Instalação do quartel general do frevo na Pracinha do Diario foi bandeira de luta do Som da Rural, mas PCR não dá crédito

Nando Chiappetta/DP/ D. A Press.

Nando Chiappetta/DP/ D. A Press.

A transformação da Praça da Independência (Pracinha do Diario) em quartel general do frevo, medida anunciada pela Prefeitura do Recife no início desta semana, é exatamente o que defendia e pleiteava o Som da Rural, movimento de resistência cultural que ao longo de 2014 virou referência em ativismo popular.

Acontece, porém, que a decisão do Executivo da capital não deu crédito algum ao Som ou mesmo citou que a ideia atende aos anseios da população.

E a postura de assumir para si a iniciativa, como se fosse uma marca da sintonia da Prefeitura com a sociedade, vem sendo criticada por quem comandou e se integrou aos protestos do Som da Rural.

Pelas redes sociais, publicações destacam que o movimento foi responsável por toda articulação política e artística de ocupação da Praça.

Salientam ainda que o Som, na condição de veículo de cultura, política e comunicação que é, batalhou por dar nova direção aos espaços públicos.

Nando Chiappetta/DP/ D. A Press.

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A Praça do Diario foi destinada, por pelos menos três carnavais, ao camarote da TV Globo no desfile do Galo da Madrugada, o que privatizava um espaço público e, obviamente, impedia que o povo ocupasse o local.

Ao Diario, o prefeito Geraldo Julio declarou que a valorização dos artistas da terra e a devolução da Praça da Independência para a população representam avanços para o fortalecimento da cultura local. Quer dizer, nada de referência ao papel do Som da Rural.

Estive numa das “ocupações” feitas pelo Som na Pracinha do Diario no finalzinho de dezembro e, de fato, o discurso pela retomada e destinação do espaço ao povo e ao carnaval foi a tônica da mobilização.

Na ocasião, a recuperação da Praça Sérgio Loreto, onde é instalado o camarote oficial do Galo, foi colocada como meta para 2015/2016.

Aliança entre PSB e PSDB tem dias contados em Pernambuco: vai até a pré-campanha pela Prefeitura do Recife, em 2016

PSDB

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PSDB e PSB iniciam 2015 valorizando afinidades, mas administrando desconfianças. Estiveram juntos no segundo turno da eleição pela Presidência da República em 2014, colocam-se – com intensidade e interesses distintos -, na oposição à presidente Dilma Rousseff, mas nutrem projetos concorrentes, uma vez que precisam ocupar o máximo de espaço possível na corrida municipal em 2016.

Quer dizer, terão de se enfrentar daqui a dois anos. Em Pernambuco, onde os tucanos apoiam e terão cargos na gestão socialista de Paulo Câmara, a disputa pela Prefeitura do Recife promete ser das mais emblemáticas nesse contexto em que as legendas estão mergulhadas.

Os dois partidos têm hoje os nomes mais expressivos para concorrer ao Executivo da capital. Se para os socialistas o prefeito Geraldo Julio é candidato automático à reeleição, entre os tucanos o deputado federal eleito Daniel Coelho é citado com igual naturalidade como cabeça de chapa.

Em conversas informais, membros do PSDB tratam do assunto de maneira espontânea, como se a decisão de concorrer e a definição do nome já tivessem sacramentadas.
Até mesmo a contradição de integrar a base do governo de Câmara, enquanto seguem na oposição à gestão de Geraldo, parece resolvida para os tucanos.

arte-DP

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Afirmam que estão na base do governo estadual porque foi esse o recado dado pelas urnas este ano, quando integraram a aliança do candidato socialista. O mesmo argumento justifica a condição de oponente no Recife.

Em 2012, quando Geraldo saiu vencedor, os tucanos correram em raia própria, com Daniel. Aliás, a performance do candidato é um dos fatores que animam o partido a voltar à disputa em 2016.

