Priscila vê barril de pólvora na destinação do lixo do Recife

Paulo Paiva/DP/D.A Press

Paulo Paiva/DP/D.A Press

Priscila Krause (DEM) acredita que o contrato de destinação do lixo do Recife – atualmente depositado em aterro em Jaboatão – é um barril de pólvora.

O serviço teve seu prazo prolongado até novembro deste ano a um custo de R$ 33,4 milhões/ano, 10% a mais que o pago em 2012.

A vereadora está de olho na questão dos resíduos sólidos. Acha que a saída é investir tudo na reciclagem.

Elias prega paz e diz que PSB assumirá três secretarias

O prefeito de Jaboatão, Elias Gomes (PSDB), continua a reforçar que não há crise com o vice, Heraldo Selva, e nem o partido deste, o PSB.

Acompanhado o desfile do Galo 3012 no camarote do governo estadual, ele informa que após o carnaval, Selva indicará os nomes das secretarias de Segurança, Cidadania e Ordem Pública; Habitação, Saneamento e Regulação Fundiária; e Mobilidade e Urbanismo.

Diz que a ocupação das três pastas estratégicas pelo PSB – ainda nas mãos de interinos – foi acertado ainda em dezembro em reunião com o vice e com o governador Eduardo Campos, presidente nacional da sigla socialista.

Elias, na verdade, se esforça para mostrar que Jaboatão superou a crise gerada com a possibilidade de Selva deixar o mandato de vice de assumir a presidência da Empresa de Urbanização do Recife.

O convite, feito pelo prefeito da capital, Geraldo Julio (PSB), pegou mal. E incomodou ainda mais porque a Câmara Municipal apropvou mudança na lei orgânica permitindo que Selva reassumisse a vice sempre que necessário.

Ou seja, ele comandaria a URB no Recife e voltaria, eventualmente, ao cargo em Jaboatão.

Como Ministério Público de Pernambuco questionou a legalidade da manobra, Heraldo Selva acabou voltando atrás e se manteve na função de vice.

Aliás, o MPPE quer que a Câmara desfaça o arranjo e restaure a lei orgânica de Jaboatão.

Informações e foto da repórter Claudia Eloi, do Diario

Flexibilidade e conveniência: o perigoso ajuste de leis e regras aos interesses de quem está à frente do poder

ju As tais brechas nas leis e regimentos são vácuos de moralidade de extremo valor para o poder estabelecido – ou para quem o exerce. Afinal, permitem ajustar a realidade às conveniências de ocasião.

Este episódio da licença do vice-prefeito de Jabotão dos Guararapes, Heraldo Selva (PSB), para assumir a presidência da Empresa de Urbanização do Recife (URB), comprova isso.

A Câmara do município aprovou, às pressas, um projeto que além de conceder a licença permite que Selva retorne ao cargo de vice sempre que for exigido.

Já vimos isso por aqui nos episódios que culminaram com a alteração do regimento interno da Assembleia Legislativa para garantir a reeleição de presidente e primeiro-secretário da Casa.

As mudanças – ou ajustes – permitiram que os comandantes do poder pudessem seguir nos cargos por tempo superior aos dois mandatos consecutivos de praxe.

A regra que impedia o três mandatos consecutivos foi morta e enterrada. Agora, até uma quarta gestão é possível.

esta tal flexibilidade beneficia poucos, desagrada a muitos (calados, mas muitos) e confirma a fragilidade do conjunto de normas que rege o exercício do poder.

Não sem sentido o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Marco Aurélio Mello afirmou que o nosso Congresso tem atuação pautada no “faz de conta”.

A expressão, em muitos casos, pode ser estendida sem riscos de injustiça a outras casas legislativas e a outros poderes. Afinal, as modificações nas leis têm sido feitas ao sabor dos interesses do momento.

Basta um comandante querer, as votações acontecem e tudo ganha um ar de legalidade – artificial, mas perfeitamente adequado ao discurso dos políticos da vez. Um perigo para a prática democrática, não? Hasta cuando?

