ouviu 2.022 eleitores em 82 municípios do estado, entre os dias 12 e 15 deste mês. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) como PE-00025/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob protocolo número BR-00652/2014.