Daniel terminou o embate eleitoral em segundo lugar, superando Humberto Costa, do PT. Teve mais de 27% dos votos (ou 245 mil) e se firmou como nome majoritário. Esse “patrimônio” conquistado contra concorrentes que dispunham de máquinas públicas empolga tanto o PSDB estadual, que nem mesmo a recente crise decorrente da dúvida entre desembarcar do governismo ou ratificar o apoio a Câmara – impasse que dividiu a legenda – foi capaz de abalar o projeto de 2016.

Há um mês, quando a sigla se reuniu para debater a reestruturação pós-eleições, o próprio Daniel Coelho afirmou que as lideranças do partido iriam “começar a construir projetos municipais”, visando a próxima disputa.

“É importante ter candidaturas próprias nas principais cidades, e o Recife é uma delas. Agora, isso se constrói ao longo do tempo, o partido vai ver as suas possibilidades”, afirmou, na ocasião, ao Diario.

Aliás, a determinação de ter chapas próprias segue orientação nacional do PSDB, que quer investir na expansão dos seus domínios. E o Nordeste é alvo principal. Isso porque há quatro eleições presidenciais o partido amarga derrotas na região. Na última, não conseguiu eleger um único governador.

A aliança PSDB/PSB, que segue firme e forte no plano estadual, pode ter o primeiro semestre de 2016 como prazo de validade. Dificilmente a parceria se manterá sólida a ponto de sobreviver à confirmação das candidaturas de Geraldo e Daniel. Afinal, a história mostra que a disputa municipal contamina as relações estaduais. Inevitavelmente.

(texto publicado neste domingo, no Diario neste domingo, 11)

PSDB-PE na base de Paulo Câmara, mas na oposição a Geraldo: “flexibilidade” aponta para disputa da Prefeitura do Recife em 2016

arte-DP

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A questão tucana é o tema do comentário de Marisa Gibson, na coluna Diário Político desta quarta-feira (17).

Trata-se da divisão – inclusive de postura política – do PSDB pernambucano. Só para resumir a ópera:

O partido integrará a base do governo de Paulo Câmara, terá até mesmo secretaria, mas fará oposição ao governo de Geraldo Julio, na Prefeitura do Recife.

Câmara e Geraldo são do mesmo partido, o PSB. E os tucanos, que sempre se mostraram unidos em Pernambuco (quando tinham Sérgio Guerra como guia), revelam-se flexíveis. Vão moldando sua postura ao sabor das conveniências.

Confira a análise da coluna:

Os cargos que os tucanos vão ocupar no governo Paulo Câmara – Secretaria da Micro e Pequena Empresa e possivelmente Porto do Recife e Junta Comercial – serviram para acender uma fagulha no PSDB em torno da disputa pela Prefeitura em 2016.

Ontem (terça,16), o presidente estadual do partido no Recife, o vereador André Régis, adiantando-se a qualquer aceno do prefeito Geraldo Julio (PSB), afirmou que o posicionamento dos tucanos na Câmara Municial do Recife continua a mesma, de oposição ao prefeito, e que não há interesse em cargos no governo municipal.

Isso porque, embora não haja uma decisão a respeito de um candidato do PSDB a prefeito do Recife, que seria o deputado federal eleito Daniel Coelho, existe um projeto de candidatura própria, e os tucanos municipais acreditam que podem caminhar para um lado enquanto o PSDB estadual vai para outro:“São esferas diferentes, estado e município, com calendários eleitorais distintos”, argumenta-se.

Para evitar mal-entendidos, Régis adianta que, apesar de se manter na oposição, a bancada tucana na Câmara – ele próprio e Aline Mariano – não vai se juntar ao PT. 

Tudo bem, mas dá para imaginar o PSDB estadual ocupando cargos no governo Paulo Câmara, e os tucanos recifenses lançando candidato próprio em 2016 contra a projeto de reeleição de Geraldo Julio?