Heraldo Selva e Elias bateram de frente em Jaboatão e o vice decidiu migrar para a gestão de Geraldo Julio, no Recife

Aqui estão as informações que explicam o fato de Heraldo Selva (PSB) ter deixado a vice de Jaboatão dos Guararapes, duas semanas após a posse, para virar presidente da URB no Recife.

O tema pauta o comentário da coluna Diario Político, de Marisa Gibson, publicada nesta quinta-feira no Diario. Mais uma história de como os camarins do poder se agitam quando cargos estão em jogo. Confira:

Por uma secretaria

Um desentendimento entre o prefeito de Jaboatão Elias Gomes (PSDB) e o vice-prefeito Heraldo Selva (PSB), pelo comando de uma secretaria, fez com que o socialista manifestasse o desejo de deixar o cargo e o seu partido o amparou na presidência da URB – Empresa de Urbanização do Recife.

O que se conta é o seguinte: na composição do secretariado, Selva cobrou de Elias o comando de uma secretaria – Educação ou Infraestrutura – que seria exercido cumulativamente com a vice, o que teria sido acertado na aliança entre o PSDB e PSB para a eleição do ano passado.

O prefeito teria negado a existência de tal acordo e, como não cedeu, Selva, já sem condições de trabalhar com Elias, optou por se licenciar do cargo antes mesmo de completar 30 dias de governo. O PSDB e o PSB estão tratando o caso como se fosse algo absolutamente normal, mas não é.

A versão oficial da saída de Selva é a do convite para a URB e, a propósito, tem socialistas se referindo ao cargo de vice de Jaboatão com certo desprezo, como se fosse algo pequeno para a qualificação de Selva e o partido precisou dele para tarefa mais importante.

Para mostrar que está tudo bem, PSB e PSDB já concordaram que socialistas de Jaboatão ocuparão duas secretarias – Saneamento e Mobilidade. E o PSDB tem que engolir.

O partido deve muito ao governador. Só para lembrar: a indicação de Selva para vice de Jaboatão percorreu este caminho: no início de  2012, quando Elias, já em campanha para reeleição, não creditou em sua publicidade institucional as parcerias com o governo estadual nas obras realizadas no município, o governador Eduardo Campos ficou uma arara e desta irritação surgiu a candidatura do deputado estadual João Fernando Coutinho (PSB) a prefeito de Jaboatão, que não decolou.

Conversa vai, conversa vem, o PSB terminou apoiando a candidatura à reeleição de Elias colocando Selva na vice. E a história termina assim: a Lei Orgânica de Jaboatão foi alterada para permitir que Selva se licenciasse da vice para ocupar um cargo no Recife, podendo portanto reassumir quando for conveniente para o PSB. Enquanto isso, o município fica sem vice-prefeito. Não é interessante?

Heraldo não assumiu Prefeitura de Jaboatão porque PSB quer atuação mais ampla para ele

heraldoO PSB garante. Não há estresse algum entre o prefeito de Jaboatão dos Guararapes Elias Gomes (PSDB) e o vice, Heraldo Selva (PSB).

Na verdade, Selva não assumiu a cadeira deixada vaga pelo prefeito porque o PSB o quer em outras função.

O partido considera que ele tem muito a contribuir com as gestões socialistas.

Por isso concluiu que ele não deve restringir sua atuação política a eventuais substituições do prefeito.

“Ele pode ser absorvido pelo governo do estado ou pela Prefeitura do Recife”, destaca o presidente estadual do PSB, Sileno Guedes.

“Nossa participação na gestão de Jaboatão será feita por meio de outros companheiros”, completa e acrescenta que as pastas e Habitação e Saneamento e Mobilidade ficarão com o partido.

Sileno, além de comandar a legenda em Pernambuco, é secretário de  Governo de Pariticipação Popular na capital.

Até esta terça-feira cogitava-se que Heraldo Selva assumisse a presidência da URB (Empresa de Urbanização do Recife). Mas agora surgiu também a possibilidade de ele ocupar espaço no governo Eduardo Campos.

“Tudo está sendo feito com a concordância de Elias Gomes. Não há desgaste com o prefeito”, frisa Sileno.

Elias entrou de férias nesta quarta-feira. Como Heraldo está licenciado – decidindo o seu destino – o presidente da Câmara do município, Ricardo Valois (PT), assumiu a prefeitura e fica no cargo até o dia 30 deste mês.

PSDB confirma o que o Blog adiantou: Aécio assumirá comando do partido e é presidenciável desde já

O Diario e o Blog já tinham informado há três semanas o que foi confirmado nesta segunda-feira em evento do PSDB:

O senador Aécio Neves foi confirmado pré-candidato a presidente da República em 2014 e será o o novo presidente do partido a partir de maio de 2013.

O lançamento foi feito pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o presidente do PSDB, deputado Sérgio Guerra (PE).

Para o presidente do partido, Aécio é hoje o melhor candidato da legenda, porque tem todas as condições de ser o próximo presidente da República.

O lançamento se deu durante seminário para prefeitos do PSDB, realizado em Brasília.

Aécio Neves, presente ao anúncio, declarou-se honrado e disse que sua candidatura será lançada no início de 2014.

Para ele este é o momento de o PSDB fazer um projeto de uma nova gestão para o País, porque o PT abriu mão de administrar o Brasil em troca de um projeto de governo.

“Eu estou pronto. O Brasil está cansado com o que está acontecendo”, disse Aécio, referindo-se às denúncias de corrupção no atual governo. As informações são da Agência Estado.

Com Aécio prestes a assumir PSDB, Elias defende parlamentarismo e quer debater nova política

O ex-presidente FHC aproveitou o evento para atacar o governo federal. Ressaltou obras inacabadas do atual governo, como a transposição do Rio São Francisco. “É uma vergonha.

Este governo não tem nenhuma eficiência. Não tem por causa das malfeitorias e dos malfeitos e isso não é questão de moralismo. É porque isso afeta os resultados. É o povo que paga por isso”, afirmou.

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Com Aécio prestes a assumir PSDB, Elias defende parlamentarismo e quer debater nova política

aecioO PSDB já se prepara internamente para fazer do senador Aécio Neves presidente do partido.

Quer dar ao político mineiro mais tribuna e reforçar, assim, o projeto de lançá-lo à Presidência da República em 2014.

A eleição tucana se dará em maio do próximo. O atual comandante da sigla, deputado federal Sérgio Guerra, já é reeleito e não pode mais concorrer, como reza o estatuto da legenda.

De posse do leme, Aécio deve deixar a penumbra do Senado e se colocar sob os holofotes da sucessão da presidente Dilma.

Com a pré-candidatura encaminhada, o partido arregimenta prefeitos para respaldá-la.

No dia 3 de dezembro promove encontro com gestores eleitos e reeleitos para tratar do futuro.

De Pernambuco, irão os 19 que saíram vitoriosos das urnas em outubro.

Com mandato renovado para mais quatro anos em Jaboatão dos Guararapes, segundo maior colégio eleitoral do estado, Elias Gomes responde pela principal vitrine tucana por essas bandas.

eliasE é justamente dele que parte um discurso que põe em xeque o modus operandi dos partidos e, em última instância, da prática política.

Tudo o que ele não quer mais ver no PSDB.

Elias defende a abertura do debate em torno da adoção do parlamentarismo como caminho para resgatar a imagem do Congresso e redimensionar funções do Executivo.

Para ele, a discussão deve ser conduzida por Aécio tendo o PSB como parceiro.

Aliás, ele defende, sem esconder o bom humor, que o senador poderia ser o presidente e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, o primeiro-ministro. “Ou vice-versa”, frisa.