É possível que o PSDB pernambucano esteja seguindo o exemplo do PT estadual que, sem conseguir unidade em torno de um projeto majoritário, alimentou divergências internas durante décadas, até que perdeu praticamente todos os espaços conquistados. .

PSB, que anunciou que não se alinharia a ninguém, forma bloco com oposiçao na Câmara, mas se mantém distante do PSDB

psb

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A edição desta quinta-feira (11) do Diario de Pernambuco informa:

“O PSB vai participar de um bloco partidário na Câmara dos Deputados. A partir de 2014, os socialistas irão atuar junto com o PPS, SD e PV. A decisão foi tomada ontem (quarta, 10), em Brasília, pelos dirigentes das siglas. O grupo também criou uma federação partidária, somando 67 parlamentares”.

Curiosamente, quando se reuniu após as eleições e comunicou que iria fazer uma oposição independente ao segundo governo Dilma, “votando de acordo com os interesses do país”, os socialistas descartaram a participação em blocos partidários no Congresso.

Afirmaram que não tinham que se alinhar a ninguém, inclusive com o PSDB, sigla que apoiaram o segundo turno da corrida presidencial.

Agora, se vê que o partido decidiu se manter afastado dos tucanos, mas se alinha ao PPS, PV e Solidariedade – legendas que estiveram no palanque de Aécio.

Veja AQUI texto completo do Diario.

O PSB, com governos para tocar em estados e municípios, dá a entender que não radicalizará em relação a Dilma, mas não deixará de se articular na oposição.

Ao mesmo tempo demonstra não querer vínculo com o PSDB. Aparentemente, pretende se colocar como uma segunda força de oposição, mas com algum diálogo com os cofres da União.

Eventuais acordos do PSB com o PSDB, condicionados à aliança pela reeleição de Geraldo, terão fôlego até 2016?

Ricardo Fernandes/DP/D.A Press.

Ricardo Fernandes/DP/D.A Press.

Nota da coluna Diario Político desta quinta-feira diz que “ainda faltam dois anos,  mas o que se ouve é que dificilmente o PSDB dará legenda ao deputado Daniel Coelho (PSDB) para disputar a Prefeitura do Recife contra o candidato do PSB, no caso, Geraldo Julio, que tentará a reeleição. Até 2018, quando voltará a concorrer à Presidência da República, o PSDB vai exercitar a política da boa vizinhança com os socialistas“.

Comentário meu: Se o PSDB deixar de correr em faixa própria em 2016 no Recife estará abrindo uma exceção. Isso porque é ordem no partido concorrer no máximo de cidades, principalmente no Nordeste, onde, historicamente, o partido tem dificuldade nas eleições presidenciais.

Além disso, estará deixando de lado a chance de chegar ao protagonismo na capital. Daniel teve performance marcante em 2012, quando chegou em segundo lugar, superando até mesmo o candidato do PT, senador Humberto Costa.

Um eventual acordo feito agora entre PSDB e PSB pode até condicionar a abertura de espaço para tucanos na gestão Paulo Câmara (PSB) ao não lançamento de Daniel daqui a dois anos.

Entretanto, é saudável destacar que nesse dois, até 2016, muita água há de rolar sob a ponte da sucessão do prefeito Geraldo Julio.

Em 2010, o ex-deputado Sérgio Guerra (PSDB) fez acordo com o PPS e lançou a candidatura do hoje vereador Raul Jungmann ao Senado na chapa encabeçada pelo senador Jarbas Vasconcelos.

Guerra, que era senador, desisitiu de disputar a reeleição por saber que a chapa majoritária governista, com o ex-governador Eduardo Campos buscando o segundo mandato e Armando Monteiro e Humberto Costa na corrida pelo Senado, era imbatível.

Jungmann seria seu susbtituto na chapa que havia sido exitosa em 2002, quando Jarbas foi reeleito governador e ele e Marco Maciel conquistaram cadeira no Senado.

O pacto com o PPS passava pelo apoio do PSDB à candidatura de Jungmann à Prefeitura do Recife, em 2012. Mas, como se sabe, os tucanos lançaram Daniel.