Ainda dentro das mudanças, o prefeito diz que a sociedade não pode mais ser ignorada. Avesso à ideia de que ele seria um possível pré-candidato ao governo do estado na rede de apoio ao projeto presidencial do PSDB, Elias retruca:

“À medida que se diz que ‘o candidato é o tal prefeito, o deputado tal, se exclui já um mundo de gente e de possibilidades. Se exclui a possibilidade de fazer um debate em cima de perfis, fazer a leitura do que a sociedade quer hoje. Se ela quer participar, então não se exclua a sociedade.Vamos construir dentro do bojo do projeto nomes que podem representar essa nova política”.

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Oposição tenta se reorganizar. É pra valer ou pra constar? Não se sabe exatamente. Mas é um recomeço necessário

oposicaoMesmo definida como soft ou light, a oposição começa a ganhar algum corpo no pós-eleição.

O encontro que aconteceu nesta terça entre vereadores (eleitos e reeleitos) e deputados estaduais, aponta para a reorganização de um bloco que pode fazer contraponto ao governo e/ou ao governismo.

Claro que, em tese, os integrantes do PSDB, por exemplo, não devem se posicionar de maneira radical contra a gestão do prefeito eleito Geraldo Julio (PSB).

Do mesmo modo, os tucanos também não deverão ser enfáticos nas críticas e cobranças ao governo de Eduardo Campos no plano estadual. Afinal, como se sabe, PSDB e PSB são afinadíssimos em Pernambuco.

Na eleiçãodeste ano estiveram juntos em inúmeros municípios. Em Jaboatão e Ipojuca, por exemplo, chapas encabeçadas por tucanos foram vitoriosas tendo socialistas como vices.

Acontece que, a despeito de tudo isso, o PSB segue muito próximo do PT, embora alguns integrantes deste partido tenham se sentido traídos pelo governador na disputa do Recife.

E essa proximidade, traduzida na permanência de petistas no governo socialista e na reafirmação da aliança do PSB com o governo Dilma, clareia a posição: o PSDB é oposição no Recife e em Pernambuco.

Mesmo que se pondere ser impossível aos tucanos fazerem um contraponto a Geraldo como fizeram ao PT na gestão de João da Costa, é relevante lembrar: as urnas colocaram a sigla tucana na oposição no Recife.

Daniel Coelho, candidato a prefeito pelo partido, recebeu quase 28% dos votos, concorrendo justamente contra postulantes do PT e do PSB – partidos que governaram a cidade nos últimos 12 anos.

Somando os votos de Daniel com os destinados aos candidatos de oposição, conclui-se que mais de 30% dos recifenses reprovaram as gestões “social-petistas”.

E é com essa convicção que Daniel – retomando o mandato de deputado estadual – assume informalmente o bloco que inclui representantes do PPS, DEM e até do PSOL.

Dentro do PSDB, há quem avalie ser impossível exercer uma oposição efetiva por conta das boas relações e dos laços com o PSB.

Isso, inclusive, foi afirmado em matéria publicada pelo Diario (e disponibilizada pelo Blog) no último domingo:

Ataques do PSDB e PT ao governo durante a campanha não terão fôlego para chegar à Assembleia

No entanto, o que se comenta é que Daniel entende que é a legenda tucana está na oposição sim e que precisa agir como tal.

Ele já teria, inclusive, recebido o aval do presidente nacional, deputado federal Sérgio Guerra, e do presidente estadual, Evandro Avelar.

Oficialmente, na reunião desta terça, os oposicionistas decidiram montar uma agenda capaz de refletir o interesse da sociedade.

Independentemente da questão eleitoral, o grupo pretende dar voz aos 30% instisfeitos com a gestão PT-PSB.

Estiveram no encontro com Daniel, as veredoras reeleitas Priscila Krause (DEM) e Aline Mariano (PSDB), os vereadores eleitos André Régis (PSDB) e Raul Jungmann (PPS).