Sem mandato de deputado federal, uma vez que deixou de disputar a Câmara dos Deputados para encarar o Senado, Jungmann candidatou a verador do Recife.

Quer dizer, acordos feitos num determinado contexto podem ser defeitos logo ali adiante quando a realidade já será outra.

Recuperação do Teatro do Parque incrementa agenda positiva montada por Geraldo Julio neste fim de 2014

PCR

PCR

O prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), encerra 2014 lapidando uma agenda positiva para a sua gestão.

Na semana passada, após encontro com o ministro das Cidades, Gilberto Occhi,  anunciou a vinda de R$ 122,3 milhões para a melhoria da mobilidade urbana no Recife.

PCR

PCR

Logo em seguida, lançou o programa Conecta Recife, que dotou 74 pontos da cidade de acesso gratuito à internet, através de sinal wifi (sem fio).

Nesta terça-feira (02) anunciou e assinou a ordem de serviço para a recuperação e ampliação do Teatro do Parque.

O trabalho está orçado em R$ 8,2 milhões – recursos próprios – e deve ser concluído em dezembro de 2016.

Annaclarice Almeida/DP/D.A Press

Annaclarice Almeida/DP/D.A Press

O Recife aguarda, com expectativa, a implantação das 12 novas rotas cicloviárias (que incluem ciclovias e ciclofaixas) em bairros da cidade, com investimento de R$ 600 mil. O anúncio do projeto ocorreu em 05 de fevereiro deste ano.

Confira o detalhamento das intervenções no Teatro do Parque:

Novos ‘homens-fortes’ do PSB-PE, Geraldo e Paulo Câmara agem, cada um a seu modo, para ampliar prestígio com a família Campos

DP

DP

Uma nota publicada nesta quarta-feira (26) na coluna Diario Político, de Marisa Gibson, revela que os atuais “homens fortes” do PSB pernambucano estão cortejando como podem a família Campos – a viúva Renata e os filhos do ex-governador Eduardo Campos. Confira:

Holofotes

Após a eleição, falava-se que Renata Campos desempenharia um papel importante dentro do PSB.  Agora, surge a alternativa da ex-primeira-dama ser convocada para o governo Paulo Câmara. Há dez dias, especulou-se que João Campos, filho de Eduardo, seria o vice de Geraldo Julio, em 2016, quando o prefeito concorre à reeleição.

Além disso, Geraldo esteve, recentemente, na casa de Renata para convidá-la a comparecer à cerimônia de diplomação dos eleitos em outubro.

Foi em companhia do presidente do TRE-PE, desembargador Fausto Campos, mas sem Paulo Câmara, futuro governador e principal nome eleito pelo PSB-PE este ano.

Alcione Ferreira/DP/ D. A Press.

Alcione Ferreira/DP/ D. A Press.

As movimentações do prefeito e de Câmara em torno da viúva e do filho do ex-governador indicam que o PSB pernambucano faz questão de manter vínculos com Eduardo.

Mas ao fazê-lo pelo caminho da oferta de cargos em gestões – ou espaço privilegiados no partido (João assumiu a secretaria estadual de organização) e em possíveis chapas majoritárias – o PSB retroalimenta a imagem de legenda familiar que sempre marcou sua história.

As articulações demonstram também que Geraldo Julio e Paulo Câmara estão, cada um no seu ritmo e no seu tempo – tratando de ganhar pontos junto a Renata e filhos.

Aliança entre PSDB e PSB em Pernambuco deve ter como prazo de validade a pré-campanha para prefeito em 2016

psdb

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O PSDB, que esteve no palanque no PSB no plano estadual este ano, ocupa atualmente duas secretarias no governo João Lyra (PSB).

As pastas – Trabalho e Emprego e Cidades e ainda a direção do Detran – resultaram das “negociações” feitas pelo ex-deputado Sérgio Guerra quando os tucanos pernambucanos decidiram aderir oficialmente ao governo socialista e já previam a aliança na disputa pelo Palácio do Campo das Princesa que viria a seguir.

As costuras de Guerra, ocorridas no final de 2013, se deram diretamente com o ex-governador Eduardo Campos.

reprodução / tv

reprodução / tv

Agora, com o desaparecimento dos dois líderes, as relações referentes à participação do PSDB no Executivo serão travadas entre o governador eleito Paulo Câmara e o novo comando do partido, presidido pelo deputado federal Bruno Araújo.

É relevante lembrar que os tucanos já afirmam ser vital para as pretensões presidenciais de 2018 o lançamento de candidatos próprios para prefeituras em 2016.

E o Nordeste, território dominado há quatro eleições pelo PT, é prioridade. Isso quer dizer que, enquanto o PSB tentará reeleger o prefeito do Recife, Geraldo Julio, o PSDB também estará na disputa.

E o deputado federal eleito Daniel Coelho surge como o nome mais forte para a missão – foi o segundo colocado em 2012.

A aliança de agora entre tucanos e socialistas tende, portanto, a ser abalada e desfeita logo ali adiante.

facebook

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O prazo de validade vai até a pré-campanha de 2016. É aguardar e observar se o cenário que se desenha desde já interferirá na participação do PSDB no governo de Paulo Câmara.

Reunião nesta segunda -  O PSDB estadual adiou para esta segunda-feira (24) a reunião que realizaria na sexta passada para tratar do balanço das eleições deste ano.

A fase vivida pelo partido nesses primeiros meses sem o comando de Sérgio Guerra – falecido em março – também será debatida.

Sobre o encontro, o Diario publicou a seguinte matéria (texto de João Vítor Pascoal):

“Lideranças vão começar a construir projetos municipais”, afirma Daniel Coelho

Com provável reaproximação do PSB com o governo Dilma, “aliados de campanha” retomam ataques ao prefeito Geraldo Julio

Charge Samuca-DP 05 03 13

Charge Samuca-DP 05 03 13

A provável reaproximação do PSB com o governo Dilma levou o prefeito do Recife, Geraldo Julio, a retirar os ataques à petista do seu discurso.

A postura desagrada a gente que apoiou os socialistas na corrida estadual. Democratas, tucanos e pós-comunistas (PPS) voltam a cobrar, denunciar e criticar o prefeito.

Na próxima quinta (27), o PSB reúne a cúpula nacional em Brasília para tratar da definição do modelo de oposição independente que deverá ser feita ao segundo mandato da presidente petista.

Priscila Krause X Geraldo Julio: afinidades de outubro viraram cobranças em novembro

Priscila Krause X Geraldo Julio: afinidades de outubro viraram cobranças em novembro

Paulo Paiva/DP/D.A Press

Paulo Paiva/DP/D.A Press

No 2º turno da campanha presidencial, a vereadora Priscila Krause (DEM) endossou os ataques do prefeito Geraldo Julio (PSB) ao governo federal referentes à suspensão de repasse de recursos de convênios assinados com a Prefeitura do Recife.

Gravou até mesmo um vídeo acusando a presidente Dilma de retaliar a capital, que, segundo ela, ficara sem verbas para o Hospital da Mulher, recuperação do Geraldão e navegabilidade do Capibaribe.

Pois nessa quarta -feira (19), ela afirmou que o prefeito precisa sair do gabinete para explicar os motivos da paralisação e atrasos de obras.

E aí? A afinidade do discurso – os ataques a Dilma – foi apenas ocasional, motivada pela “aliança” em torno da candidatura de Aécio Neves?

A vereadora já não sabe que a presidente cortou repasses para o Recife ou espera que com a cobrança surjam outras justificativas?

E Geraldo Julio suspendeu as queixas à petista por que o PSB ensaia uma reaproximação com o Planalto? Essas conveniências da política são difíceis de entender. Como diria Marcio Greick na velha canção: “aparências, nada mais…”.