Também marcaram presença a ex-deputada Terezinha Nunes (que reassumirá mandato em janeiro na Assembleia Legislativa) e ainda o presidente do PSOL, Edilson Silva, que, mesmo com mais de 13 mil votos, não se elegeu vereador.

Leve ou pesada, prá valer ou apenas para constar, a oposição começa a se rearticular. E isso por si só é um fato positivo, principalmente porque 2014 se aproxima e a roda promete girar. Veremos o PSB aliado com o PSDB? PSB versus PSDB?

Eduardo vai às ruas com Elias e pede voto para Renildo em operação de telemarketing

...

O governador Eduardo Campos quer distância dos tucanos esverdeados do Recife.

No entanto, faz campanha para o prefeito Elias Gomes em Jaboatão dos Guararapes.

Na capital, o PSDB tem Daniel Coelho como candidato a prefeito.

Paralelamente, os socialistas trabalham para eleger Geraldo Julio no primeiro turno.

Na vizinha Jaboatão, Elias, tucano dos mais tarimbados, tenta a reeleição. E, ao que tudo indica, deve levar no 1º turno.

Nesta quarta-feira o prefeito fez caminhada, entre a Estrada da Batalha e Cajueiro Seco, ao lado do governador.

No discurso, Eduardo afirmou ser importante votar em Elias para garantir a continuidade do trabalho de organização da cidade.

Por sua vez, em Olinda, onde PSB e PSDB também estão juntos no palanque de Renildo Calheiros (PCdoB), o governador tratou de assegurar mais um reforço para a campanha do aliado.

Na tarde desta quarta, pediu votos para o comunista por meio de uma gravação enviada para telefones celulares e convencionais.

A mesma estratégia de telemarketing foi usada em favor de Geraldo no início da campanha.

Em Olinda, de acordo com a pesquisa DiarioData, o segundo turno está a caminho: Renildo tem 40% e Izabel Urquisa (PMDB), 32%.

Fernando Collor é candidato a vereador do Cabo

Nomes curiosos, apelidos esquisitos ou relacionados a atividades profissionais e localidades costumam aparecer nas chapas proporcionais pelo Brasil afora.

Sobram sicrano enfermeiro, fulano do velório, beltrano da moto, joão do espetinho, maria da salada de fruta, chico do armazém, zé da vaca, e por aí vai.

Há, porém, gente “predestinada” para a política. É o caso de Fernando Collor Cabral da Rocha, de 21 anos. Ele aparece na lista de candidatos a vereador do Cabo de Santo Agostinho na Região Metropolitana do Recife.

O Collor pernambucano concorre pelo PTC, tem curso superior incompleto, é solteiro e sobrinho do atual prefeito Lula Cabral. Nasceu um ano antes do impeachment do xará famoso, o ex-presidente Fernando Collor de Mello – a quem os seus pais certamente quiseram homenagear – hoje senador.

Mas o candidato não vai usar o nome do ex-presidente na urna eletrônica e sim Nandinho Cabral. A Câmara do Cabo dispõe de 17 vagas. Duzentos e trinta e nove candidatos pediram registro ao TSE.

Ainda observando a lista de candidatos a vereador do Cabo fica-se sabendo que Elias Gomes Filho, herdeiro do prefeito de Jaboatão, Elias Gomes, concorrerá a cadeira no Legislativo pelo PSDB.

Um outro homônimo, cujo nome completo é Elias Norberto Gomes, mas apenas Elias Gomes na urna, também é candidato a vereador no município pelo PSC. Aliás, ele concursado do município e por anos tem sido motorista de prefeitos.

Elias (pai) foi prefeito do Cabo por três mandatos e hoje concorre à reeleição em Jaboatão. Pode protagonizar dobradinha histórica no Grande Recife.

Um outro filho seu, o deputado Betinho Gomes (PSDB), disputa a Prefeitura do Cabo. Ambos têm chance de vitória.